quinta-feira, 21 de setembro de 2023

ASTROCINE

Sobre o filme: No auge da corrida espacial travada entre Estados Unidos e Rússia durante a Guerra Fria, uma equipe de cientistas da NASA, formada exclusivamente por mulheres afro-americanas, provou ser o elemento crucial que faltava na equação para a vitória dos Estados Unidos, liderando uma das maiores operações tecnológicas registradas na história americana e se tornando verdadeiras heroínas da nação.

Esperamos por você!!

terça-feira, 19 de setembro de 2023

Notícias

  




 O diretor da Agência Espacial Americana (Nasa), Bill Nelson, sugeriu nesta quinta-feira, 14, que o governo do México deveria colocar à disposição da comunidade científica internacional os supostos corpos de alienígenas apresentados ao Parlamento mexicano nesta semana. Cientistas acreditam que os cadáveres não são de ETs, mas uma fraude.


    “Não posso comentar porque não tivemos acesso ao material”, afirmou Nelson. “Mas, se pudesse dar um conselho ao governo do México seria o de disponibilizar o material para análise da comunidade científica internacional.”
Na terça-feira, 12, o ufólogo e jornalista mexicano Jaime Maussan afirmou que foram encontrados no Peru duas múmias de seres que não seriam humanos. Cada um deles tinha baixa estatura, mãos com três dedos e cabeças aparentemente encolhidas ou ressecadas. Maussan afirmou que ainda não queria se referir aos corpos como “extraterrestres”, mas disse: “Se o DNA está nos mostrando que eles são seres não humanos e que não há nada parecido com isso no mundo, nós deveríamos considerar isso como tal.”

    Jaime Maussan já havia feito alegações semelhantes em 2017, no Peru. Um relatório do Ministério Público daquele país concluiu que os “corpos” apresentados na ocasião eram, na verdade, “bonecos fabricados recentemente, que foram cobertos com uma mistura de papel e cola sintética para simular a presença de pele”.

    Na entrevista coletiva da Nasa realizada na manhã desta quinta-feira, Bill Nelson anunciou que a agência terá, a partir de agora, uma diretoria especificamente para estudar o que o governo americano classifica como “fenômenos anômalos não identificados” (UAP, na sigla em inglês), mais popularmente chamados de objetos voadores não identificados (Ovnis).

    A decisão foi anunciada após a divulgação de um relatório sobre o tema. O trabalho foi realizado ao longo de um ano por um painel de especialistas que analisou os dados disponíveis e concluiu que não há evidências para afirmar que a origem dos Ovnis seja extraterrestre. O painel recomendou à Nasa que aumente os esforços para reunir informações científicas confiáveis sobre os fenômenos anômalos.

    Fonte: Site Estadão

Notícias



    A Agência Aeroespacial dos Estados Unidos (Nasa) divulgou na quinta-feira, 14, uma imagem inédita captada pelo telescópio James Webb que demonstra como poderia ser o Sol quando “bebê”. Conforme a agência, na foto é possível ver uma estrela recém-nascida com jatos supersônicos de gás expelidos de seus polos. “Tem apenas algumas dezenas de milhares de anos aqui, mas quando crescer, será muito parecido com o nosso Sol”, afirmou a Nasa.

    Segundo a agência, as regiões brilhantes em torno de estrelas recém-nascidas, como vistas na imagem, são chamadas de objetos Herbig-Haro. “Este objeto Herbig-Haro específico é chamado Herbig-Haro (HH) 211. Ele está a cerca de 1 mil anos-luz de distância da Terra, é um dos objetos mais jovens e mais próximos deste tipo”, disse ainda em publicação nas redes sociais.

    Os objetos Herbig-Haro são criados quando jatos de gás dessas estrelas recém-nascidas formam ondas de choque ao colidirem com o gás e a poeira circundantes. A sensível visão infravermelha do telescópio James Webb pode perfurar o gás e a poeira, captando as emissões de calor provenientes dos fluxos da estrela e mapeando a estrutura com detalhes sem precedentes.

    “Curiosamente, as observações de Webb também mostraram que os fluxos deste objeto são mais lentos em comparação com os de estrelas bebês mais desenvolvidas”, acrescentou a Nasa.

    Ao descrever a imagem, a agência cita que no centro está presente uma fina nuvem horizontal rosada conhecida como Herbig-Haro 211 que é irregular com extremidades arredondadas e inclinada do canto inferior esquerdo para o canto superior direito.

    Fonte: Site Estadão

Notícias


    Elementos na superfície de outros planetas despertam a curiosidade de cientistas por serem importantes indicadores do funcionamento e da composição da atmosfera. Agora, mais um desses fenômenos foi descoberto por astrônomos: um ponto escuro, nunca antes visto por um telescópio terrestre, em Netuno. 

    O ponto escuro foi estudado utilizando um equipamento terrestre chamado de Explorador Espectroscópico de Unidades Múltiplas (MUSE), que consegue dividir a luz captada em várias partes.

    A princípio, os pesquisadores imaginaram que se tratava de uma modificação na organização das nuvens do planeta. No entanto, ao investigar melhor o ponto escuro, descobriram que ele, na realidade, é resultado do escurecimento de partículas presentes no ar, em uma camada logo abaixo da mais externa, composta majoritariamente por sulfeto de hidrogênio, um gás tóxico e denso de odor desagradável. 

    Pontos escuros no planeta já tinham sido observados, em 1989, pela sonda Voyager, da Nasa, mas eles desapareceram alguns anos depois, sem ter sua causa elucidada. “Desde a primeira descoberta de uma mancha escura, sempre me perguntei quais eram as características desse fenômeno indescritível e de curta duração”, afirma o autor do estudo publicado nesta quinta-feira, 24, na Nature Astronomy, e professor da Universidade de Oxford, Patrick Irwin. 

    No futuro, mais estudos precisam ser realizados para entender se essa hipótese está correta e para investigar melhor a composição dessas partículas. “Este é um aumento surpreendente na capacidade da humanidade de observar o cosmos – no início, só poderíamos detectar esses pontos enviando uma espaçonave para lá, como a Voyager, depois ganhamos a capacidade de detectá-los remotamente com o Hubble e agora, finalmente, a tecnologia avançou para permitir que isso seja feito da Terra”, diz Irwin.

    Fonte: Site Veja

 

sábado, 16 de setembro de 2023

ASTROCINE

 

    O filme relata a história de HYPATIA, filósofa, matemática e astrônoma, que viveu em Alexandria no Egito, entre o final do século IV (335) e início do século V (415) da Era Cristã, quando o Império Romano estaca em decadência. Alexandria era habitada por pessoas pagãs, judias e cristãs e possuía a maior biblioteca conhecida. Filha do filósofo e matemático Theon, Hypatia ensinava aos seus contemporâneos, homens que tinham acesso à ciência. Desejada e amada tanto por Orestes, seu discípulo, de classe social, quanto por seu escravo Davus, não pretendia casar-se, mas se dedicar `às suas pesquisas. Com a ascensão do cristianismo, em meio a disputas pelo poder, o Bispo Cyrtil impões a moral cristã a todos os grupos sociais e determina o silêncio às mulheres, selando o destino de Hypatia, acusando-a de ateísmo e bruxaria.

Notícias

 






    Um eclipse solar anular vai acontecer em 14 de outubro, sendo visível para observadores em partes da América do Sul, Norte e Central. Quem acompanhar o fenômeno em sua totalidade vai ver a Lua escondendo grande parte do disco solar, formando uma espécie de anel brilhante ao redor de si.

    No caso do Brasil, o eclipse anular vai poder ser visto em uma faixa dos estados Amazonas, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. Nos demais estados, o fenômeno vai ser visível como um eclipse solar parcial.

    Quando mais distante o observador estiver da faixa, menor vai ser a parte do Sol oculta pela Lua durante o fenômeno — é por isso que no Rio de Janeiro, por exemplo, o eclipse solar vai ser parcial. Por outro lado, quem estiver em cidades como Natal e João Pessoa vai ter uma visão privilegiada do fenômeno.

    A Dra. Josina Nascimento, do Observatório Nacional, destaca a importância de observar o fenômeno de forma segura. “Nunca use um telescópio, pois o dano será imediato e também irreversível”, ressaltou ela. Para acompanhar um eclipse solar com um telescópio sem colocar a visão em risco, é preciso usar um instrumento apropriado e com filtro, sob a supervisão de profissionais.

    Fonte: Canal Tech

segunda-feira, 11 de setembro de 2023

Notícias


    Descoberta foi feita após observação de flashes de raio-x no céu.

    A cada 25 dias, brilha nos céus uma explosão de raios-x que duram cerca de uma semana. O evento curioso é resultado de um fenômeno igualmente triste e espetacular: a lenta morte de uma estrela a cada vez que ela passa próximo do buraco negro de uma galáxia vizinha. 

    A estrela tem mais ou menos o tamanho do nosso Sol e ela tem uma órbita elíptica em torno do centro da 2MASX J02301709+2836050, uma galáxia a cerca de 500 milhões de anos-luz de distância da Via-Láctea. A cada vez que ela se aproxima do buraco negro que está no centro do agrupamento, uma massa equivalente a três Terras é roubada da estrela. Quando começa a cair no buraco negro, a temperatura desse material chega a dois milhões de graus célsius, o que causa a intensa explosão de raios-x.

    “Esta é a primeira vez que vimos uma estrela como o nosso Sol sendo repetidamente destruída e consumida por um buraco negro de baixa massa”, afirma Phil Evans, pesquisador da Universidade de Leicester e autor do artigo publicado na Nature.

    Geralmente, quando as estrelas se aproximam dos buracos negros super massivos que ficam no centro das galáxias, elas são dilaceradas. No entanto, o corpo no centro dessa galáxia é razoavelmente pequeno – com algo entre 10 mil e 100 mil massas solares, ele nem se aproxima dos elementos escuros mais famosos, de 4 milhões e 100 milhões de vezes maiores que a do nosso Sol. 

    Fonte: Site Veja

domingo, 3 de setembro de 2023

Notícias



    Um grupo de cinco mulheres que participam do projeto 'Meninas na Ciência', da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), descobriu oito possíveis asteroides em um programa da NASA. As cientistas têm de 14 a 22 anos e estão entre o ensino fundamental e a graduação.

    Se confirmadas as detecções preliminares, após um processo de validação, elas poderão sugerir nomes aos asteroides que encontraram. O processo leva de três a cinco anos.

    As descobertas aconteceram em duas competições que ocorreram em julho e agosto deste ano, em uma em parceria entre o Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI) e com o International Astronomical Search Colloboration (IASC) da Nasa.

    Na campanha nacional, promovida pelo MCTI, um asteroide foi descoberto e classificado como identificação preliminar. Na campanha internacional, os outros sete asteroides preliminares foram encontrados.

    Durante a competição, as alunas receberam imagens de um satélite e trabalharam na detecção dos asteroides, nome dado aos corpos celestes rochosos que orbitam o Sol.

    Equipe Meninas na Ciência que detectaram os candidatos a asteroides:
  • Ana Lindsey Nogueira Fernandes (19 anos, escola pública)
  • Ana Isadora Calazans Martins (17 anos, escola pública)
  • Vanessa Bitencourt Stuart (22 anos, aluna de graduação da UFSC/instituição pública)
  • Helen Moreira Santos (17 anos, escola privada)
  • Rafaella Amorim Rios (14 anos, escola privada)
    Fonte: G1

 

sexta-feira, 1 de setembro de 2023

Notícias

 



    A Organização Indiana de Pesquisa Espacial (ISRO) vem celebrando a missão bem-sucedida Chandrayaan-3, que enviou o rover Pragyan à Lua. Já em solo lunar, o rover vem enviando imagens fascinantes para a Terra. A última chamou atenção por exibir uma grande cratera de perto.


    Durante sua exploração, o rover Pragyan encontrou uma cratera de 4 metros de diâmetro, com cerca de 3 metros à frente de sua localização. Diante da paisagem, a equipe de controle da missão ordenou que o rover refizesse seu caminho com segurança.

    Com a missão Chandrayaan-3, a Índia se junta aos países que conseguiram levar naves até a Lua, até agora, sendo eles: Estados Unidos, Rússia e a China.

    Fonte: Tech Break

Notícias

    

     A Nasa conseguiu restabelecer contato total com a distante sonda espacial Voyager 2 graças a um "grito interestelar" que endireitou a orientação de sua antena, informou a agência espacial dos Estados Unidos.


    O contato com a sonda havia sido perdido há cerca de duas semanas, depois de um comando errado que inclinou sua antena sutilmente (cerca de 2 graus para longe da Terra) e comprometeu sua capacidade de enviar e receber sinais.

    A Voyager 2 foi lançada em 1977 para explorar planetas externos. Atualmente, ela está a mais de 19,9 bilhões de quilômetros da Terra, muito além do Sistema Solar.

    O Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (JPL, na sigla em inglês), que construiu e opera a sonda, disse que teve êxito em um esforço de longo alcance para enviar instruções que endireitaram a nave.

Fonte: G1
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