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terça-feira, 25 de outubro de 2016

Paradeiro de robô Schiaparelli é incerto após problemas com pouso em Marte

A trajetória da aterrisagem do robô não ocorreu conforme previsto pelos cientistas da ESA
A trajetória da aterrisagem do robô não ocorreu conforme previsto pelos cientistas da ESA

A Agência Espacial Europeia (ESA) analisa dados de satélites para identificar o paradeiro e a condição do robô Schiaparelli, que deveria ter aterrissado em Marte na quarta-feira, mas teve problemas no momento do pouso.

Segundo os cientistas, o trajeto seguiu como esperado até o momento em que o módulo entrou na atmosfera marciana: o escudo térmico parece ter funcionado para a desaceleração, e o paraquedas abriu como esperado para continuar desacelerando a sonda.

Mas dados telemétricos que já foram recuperados pela ESA mostram que o paraquedas pode ter sido ejetado cedo demais. Além disso, os foguetes que deveriam manter o robô estável a poucos metros da superfície funcionaram por menos tempo que o previsto.

A Agência Espacial Europeia ainda não revelou se houve uma colisão, mas o clima entre os cientistas é de pessimismo. 


Matéria completa: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2016/10/20/paradeiro-de-robo-schiaparelli-e-incerto-apos-problemas-com-pouso-em-marte.htm

Por: Rodrigo de O. França

terça-feira, 26 de julho de 2016

Alinhamento: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno

A partir do dia 20 os cinco planetas vizinhos ao sudoeste da Terra poderão ser vistos no céu

A partir do dia 20 os cinco planetas vizinhos ao sudoeste da Terra poderão ser vistos no céu
Nós já vimos no início deste ano, e veremos agora novamente: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno ficarão alinhados por alguns dias antes de cada um deles tomar o seu caminho no céu.
A partir desta semana, e durante mais algumas, os cinco planetas poderão vistos a olho nu durante o pôr do sol - no fim de janeiro e início de fevereiro, eles podiam ser avistados apenas ao amanhecer.
Isso só será possível, segundo David Dickinson, do site de astronomia Universe Today, porque antes tínhamos todos os planetas à nossa frente.
"Agora, os vemos do nosso 'espelho retrovisor' porque Marte, Júpiter e Saturno estão na frente, enquanto Mercúrio e Vênus estão correndo para recuperar o atraso", escreveu Dickinson.
Se você estiver em um espaço aberto sem nuvens, a partir desta quarta-feira poderá ver os cinco planetas vizinhos ao sudoeste da Terra.




Nasa

Brilho e cor

Para identificar os planetas, preste atenção nas sutis diferenças que você verá no céu. Venus é o mais brilhante de todos, e Júpiter é o próximo na luminosidade. Ambos ainda são visíveis quando o sol está prestes a se esconder.
Marte, por sua vez, é avermelhado e Saturno, amarelado. Ambos brilham com intensidade semelhante.
Encontrar Mercúrio é sempre o maior desafio porque é o menor planeta e pode se esconder facilmente.




Vasily Fedosenko/ Reuters
Os cinco planetas poderão vistos a olho nu durante o pôr do sol.

 

O truque do polegar

O astrônomo Jason Kendall, professor adjunto da Universidade William Paterson, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, publicou em seu canal do YouTube um exercício prático para saber se o que você está vendo é um planeta ou uma estrela.
"Feche um dos olhos. Estique o braço e coloque o seu dedo polegar para cima. Lentamente, passe-o de um lado para o outro do planeta ou estrela que você vê no céu. Se a luz se atenuar quando o polegar passar sobre ele, é um planeta. Mas se ela piscar rapidamente é uma estrela", disse.
O truque funciona melhor com Júpiter e Vênus, afirma o astrônomo, porque eles são mais brilhantes.
De qualquer forma, o que precisa ficar claro caso você decida "ir à caça" é que esses planetas são corpos celestes mais brilhantes vistos daqui da Terra - depois do Sol e da Lua, é claro.
Os cinco planetas não voltarão a se alinhar até 8 de setembro de 2040, quando estarão a 9,3 graus no céu.

http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2016/07/20/a-ultima-oportunidade-em-24-anos-de-ver-mercurio-venus-marte-jupiter-e-saturno-alinhados.htm 
Sugestão: Roberto Filho

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Curiosity dá seus primeiros passos em Marte


A Nasa confirmou nesta quarta-feira (22) que o robô Curiosity já começou a movimentar suas rodas em solo marciano. Após os primeiros movimentos, usados como teste, o veículo agora se encontra a aproximadamente seis metros de onde pousou, nas primeiras horas do dia 6 de agosto (horário de Brasília).
Os primeiros movimentos comprovam que o robô está em condições de realizar suas missões de exploração no planeta vermelho, apesar de um sensor quebrado. “Temos um sistema de mobilidade completamente funcional com muita exploração empolgante pela frente”, afirmou Matt Heverly, do Laboratório de Propulsão de Jatos da Nasa (JPL, na sigla em inglês).

Primeiros passos do Curiosity em solo marciano!
Nos próximos dias, o Curiosity vai continuar próximo ao local de pouso, que recebeu o nome de Ponto Bradbury, em homenagem ao escritor Ray Bradbury, que morreu em 2012. O robô ainda tem mais alguns procedimentos de teste e estudos das redondezas a fazer, antes de seguir para seu primeiro alvo, o Monte Sharp.
“O Curiosity é um veículo muito mais complexo do que os outros jipes marcianos. As atividades de teste e caracterização durante as semanas iniciais da missão estabelecem uma base importante para a operação do nosso precioso recurso nacional com o devido cuidado”, afirmou Pete Theisinger, também do JPL, laboratório que administra a missão.



Segundo Theisinger, o progresso feito ao longo dos primeiros 16 dias de missão foram “excelentes”. Depois de concluir com sucesso um processo complexo de pouso, o robô já estreou também dois importantes equipamentos – o laser e o braço robótico, usados para identificar e coletar rochas.
O Curiosity conta com um laboratório dentro de si, capaz de analisar amostras do solo marciano. O objetivo da missão é descobrir, por meio de testes geológicos, se o planeta algum dia já reuniu as condições necessárias para abrigar vida.


Fontes: NASA, Reuters, EFE

NASA anuncia próxima missão à Marte


A NASA, agência espacial norte-americana, divulgou que lançará uma nova missão para a exploração de Marte. A missão recebeu o nome de InSight e deve posicionar instrumentos no planeta em setembro de 2016.
Ao contrário do Curiosity, robô que explora a superfície marciana e analisa rochas para descobrir se o planeta já teve condições de abrigar vida, a missão InSight está interessada no que acontece no interior do planeta vermelho.

Sonda  InSight
A pesquisa tem como objetivos descobrir se o núcleo de Marte é sólido ou líquido e entender se as placas tectônicas marcianas deslizam umas contra as outras, como as da Terra. O conhecimento mais detalhado do interior de Marte possibilitará uma comparação melhor com a Terra e levará a uma compreensão melhor de como os planetas são formados.
A NASA escolheu a InSight entre três propostas de exploração do Sistema Solar. Os projetos derrotados seriam para estudar um cometa e Titã, uma lua de Saturno.
“A exploração de Marte é uma prioridade para a NASA, e a escolha do InSight assegura que vamos continuar descobrindo os mistérios do planeta vermelho e estabelecendo as bases para uma futura missão humana lá”, afirmou em nota o diretor da NASA, Charles Bolden.
A missão está orçada em US$ 425 milhões (cerca de R$ 858 milhões), sem contar os gastos com os foguetes usados no lançamento. As agências espaciais da França e da Alemanha vão colaborar na elaboração dos instrumentos usados na missão.



Fonte: Reuters, Terra TV, G1

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Curiosity pousa com sucesso em solo marciano!


O laboratório móvel Curiosity, da Nasa, pousou na madrugada de segunda-feira em Marte, e agora deve passar dois anos pesquisando sinais de que o planeta já teve condições de abrigar vida.
Os controladores da missão aplaudiram e gritaram com entusiasmo quando receberam sinais confirmando que o jipe-robô sobreviveu à perigosa descida no róseo céu marciano e que pousou são e salvo no fundo de uma vasta cratera.
Após uma viagem de oito meses e 566 milhões de quilômetros, a sonda tocou a tênue atmosfera marciana a quase 21 mil quilômetros por hora -17 vezes a velocidade do som--, antes de iniciar a descida controlada.
Momentos após o pouso, a Curiosity enviou suas três primeiras imagens do solo marciano. Numa delas, uma roda do veículo e a sombra do jipe apareciam à frente do terreno pedregoso (imagem a direita).
A operação de pouso foi considerada a mais complexa na história dos voos espaciais não-tripulados. Por causa da demora nas comunicações por rádio entre a Terra e Marte, todo o processo precisou ser autoguiado, sem a interferência dos técnicos.
Para reduzir sua velocidade, a sonda contou com um paraquedas especial, com uma mochila a jato e com um inédito "guindaste aéreo" que auxiliou no pouso, ocorrido na cratera Gale, no hemisfério sul marciano, perto do equador desse planeta.
A Curiosity é o primeiro laboratório completo sobre rodas a ser enviado a outro mundo. Ela passará dois anos explorando a cratera Gale e uma vizinha montanha de 5.000 metros, que parece formada por sedimentos oriundos da cratera, formada por sua vez pelo impacto de um grande corpo celeste. (Veja passo a passo como foi o pouso clicando aqui)
Marte é o planeta mais parecido com a Terra, e os cientistas querem descobrir se ele teve no passado condições para abrigar vida microbiana. A missão, de 2,5 bilhões de dólares, marca o primeiro esforço de astrobiologia da Nasa desde as sondas Viking, na década de 1970.
O pouso representa um marco importante para a agência espacial norte-americana, afetada nos últimos anos por cortes orçamentários e pela recente aposentadoria da sua frota de ônibus espaciais.


Vídeo narra a história da exploração a Marte e mostra como foi o complexo pouso da sonda Curiosity em Marte.



           Veja como foi passo a passo o pouso do robô-jipe em solo marciano no infográfico que a NASA construiu:

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Cientistas acham vestígios de água em meteoritos marcianos


A Terra pode deixar de ser o único planeta conhecido por concentrar grandes reservatórios de água em seu interior. Segundo um novo estudo americano feito com dois meteoritos vindos de Marte, a quantidade de água no manto do planeta vermelho pode ser maior do que estimativas anteriores e até se comparar à da Terra.
A pesquisa foi feita pelo Instituto Carnegie para a Ciência, e os resultados aparecem na atual edição da revista “Geology”.
Segundo o autor Francis McCubbin, atualmente na Universidade do Novo México, as evidências não impactam apenas o que se sabe sobre a história geológica de Marte, mas também têm implicações na forma como a água chegou à superfície do planeta. Os dados levantam, ainda, a hipótese de que Marte poderia abrigar vida sustentável.

Ao analisar dois meteoritos vindos de Marte, cientistas encontraram indícios de água no planeta (Foto: ESA)
Os cientistas analisaram os chamados meteoritos shergottite, bastante jovens e originados por um derretimento parcial do manto marciano, camada abaixo da crosta, que se cristalizou na superfície e abaixo dela. Esses fragmentos de rocha vieram para a Terra há aproximadamente 2,5 milhões de anos e dizem muito sobre os processos geológicos enfrentados pelo planeta vermelho.
Segundo o pesquisador Erik Hauri, os dois meteoritos têm histórias muito diferentes, pois um deles foi submetido a uma considerável mistura de elementos em sua formação, enquanto o outro não. Foram medidas as quantidades de água no mineral apatita e se achou pouca diferença entre as rochas, apesar dos elementos distintos.
Estima-se que a fonte do manto marciano de onde as rochas partiram continha entre 70 e 300 partes por milhão de água. A título de comparação, o manto superior na Terra contém de 50 a 300 partes por milhão de água.
Hauri diz que os vulcões podem ter sido o principal veículo para obtenção de água na superfície de Marte. McCubbin conclui: "Essa pesquisa não só explica como o planeta adquiriu água, mas também observa como age o mecanismo de armazenamento de hidrogênio que ocorre em todos os planetas terrestres no momento de sua formação”.

Fonte: G1
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