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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Episódio 20 - Sol


Conhecer o Sol não é nada fácil. Olhar pra ele só com filtros especiais. Pousar nele, nem pensar! Mas uma coisa é importante lembrar: ele não é uma bola de fogo. A gente está chegando mais perto com sondas e já conhecemos bem mais da nossa maior fonte de energia.

Fonte: TV Escola
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Cientistas registraram incorporação de um planeta a uma gigante vermelha


Astrônomos encontraram evidências de um planeta que teria sido 'devorado' por sua estrela, dando fôlego a hipóteses sobre qual poderia ser o destino da Terra dentro de bilhões de anos.


A equipe descobriu indícios de um planeta que teria sido 'engolido' ao fazer uma análise sobre a composição química da estrela hospedeira.
Eles também acreditam que um planeta sobrevivente que ainda gira em torno dessa estrela poderia ter sido lançado a uma órbita incomum pela destruição do planeta vizinho.
Os detalhes do estudo estão na publicação científica 'Astrophysical Journal Letters'.
A equipe, formada por americanos, poloneses e espanhóis fez a descoberta quando estava estudando a estrela BD 48 740 - que é um de uma classe estelar conhecida como gigantes vermelhas.
As observações foram feitas com o telescópio Hobby Eberly, no Observatório McDonald, no Texas.

Concentração de lítio

O aumento das temperaturas próximas aos núcleos das gigantes vermelhas faz com que essas estrelas se expandam, destruindo planetas próximos.
'Um destino semelhante pode aguardar os planetas do nosso sistema solar, quando o Sol se tornar uma gigante vermelha e se expandir em direção à órbita da Terra, dentro de cerca de cinco bilhões de anos', disseo professor Alexander Wolszczan, da Pennsylvania State University, nos EUA, co-autor do estudo.
A primeira evidência de que um planeta teria sido 'engolido' pela estrela foi encontrada na composição química peculiar do astro.
A BD 48 740 continha uma quantidade anormalmente elevada de lítio, um material raro criado principalmente durante o Big Bang, há 14 bilhões de anos.
O lítio é facilmente destruído no interior das estrelas, por isso é incomum encontrar esse material em altas concentrações em uma estrela antiga.
'Além do Big Bang, há poucas situações identificadas por especialistas nas quais o lítio pode ser sintetizado em uma estrela', explica Wolszczan.
'No caso da BD 48 740, é provável que o processo de produção de lítio tenha sido desatado depois que uma massa do tamanho de um planeta foi engolida pela estrela, em um processo que levou ao aquecimento do astro.'

Órbita incomum

A segunda evidência identificada pelos astrônomos está relacionada a um planeta recém-descoberto que estaria desenvolvendo uma órbita elíptica em torno da estrela gigante vermelha.
Esse planeta tem pelo menos 1,6 vez a massa de Júpiter. Segundo Andrzej Niedzielski, co-autor do estudo da Nicolaus Copernicus University em Torun, na Polônia, órbitas com tal configuração não são comuns nos sistemas planetários formados em torno de estrelas antigas.
'Na verdade, a órbita desse planeta em torno da BD 48 740 é a mais elíptica já detectada até agora', disse Niedzielski.
Como as interações gravitacionais entre planetas são em geral responsáveis por órbitas incomuns como essa, os astrônomos suspeitam que a incorporação da massa do planeta 'engolido' à estrela poderia ter dado a esse outro planeta uma sobrecarga de energia que o lançou em uma órbita pouco comum.
'Flagrar um planeta quando ele está sendo devorado por uma estrela é improvável por causa da rapidez com a qual esse processo ocorre', explicou Eva Villaver da Universidade Autônoma de Madri, na Espanha, uma das integrantes da equipe de pesquisadores. 'Mas a ocorrência de tal colisão pode ser deduzida a partir das alterações químicas que ela provoca na estrela.'
'A órbita muito alongada do planeta recém-descoberto girando em torno dessa estrela gigante vermelha e a sua alta concentração de lítio são exatamente os tipos de evidências da destruição de um planeta.' 

Arte mostra provável fim da Terra, onde o Sol é uma gigante vermelha e já "engoliu" Mercúrio e Vênus

Fonte: BBC

terça-feira, 19 de junho de 2012

Episódio 9 - Heliocentrismo



No início era a Terra o centro de tudo. Depois de muita polêmica foi o Sol, Hélios, que passou para o centro do universo. Hoje a nossa compreensão ampliou o tamanho do universo e o centro de tudo passa a ser indeterminado, com a expansão acelerada das galáxias.

Fonte: TV Escola
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quinta-feira, 7 de junho de 2012

Trânsito de Vênus - Imagens

Os trânsitos de Vênus, considerados uma "raridade astronômica", ajudaram os cientistas nos últimos séculos a esclarecer certas questões, como o tamanho do Sistema Solar.
As transições ocorrem em pares, com uma diferença de 105 anos, tempo em que se dá a posição perfeita das órbitas de ambos os planetas e o Sol em um plano que permita ser visto na Terra. Desde a invenção do telescópio, foram registrados trânsitos em 1631, 1639, 1761, 1769, 1874, 1882 e em junho de 2004.
Para quem não viu a que ocorreu nesta terça-feira terá que esperar até 2117, ano do próximo trânsito.

Imagens:













Mais imagens:

Vênus vs. Sol

Fontes: EFE (matéria), G1 e Terra (fotos)

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Telescópio Gregor é inaugurado na Espanha


O maior telescópio solar da Europa, chamado Gregor, foi inaugurado nesta segunda-feira no Observatório do Teide (Tenerife) para auxiliar a observação e compreensão dos processos solares produzidos na maioria das estrelas do universo.
Durante a inauguração de Gregor, promovido por um consórcio alemão, o diretor do Instituto de Astrofísica das Canárias (IAC), Francisco Sánchez, explicou que esta infraestrutura é uma prova de cooperação que ajuda o desenvolvimento conjunto.


Os custos deste telescópio e de seus primeiros instrumentos são de aproximadamente 12,85 milhões de euros, custeados em grande parte pelo consórcio alemão, que inclui o Instituto de Astrofísica de Potsdam-Leibinz e o Instituto de Pesquisa Solar Max Planck em Katlenburg-Lindau, como parceiros.
O Instituto de Astrofísica das Canárias (IAC), assim como o Instituto de Astrofísica de Göttingen e o Instituto Astronômico da Academia de Ciência da República Tcheca, também participam deste projeto.
O telescópio solar Gregor ajudará a compreender melhor os processos físicos que são produzidos na maioria das estrelas do universo, além de resolver questões sobre como a atividade solar afeta e danifica os satélites e as redes de energia da Terra.
O novo satélite também permitirá uma observação da atmosfera solar com uma resolução nunca vista até agora. Isso porque, o Gregor possui uma abertura de 1,5 metros, um número superior ao do resto dos telescópios solares instalados nos observatórios do IAC.
 A resolução espacial, espectral e temporal permite que os pesquisadores possam seguir os processos físicos na superfície do Sol em escalas menores - como 70 quilômetros, por exemplo.
Ao contrário do que ocorre com o resto de telescópios solares, o desenho do Gregor é totalmente aberto, já que sua cúpula é substituída por um teto retrátil. Esse mecanismo evita o superaquecimento da estrutura e dos espelhos. 

Fonte: EFE

Pesquisadores do IFCE registram imagens de gigantesca mancha solar

Estudantes do IFCE observando mancha solar
 
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) anunciou o registro de imagens de manchas solares captadas pelo Núcleo de Astronomia de campus da cidade de Juazeiro do Norte. O registro ocorreu nos dias 10 e 14 de maio. São imagens do um grupo de manchas solares AR 1476, ou Região Ativa 1476, descoberto recentemente por cientistas da NASA. De acordo com o N-Astro, a “mancha monstro”, como foi apelidada o grupo, pode ser observada sem instrumentos ópticos, mas é necessário um filtro adequado para evitar danos permanentes nos olhos.
"Conseguimos imagens muito boas dessas manchas solares que têm um tamanho anormal das outras”, afirma o coordenador do N-Astro, Wilame Teixeira. O professor de física explica que o surgimento das manchas são comuns e a quantidade delas determina o período da atividade solar. Além das imagens feitas pelos pesquisadores, os estudantes e professores do campus de Juazeiro do Norte também observaram a “mancha monstro” no telescópio.


Segundo o núcleo, que trabalha para a divulgação científica, a segurança para observação visual e fotográfica da “mancha monstro” do Sol foi possível com a utilização de um filtro solar especial acoplado ao telescópio. As manchas solares medem um diâmetro estimado de cerca de 160.000 km, o equivalente a uma área coberta na superfície do Sol de 12 planetas Terra.

Manchas solares

"Mancha Monstro", registrada pelo NASA
De acordo com a descrição da N-Astro, a imagem em alta resolução obtida pelo telescópio do núcleo mostra que as manchas solares são formadas por regiões escuras, chamada “umbras” e com temperatura que chega a 3.800°C, cercadas de regiões menos escuras, que são as “penumbras” e apresentam temperaturas da ordem de 5.300° C.
Segundo o núcleo, as manchas solares aparecem escuras na “superfície” do Sol porque ficam em regiões “frias” em relação às outras regiões vizinhas de temperaturas mais altas. Ao contrário da cor escura no registro fotográfico, as manchas são aproximadamente 10 vezes mais brilhantes do que a Lua cheia, segundo os pesquisadores.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Adeus Verão! - Equinócio de Outono no Hemisfério Sul


Ou melhor, adeus calor infernal que tortura, todo ano, nós nascidos no estado do Rio de Janeiro!

Raios solares incidem diretamente sobre o equador nos
equinócios de Outono e Primavera.
Brincadeiras a parte, chegamos ao final de mais um verão. E na madrugada de 20 de março, mais precisamente às 02h 14min e 25 seg.(horário de Brasília) o Sol estará alinhado com o equador celeste, proporcionando o inicio do Outono pra nós do Hemisfério Sul e da primavera para nossos amigos do Norte.

Nos equinócios o dia e a noite tem o mesmo período de tempo, e a partir do dia 20 os nossos dias se encurtarão cada vez mais, até que chegue o Solstício de Inverno (dia mais curto do ano), que neste ano será no dia 20 de junho e marcará o fim do Outono.

Feliz Outono pra todos!
E que venha o Inverno (a estação de que mais gosto)!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Solstício de Verão no Hemisfério Sul!

Essa é pra galera que curte uma praia, solzão, e água de coco! Na madrugada do dia 22 deste mês começará a estação, que a maioria de nós brasileiros mais amamos (eu particularmente prefiro o inverno...).

 Mais precisamente às 3h30, horário de brasileiro de verão, o Sol atingirá perpendicularmente, com seus raios, o Trópico de Capricórnio, fazendo com que o Hemisfério Sul tenha o dia de maior incidência de luz solar e com maior duração no ano.


O verão durará até o dia 20 de março do ano que vem, data em que ocorrerá o Equinócio do Outono, aqui no Brasil. E o horário de verão 2011-2012 acabará no dia 26 de fevereiro.



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