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domingo, 9 de abril de 2017
domingo, 26 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Episódio 20 - Sol
Conhecer o Sol não é nada fácil. Olhar pra ele só com filtros
especiais. Pousar nele, nem pensar! Mas uma coisa é importante lembrar: ele não
é uma bola de fogo. A gente está chegando mais perto com sondas e já conhecemos
bem mais da nossa maior fonte de energia.
Fonte: TV Escola
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Cientistas registraram incorporação de um planeta a uma gigante vermelha
Astrônomos encontraram evidências de um planeta que
teria sido 'devorado' por sua estrela, dando fôlego a hipóteses sobre qual
poderia ser o destino da Terra dentro de bilhões de anos.
A equipe descobriu indícios de um planeta que teria
sido 'engolido' ao fazer uma análise sobre a composição química da estrela
hospedeira.
Eles também acreditam que um planeta sobrevivente
que ainda gira em torno dessa estrela poderia ter sido lançado a uma órbita
incomum pela destruição do planeta vizinho.
Os detalhes do estudo estão na publicação
científica 'Astrophysical Journal Letters'.
A equipe, formada por americanos, poloneses e
espanhóis fez a descoberta quando estava estudando a estrela BD 48 740 - que é
um de uma classe estelar conhecida como gigantes vermelhas.
As observações foram feitas com o telescópio Hobby
Eberly, no Observatório McDonald, no Texas.
Concentração
de lítio
O aumento das temperaturas próximas aos núcleos das
gigantes vermelhas faz com que essas estrelas se expandam, destruindo planetas
próximos.
'Um destino semelhante pode aguardar os planetas do
nosso sistema solar, quando o Sol se tornar uma gigante vermelha e se expandir
em direção à órbita da Terra, dentro de cerca de cinco bilhões de anos', disseo
professor Alexander Wolszczan, da Pennsylvania State University, nos EUA,
co-autor do estudo.
A primeira evidência de que um planeta teria sido
'engolido' pela estrela foi encontrada na composição química peculiar do astro.
A BD 48 740 continha uma quantidade anormalmente
elevada de lítio, um material raro criado principalmente durante o Big Bang, há
14 bilhões de anos.
O lítio é facilmente destruído no interior das
estrelas, por isso é incomum encontrar esse material em altas concentrações em
uma estrela antiga.
'Além do Big Bang, há poucas situações
identificadas por especialistas nas quais o lítio pode ser sintetizado em uma
estrela', explica Wolszczan.
'No caso da BD 48 740, é provável que o processo de
produção de lítio tenha sido desatado depois que uma massa do tamanho de um
planeta foi engolida pela estrela, em um processo que levou ao aquecimento do
astro.'
Órbita
incomum
A segunda evidência identificada pelos astrônomos
está relacionada a um planeta recém-descoberto que estaria desenvolvendo uma
órbita elíptica em torno da estrela gigante vermelha.
Esse planeta tem pelo menos 1,6 vez a massa de
Júpiter. Segundo Andrzej Niedzielski, co-autor do estudo da Nicolaus Copernicus
University em Torun, na Polônia, órbitas com tal configuração não são comuns
nos sistemas planetários formados em torno de estrelas antigas.
'Na verdade, a órbita desse planeta em torno da BD
48 740 é a mais elíptica já detectada até agora', disse Niedzielski.
Como as interações gravitacionais entre planetas
são em geral responsáveis por órbitas incomuns como essa, os astrônomos
suspeitam que a incorporação da massa do planeta 'engolido' à estrela poderia
ter dado a esse outro planeta uma sobrecarga de energia que o lançou em uma
órbita pouco comum.
'Flagrar um planeta quando ele está sendo devorado
por uma estrela é improvável por causa da rapidez com a qual esse processo
ocorre', explicou Eva Villaver da Universidade Autônoma de Madri, na Espanha,
uma das integrantes da equipe de pesquisadores. 'Mas a ocorrência de tal
colisão pode ser deduzida a partir das alterações químicas que ela provoca na
estrela.'
'A órbita muito alongada do planeta
recém-descoberto girando em torno dessa estrela gigante vermelha e a sua alta
concentração de lítio são exatamente os tipos de evidências da destruição de um
planeta.' ![]() |
| Arte mostra provável fim da Terra, onde o Sol é uma gigante vermelha e já "engoliu" Mercúrio e Vênus |
Fonte: BBC
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terça-feira, 19 de junho de 2012
Episódio 9 - Heliocentrismo
No início era a Terra o centro de tudo. Depois de
muita polêmica foi o Sol, Hélios, que passou para o centro do universo. Hoje a
nossa compreensão ampliou o tamanho do universo e o centro de tudo passa a ser
indeterminado, com a expansão acelerada das galáxias.
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quinta-feira, 7 de junho de 2012
Trânsito de Vênus - Imagens
Os
trânsitos de Vênus, considerados uma "raridade astronômica", ajudaram
os cientistas nos últimos séculos a esclarecer certas questões, como o tamanho
do Sistema Solar.
As
transições ocorrem em pares, com uma diferença de 105 anos, tempo em que se dá
a posição perfeita das órbitas de ambos os planetas e o Sol em um plano que
permita ser visto na Terra. Desde a invenção do telescópio, foram registrados
trânsitos em 1631, 1639, 1761, 1769, 1874, 1882 e em junho de 2004.
Para
quem não viu a que ocorreu nesta terça-feira terá que esperar até 2117, ano do
próximo trânsito.
Imagens:
| ||
| Vênus vs. Sol Fontes: EFE (matéria), G1 e Terra (fotos) |
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segunda-feira, 21 de maio de 2012
Telescópio Gregor é inaugurado na Espanha
O maior
telescópio solar da Europa, chamado Gregor, foi inaugurado nesta segunda-feira
no Observatório do Teide (Tenerife) para auxiliar a observação e compreensão
dos processos solares produzidos na maioria das estrelas do universo.
Durante a
inauguração de Gregor, promovido por um consórcio alemão, o diretor do
Instituto de Astrofísica das Canárias (IAC), Francisco Sánchez, explicou que
esta infraestrutura é uma prova de cooperação que ajuda o desenvolvimento
conjunto.
Os custos
deste telescópio e de seus primeiros instrumentos são de aproximadamente 12,85
milhões de euros, custeados em grande parte pelo consórcio alemão, que inclui o
Instituto de Astrofísica de Potsdam-Leibinz e o Instituto de Pesquisa Solar Max
Planck em Katlenburg-Lindau, como parceiros.
O
Instituto de Astrofísica das Canárias (IAC), assim como o Instituto de
Astrofísica de Göttingen e o Instituto Astronômico da Academia de Ciência da
República Tcheca, também participam deste projeto.
O
telescópio solar Gregor ajudará a compreender melhor os processos físicos que
são produzidos na maioria das estrelas do universo, além de resolver questões
sobre como a atividade solar afeta e danifica os satélites e as redes de
energia da Terra.
O novo
satélite também permitirá uma observação da atmosfera solar com uma resolução
nunca vista até agora. Isso porque, o Gregor possui uma abertura de 1,5 metros,
um número superior ao do resto dos telescópios solares instalados nos
observatórios do IAC.
A resolução espacial, espectral e temporal permite que os pesquisadores possam seguir os processos físicos na superfície do Sol em escalas menores - como 70 quilômetros, por exemplo.
A resolução espacial, espectral e temporal permite que os pesquisadores possam seguir os processos físicos na superfície do Sol em escalas menores - como 70 quilômetros, por exemplo.
Ao
contrário do que ocorre com o resto de telescópios solares, o desenho do Gregor
é totalmente aberto, já que sua cúpula é substituída por um teto retrátil. Esse
mecanismo evita o superaquecimento da estrutura e dos espelhos.
Fonte: EFE
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Pesquisadores do IFCE registram imagens de gigantesca mancha solar
![]() |
| Estudantes do IFCE observando mancha solar |
O
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) anunciou o
registro de imagens de manchas solares captadas pelo Núcleo de Astronomia de
campus da cidade de Juazeiro do Norte. O registro ocorreu nos dias 10 e 14 de
maio. São imagens do um grupo de manchas solares AR 1476, ou Região Ativa 1476,
descoberto recentemente por cientistas da NASA. De acordo com o N-Astro, a
“mancha monstro”, como foi apelidada o grupo, pode ser observada sem
instrumentos ópticos, mas é necessário um filtro adequado para evitar danos
permanentes nos olhos.
"Conseguimos
imagens muito boas dessas manchas solares que têm um tamanho anormal das
outras”, afirma o coordenador do N-Astro, Wilame Teixeira. O professor de
física explica que o surgimento das manchas são comuns e a quantidade delas
determina o período da atividade solar. Além das imagens feitas pelos
pesquisadores, os estudantes e professores do campus de Juazeiro do Norte
também observaram a “mancha monstro” no telescópio.
Segundo o
núcleo, que trabalha para a divulgação científica, a segurança para observação
visual e fotográfica da “mancha monstro” do Sol foi possível com a utilização
de um filtro solar especial acoplado ao telescópio. As manchas solares medem um
diâmetro estimado de cerca de 160.000 km, o equivalente a uma área coberta na
superfície do Sol de 12 planetas Terra.
Manchas
solares
![]() |
| "Mancha Monstro", registrada pelo NASA |
De acordo
com a descrição da N-Astro, a imagem em alta resolução obtida pelo telescópio
do núcleo mostra que as manchas solares são formadas por regiões escuras,
chamada “umbras” e com temperatura que chega a 3.800°C, cercadas de regiões
menos escuras, que são as “penumbras” e apresentam temperaturas da ordem de
5.300° C.
Segundo o
núcleo, as manchas solares aparecem escuras na “superfície” do Sol porque ficam
em regiões “frias” em relação às outras regiões vizinhas de temperaturas mais
altas. Ao contrário da cor escura no registro fotográfico, as manchas são
aproximadamente 10 vezes mais brilhantes do que a Lua cheia, segundo os
pesquisadores.
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quarta-feira, 14 de março de 2012
Adeus Verão! - Equinócio de Outono no Hemisfério Sul
Ou
melhor, adeus calor infernal que tortura, todo ano, nós nascidos no estado do
Rio de Janeiro!
![]() |
| Raios solares incidem diretamente sobre o equador nos equinócios de Outono e Primavera. |
Brincadeiras
a parte, chegamos ao final de mais um verão. E na madrugada de 20 de março,
mais precisamente às 02h 14min e 25 seg.(horário de Brasília) o Sol estará
alinhado com o equador celeste, proporcionando o inicio do Outono pra nós do Hemisfério
Sul e da primavera para nossos amigos do Norte.
Nos
equinócios o dia e a noite tem o mesmo período de tempo, e a partir do dia 20
os nossos dias se encurtarão cada vez mais, até que chegue o Solstício de Inverno (dia mais curto do ano),
que neste ano será no dia 20 de junho e marcará o fim do Outono.
![]() |
| Feliz Outono pra todos! E que venha o Inverno (a estação de que mais gosto)! |
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Solstício de Verão no Hemisfério Sul!
Essa
é pra galera que curte uma praia, solzão, e água de coco! Na madrugada do dia
22 deste mês começará a estação, que a maioria de nós brasileiros mais amamos
(eu particularmente prefiro o inverno...).
Mais
precisamente às 3h30, horário de brasileiro de verão, o Sol atingirá perpendicularmente,
com seus raios, o Trópico de Capricórnio, fazendo com que o Hemisfério Sul
tenha o dia de maior incidência de luz solar e com maior duração no ano.
O
verão durará até o dia 20 de março do ano que vem, data em que ocorrerá o
Equinócio do Outono, aqui no Brasil. E o horário de verão 2011-2012 acabará no dia 26 de fevereiro.
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