sexta-feira, 30 de junho de 2017

ASTEROID DAY!!!!!!



Nesta sexta-feira(30) o mundo comemora um dos maiores eventos astronômicos internacionais, o Asteroid Day.
O evento é uma homenagem ao impacto ocorrido na Sibéria em 30 de junho de 1908. Um Asteroide ou Cometa de aproximadamente 100 mil toneladas explodiu na atmosfera perto do Rio Tunguska derrubando milhares de árvores e matando vários animais.

O Clube de Astronomia Caronte participará exibindo o documentário "A extinção dos Dinossauros" e logo em seguida a palestra "Pequenos corpos do Sistema Solar" ministrada por Rodrigo de Oliveira França, membro do Caronte.

sábado, 24 de junho de 2017

'Pelo bem da humanidade', Stephen Hawking faz apelo para que homem volte à Lua

O cientista e físico britânico Stephen Hawking convocou países a enviarem astronautas à Lua até 2020. Para ele, é preciso também construir uma base lunar nos próximos 30 anos e enviar pessoas a Marte até 2025 - tudo isso pensando "no futuro da humanidade".
As previsões de Hawking almejam principalmente reacender programas espaciais globais, forjar novas alianças e dar à humanidade uma nova "sensação de propósito".
O cientista está participando do Starmus Festival, que celebra a Ciência e as Artes e está acontecendo em Trondheim, na Noruega. Ele reforçou lá seus desejos de um novo plano de expansão espacial.

Novos sinais de rádio vindos do espaço surpreendem cientistas
"Essa expansão para o espaço pode mudar completamente o futuro da humanidade", disse o físico britânico.
"Tenho esperanças de que isso uniria países que competem entre si em torno de uma única meta, para enfrentar o desafio comum a todos nós. Um novo e ambicioso programa espacial serviria para engajar os mais novos e estimular o interesse deles em outras áreas, como astrofísica e cosmologia."

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Visita do Centro Educacional Caminhar!!!!!



“Todo grande progresso da ciência resultou de uma nova audácia da imaginação”. 

John Dewey


Obrigado ao Centro Educacional Caminhar pela incrível visita!!!


Confira como foi:





segunda-feira, 1 de maio de 2017

Calourada 2017!!!!!

Na última semana do mês de abril - 2017 foi realizada a 6º Calourada Cultural inaugurando mais um ano letivo no IFFluminense campus Itaperuna e o Caronte não ficou de fora!!!


Oficina de Introdução à Astronomia:






quarta-feira, 26 de abril de 2017

O que o mergulho da sonda Cassini entre Saturno e seus anéis pode revelar

Após 13 anos em órbita, a sonda Cassini-Huygens inicia sua última fase com uma série de mergulhos entre os anéis de Saturno, uma manobra que pode trazer dados sem precedentes sobre o planeta.

A entrada de Cassini nos anéis estava prevista para a madrugada desta quarta-feira. O percurso final da sonda é composto por 22 órbitas com duração de uma semana cada, aproximando-se cada vez mais de Saturno ao cruzar entre seus anéis.

A sonda se movimentará com uma velocidade de 110 mil km/h, tão rapidamente que qualquer colisão com outros objetos - mesmo partículas de terra ou gelo - poderia provocar danos.

Por esse motivo, a sonda usará sua antena maior como um escudo, o que significa que ela ficará inacessível durante o mergulho. Os controladores da agência espacial dos EUA (Nasa) esperam obter uma resposta dela apenas na quinta-feira.

A Nasa chama esses mergulhos de "grand finale" por causa da ambição do percurso. A missão está prevista para terminar em setembro, quando acabar o combustível da nave e ela se lançar sobre a atmosfera do planeta.

Os últimos passos da sonda prometem imagens em resolução sem paralelo e dados científicos que podem desvendar o quebra-cabeça sobre a criação e a história do enorme planeta.

"Vamos terminar essa missão com muitas informações novas, dados incríveis nunca antes descobertos", diz Athena Coustenis, do Observatório de Paris em Meudon, na França. "Esperamos conseguir (dados sobre) composição, estrutura e dinâmica da atmosfera, além de informações fantásticas sobre os anéis".

Nasa/JPL-CALTECH
 
Um objetivo central é determinar a massa e, portanto, a idade dos anéis - formados, acredita-se, por gelo e água. Quanto maior a massa, mais velhos eles podem ser, talvez tão antigos quanto o próprio Saturno.

domingo, 9 de abril de 2017

Caronte no 10th IMAA

Membros do Clube de Astronomia Caronte participam do 10th IMAA - 10º Encontro Internacional de Astronomia e Astronáutica sediado no Instituto Federal Fluminense campus Guarus na cidade de Campos dos Goytacazes, nos dias 6, 7, e 8 de abril, promovido pelo Clube de Astronomia local (Louis Cruls Astronomy Club).

A décima edição do evento contou com palestras, mini-cursos, entre outras atividades relacionadas às mais diversas áreas da astronomia e o Clube de Astronomia Caronte estava lá!

Confira abaixo nossa participação.






Video Replay: Loops of Fire - Incredible views from the surface of the Sun

sexta-feira, 31 de março de 2017

NASA publica a maior foto mundo!!



Aprecie a Galáxia de Andrômeda neste fabuloso vídeo da Maior Foto já Publicada.

As imagens a seguir pertubarão sua noção de Universo!!

Aumente a resolução para ter uma experiência fantástica.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Astrônomos descobrem sistema com 7 exoplanetas, e eles podem ter água


"Não, nós não encontramos ETs, mas nossa descoberta pode ajudar na busca da vida fora do nosso Sistema Solar." A descoberta anunciada pelo ESO (Observatório Europeu do Sul) não é aquela que buscamos há tanto tempo, mas mantém nossa esperança. 
 
Sete exoplanetas foram descobertos orbitando uma estrela próxima, a cerca de 39 anos-luz de distância, de acordo com comunicado feito pela Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) nesta quarta-feira (22). E as condições de alguns deles podem ser favoráveis para água em estado líquido.

A estrela anã que fica no centro desse sistema estelar, como se fosse o nosso Sol, é chamada de TRAPPIST-1, e é um pouco maior que Júpiter (o planeta é cerca de 12 vezes maior que a Terra). Um dos autores da pesquisa, Michael Gilion, explica que se o nosso Sol fosse do tamanho de uma bola de basquete, a TRAPPIST-1 seria uma bola de golfe. 

Estimativas iniciais sugerem que os novos planetas têm massas semelhantes à da Terra e composições rochosas. Para você ter uma ideia, os maiores exoplanetas, o primeiro (por ordem de proximidade da estrela) e o sexto, são 10% maiores que a Terra. Já os menores, o terceiro e o sétimo (o mais distante da estrela), são 25% menores que nosso planeta. A descoberta foi feita em parceria entre astrônomos de todo o mundo, usando telescópios da Nasa e do ESO.

Este é o sistema com o maior número de planetas tão grandes quanto a Terra já descoberto, bem como aquele que tem o maior número de mundos que podem ter água líquida. Antes disso, o sistema com mais exoplanetas já descoberto tinha apenas três planetas.
A descoberta nos dá uma pista de que encontrar outra Terra não é uma questão de 'se' [ela existe], mas de 'quando'."
 
Thomas Zurbuchen, diretor da área de missões científicas da Nasa
Infelizmente, você não deverá estar vivo quando os astronautas conseguirem chegar até os planetas, mas os pesquisadores prometem mais novidades sobre o sistema em apenas cinco anos. 

Pode ter água por lá?


NASA/JPL-Caltech
 
A ilustração mostra como deve ser o sistema planetário de TRAPPIST-1 com base nos dados disponíveis sobre os diâmetros, massas e distâncias dos exoplanetas
 
As análises, publicadas na Nature, indicam que em ao menos seis deles as temperaturas na superfície devem variar entre 0ºC e 100ºC, mas não é possível confirmar que exista água em estado líquido. Ainda é preciso buscar por mais dados.

"Com as condições adequadas da atmosfera, pode ter água em qualquer um dos desses sete planetas. Principalmente em três deles, que estão em localizações privilegiadas", explicou Zurbuchen, durante anúncio.

Nasa
 
Três exoplanetas no meio do sistema são os mais prováveis de ter água em estado líquido. As hipóteses mostram que talvez nos três mais próximos da TRAPPIST-1 seja muito quente para água ficar líquida e não evaporar. No mais distante, é possível que exista gelo. Mas três exoplanetas (o quarto, quinto e o sexto) são os com maior probabilidade de ter vida fora da Terra, por estarem em uma zona habitável com possíveis oceanos. No caso do Sistema Solar, por exemplo, Vênus, Terra e Marte são os planetas na zona habitável.

Cientistas vão continuar estudando o solo e também a atmosfera, para ver se é possível encontrar água e sinais de vida.


Matéria Completa: https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2017/02/22/nasa-descobre-sistema-estelar-com-sete-exoplanetas-e-eles-podem-ter-agua.htm 

Por: Rodrigo de O. França

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Não perca!!!!!!!!!!!!!!



Por: Rodrigo de O. França

Lua Cheia - 11/02/17


Imagens da Lua Cheia deste sábado(11) em Itaperuna-RJ.

Rodrigo de O. França - CARONTE

Rodrigo de O. França - CARONTE

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Primeiro Eclipse Lunar de 2017



O brilho da Lua na madrugada deste sábado (11) foi tão intenso que ainda pela manhã era possível observar o satélite em sua melhor forma. Na noite de sexta-feira esse brilho foi reduzido por algumas horas durante o eclipse lunar penumbral. O efeito é muito suave e de difícil percepção. Veja como foi: 


Gisele Pimenta/Framephoto/Estadão Conteúdo
Início do eclipse lunar em Itapema (SC)
O eclipse penumbral da Lua acontece quando o satélite está cheio e entra na penumbra da Terra, região de menos luz. 


 
Gisele Pimenta/Framephoto/Estadão Conteúdo
Eclipse penumbral da Lua
Apesar de o fenômeno não ser facilmente observado, a Lua perde um pouco do seu brilho.


K.M. Chaudhry/AP
Eclipse lunar penumbral é visto em Lahore, Paquistão
O fenômeno não encobre a Lua, apenas a deixa mais escura. Ele é mais visível na América do Sul, leste do Canadá, na Europa, na África e na Ásia ocidental.



Gisele Pimenta/Framephoto/Estadão Conteúdo
 
Eclipse deixa o brilho da Lua mais suave.

https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2017/02/11/veja-fotos-do-primeiro-eclipse-lunar-de-2017.htm

Por: Rodrigo de O. França 

Quasar


 
Internet
 Os Quasares são buracos negros supermassivos que brilham intensamente. Curioso? Já explico. Para percebermos a natureza destes objectos, é necessário compreender então primeiro este tipo de buracos negros.

Os buracos negros supermassivos, ao contrário dos buracos negros estelares (que se podem formar, juntamente com as estrelas de nêutrons,  após a morte de uma estrela de massa superior a 3 massas solares), têm origem nos primórdios do Universo, de uma forma ainda não muito consensual, quando um movimento caótico de matéria formou regiões de maior densidade. A origem destes buracos negros pode ser semelhante à origem das galáxias.

Os primeiros quasares foram descobertos, através de rádio-telescópios, na década de 50, como fontes de rádio sem um objeto visível correspondente. Na década de 60, foram registados centenas destes objetos e finalmente foi possível observar um deles opticamente. Em 1964, o astrofísico Hong-Yee Ciu atribuiu-lhes o nome de quasares, que significa “quasi-stellar” – em português quase-estelar – por parecerem estrelas mas ao mesmo tempo terem um comportamento completamente diferente.

Os quasares situam-se a milhares de milhões de anos luz de nós, o que significa que estamos a ver algo que aconteceu há milhares de milhões de anos atrás. Um quasar, pode muito bem ser uma galáxia em formação, uma visão dos primórdios do nosso Universo, bem diferente do que conhecemos hoje. O fato de todos os quasares estarem longe de nós, significa que a formação dos quasares era muito mais frequente no início do Universo do que atualmente.

Mais Informações: http://www.astronomoamador.net/2011/o-que-e-quasar

Por: Rodrigo de O. França
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