segunda-feira, 27 de maio de 2013

Asteroide do comprimento da avenida Paulista sobrevoa Terra este mês.


Um asteroide com 2,7 quilômetros de comprimento, o tamanho da avenida Paulista em São Paulo, vai sobrevoar a Terra no dia 31 de maio, anunciaram nesta sexta-feira (17) investigadores ao site space.com. O corpo celeste, denominado 1998 QE2, não representa uma ameaça para o planeta e passará a uma distância de 5,8 milhões de quilômetros da Terra. A maior distância da Terra a Lua é de 405,7 mil km e do Sol é cerca de 150 milhões de km.

A aproximação do asteroide à Terra será examinada por dois grandes telescópios - o observatório Goldstone, na Califórnia, e o radiotelescópio de Arecibo, em Porto Rico. O asteroide 1998 QE2 foi descoberto em agosto de 1998 por astrônomos do projeto Lincoln Near-Earth Asteroid Research (Linear), do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

O nome do asteroide vem da organização Centro de Planetas Menores, em Cambridge, que o nomeia de acordo com um sistema alfanumérico que demonstra a data em que o corpo celeste foi descoberto.

Em fevereiro, um asteroide com cerca de 45 metros de diâmetro e 130 mil toneladas passou a  27 mil quilômetros da Terra  sem causar danos ao planeta, horas depois de um meteorito muito menor e inesperado cair na Rússia provocando pânico e sua explosão deixar mais de mil feridos.

Em março,  o asteroide 2013 ET de 140 metros de comprimento, o tamanho de um quarteirão, passou a 950 mil quilômetros da Terra. A distância é cerca de duas vezes e meia a que separa o planeta da Lua.

Diante destes fatos recentes, astrônomos começaram a demonstrar preocupação quanto a possibilidade de a Terra ser atingida por objetos espaciais. "Os grandes asteroides são uma ameaça cada vez maior para a Terra, por isso será preciso investir mais no estudo destes corpos celestes, que até agora não estavam no centro das investigações espaciais", afirmou o cientista Yuri Zaitsev, da Academia de Engenharia da Rússia. Já a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) garantiu que não existe nenhum corpo celeste que represente uma ameaça letal à humanidade nas próximas centenas de anos.

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