terça-feira, 29 de novembro de 2022

NOTÍCIA

     Pesquisadores especulam que poças subterrâneas de água salgada na lua Europa, de Júpiter, podem ser semelhantes à água encontrada em algumas regiões da Terra, o que poderia sinalizar as condições para a existência de vida. Se as geleiras da lua tiverem se formado de modo parecido com aquelas da Groenlândia, por exemplo, bolhas podem ajudar a fazer com que substâncias químicas necessárias à vida circulem pelas poças.


    Europa mede cerca de 3,2 mil quilômetros de diâmetro, sendo um pouco menor do que a nossa Lua. O interesse astronômico por ela cresceu quando observações feitas a partir da Terra apontaram para a existência de um oceano profundo a alguns quilômetros de sua superfície. Estima-se que seus mares podem ser até duas vezes mais volumosos do que todos os oceanos terrestres juntos.

    O estudo que relata a comparação entre Europa e ecossistemas da Terra e a possibilidade de a vida ser viável na lua de Júpiter foi publicado na revista científica Nature Communications.

    A busca humana por vida fora da Terra é milenar, e parecemos estar cada vez mais perto de uma possível resposta. Ainda assim, é preciso ter em mente que é perfeitamente plausível, dada a vastidão do universo, que jamais cheguemos a uma conclusão sobre se estamos sozinhos por aqui.




segunda-feira, 3 de outubro de 2022

INFORMAÇÃO!


Notícia!!! 

A agência espacial norte-americana fez uma transmissão ao vivo do momento em que a sonda colide com o asteroide. 

O ato de colidir ocorreu com a lua Dimorphos, que orbita um asteroide um pouco maior chamado de Didymos.


"[Essa missão] não vai destruir o asteroide. Não vai transformá-lo em um monte de cacos", lembra Nancy Chabot, cientista planetária que administra a iniciativa.

O sistema Dimorphos/Didymos não oferecia risco à Terra, segundo a Nasa, e foi escolhido por ser relativamente perto e por oferecer a possibilidade de monitorar se a mudança de trajetória foi obtida.

A Nasa investiu mais de US$ 330 milhões no programa. A agência afirma que não há chance alguma que qualquer um dos asteroides represente um perigo para a Terra agora ou no futuro.

Segundo a Nasa, o impacto deve criar apenas uma cratera com dezenas de metros de largura e lançará um milhão de quilos de rocha e poeira no espaço.

O teste espacial ocorreu a cerca de 11 milhões de quilômetros da Terra e faz parte da chamada missão DART, ou Missão de Teste de Redirecionamento de Asteroide Binário (em tradução livre do inglês).

Missão da Nasa atinge asteroide em teste contra futuras ameaças espaciais,  tendo capacidade de desviar a rota de corpos celestes que, hipoteticamente, poderiam entrar em rota com a Terra no futuro. Entretanto, a Nasa afirma que não há ameaça do tipo conhecida contra o planeta.

Fonte: G1

ASTROCINE


 

INFORMAÇÃO

 


Encontre um exoplaneta

    O Instituto SETI (Busca por Inteligência Extraterrestre) firmou uma parceira com a NASA e com a fabricante de telescópios Unistellar para lançar um novo programa de detecção de exoplanetas.

    A ideia é que o esforço envolva voluntários, conhecidos como cientistas cidadãos, de todo o mundo - não é preciso ter cursos formais na área de astronomia para participar.

    Os astrônomos amadores serão convidados a ajudar a confirmar os candidatos a exoplanetas identificados pelo observatório TESS, o telescópio caçador de exoplanetas da NASA, que procura plantas extrassolares pela técnica do trânsito.

A maioria dos exoplanetas conhecidos foram detectados usando o método de trânsito, principalmente pelo telescópio espacial Kepler e agora pelo TESS - um trânsito é quando um planeta passa entre sua estrela e o observador, que verá a estrela escurecendo à medida que o planeta orbita.

Candidatos a planetas

    A demanda por observações de acompanhamento, que possam confirmar ou descartar os candidatos a exoplanetas, é maior do que nunca. Atualmente, existem mais de 5.100 exoplanetas confirmados, mas há milhares de detecções a serem confirmadas, algumas ainda pendentes do Kepler e novas surgindo todos os dias pelo TESS. O novo programa de ciência-cidadã concentrará seus esforços em exo-júpiteres detectados por essas duas missões da NASA.

    Algumas estimativas sugerem que o TESS identificará mais de 10.000 candidatos a exoplanetas. As observações de acompanhamento são essenciais para determinar se os candidatos são falsos positivos, como aqueles causados por estrelas binárias eclipsantes, ou trânsitos de estrelas de massa baixa.

Isso exige re-observações regulares por sistemas terrestres. A Unistellar possui um equipamento talhado para isso, chamado eVscope, mas os voluntários poderão usar seus próprios telescópios. Além disso, a empresa fornecerá orientação profissional e curadoria para cada alvo selecionado.

    Maiores informações para quem quiser participar podem ser obtidas (em inglês) no site do programa, no endereço https://science.unistellaroptics.com.


domingo, 19 de junho de 2022

 ☄️🧡

O Dia Internacional do Asteroide é uma data internacional estabelecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas, como sendo o dia 30 de junho de cada ano e destina-se a alertar a comunidade planetária sobre a ameaça de um impacto catastrófico por um asteroide.

Nós do Clube de Astronomia Caronte, IFF Campus Itaperuna- RJ, convidamos  você para participar conosco dessa palestra com o ilustre Adonis Azevedo!!  

Anota aí!!! 

•Dia: 30 de junho

•Horário: 18h 

•Local: Parque acadêmico, no auditório. 



sábado, 11 de junho de 2022

 

7 museus com mostras virtuais gratuitas para quem ama astronomia

Olá, leitor(a)!

O espaço sideral é um lugar pouco explorado pelos seres humanos devido a sua imensidão e dificuldade de acesso. Apesar disso, as tecnologias que foram construídas e aprimoradas ao longo dos séculos XX e XXI possibilitaram o contato com o espaço e alguns de seus fenômenos e elementos (como a ida à Lua), gerando admiração em milhões de pessoas em todas as partes do mundo.

Pensando no público que ama esse universo, nós reunimos 7 mostras on-line gratuitas de museus dedicados a preservar a história da astronomia e de tecnologias aeroespaciais. De roupas espaciais à observação de planetas e constelações, os materiais são ricos em opções que satisfazem todos os tipos de fãs.

As exposições contam com o acervo disponibilizado pelos próprios museus e planetários, e possui fotos do espaço, de aeronaves, de medalhas, de roupas especiais, entre outros artefatos e registros.

 Vamos apresentar as mostras a seguir:

1. Smithsonian´s National Air and Space Museum

O Museu Nacional Smithsonian, localizado em Washigton D.C., nos Estados Unidos, possui a maior e mais relevante coleção de artefatos aeronáuticos e espaciais do mundo. A mostra possui mais de 2000 itens e 108 histórias sobre o espaço e a astronomia para o(a) usuário(a) explorar.

Além disso, o Museu conta com o Centro de Estudos da Terra e Planetários, voltado para disseminar conhecimento sobre os planetas do sistema solar. As exposições estão em inglês e podem ser traduzidas para outro idioma por meio do Google Tradutor. Clique aqui para acessar o material completo.

2. Planetarium Copenhagen

Esse planetário, localizado na Dinamarca, é voltado para explicar de fenômenos espaciais. Cada exposição aborda, de maneira didática e simples, algum fenômeno ou elemento presente no espaço, como buracos negros, supernovas e chuva de meteoros.

Com um acervo de fotos em alta definição, o site também oferece explicações sobre o sistema solar e missões a Marte. O conteúdo está em inglês e pode ser traduzido para outro idioma por meio do Google Tradutor. Clique aqui para acessar o site.

3. Adler Planetarium

Além do acervo aeroespacial, o Adler possui forte atuação e parceria com os bairros e escolas próximas ao planetário. O foco da instituição é promover o conhecimento sobre a história do espaço e as descobertas que possibilitaram sua exploração.

As exposições disponíveis on-line abordam conceitos e histórias sobre a área aeroespacial ao longo dos séculos, do Código Kepler à Missão Apollo 13. A mostra está em inglês e pode ser traduzida para outro idioma por meio do Google Tradutor. Clique aqui para acessar o material completo.

4. Museu do Amanhã

Localizado na cidade do Rio de Janeiro, o Museu do Amanhã traz reflexões sobre grandes mudanças e os caminhos que estão sendo construídos para o futuro. A mostra também busca promover a inovação e a ciência, e abordar pontos críticos do planeta Terra.

O conteúdo está em português e conta com cerca de 2000 itens cedidos pelo Museu para a produção das 17 exposições on-line disponíveis no site. Clique aqui para acessar o material completo.

5. Planetário Galileo Galilei

Esse planetário possui sede em Buenos Aires e busca atender todos os públicos que se interessam por astronomia, de crianças a idosos. A instituição tem conteúdo de divulgação científica para crianças e de observação do planeta, possui uma biblioteca de livros para todas as idades sobre astronomia, entre outros materiais.

Além disso, o Planetario conta com um podcast sobre ciências para aumentar a variedade e o alcance do conteúdo. O site está em espanhol e pode ser traduzido para outro idioma por meio do Google Tradutor. Clique aqui para acessar o portal.

6. Canada Aviation and Space Museum

Esse museu é dedicado a preservar e divulgar a história da aviação no Canadá, em um contexto internacional. A mostra também aborda a tecnologia aeroespacial na aviação, à medida que os avanços se expandiram e a área passou a incluir o voo espacial.

Apesar de pouco material, a exposição é rica em curiosidades e histórias interessantes. O conteúdo está em inglês e pode ser traduzido para outro idioma por meio do Google Tradutor. Clique aqui para acessar o material completo.

7. Museum of Cosmonautics

A última mostra faz parte do Museu russo construído em homenagem aos cosmonautas, responsáveis pelo lançamento do primeiro satélite artificial para o espaço. O acervo conta a história do lançamento e evidencia o papel das mulheres na corrida aeroespacial.

O conteúdo está em inglês e pode ser traduzido para outro idioma por meio do Google Tradutor. Clique aqui para acessar o material completo.

terça-feira, 24 de maio de 2022

 

Estudantes do IFF Itaperuna fazem lançamentos dentro da Mostra Brasileira de Foguetes

Foguetes construídos com garrafas PET foram lançados no campus nesta quarta-feira, durante a etapa local da competição. Na sexta, foi aplicada a prova para os inscritos na Olimpíada de Astronomia

O Clube de Astronomia do Noroeste Fluminense (Caronte), projeto desenvolvido pelo Instituto Federal Fluminense (IFF) Campus Itaperuna promoveu na tarde da quarta-feira, 18 de maio, a etapa local da Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG) 2022. A competição consiste na construção e lançamento de foguetes feitos com garrafas PET, a partir de uma base de lançamento, e que tem como combustível, geralmente, água e ar comprimido.

De acordo com o coordenador do Clube de Astronomia e professor de Física do IFF Itaperuna, Adriano Ferrarez, o desafio dos participantes é montar os foguetes e fazer o lançamento o mais distante possível.

"A competição exige conhecimentos interdisciplinares, trabalho em equipe e contribui para o desenvolvimento pessoal, interpessoal e socioemocional dos alunos participantes”, ressalta o professor.

O IFF Itaperuna tem quatro equipes na disputa da Mostra Brasileira de Foguetes deste ano: AgroBoy, Caminhão Pipa, Hale-Boop e Star Ship.

Segundo Pilar Hygino, bolsista do Projeto Caronte e estudante do Curso de Licenciatura em Química, os preparativos para a próxima competição já começaram:

"Para a Olimpíada Brasileira de Astronomia (OBA) 2023, o Projeto Caronte fará uma ampla divulgação e realizaremos oficinas preparatórias durante todo o ano para a prova da OBA e também para a Mostra de Foguetes”, afirma.

A prova da OBA foi aplicada para os alunos inscritos do IFF Itaperuna na sexta-feira, 20 de maio, às 15h30, no Auditório do Parque Acadêmico Industrial.









domingo, 15 de maio de 2022

Eclipse total da Lua ocorre neste domingo e será visível em todo o Brasil









        Isso quer dizer que o Sol, a Terra e Lua se alinharão e a Lua passará na sombra da Terra. O fenômeno poderá ser visto também em toda a América do Sul e Central e partes da América do Norte, Europa e África.

        Alessandra Abe Pacini, cientista do grupo de Física Espacial da Universidade do Colorado, explica que, ao longo da noite, veremos a Lua sumindo com a sombra da Terra passando na frente.

        Quando o evento chegar em sua totalidade (perto da 1h11 da manhã, no horário de Brasília), e a sombra encobrir completamente o disco lunar, a Lua ficará avermelhada, isso porque não teremos a incidência direta da luz do Sol no nosso satélite natural.


        Fonte: g1/Ciência


        Acompanhe o Eclipse Lunar por nossa tabela de horários fixada a esse post!! Vamos juntos levar o conhecimento científico!! 😀🌕☀️🌎



quarta-feira, 4 de maio de 2022

Alunos do IFF Itaperuna vão estar presentes na Olimpíada de Astronomia e Mostra de Foguetes

    Após dois anos, o evento volta a acontecer em formato presencial, com aplicação das provas no dia 20 de maio.
    A Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG) é uma olimpíada inteiramente experimental, pois consiste em construir e lançar, obliquamente, foguetes, a partir de uma base de lançamento, o mais distante possível. Foguetes e bases de lançamentos devem ser construídos por alunos individualmente ou em equipes de até três componentes.


    Na edição de 2021, a aluna do 3º ano do Curso Técnico Integrado em Química Mariah Zanon Novaes conquistou a medalha de prata. Isso porque em 2020 ela já havia sido medalhista de bronze na OBA.
    “Sempre me interessei muito por assuntos relacionados ao espaço, estrelas, galáxias, tanto que participo de um projeto no IFF de astronomia e o tema do meu TCC foi sobre a química na formação do universo e sobre como seria de grande importância uma maior inclusão da astronomia no ensino médio. Eu faço a prova da OBA desde quando estava no 6º ano do Ensino Fundamental e sempre gostei muito pelo fato de aprender coisas novas a cada ano quando estudo para fazer essa prova”, conta a estudante.
    De acordo com o representante da OBA no Campus Itaperuna, o professor Adriano Ferrarez, a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica cumpre um importante papel na popularização da ciência.
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