Mostrando postagens com marcador Observação celeste. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Observação celeste. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Observação do Fim do Mundo - Fotos
Ocorreu no último dia 20 o "Observação do Fim do Mundo",
um evento organizado pelo Clube de Astronomia, que contou também com a ajuda do
Clube de Música do IFF-Campus Itaperuna.
![]() |
| Cartaz de divulgação do evento |
Na ocasião observarmos além da Lua e de planetas como Júpiter e Urano, estrelas das principais constelações no céu, como, Sirius de Cão Maior, Aldebaran de Touro e Rigel de Orion, aglomerados estelares como as Plêiades e a Galáxia de Andrômeda.
Também rolou muito Rock n' Roll com a galera do Clube de Música, que tocaram de Legião a Jimi Hendrix.
Abaixo segue algumas fotos do evento:
Demais fotos:
| Observação do Fim do Mundo |
Marcadores:
Clube Caronte,
Eventos,
IFF,
Observação celeste
domingo, 16 de dezembro de 2012
Observação do Fim do Mundo - Trailler
Marcadores:
Clube Caronte,
Divulgação,
Eventos,
Observação celeste
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Observação Celeste - Ocultamento de Júpiter pela Lua!
Chamem seus amigos e venham para o IFF observar a ocultação de Júpiter
pela Lua com o Clube de Astronomia do Noroeste
Fluminense - Caronte! /o
Além
desse espetáculo que Júpiter e a Lua estrelarão teremos no céu de 28/11 Marte,
Urano, Netuno, a Galáxia de Andrômeda e algumas das estrelas mais visíveis em
nosso hemisfério.
OBS.: Não precisa ser aluno da instituição para participar. É uma observação aberta a toda comunidade!
OBS.: Não precisa ser aluno da instituição para participar. É uma observação aberta a toda comunidade!
![]() |
| Céu no dia da observação as 20h30. Júpiter está ocultado pela Lua neste momento. |
Marcadores:
Clube Caronte,
Divulgação,
Efeméredes,
IFF,
Júpiter,
Lua,
Observação celeste
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Um Universo de Galáxias
Imensidão Galáctica
Os
cientistas estimam que existam pelo menos 125 bilhões de galáxias no universo.
Diante disso, a via láctea – a galáxia onde se localiza a Terra seria apenas
como uma gota d`água em um vasto oceano.
Um
ano-luz é uma distância e tanto. Equivale a 9,5 trilhões de quilômetros - algo inimaginável para a nossa escala
cotidiana, no entanto íntimo para a astronomia, que está acostumada a trabalhar
com números e escalas bem maiores. Para sermos mais precisos, um ano-luz é a
distância que a luz percorre no vácuo durante o período de um ano à velocidade
de 300.000 Km/s. A Via Láctea, a galáxia onde se localiza o sistema solar, têm
diâmetro de 100 mil anos-luz. Ou seja, para ir de um extremo ao outro seriam
necessários 100 mil anos viajando na velocidade da luz! Pode parecer bastante
mas para as dimensões do universo ainda é bem pouco.
![]() |
| Andrômeda, galáxia mais próxima da Via láctea e mesmo assim muito distante |
A
galáxia de Andrômeda, vizinha da Via Láctea, localiza-se a aproximadamente 2,3
milhões de anos-luz de distância. Retomando a comparação, para chegar a
Andrômeda um viajante gastaria mais de 2 milhões de anos cruzando o espaço na
velocidade da luz.
É
impressionante, mas é bom lembrar que, levando em conta as distâncias
astronômicas, ir da Via Láctea a Andrômeda seria como sair de casa e chegar, no
máximo, à casa do vizinho. Assim, pensando que podem existir 125 bilhões de
galáxias no universo, como calculam os astrônomos, é possível ter uma ideia da
grandiosidade do cosmos.
Primeiras observações
A
galáxia é um conjunto massivo de centenas de milhões de estrelas que sofrem os
efeitos de uma mesma gravitação e orbitam em torno de um centro comum. Em uma
noite límpida, todas as estrelas que podemos ver a olho nu, por exemplo,
pertencem à mesma galáxia onde se situa a Terra, a Via Láctea. Além de
estrelas, um galáxia tem planetas e outros corpos rochosos, raios cósmicos,
nuvens de gás e poeira.
![]() |
| Via láctea vista da Terra |
O
astrônomo persa Al-Sufi (903-986) teria sido o primeiro a identificar uma
galáxia alam da Via Láctea: a de Andrômeda. Ainda assim, até metade do século
XVIII, apenas três galáxias haviam sido observadas e descritas.
Com
o desenvolvimento e a sofisticação dos telescópios os astrônomos puderam
encontrar outras. Com o uso de lentes potentes, o francês Charles Messier
(1730-1817) foi capaz de catalogar, até 1780, 32 galáxias. Cada uma delas
ganhou um número, antecedido da letra M, em homenagem ao seu descobridor. Por
isso Andrômeda é catalogada entre os estudiosos como M31.
Visão do passado
A
fotografia espacial é uma ferramenta importantíssima no estudo de galáxias. Com
o auxílio dela, os cientistas já detectaram galáxias localizadas a mais de 10
bilhões de anos-luz da Terra. Isso quer dizer que a luz captada pelos nossos
telescópios foi emitida por algumas estrelas há mais de 10 bilhões de anos.
Vários desses corpos celestes estão tão distantes que podem ajudar a contar o
passado do universo.
![]() |
| O telescópio Hubble durante um bom tempo foi a principal ferramenta na busca por novas galáxias |
Até
o início do século XX, muitos conjuntos de estrelas eram tidos como nebulosas –
uma formação de moléculas gasosas que compõe uma espécie de nuvem.
Em
1755, o filósofo Immanuel Kant (1725-1804) levantou a hipótese de que algumas
poderiam ser sistemas estelares semelhantes ao nosso. Na época, sua tese não
foi levada a sério, mas, passados mais de 150 anos, os astrônomos perceberam
que Kant tinha razão, pois constatou-se que várias nebulosas catalogadas pelos
cientistas eram, na verdade, galáxias.
O
astrônomo norte-americano Edwin Hubble foi o primeiro a classificar as
galáxias. Em sua maioria, elas têm aspectos regulares que permitem enquadrá-las
em duas classes (espirais e elípticas), de acordo com seu formato. Galáxias sem
forma definida são chamadas de irregulares.
Grupos
galácticos
Os cientistas constataram que as
galáxias quase sempre são encontradas em grupos – chamados também de
aglomerados ou cúmulos. A Via Láctea, por exemplo, pertence ao aglomerado
denominado Grupo Local. Considerado pequeno, ele é composto de 40 membros que
ocupam uma extensão de 3 milhões de anos-luz em sua maior dimensão. As duas
galáxias mais luminosas desse grupo são a Via Láctea e Andrômeda, ambas de
formato espiral.
![]() |
| Um retrato da imensidão galática. Cada ponto que você vê na imagem representa uma galáxia. |
Os aglomerados, contudo,não são
as maiores estruturas do universo. Há ainda os superaglomerados ou
supercúmulos, conjuntos separados por grandes distâncias. O mais conhecido
entre todos é o Supercúmulo Local, do qual a Via Láctea faz parte. Ele tem cerca
de 100 milhões de anos-luz de extensão e, além de ser composto pelo Grupo Local
de galáxias, inclui o aglomerado de Virgem.
Colisão sideral
![]() |
Céu noturno daqui a 4 bilhões de anos
terá como atração a colisão entre nossa galáxia
e Andrômeda. Tal fenômeno resultará na
formação de um nova galáxia elíptica.
|
O encontro entre duas galáxias,
no entanto, nem sempre resulta em uma fusão. Se a interação entre elas é fraca,
ambas podem sobreviver, mas o efeito da maré gravitacional provoca o surgimento
de pontes ou caudas em um ou nos dois lados das galáxias.
Mais imagens:
Fonte: Atlas do Universo
Mais imagens:
Marcadores:
Cosmologia,
Galáxias,
Observação celeste,
Telescópio Hubble,
Universo,
Via Láctea
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Episódio 16 - Observatórios
Os primeiros observatórios só usavam referências para o
olhar. As lentes nos trouxeram os planetas e muitos outros astros. Os espelhos
nos levaram às galáxias, e quando fomos para fora da Terra enxergamos coisas
cada vez mais surpreendentes.
Fonte: TV Escola
![]() |
| Próximo Episódio |
![]() |
| Episódio Anterior |
![]() |
| Todos Episódios |
Marcadores:
ABC da Astronomia,
História Astronômica,
Observação celeste,
Telescópios
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Astrônomos obtém imagem espacial mais precisa da história!
Uma
equipe internacional de astrônomos observou o coração de um quasar distante com
uma precisão sem precedentes, dois milhões de vezes melhor que a da visão
humana. De acordo com o Observatório Europeu do Sul (ESO), as observações,
obtidas ao se ligar pela primeira vez o telescópio Atacama Pathfinder
Experiment (Apex) com dois outros situados em continentes diferentes, são
"um passo crucial em direção ao objetivo científico do projetoTelescópio de Horizonte de Eventos", que é obter
imagens de buracos negros de grande massa situados no centro das galáxias.
![]() |
| Concepção artística do quasar 3C 279 |
Os
astrônomos ligaram o Apex, no Chile, com os americanos Submillimeter Array
(SMA), no Hawaii, e o Submillimeter Telescope (SMT), no Arizona. Deste modo,
conseguiram fazer a observação direta mais precisa até hoje do centro de uma
galáxia distante, o quasar brilhante 3C 279, que contém um buraco negro de
elevada massa - cerca de um bilhão de vezes a do Sol - e encontra-se tão
distante da Terra que a sua radiação demorou mais de 5 bilhões de anos para
chegar até nós.
Os telescópios foram
ligados usando a técnica conhecida como Interferometria de Linha de Base Muito
Longa (VLBI, sigla do inglês Very Long Baseline Interferometry). Telescópios maiores
obtêm observações mais precisas e a interferometria permite que vários
telescópios trabalhem como um só, tão grande quanto à distância entre eles.
Para as observações do quasar, os três telescópios criaram um interferômetro
com as distâncias intercontinentais de 9.447 km do Chile ao Hawaii, 7.174 km do
Chile ao Arizona e 4.627 km do Arizona ao Hawaii.
![]() |
| Posição geográfica dos três telescópios utilizados na observação |
As
observações foram feitas em ondas de rádio, em um comprimento de onda de 1,3
milímetros. Esta é a primeira vez que observações em um comprimento de onda tão
curto foram feitas utilizando distâncias tão grandes. As observações atingiram
uma precisão, ou resolução angular, de 28 microssegundos de arco - valor 8
bilhões de vezes menor que um grau angular. Com este valor é possível
distinguir detalhes dois milhões de vezes mais precisos do que o conseguido
pelo olho humano. As observações foram tão precisas que se observaram escalas
menores que um ano-luz ao longo do quasar - o que é um feito extraordinário
tendo em conta um objeto que se encontra a vários bilhões de anos-luz de
distância.
Estas
observações representam um passo importante no sentido de obter imagens de buracos
negros de elevada massa e das regiões que os rodeiam. No futuro, pensa-se ligar
entre si ainda mais telescópios, de modo a criar o chamado Telescópio de
Horizonte de Eventos, capaz de obter imagens da sombra do buraco negro de
elevada massa que se situa no centro da nossa Via Láctea, assim como de outros
situados em galáxias próximas. A sombra - uma região escura vista em contraste
com um fundo mais brilhante - é causada pela curvatura da luz devido ao buraco
negro e seria a primeira evidência observacional direta da existência do
horizonte de eventos de um buraco negro, a fronteira a partir da qual nem mesmo
a luz consegue escapar.
![]() |
Telescópios Apex (esquerda), SMA(abaixo), e o SMT (direita).
|
Fonte: Terra Notícias
Marcadores:
Buraco Negro,
ESO,
Observação celeste,
Telescópios
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Linda conjunção antes do amanhecer no lado leste entre Júpiter, Vênus, Aldebaran, Lua e Pleiades!
Depois
das 4 da madrugada e até o Sol nascer, portanto, do lado leste, não deixe de
observar uma linda conjunção dos dois planetas mais brilhantes do sistema
solar: VÊNUS (super brilhante) e JÚPITER (bastante brilhante) estão formando uma linha reta com a estrela Aldebaran (a super gigante
vermelha e a mais brilhante da constelação do Touro). Na mesma linha reta, mas
do lado oposto a Aldebaran, ou seja, mais perto de Júpiter, os mais atentos poderão ver (principalmente moradores de pequenas cidades ou
zonas rurais) também as PLÊIADES.
Quem
se levanta antes do Sol nascer, não deixe de olhar para o nascente e será
impossível não identificar, perto do horizonte leste estes três astros. Contudo, no dia 7/7/12 será quando os três
astros vão estar mais pertos uns dos outros e mais alto no horizonte leste.
Aldebaran vai estar muito próximo de Vênus. Mas o momento
IMPERDÍVEL será no dia 15/7/12, quando a LUA também estará junto aos três, formando um QUADRILÁTERO!
IMPERDÍVEL será no dia 15/7/12, quando a LUA também estará junto aos três, formando um QUADRILÁTERO!
Dia 07/07:
![]() |
| Linha reta entre Pleiades-Júpiter-Vênus-Aldebaran |
Dia 15/07:
![]() |
| Quadrilátero Júpiter-Lua-Vênus-Aldebaran (Início do evento) |
![]() |
| Quadrilátero Júpiter-Lua-Vênus-Aldebaran (Fim do evento / nascer do Sol) |
Marcadores:
Júpiter,
Lua,
Notícias,
Observação celeste,
Vênus
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Episódio 5 - Distâncias
Estamos falando de distâncias “astronômicas” e para
isso precisamos de técnicas especiais de medida. Os ângulos e os efeitos que
enganam nossos olhos e os que nos ajudam a criar métodos de medida no desafio
de conhecer o universo.
Fonte: TV Escola
![]() |
| Próximo Episódio |
![]() |
| Episódio Anterior |
![]() |
| Todos Episódios |
Marcadores:
ABC da Astronomia,
Exploração Espacial,
Observação celeste
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Trânsito de Vênus - Imagens
Os
trânsitos de Vênus, considerados uma "raridade astronômica", ajudaram
os cientistas nos últimos séculos a esclarecer certas questões, como o tamanho
do Sistema Solar.
As
transições ocorrem em pares, com uma diferença de 105 anos, tempo em que se dá
a posição perfeita das órbitas de ambos os planetas e o Sol em um plano que
permita ser visto na Terra. Desde a invenção do telescópio, foram registrados
trânsitos em 1631, 1639, 1761, 1769, 1874, 1882 e em junho de 2004.
Para
quem não viu a que ocorreu nesta terça-feira terá que esperar até 2117, ano do
próximo trânsito.
Imagens:
| ||
| Vênus vs. Sol Fontes: EFE (matéria), G1 e Terra (fotos) |
Marcadores:
Fenômenos Naturais,
Notícias,
Observação celeste,
Sistema Solar,
Sol
domingo, 29 de abril de 2012
Primeiras aulas - Cursinho Preparatório XV OBA
Como
predito, o Clube de Astronomia Caronte, deu suas primeiras aulas do Cursinho
Preparatório para a OBA 2012.
Os encontros ocorreram quarta e sexta-feira
(25 e 27/04), com inicio às 14h e término a hora que o pessoal do cursinho
quiser, pois após o curso observamos o céu com nosso telescópio.
Nessas duas primeiras aulas focamos no
Sistema Solar, Mitologia Greco-romana e Origem da Astronomia, Ciclo de vida de
uma estrela, Terra e Lua (equinócios e solstícios, ciclos da maré, etc.) e
começamos a debater sobre astronáutica (tipos de satélites e foguetes, Leis de
Newton e prováveis missões tripuladas no futuro).
Na observação realizada após o
cursinho, direcionávamos as lentes do telescópio para estrelas/planetas que
foram citados na aula do dia. Assim observamos os seguintes astros:
Dia
25/04:
- Lua
- Vênus
- Marte
- Saturno
- Sirius (α Cão Maior)
- Betelgeuse (α Órion)
- Rigel (β Órion)
- Grande Nébula em Órion
Dia
27/04:
- Lua
- Marte
- Saturno
- Sirius (α Cão Maior)
- Canopus (α Popa)
- Arcturus (α Pastor)
- Rigil Kent (α1 Centauro)
Nas próximas
aulas focaremos mais na Física, com aulas de óptica e mecânica aplicada a
foguetes. E confeccionaremos um foguete em conjunto com os alunos na sexta
(04/05), com lançamento do mesmo na segunda (07/05).
Mais fotos aqui:
Mais fotos aqui:
| Cursinho XV OBA - 2012 |
Marcadores:
Clube Caronte,
IFF,
OBA,
Observação celeste
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Observatório Alma entra em ação no ESO
O
Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), projeto que conta com
participação brasileira, publicou nesta quinta-feira (12) um estudo sobre o
sistema planetário da estrela Formalhaut, a cerca de 25 anos-luz da Terra.
![]() |
| Observatório Alma revela o tamanho dos planetas do sistema Fomalhaut |
Foi
a primeira pesquisa feita com base em imagens obtidas pelo novo observatório
Alma, que ainda está em construção no Chile.
Com
a nova tecnologia, foi possível observar a região com mais precisão, e os
astrônomos viram as bordas do disco de poeira em torno da estrela mais bem
delineada. Juntando isso a simulações de computador, eles conseguiram calcular
o tamanho dos planetas do sistema.
Os
planetas encontrados em torno de Formalhaut são, no máximo, poucas vezes
maiores que a Terra. Em 2008, dados do Telescópio Espacial Hubble levaram a
crer que eles seriam do tamanho de Saturno, segundo maior planeta do Sistema
Solar.
![]() |
| Alguns dos radiotelescópios do Observatório Alma |
Fonte: G1
Marcadores:
ESO,
Exploração Espacial,
Notícias,
Observação celeste,
Telescópios
Ligando os Pontos
São
catalogadas 88 constelações, que foram descritas ao longo da história da
humanidade. Entre as mais conhecidas estão a de Órion e a do Cruzeiro do Sul.
De
tanto observar os céus, os astrônomos da Antiguidade começaram a traçar desenhos
a partir das estrelas mais brilhantes, na forma de figuras de animais e
objetos. O que começou como passatempo deu origem às chamadas constelações.
Elas ganharam nomes e passaram a ser referências para astrólogos e navegadores,
que se orientavam pelas estrelas. O s astrônomos delimitaram, no século XX, 88
grupos de estrelas brilhantes que aparecem na esfera celestial - entre elas as
12 zodiacais. Muitas conservam os mesmos nomes dados pelos gregos.
![]() |
| Algumas das constelações que atualmente encontram-se no Céu Austral. Na imagem: Cruzeiro do Sul, Gêmeos, Câncer, Órion, Cão Maior e Touro figuram entre as mais conhecidas constelações. |
Por
volta de 4000 a.C.,
os sumérios já ligavam os pontos estelares e imaginavam formas como vasos,
sinais e tabuleiros. A constelação de Aquário, por exemplo, foi batizada pelos
sumérios em homenagem ao deus dos céus Na, que jogava águas de imortalidade
sobre a Terra. Em 450 a.C., os
babilônios dividiram o céu nas 12 constelações que deram origem ao zodíaco.
Egípcios, romanos e gregos também desenharam suas coleções de estrelas. Uma
descrição mais organizada do céu só foi feita quando o astrônomo e matemático
grego Ptolomeu – que vivia em Alexandria, no Egito – catalogou 48 constelações.
Até hoje, 47 mantêm os nomes dados pelo astrônomo.
CÉU DO SUL
Até
o século XVI, as constelações identificadas eram apenas as observadas no
Hemisfério Norte. Porém, com o início da exploração dos mares do sul, os
navegadores começaram a traçar um mapa do céu setentrional com o objetivo de
usá-lo como guia. Graças ao trabalho de dois navegadores holandeses, Pieter
Dirkszoon Keiser e Frederich de Houtman, 12 novas constelações foram
acrescidas. Um outro holandês, Petrus Plancius,identificou outra três. O mapa
foi completado com 11 novas figuras criadas pelo astrônomo polonês Johannes
Hevelius,ilustradas em Firmamentum Sobiescianum, um atlas estelar
publicado em 1960. O astrônomo francês Nicolas de Lacaille aresentou, em 1750,
14 novas constelações.
Como
elaborar constelações parecia um trabalho sem fim, a União Astronômica
Internacional determinou, em 1875,
a adoção de limites oficiais. Em 1930, a entidade
estabeleceu o padrão de 88 constelações, resultado do trabalho do astrônomo belga
Eugène Delporte.
ÓRION E ESCORPIÃO
A
constelação de Órion, visível nos dois hemisférios terrestres, é uma das mais
conhecidas.Apresenta o formato de um caçador que carrega uma adega, e pod ser
observada no céu noturno apenas entre outubro e março. Par identificar Órion é
preciso primeiramente localizar as Três Marias – três estrelas próximas entre
si, alinhadas e de mesmo brilho -, que formam o cinturão da constelação de
Órion.
Conta
a lenda grega que o caçador Órion apaixonou-se por uma princesa. O pai dela,
ciumento, cegou o enamorado. Pa ganhar de volta a visão Órion consultou um
oráculo e foi aconselhado a olhar o céu quando o dia estivesse nascendo. Ele
assim o fez, e acabou apaixonando-se pelo que viu: a Aurora. Mas esse amor teve
vida curta: um escorpião picou o caçador, que adoeceu, morrendo em seguida.
No
céu, como se fosse por um capricho dos deuses, as duas constelações nunca se
encontram. Com o movimento de rotação da Terra, quando uma delas surge, a outra
desaparece – uma alegoria da perseguição de escorpião a Órion.
CRUZEIRO DO SUL
No
Hemisfério Sul, umas das constelações mais conhecidas é a do Cruzeiro do Sul,
com suas cinco estrelas. A 25 graus no sentido sul, próxima da pólo sul celeste
e na altura do equador terrestre, a constelação servia como guia para as
navegações. Américo Vespúcio, famoso navegador dos mares do sul, fez anotações
sobre a constelação em seu livro de bordo de 1507.
O
Cruzeiro do Sul integra os símbolos nacionais de cinco países do Hemisfério Sul
– marca presença nas bandeiras do Brasil, da Austrália e da Nova Zelândia,
Papua Nova Guiné e Samoa.
Série: Observando o Céu
Fonte: Atlas do Universo
Marcadores:
Mitologia,
Observação celeste
Assinar:
Postagens (Atom)
Marcadores
10 anos
10th IMAA
ABC da Astronomia
Adonai Lopes
Água
Alinhamento
anã fria
andrômeda
Antimatéria
Asteroid day
Asteroides
Astrobiologia
Astrofísica
Astronauta
Astronáutica
Astronomia
Astronomia na Praça
Atmosfera
Bibliografias
Big Bang
bolha
Brasil
Buraco Negro
C.E.C
Calendários
calourada
Caravana da Ciência e Cidadania
Carl Sagan
Caronte
CARONTE 2016
Caronte no 10th IMAA
Cassini
Cataclismos
Centro Educacional Caminhar
CERN
céu
cfc
China
chuva
Ciência
Cinturão de Kuiper
Clube Caronte
Cometa
Cometas
competição
Constelações
Corpos Extrasolares
Cosmologia
Curiosidades
Curiosity
descoberta
Divulgação
Eclipse
Eclipse Lunar
efeitos
Efeméredes
Einstein
Elias Cloy
Encontro Internacional de Astronomia e Astronáutica
Eratóstenes
ESA
ESO
espaço
estrela
Estrelas
Eventos
Exoplanetas
Exploração Espacial
Extensão
Fenômenos Naturais
Fim do Universo
Física Moderna
Foguete
Foguetes
foto
Fundação São José
Gagarin
Gagarin O Primeiro no Espaço | Filme Completo
galaxia
Galáxias
garrafa pet
Gigantes Vermelhas
Grandes astrônomos
Gravidade
Grécia
Greenglow
História Astronômica
IAU
IFF
IFFluminense Campus Itaperuna
IMAA
Imagens da Semana
Índia
Início dos trabalhos
ISS
Itaperuna
IV Semana da Fundação
Júpiter
Kepler
laranjada
Lixo Espacial
Louis Cruls
Lua
Maikon Vieira
Mark Zuckerberg
Marte
Matéria e Energia Escura
Matheus Vieira
membros do clube
Mercúrio
Meteorologia
Meteoros
Missão Marte
mistériio
Mitologia
Mitologia Indígena
MOBFOG
MOFOG
mundo
Nasa
NASA publica a maior foto mundo!!
Nely Bastos
Nicolau Copérnico
Nobel
Notícias
Notícias de Astronomia
O projeto misterioso
OBA
objerto
Observação celeste
oficina
Ondas Gravitacionais
ONU
Origem da Vida
Pesquisas Públicas
Planeta anão
Planetas
planetas habitáveis
Plutão
Poluição Luminosa
Popularização da Ciência
Premiação I Competição de Foguetes Caronte
Premiação OBA 2016
Prof. Adriano Ferrarez
Pulsar
Quasar
Radiotelescópios
Relatividade
robô
Rodrigo de O. França
Ron Evans
Rússia
Salvar a Humanidade
Samanta Meireles
Satélites
Satélites Artificiais
Saturno
Sávio Andrade
SERÁ QUE O SER HUMANO PODERÁ MESMO VIVER NO ESPAÇO?
Sistema Solar
Sol
Sonda
Sondas
SpaceX
Stephen Hawking
superlua
Telescópio Hubble
Telescópios
Tempestade Solar
Terça dia 22/03/2016
Terra
Universo
Vênus
Very Large Telescope (VLT)
Via Láctea
Viagem Interestelar
Vida Extraterrestre
Vídeos




































