sábado, 26 de novembro de 2011

Imagens da Semana!

A partir desse final de semana será realizada em nosso blog uma postagem com as imagens mais astronomicamente incríveis que “rolaram” na mídia e em outros veículos de informação na semana em questão ou ainda que vocês achem interessantes, não precisando ser da mesma semana.

E as imagens serão enviadas por vocês, nossos leitores!

É só enviar para nosso E-mail, Facebook ou ainda deixar o link de sua imagem em um comentário, e escolheremos as mais interessantes!
        
        Como estamos na primeira semana e essa foi uma ideia repentina, a imagem dessa semana foi escolhida por nós, e se trata de imagens recolhidas da mais nova empreitada da NASA a Marte.


O foguete com o jipe robô Curiosity a bordo partiu neste sábado às 13h02 min do Cabo Canaveral e chegará ao Planeta Vermelho daqui a oito meses.

Mitos da Criação


Gaia, na mitologia grega, seria quem concebera a
Terra e o Universo junto a Urano.
 Diversas sociedades em diferentes épocas procuraram compreender a criação do mundo. Muitas das respostas encontradas pautam-se não na ciência, mas na observação da natureza e na religião, e integram a herança cultural das civilizações.

Compreender a origem do mundo e de si mesmo é uma necessidade que acompanha o homem há milênios. Assim, mesmo sem possuir os conhecimentos científicos e os avanços tecnológicos da sociedade atual, os povos antigos também procuraram entender, cada qual a seu modo, a origem de tudo. Nas civilizações pré-científicas a busca por respostas residia na natureza e na religião.

A comunidade cristã, por exemplo, segue o mito da criação descrito no livro de Gênesis, da mesma forma que as demais religiões monoteístas crêem na idéia de um criador do mundo onipotente e onisciente. A divindade única, responsável pela construção de tudo, é uma crença comum a várias culturas, do Oriente às Américas. De modo geral, tal deidade possui características recorrentes: existe desde antes da criação do mundo e fez o universo conscientemente e por vontade própria.

No Cristianismo e outras religiões monoteístas, acredita-se que um único Deus onipotente e onisciente seja o responsável pela concepção do Universo.


Outras visões


Existem muitos outros mitos de criação. Sociedades como a dos índios navajos, que habitam a América do Norte, creditam a construção do mundo a uma vontade própria do mundo, que teria emergido a partir da terra. Os antigos babilônios acreditavam que o universo havia sido criado por um pai e uma mãe primordiais, representados respectivamente pelo céu e pela terra. A etnia africana dos dogons acredita que o início de tudo teria sido um ovo, no qual foram colocados por uma deidade dois pares de gêmeos embrionários. 
        Atualmente, a mitologia nos diz mais sobre como cada povo encara os mistérios do universo e a criação do mundo do que exatamente como ele surgiu. São mitos que sobrevivem até hoje, como parte da herança cultural e religiosa.

Fonte: Atlas do Universo

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Curiosity - Um jipe robô que promete encontrar condições para vida no Planeta Vermelho


 O Curiosity irá investigar se há condições de vida em Marte. A Nave decola rumo ao planeta a partir de 13h deste sábado.

A agência espacial americana (NASA) pretende lançar neste sábado (26) o jipe robô Curiosity rumo a Marte para descobrir se um dia já existiram condições de vida no planeta. A janela de oportunidade para a decolagem abre às 13h02.
Ao custo de US$ 2,5 bilhões, o Curiosity é o veículo mais avançado já projetado para explorar outro planeta, mas não foi feito para responder se há vida em Marte. Sua missão é apenas determinar se há condições no ambiente para isso.
Ele também é o maior dos robôs que perambulam por Marte. Do tamanho de um carro, o Curiosity é cinco vezes mais pesado que seus antecessores, Spirit e Opportunity.
Ele chega a ser maior até que o jipe lunar que carregava dois astronautas por vez nas missões norte-americanas Apollo, que exploraram a Lua na década de 1960 e 1970.

 Passo a passo da Missão Curiosity

Fontes: NASA e G1

Estudo identifica planetas com mais chances de vida extraterrestre

 A lua de Saturno Titã e o exoplaneta Gliese 581g (foto) estão entre os planetas e luas mais propensos à existência de vida extraterrestre, segundo um artigo científico publicado por pesquisadores americanos. O estudo da Universidade de Washington criou um ranking que ordena os planetas segundo a sua semelhança com a Terra e de acordo com condições para abrigar outras formas de vida.

Segundo os resultados publicados na revista acadêmica Astrobiology, a maior semelhança com a Terra foi demonstrada por Gliese 581g, um exoplaneta - ou seja, localizado fora do Sistema Solar - de cuja existência muitos astrônomos duvidam. Em seguida, no mesmo critério, veio Gliese 581d, que é parte do mesmo sistema. O sistema Gliese 581 é formado por quatro - e possivelmente cinco - planetas orbitando a mesma estrela anã a mais de 20 anos-luz da Terra, na constelação de Libra.

Condições favoráveis
Os Rádio-telescópios são a principal ferramenta dos
astronomos na busca de novos plantenas.
 
Um dos autores do estudo, Dirk Schulze-Makuch, explicou que os rankings foram elaborados com base em dois indicadores. O Índice de Similaridade com a Terra (ESI, na sigla em inglês) ordenou os planetas e luas de acordo com a sua similaridade com o nosso planeta, levando em conta fatores como o tamanho, a densidade e a distância de sua estrela-mãe. Já o Índice de "Habitabilidade" Planetária (PHI, sigla também em inglês) analisou fatores como a existência de uma superfície rochosa ou congelada, ou de uma atmosfera ou um campo magnético.
Também foi avaliada a energia à disposição de organismos, seja através da luz de uma estrela-mãe ou de um processo chamado de aceleração de maré, no qual um planeta ou lua é aquecido internamente ao interagir gravitacionalmente com um satélite. Por fim, o PHI leva em consideração a química dos planetas, como a presença ou ausência de elementos orgânicos, e se solventes líquidos estão disponíveis para reações químicas.

"Habitáveis"

No critério da "habitabilidade", a lua Titã, que orbita ao redor de Saturno, ficou em primeiro lugar, seguida da lua Europa, que orbita Marte e Júpiter. Os cientistas acreditam que Europa contenha um oceano aquático subterrâneo aquecido por aceleração de maré.
O estudo contribuirá para iniciativas que, nos últimos tempos, têm reforçado a busca por vida extraterrestre. Desde que foi lançado em órbita em 2009, o telescópio espacial Kepler, da Nasa, a agência espacial americana, já encontrou mais de mil planetas com potencial para abrigar formas de vida. No futuro, os cientistas creem que os telescópios sejam capazes de identificar os chamados "bioindicadores" - indicadores da vida, como presença de clorofila, pigmento presente nas plantas - na luz emitida por planetas distantes.
 Titã (curiosidades: há chuvas rotineiras de gás natural líquido em Titã).

Saiba mais em: 
 Fontes: Terra

O Poder dos Astros

Astrologia e astronomia nem sempre foram áreas de estudo independentes. Em outros tempos, a observação dos astros e as previsões do destino das pessoas e dos eventos guardavam vínculo bastante estreito.
Durante muito tempo, o estudo dos astros unificou aspectos astronômicos e astrológicos. Assim, era forte a crença de que acontecimentos na vida das pessoas e na Terra teriam correspondência com as posições e os movimentos dos corpos celestes. É um ponto de vista bastante compreensível. Afinal, a posição do Sol em diferentes épocas indicava, por exemplo, climas diversos, o que determinava as mudanças das estações do ano, ao mesmo tempo em que a Lua tinha o poder de influenciar nas marés.


Observações do Sol e da Lua eram importantes para os povos antigos não apenas para compreender o céu, mas, principalmente, para ajudar na sobrevivência humana. A prática agrícola, por exemplo, estava diretamente ligada a fenômenos naturais. Portanto, era necessário saber a época correta do plantio e da colheita. Ao perceber que os astros poderiam influenciar na agricultura, o homem desenvolveu a astrologia para desvendar o futuro. Se era possível antecipar ações da natureza observando os astros, por que não predizer o próprio destino?

        

Aviso dos céus
Os primeiros indícios de que a humanidade estudava os astros com o intuito de prever sua sorte foram entre os caldeus, povo que viveu na região da antiga Babilônia (atual Iraque). Por volta de 3000 a.C., seus sacerdotes procediam estudos dos astros e, a partir de suas interpretações, aconselhavam os governantes a seguirem o que diziam os céus. Chineses, egípcios, indianos e maias também praticavam astrologia e desenvolveram as próprias previsões.
Com a chegada da astrologia na Grécia, por volta de 500 a.C., filósofos como Pitágoras e Platão também dedicaram-se ao estudo da influência dos astros na vida terrena. Desse modo, até o século XVI, astronomia e astrologia eram disciplinas estudadas e ensinadas em conjunto nas universidades européias.

Astronomia e astrologia
A partir das décadas seguintes, com a revolução científica desencadeada pelas descobertas dos estudiosos Nicolau Copérnico e Galileu Galilei e, mais tarde, pelas leis físicas desenvolvidas por Issac Newton, a astronomia e a astrologia tornaram-se cada vez mais incompatíveis.
Já que a Terra não era o centro do universo como se pensava até então, como seria possível que os astros como o Sol e outros planetas pudessem influenciar este mundo e a vida das pessoas? O céu visto da Terra não seria, portanto, muito limitado para que astrólogos pudessem tirar conclusões? A partir desses questionamentos, ocorreu a ruptura entre os dois compôs de estudo. Desse modo, a astronomia e a astrologia passaram a trilhar trajetórias próprias.


Fonte: Atlas do universo
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