sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Qual a diferença de Meteoro e Meteorito ?

Se você não sabe veja abaixo:

 

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

O Telescópio Espacial Hubble capturou a fusão de galáxias


Veja a Imagem abaixo:



Descoberta estrela mais antiga, orbitada por planetas do tamanho da Terra

Astrônomos internacionais anunciaram, nesta terça-feira (27), a descoberta da estrela mais antiga conhecida pela ciência, situada em um sistema estelar contendo cinco planetas do tamanho da Terra. 

A estrela tem 11,2 bilhões de anos e foi batizada de Kepler-444 em função da sonda Kepler, projetada para procurar novos planetas fora do Sistema Solar.

Os cinco planetas que a orbitam são um pouco menores do que a Terra. Eles cumprem a órbita ao redor do sol em menos de dez dias, a uma distância menor que um décimo daquela que separa a Terra do Sol, tornando-os muito quentes para serem habitáveis.

Mas foi a idade da estrela que surpreendeu os astrônomos.

Situada a uma distância de 117 anos-luz da Terra, a Kepler-444 é duas vezes e meia mais velha que nosso sistema solar, que tem 4,5 bilhões de anos.

Fonte: Uol

Cometa visitado pela sonda Rosetta é tão pouco denso que flutuaria no mar

Veja na imagem acima: 

Fonte: Folha de São Paulo

Astrônomos encontram planeta com anéis maiores que Saturno


Astrônomos holandeses e americanos afirmam ter descoberto um planeta com um sistema de anéis gigantesco, 200 vezes maior do que os anéis de Saturno.

Segundo os pesquisadores, esta é a primeira estrutura deste tipo detectada em volta de um planeta fora do Sistema Solar.

Os cientistas afirmam que o sistema provavelmente tem mais de 30 anéis, cada um medindo milhões de quilômetros de diâmetro.

Espaços detectados no sistema de anéis também sugerem que parte do material em volta do planeta pode estar se unindo para formar luas - um fenômeno que pode ser observado nos anéis de Saturno.

"Você pode pensar nisto (neste sistema) como um tipo de super-Saturno", disse o professor Eric Mamajek, da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos.

Fonte: Uol

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Cientista ateu afirma ter visto anjos no espaço e NASA proíbe comentários

O cientista Mark Kelly da estação espacial da estratosfera garante que viu anjos no espaço enquanto trabalhava ao lado de fora na manutenção de um satélite da NASA.


"Foi nítido e claro, eles passaram perto de mim algo de 50 metros, na hora fiquei apavorado, pensei que estava tendo alucinações, eles estavam indo para a terra".

Segundo ele divulgou no twitter que na época em que esteve lá em 05 de Junho de 2008 na missão STS-124 viu oito seres brancos que viajavam pelo espaço em direção a terra enquanto instalava câmeras de vídeo nas laterais do laboratório japonês Kibo.

A Nasa cortou o twitter do cientista e o proibiu de divulgar informação dessa natureza nas redes sociais. Mas essa semana ele voltou comentar com alguns amigos que realmente viu anjos no espaço. O jornal The Guardian publicou uma matéria sobre essa história que não está ganhando amplitude, pois a NASA não apresentou a câmera que estava com Mark no dia do acontecimento.

Mark Kelly era um cientista ateu que não acreditava em nada sobrenatural, mas depois dessa experiência ele não é mais o mesmo. Vive pensativo o tempo todo depois que retornou a terra,atualmente frequenta a Igreja.

"Se Deus não existe não sei, mas que eu ví anjos, eu ví e se tem anjos deve ter Deus, sim" disse Mark Kelly.

A imprensa americana tem evitado divulgar essas informações, pois contraria os princípios da NASA sobre esse assunto. A câmera no capacete de uso do cientista foi retido pela NASA. Tudo indica que ela tenha registrado algo sobrenatural, mas isso mudaria a história da humanidade se viesse a tona. Segundo, Albert Lan um ex-funcionário da NASA existe um fluxo de luzes brancas em forma de pessoas no vídeo da câmera que estava no capacete de Mark, mas que superiores insistiram em dizer que era reflexo no espaço.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Visite Marte em realidade virtual

Você sonha em ser astronauta, visitar outros mundos? Em breve, todos nós poderemos conhecer os ambientes inóspitos que imperam nos planetas e luas do nosso Sistema Solar — tudo isso, virtualmente. A Nasa, agência espacial americana, e a Microsoft, gigante da informática, se emparceiraram para desenvolver um sistema que permitirá que cientistas explorem Marte num ambiente de realidade virtual, construído com base nas informações transmitidas à Terra pelas sondas enviadas ao planeta vermelho.




















A parceria, anunciada anteontem pela Nasa, tem por objetivo explorar um novo dispositivo recém-apresentado pela companhia fundada por Bill Gates, o HoloLens. São basicamente óculos com computador embutido, capazes de projetar objetos holográficos interativos para seu usuário (e uma tentativa de copiar o conceito do Google Glass, que até agora não emplacou).

Com base nesse dispositivo, a Microsoft fechou um acordo com a Nasa para desenvolver um software chamado OnSight. Ele projetará um ambiente de realidade virtual holográfico da região onde se localiza o jipe Curiosity, o mais recente dos rovers enviados a Marte. A ideia é que os cientistas façam uso do equipamento para poder visualizar a região onde está a sonda como se eles mesmos estivessem lá.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Sonda espacial Beagle 2 é encontrada após 12 anos

Esta imagem de alta resolução captada pela sonda da NASA MRO (Mars Reconnaissance Orbiter), a partir da órbita de Marte, pode ser a resposta para um mistério que já dura mais de uma década. A imagem mostra a Beagle 2, uma sonda britânica da Agência Espacial Europeia, no mesmo local onde o robô desapareceu no dia de Natal em 2003.


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Astrônomos dizem ter descoberto dois novos planetas no nosso Sistema Solar



























O Sistema Solar tem, pelo menos, mais dois planetas "esperando para ser descobertos", além da órbita de Plutão, anunciaram astrônomos britânicos e espanhóis nesta segunda-feira (19).

A lista oficial de planetas do nosso sistema solar inclui oito corpos solares, entre os quais o gigante gasoso Netuno é o mais afastado.

Além de Netuno, Plutão foi relegado ao status de "planeta anão" pela União Astronômica Internacional, em 2006, embora seja considerado por alguns o planeta mais distante do sol.

Em um estudo publicado na última edição do periódico mensal Monthly Notices, da Sociedade Astronômica Real, cientistas propõem que há "pelo menos" dois planetas além de Plutão.

Seus cálculos se baseiam no comportamento orbital incomum de rochas espaciais muito distantes, denominados objetos transnetunianos, ou ETNOs, na sigla em inglês.

Em teoria, os ETNOs deveriam estar dispersos em uma faixa de cerca de 150 Unidades Astronômicas (UA) do Sol.

Uma UA, medida de distância do Sistema Solar, corresponde ao espaço entre a Terra e o Sol: quase 150 milhões de quilômetros.

Os ETNOs também deveriam estar, mais ou menos, no mesmo plano orbital que os planetas do Sistema Solar.

Mas observações de cerca de uma dúzia de ETNOs sugeriram uma imagem bem diferente, segundo o estudo.

Se a pesquisa estiver correta, os cientistas deduzem que os ETNOs se dispersaram muito mais amplamente, entre 150 e 525 UA, com uma inclinação orbital de cerca de 20 graus.

Para explicar esta anormalidade, o estudo sugere que alguns objetos muito grandes, como planetas, devem estar nos arredores e sua força gravitacional está influenciando os ETNOs, muito menores, ao redor.

Fonte: Uol

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

A pergunta que intriga à todos, existe vida fora da Terra?

19/01/2015, data importante para missão K2 que acaba de fazer uma de suas descobertas mais épicas.



Uma descoberta épica acaba de ser feita pela missão K2, a segunda fase de operações do satélite Kepler, da Nasa. Seria apenas mais um planeta potencialmente similar à Terra, como tantos que já foram anunciados nos últimos anos, não fosse por um detalhe: ele é o primeiro a ser encontrado que permitirá a busca efetiva por sinais de vida em sua atmosfera.












Você pode se perguntar: mas por que os outros não permitiam isso? Qual o problema com os oito mundos recentemente anunciados, ou o Kepler-186f, que fez manchetes em 2014? Em essência, esses planetas estavam distantes demais para permitir o posterior estudo de suas atmosferas.

Esse não é o caso do planeta que recebeu a designação EPIC 201367065 d. Ele tem um diâmetro cerca de 50% maior que o da Terra e completa uma volta em torno de sua estrela-mãe a cada 44,6 dias terrestres. Os dados da missão K2 revelaram a presença de outros dois planetas, um com cerca de 2,1 vezes o diâmetro terrestre, completando uma volta em torno da estrela a cada 10 dias, e o outro com 1,7 vez o diâmetro da Terra e período orbital de 24,6 dias.

A grande vantagem, contudo, é a distância que a estrela EPIC 201367065 guarda de nós — cerca de 150 anos-luz. Não é que esteja “logo ali”, como diria o outro, mas é perto o suficiente para que possamos aplicar a tecnologia atual para estudar diretamente a atmosfera desse mundo. E isso, por sua vez, pode carregar pistas da existência de vida.


Hoje em dia, é muito difícil observar diretamente a luz que emana de um planeta fora do Sistema Solar. Algumas câmeras especiais já conseguem fotografar planetas gigantes em órbitas longas em torno de seus sóis, mas isso ainda não é possível para planetas pequenos e rochosos em órbitas suficientemente próximas a ponto de permitir que a água se mantenha em estado líquido na superfície — condição aparentemente essencial para o surgimento e a manutenção da vida.

Então, o único meio de estudar a atmosfera desses mundos é nos casos em que eles “transitam” à frente de suas estrelas, com relação ao nosso campo de visão. Assim, parte da luz da estrela atravessa de raspão a atmosfera do planeta e segue até nós, carregando consigo uma “assinatura” da composição do ar.

Fonte: Folha de São Paulo

sábado, 3 de janeiro de 2015

Buraco na Corona Solar !




Não houve fogos de artifício no Sol para receber o Ano-Novo. No entanto, o astro começou 2015 com um enorme buraco coronal (região mais escura e de baixa densidade) perto do polo sul. O fenômeno foi observado na quinta-feira (1º) por um instrumento do Observatório de Dinâmica Solar da Nasa (agência espacial americana).

A agência explica que esse tipo de buraco fica localizado em uma região da camada mais externa do Sol, conhecida como corona, em que o campo magnético se estende para o espaço em vez de ficar contido na superfície solar. As partículas que se deslocam nesses campos magnéticos podem, portanto, deixar o Sol em vez de ficarem presas em sua superfície. As partículas presas aquecem e dão brilho, ao passo que as regiões em que as partículas escapam ficam mais escuras e com aparência de um buraco.

Buracos coronais foram vistos pela primeira vez em imagens obtidas por astronautas na estação espacial Skylab, da Nasa, em 1973 e 1974. Segundo a Nasa, eles podem ser vistos por um longo período de tempo, embora a forma exata muda o tempo todo. O buraco coronal polar pode ficar visível por cinco anos ou mais. Cada vez que um buraco coronal gira pela Terra, é possível medir as partículas que fluem para fora dele como um fluxo de alta velocidade, uma outra fonte de clima espacial.

Fonte: UOL

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Sonda a caminho de Ceres o Planeta Anão !


Em 1801, Ceres era considerado um planeta, mas logo depois acreditaram que Ceres era apenas um asteroide gigante. Foi só em 2006 que os astrônomos resolveram classificá-lo como um planeta-anão, já que era muito "redondo" para ser considerado apenas um asteroide. No dia 6 de março de 2015, a sonda Dawn da Nasa (agência espacial americana) chegará ao planeta-anão. O objetivo da missão será estudar a formação do sistema solar

Fonte: UOL

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Que tal ter uma noção do tamanho do Universo ?

No link abaixo você pode ter uma noção mais concreta do tamanho do universo, e não só do Macro Universo mas também do Micro Universo, veja desde a menor partícula visível até o Universo Observável:

http://htwins.net/scale2/lang.html

Nasa vai hackear o Opportunity para "Curar Amnésia"


















O robô Opportunity, que explora o terreno de Marte há mais de dez anos, está sofrendo de problemas de memória, segundo a agência espacial americana Nasa.

O veículo de seis rodas -- que não é para ser confundido com o Curiosity, da missão lançada em 2011, cujas recentes descobertas tiveram grande destaque nos noticiários -- tem reiniciado constantemente e de forma inesperada o seu sistema operacional.

Os cientistas acreditam que o longo tempo de uso acabou afetando a memória eletrônica.


Mas os cientistas já tem um plano para resolvê-la. Eles tentarão "hackear" o software do Opportunity para consertar a falha, ao fazer com que ele ignore a parte com defeito de sua memória.

Isso levará algumas semanas, de acordo com Callas (Gerente de projetos da NASA). No entanto, ele acrescentou que o Opportunity está ficando velho e pode estar chegando perto do fim de sua vida útil.


Fonte: UOL

Telescópio da Nasa descobre primeiro exoplaneta em nova missão



O Telescópio Espacial Kepler, da Nasa (agência espacial americana), descobriu o primeiro exoplaneta em sua nova missão K-2. A descoberta, que será publicada no Astrophysical Journal, só foi possível porque os astrônomos e engenheiros desenvolveram uma forma de redirecionar o telescópio, que apresentou uma falha em seu sistema de direcionamento em 2013.

O recém-descoberto exoplaneta HIP 116454b tem 2,5 vezes o diâmetro da Terra e segue nove dias de órbita em torno de uma estrela que é menor e mais fria do que o nosso Sol, tornando o planeta muito quente para a vida como a conhecemos. Localizado na constelação de Peixes, 116454b HIP e sua estrela estão a 180 anos-luz da Terra.

A câmera da Kepler detecta planetas utilizando um sistema de busca por trânsitos, ou seja, o equipamento identifica quando uma estrela distante escurece ao ser obscurecida pela passagem de um planeta. Quanto menor for o planeta, o brilho da estrela é menos escurecida. Para manter essa precisão, a sonda deve manter um localizador constante e estável -- por isso a necessidade de corrigir o problema com a roda de reação.

Ao invés de desistir do telescópio, a equipe elaborou uma estratégia de usar a pressão da luz solar como uma "roda de reação virtual" para ajudar a controlar a nave espacial. A missão K2 dará continuidade à observação do Kepler, mas também expandirá a pesquisa para estrelas próximas e brilhantes que abrigam planetas que podem ser estudados, além de oportunidades para observar aglomerados de estrelas, galáxias ativas e supernovas.
















Fonte: UOL

Putin comemora teste de nova geração de foguetes do país

A Rússia concluiu com sucesso na terça-feira 23 de dezembro o teste de lançamento da versão pesada de sua nova geração de foguetes Angara. Uma boa notícia em meio à crise econômica que abala o país.

Uma foto borrada mostra o pouso turbulento da sonda no Cometa 67P



Uma imagem divulgada pela Agência Espacial Europeia (ESA) mostra o momento do pouso turbulento da sonda Philae no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko em novembro.

O robô tocou a superfície do cometa e quicou várias vezes até o pouso definitivo.

A nova imagem divulgada é um borrão fora de foco - não supreendente quando se leva em conta que a sonda saiu "pulando" pela superfície do cometa até se estabilizar.

A foto foi feita pelo sistema de câmeras CIVA, da própria Philae, que estava programado para começar a funcionar no momento em que a sonda se estabelecesse na superfície do cometa.

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