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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Imagens da Semana - 16 de junho


         Nesta segunda edição do “Imagens da Semana”, as imagens concorrentes tinham como tema central o avanço que a astronomia promove na ciência e na própria humanidade, visto que são como espelho do avanço tecnológico nos dias de hoje.
        
Vamos às descrições:

Foto 1: E-ELT (European Extremely Large Telescope) - A Agência Espacial Europeia (ESO), lançou a pedra fundamental do E-ELT - que será o maior telescópio do mundo - nesta semana. (http://migre.me/9uks7)

Foto 2: China lançará missão tripulada ainda em junho. Na foto pai e filho admiram o Shenzhou-9, veículo espacial chinês. (http://migre.me/9ukkr)

Foto 3: Astronauta fotografa o Mediterrâneo durante a noite, visto da ISS (do inglês, Estação Espacial Internacional). (http://migre.me/9ukqy)

*Veja as imagens com mais detalhes clicando nos link ao lada das descrições.


Foram contabilizados 31 votos, que escolheram a terceira imagem como vencedora, porém a disputa foi apertada com a primeira no início, e a vantagem só foi consolidada nos últimos votos.

Fotografia campeã:

Obrigado a todos que votaram, e semana que vem tem mais!
Confira os votos e como foi a eleição, clicando aqui.

 
Edição posterior
Edição anterior

terça-feira, 22 de maio de 2012

SpaceX lança primeiro foguete privado rumo a ISS


Um foguete não tripulado privado da empresa SpaceX decolou de Cabo Canaveral, Flórida, nesta terça-feira (22) numa missão teste cujo destino é a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), tornando-se o primeiro voo comercial a viajar rumo ao complexo orbital.


O “Falcon 9” partiu às 3h44 (hora local) da mesma plataforma de lançamento – reformada – de onde a NASA lançava seus ônibus espaciais que agora estão aposentados. O foguete leva a cápsula “Dragon”, com carga para os seis astronautas que ocupam a ISS.

 A carga de pouco mais de 500 kg leva suprimentos simples, como alimentos, que, apesar de úteis, não são indispensáveis para os astronautas que estão na ISS. Isso porque esse voo ainda é visto como um teste, uma forma de mostrar que a empresa e capaz de levar carga e, posteriormente, astronautas até a estação.

 A Space X, cujo nome completo é Space Exploration Technologies, recebeu da Nasa US$ 1,6 bilhão para fazer 12 voos de reabastecimento para a estação após a aposentadoria dos ônibus espaciais no ano passado. Ao lado dela, outra empresa, a Orbital Technologies, também está sob contrato para realizar esses voos robóticos.
Rastro do primeiro foguete privado a decolar rumo
à ISS.
Se as empresas conseguirem provar que podem voar com segurança, os americanos – que estão sem naves próprias desde a aposentadoria de Discovery, Endeavour e Atlantis – finalmente poderão voltar ao espaço por conta própria.
Atualmente, a Nasa dependente da Rússia para enviar tripulação à estação espacial, a um custo de mais de US$ 60 milhões por pessoa.








Fontes: Reuters, AFP, NASA e G1

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Corrida ao Ouro Espacial


Asteroide dividido em posiveis áreas de mineração
          A nova corrida do ouro será no espaço. Ou, pelo menos, esse é o plano da Planetary Resouces, empresa criada em 2010 por dois empreendedores da indústria espacial, os engenheiros Eric Anderson e Peter Diamandis. Na semana passada, ambos anunciaram uma das mais ambiciosas aventuras idealizadas: minerar metais preciosos de asteroides que passam próximo à Terra. Em dois anos, a Planetary Resouces pretende pôr cinco satélites em órbita para escolher os asteroides que mais se prestam à mineração entre os 9000 que já foram identificados numa distância menor que 200 milhões de quilômetro e mapeados pelos astrônomos. Em muitos desses asteroides há fortunas em metais valiosos, como platina e ouro. Mesmo um dos pequenos, com 80 metros de diâmetro, pode ter reservas equivalentes a 100 bilhões de dólares.
James Cameron, um dos fiadores do projeto
          Embora pareça mirabolante, o projeto é financiado por um grupo de bilionários com feitos notáveis no currículo. Entre eles estão Lerry Page e Eric Schmidt, respectivamente, fundador e presidente do conselho de administração do Google. O primeiro é dono de uma fortuna de 18,7 bilhões de dólares e o segundo tem 6,7 bilhões no bolso. Figura também Charles Simonyi, o engenheiro que comandou a criação do Office na Microsoft. O cineasta James Cameron, de Titanic e Avatar, é uma espécie de protagonista do projeto.

Empresa responsável pelo projeto de exploração em asteroides
         Os investidores sabem que a ideia de mineração espacial não dará lucro tão cedo. Rastrear um asteroide e alcançá-lo é simples. Já extrair o material e retornar à Terra é um processo que está nos limites da tecnologia hoje disponível. O custo de cada missão é estimado em até 3 bilhões de dólares e, no início, a operação deverá trazer apenas um punhado de metal. “Sabemos que não teremos sucesso nas primeiras tentativas”, admite Eric Andersen, cuja empresa, a Space Adventures, já mandou sete turistas para o espaço. Eric Schmidt resume o espirito que guia os bilionários por trás do projeto: “A busca por  recursos naturais levou a descoberta da América, e ela também será decisiva para superação das fronteiras espaciais.”

Foguete da SpaceX.
Futuras missões da NASA
serão em foguetes como esse.
          A mineração espacial não procura apenas metais. Um dos maiores desafios para a expansão dos limites do homem no espaço diz respeito aos recursos necessários para viagem. Ou, melhor, à falta deles. A necessidade de um grande estoque de água, oxigênio e combustível é um dos fatores que impedem os astronautas de ir além da Lua. Os asteroides podem ser a solução para garantir os recursos para sobrevivência em viagens prolongadas. Explica o engenheiro Louis Friedman, coordenador de um estudo da NASA sobre como explorar asteroides: “Muitos deles tem água em abundância, essa água pode ser consumida ou quebrada em oxigênio e hidrogênio, que é combustível”. Coletar a água e produzir combustível no espaço cortaria enormemente o custo de enviar esse material da superfície com o uso de foguetes. A exploração pela iniciativa privada do espaço próxima a Terra será submetida a um teste na semana que vem (provavelmente será adiado devido à incompatibilidade da nave a ser lançada com o sistema informático da ISS, porém o lançamento está previsto para ocorrer mais tardar até o fim deste mês). A empresa SpaceX, do bilionário Elon Musk, criador do sistema de pagamento pela internet PayPal, lançará a primeira nave privada que visitará a ISS (Estação Espacacial Internacional, sigla inglesa), a serviço da NASA. Isso será um marco na corrida pelo espaço, que desta vez pode envolver muito ouro dos asteroides.
         
Arte representando exploração de minerias em um asteroide

         Fonte: Veja, 2 de maio de 2012

Este post foi realizado por indicação de Vinícius Pereira Cabral, assíduo leitor de nosso blog e aluno do cursinho preparatório da XV OBA.

terça-feira, 10 de abril de 2012

O Diário de uma abobrinha espacial


O crescimento de um pé de abobrinha pode render mais assunto do que parece. Ainda mais quando é plantado no espaço. O nascimento e crescimento da plantinha é tema do blog “O Diário de uma abobrinha espacial” (Diary of Space Zucchini, em tradução livre)”, divulgado pelo site da Nasa.
Com narrativa muito bem humorada escrita pelo astronauta Don Pettit, o leitor fica sabendo passo a passo da “rotina” da planta em plena estação espacial norte-americana (ISS, na sigla em inglês).

 No poste inicial, a abobrinha ironiza sua própria condição diante do clima adverso.
"Eu brotei, introduzida neste mundo sem ninguém me consultar. Eu não sou a mais bonita; (...) Eu sou o tipo que faz moleques quererem vomitar na mesa do jantar e serem mandados para a cama sem sua sobremesa; Eu sou útil, a matéria vegetativa saudável que pode prosperar sob condições adversas. Eu sou uma abobrinha – e estou no espaço”.
As “peripécias” da abobrinha são contadas do dia 5 de janeiro a 16 de fevereiro. Em mais uma de suas divagações, ela reclama do hábito de um dos astronautas de cheirar suas folhas.
“Meu jardineiro fica agitado com as minhas folhas. Eu não tenho certeza se eu gosto disso. Agora eu tenho quatro delas e eu não entendo muito bem porque ele se comporta dessa maneira. Ele mete o nariz nelas. Será que ele me pegou para ser algum tipo de lenço? Aparentemente, ele tem prazer em meu cheiro de terra verde. (...) Talvez este seja um dos meus papéis como um tripulante nesta expedição”.
Em seu último depoimento, a abobrinha, já florida, brinca com sua condição de ser a única mulher da tripulação.
“Eles estavam animados com minhas flores hoje. Estavam todos ansiosos para ver pequenas abobrinhas no espaço. Mas eu não tenho coragem de contar-lhes um pequeno detalhe. Eu produzo dois tipos de flores; masculinas com estames e femininas, que produzem abobrinhas. Mas como faço parte dessa tripulação masculina, seria mais apropriado produzir apenas flores masculinas”.

Fontes: NASA e G1

quarta-feira, 14 de março de 2012

Astronauta flagra belíssima aurora austral entre Antártida e Austrália



No último sábado, dia 10, enquanto a Terra era bombardeada por radiação durante uma das maiores tempestades solares dos últimos anos, o astronauta holandês Andre Kuipers, a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), registrou uma aurora austral ocorrendo sobre a região entre a Antártida e a Austrália.
O fenômeno óptico, que ocorre quando partículas emanadas pelo sol e poeira espacial se chocam com a atmosfera de um planeta (pode ocorrer também em outros, como Marte e Júpiter, por exemplo), cria um brilho que, na Terra, é possível de ser observado em regiões próximas aos polos.
A tempestade solar que atingiu a Terra nas últimas semanas e que pode ter contribuído para a aurora austral foi considerada por especialistas norte-americanos como o evento geomagnético mais importante desde 2004.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Nasa anuncia novo veículo espacial gigante!


A Nasa anunciou planos para a construção de um foguete espacial gigante destinado a levar astronautas à Lua, Marte e outros destinos além da Estação Espacial Internacional, disseram autoridades nesta quarta-feira (14).
O projeto custará US$ 10 bilhões até 2017, para quando está marcado o primeiro voo de teste do Sistema de Lançamento Espacial a partir do Centro Espacial Kennedy, na Flórida.
Outros US$ 6 bilhões serão reservados para a construção da cápsula espacial para tripulantes Orion, vestígio do extinto projeto Constellation, de exploração da Lua, cancelado pelo governo do presidente Barack Obama. A Nasa gastou US$ 5 bilhões no Orion.
Além disso, serão gastos US$ 2 bilhões para reformar a base espacial da Nasa na Flórida a fim de acomodar o novo foguete.
O foguete novo é baseado nos motores de hidrogênio líquido e de oxigênio líquido e tanques de combustíveis do ônibus espacial, acoplado inicialmente com foguetes propulsores de combustível sólido mais modernos, que também foram desenvolvidos como parte do Constellation.
A Nasa planeja uma concorrência que poderá substituir os foguetes propulsores da Alliant Techsystems Inc por foguetes com combustível líquido.
O anúncio segue-se a uma contenda de um ano com o Congresso sobre o custo do projeto, sua amplitude e os parâmetros técnicos. O governo Obama não divulgou seus planos até obter uma estimativa de custo independente para o Sistema de Lançamento Espacial.
'Ficamos frustrados pelos adiamentos', disse a senadora republicana Kay Bailey Hutchison, do Texas, que integra o comitê de supervisão da Nasa.
"Os números estão dentro dos níveis autorizados, agora estamos avançando como um time pela América."

Comparado ao agora aposentado ônibus espacial - capaz de transportar cerca de 22,5 mil quilos em uma órbita a 480 quilômetros da Terra, o novo foguete será projetado para levar até 63 mil quilos de carga.

Fonte: G1

terça-feira, 5 de julho de 2011

EUA diz adeus à ônibus espaciais

O lançamento do Atlantis, programado para sexta-feira, dia 08 de Julho, marcará a última missão do programa de 30 anos de ônibus espaciais dos Estados Unidos, que permitiu a construção da Estação Espacial Internacional (ISS). Este último lançamento do Atlantis para uma missão de 12 dias será o número 135 do programa e estima-se que será presenciado por um milhão de pessoas.


O ônibus espacial está programado para decolar do Centro Espacial Kennedy, na Flórida às 12h26 de Brasília. A contagem regressiva começa oficialmente na terça-feira às 17h GMT (14h de Brasília). A missão STS-135 tem como finalidade transportar a maior quantidade possível de provisões à ISS, cuja utilização foi prolongada até 2020.
O Atlantis é o quarto ônibus espacial construído pelos Estados Unidos. Ele teve seu batismo espacial no dia 3 de outubro de 1985 e, ao regressar à Terra, terá realizado 33 voos; 14 deles à ISS. Após a última missão, o ônibus será exposto em museu. Apesar de normalmente viajarem sete astronautas nos ônibus espaciais, no Atlantis viajarão apenas quatro, entre eles o piloto Chris Ferguseson, de 49 anos, e o copiloto Doug Hurley, de 44 anos.


Foram necessários 25 voos de ônibus espaciais desde 1998 para terminar o projeto da Estação, no qual participaram 16 países, entre eles Estados Unidos, Rússia, Canadá, Japão e vários países europeus, a um custo de 100 bilhões de dólares. O programa de ônibus espaciais viveu dois episódios trágicos: o acidente do Challenger em 1986 e o do Columbia em 2003, que deixaram 14 mortos no total.

"Viramos uma página da história"

O fim do programa de ônibus espaciais é um golpe para a economia local. Cerca de 8 mil empregos diretos e 20 mil indiretos desaparecerão, segundo funcionários dos EUA. "Sabíamos há alguns anos que o programa do ônibus espacial iria terminar; muitos de seus técnicos e engenheiros consagraram 30 anos de sua vida e, com o fim agora próximo, o ânimo é cada vez mais sombrio", disse recentemente Mike Leinbach, diretor do lançamento.
Depois que o Atlantis voltar à Terra, o programa de ônibus espaciais dos Estados Unidos terá fim de forma oficial, deixando a Rússia como o único país no mundo capaz de transportar astronautas ao espaço. Empresas privadas competem para construir a próxima geração de naves espaciais americanas, mas é pouco provável que terminem de construir um veículo deste tipo antes de 2015.

Protótipo do provável substituto dos ônibus espaciais

Com a última missão do ônibus espacial, "viramos uma página da história espacial, mas a liderança americana no espaço continuará", afirmou na sexta-feira o chefe da Nasa, Charles Bolden. "Teremos que fazer as coisas de outra forma", acrescentou, referindo-se às atuais dificuldades orçamentárias dos Estados Unidos. "Devemos nos concentrar na exploração espacial habitada longínqua, desenvolvendo novas tecnologias e incentivando voos sobre a órbita terrestre baixa até a Estação Espacial Internacional", disse Bolden.

Fonte: Terra
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