sexta-feira, 12 de abril de 2024

Notícias


    Enquanto as atenções do mundo se voltam para o eclipse solar total de 8 de abril, o distante sistema binário Corona Borealis está ocupado se preparando para o seu próprio momento de glória: uma de suas estrelas irá gerar uma espetacular explosão de nova.


    Localizado a 3 mil anos-luz da Terra, o sistema fica no céu do hemisfério norte do nosso planeta. Ele é formado por uma estrela anã branca morta e uma gigante vermelha envelhecida.

E a anã branca – chamada T Coronae Borealis, ou T CrB – está a ponto de passar por uma explosão de nova que, segundo a Nasa, ocorre uma única vez durante uma vida humana.

    O raro evento cósmico deve acontecer em algum momento até setembro de 2024. Ele provavelmente será visível a olho nu no hemisfério norte. A Nasa afirma que não serão necessários telescópios caros para testemunhar o acontecimento cósmico.

🗓️ As explosões da T CrB ocorrem apenas uma vez a cada cerca de 80 anos. A última foi em 1946.

quarta-feira, 10 de abril de 2024

ECLIPSE SOLAR 2024

 









  Eclipse ocorreu na tarde desta segunda-feira (8), mas só pôde ser visto em alguns pontos pelo mundo. Cidades receberam milhares de turistas apenas para acompanhar o fenômeno.

segunda-feira, 8 de abril de 2024

DIA MUNDIAL DA ASTRONOMIA


     O Dia Mundial da Astronomia é comemorado anualmente em 8 de Abril.

    A Astronomia é a ciência que estuda a imensidão do universo e tudo que há nele, desde planetas, estrelas, comentas, galáxias e etc. 

    O ser humano está olhando para os céus há milhares de anos, em busca de respostas para perguntas que parecem nunca ter fim sobre o que existe além do "manto azul" do firmamento. 

    Os astrônomos, estudiosos e cientistas que estudam a ciência da Astronomia, procuram encontrar as respostas para as grandes (e pequenas) questões sobre o que há na imensidão do cosmos e como ele funciona. 

NOTÍCIAS

   







  Pela primeira vez, os astrônomos da Agência Espacial Europeia detectaram um fenômeno semelhante a um arco-íris fora do nosso Sistema Solar, conhecido como "Efeito Glória". Esse fenômeno ocorre quando a luz é refletida por nuvens feitas de uma substância uniforme e desconhecida. O estudo sobre essa descoberta foi publicado online em 5 de abril na revista Astronomy & Astrophysics.


    A descoberta foi feita no exoplaneta gasoso e ultra quente WASP-76b, localizado a 637 anos-luz de distância, utilizando dados da missão Cheops (Characterizing ExOplanet Satellite, ou Satélite para Caracterização de Exoplanetas, em tradução) pertencente agência europeia. Os dados foram recolhidos em missões desta unidade de pesquisa espacial e da Nasa.

    Os pesquisadores acreditar ser o primeiro “Glória” extrasolar. Esse fenômeno ocorre com frequência na Terra e detectada em Vênus, em 2014. "Ela requer condições muito peculiares", explica Olivier Demangeon, astrônomo do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço em Portugal e autor principal do estudo, em comunicado.

    Para a equipe, a detecção do efeito de glória em WASP-76b oferece uma nova maneira de entender esses mundos distantes e estranhos. No entanto, eles destacam que são necessárias mais evidências para confirmar completamente essa descoberta.

NOTÍCIAS

  


      Especialistas discutem em artigo como a astronomia medieval era praticada e compreendida, destacando as reflexões do pensador monástico medieval Gervásio da Cantuária

    Há mais de 800 anos, por volta de 1195, Gervásio, um monge baseado na Catedral da Cantuária, incluiu em suas crônicas uma série de reflexões sobre fenômenos naturais, principalmente celestes. Nisso, ele estava longe de ser incomum. Pensadores monásticos medievais frequentemente registravam eventos celestes, como eclipses.

    A maioria das observações medievais do céu era feita a olho nu. Os cronistas, se não estivessem observando o evento eles próprios, confiariam em um testemunho ocular ou em outros registros escritos para obter os detalhes.

    Tecnologias como o astrolábio – um instrumento primitivo para mapear as estrelas - eram comuns na Europa medieval a partir do século 12 e já eram conhecidas muito antes nas regiões islâmicas (influenciadas pela civilização islâmica). Embora os primeiros cronistas celestes europeus também usassem modelos astronômicos traduzidos para o latim do grego e do árabe, eles não tinham telescópios nem nenhum outro equipamento tecnológico disponível hoje.

    Gervársio viveu em um mundo onde se acreditava que a natureza estava intimamente ligada à atividade humana. O universo antigo e medieval colocava a Terra no centro, com uma série de esferas a rodeando, divididas em duas zonas.

    Abaixo da Lua, essas esferas eram dos elementos: terra e água, ar, fogo. Acima da Lua vinham as esferas dos planetas: Mercúrio, Vênus, o Sol, Marte, Júpiter, Saturno e depois as estrelas, fixadas em suas constelações.

    No contexto de um universo de esferas, os pensadores antigos e medievais trabalhavam com o princípio de que o que está acima afeta o que está abaixo. É importante apreciar que isso explica a séria atenção dada à astrologia no pensamento antigo e medieval. Os planetas, acreditavam eles, tinham efeitos no mundo humano. Os fenômenos naturais, dessa forma, estavam conectados e eram integrados para entender esse mundo. 

sexta-feira, 5 de abril de 2024

CURIOSIDADES






    Nosso sistema solar possui uma gama diversificada de planetas, mas alguns deles podem compartilhar um fenômeno comum com a Terra: a chuva.

    A chuva que encontramos na Terra é composta de gotículas de água, mas isso não é regra em outros planetas. 

    Quanto mais os cientistas conhecem sobre as nuvens e a precipitação em outros planetas, melhor podem prever os climas planetários e desvendar, por exemplo, o clima anterior em planetas como Marte ou da lua de Saturno, Titã.

    Pesquisadores determinaram que podem calcular os aspectos das gotas de chuva em outros planetas e luas em nosso sistema solar, como forma, velocidade de queda e velocidade de evaporação. Com base nestes dados, cientistas foram capazes de determinar que as gotas de chuva caem das nuvens para a superfície, independentemente de suas composições ou das diferentes atmosferas ou ambientes em que existam. O estudo foi publicado na semana passada no Journal of Geophysical Research: Planets da União Geofísica Americana.

quarta-feira, 3 de abril de 2024

HISTORINHAS ASTRONÔMICAS

 





















NOTÍCIAS



    Um eclipse solar total ocorre quando a Lua passa entre a Terra e o Sol, bloqueando completamente a luz solar e criando uma sombra escura na Terra por um breve período de tempo.

terça-feira, 2 de abril de 2024

Notícias





    O agrupamento de estrelas com o brilho mais fraco e a menor massa nos arredores da Via Láctea já observado foi detectado por um grupo de astrônomos da Universidade de Victória (Canadá) e Universidade Yale (Estados Unidos). O sistema, que recebeu o nome Ursa Major III/UNIONS 1 (UMa3/U1), também pode ser o que tem a maior presença de matéria escura já registrado.


    “UMa3/U1 está localizado na constelação da Ursa Maior. Está em nosso quintal cósmico, por assim dizer, a cerca de 30 mil anos-luz do Sol“, disse em comunicado Simon Smith, estudante de pós-graduação em astronomia na Universidade de Victoria e autor principal do estudo, publicado na revista científica The Astrophysical Journal.

    “UMa3/U1 havia escapado à detecção até agora devido à sua luminosidade extremamente baixa“, explicou Smith.

    Segundo os pesquisadores, o pequeno sistema é composto por cerca de 60 estrelas com idades que podem passar dos 10 bilhões de anos de idade e estão espalhadas em uma distância de apenas 10 anos-luz. O agrupamento é considerado extremamente leve pelos astrônomos, com uma massa equivalente a apenas 16 vezes a massa do Sol.

    Os dados obtidos em telescópio confirmaram que o sistema está ligado pela interação gravitacional entre as estrelas, o que significa que o UMa3/U1 pode ser considerado uma galáxia anã ou um aglomerado estelar.

NOTÍCIAS

 



    Com 13,7 quilômetros de diâmetro e 450 metros de altitude, a cratera que forma a Serra da Cangalha é uma das maiores do país. Formada pelo impacto da queda de um meteorito há 300 milhões de anos, o local fica em Campos Lindos, região norte do Tocantins, e é considerada um monumento geológico.

Em entrevista ao g1, o professor de geologia geral e geomorfologia da Universidade Federal do Tocantins, Fernando de Morais, explicou que o meteorito que provocou a cratera em Campos Lindos não tocou no chão e as mudanças no solo foram causadas por uma liberação de energia.

 "No caso da Serra da Cangalha, o meteorito não chegou a tocar no chão. Na realidade tem toda uma força que a gente chama de bólido, né? A gente chama meteorito exatamente porque ele é uma rocha que atravessou a atmosfera. E aí ele se desfez antes mesmo de tocar no solo, mas liberou uma quantidade enorme de energia que deformou as rochas que compõem a bacia sedimentar do Parnaíba".

As maiores crateras do Brasil
A Serra da Cangalha é a quarta maior cratera do país. A primeira é o Domo de Araguainha, que fica entre Goiás e Mato Grosso e tem 40 quilômetros de diâmetro. Seguida pela cratera oceânica Praia Grande, na Bacia de Campos em São Paulo e a formação de São Miguel do Tapuio, no Piauí.

Veja as oito maiores crateras formadas por queda de meteorito no Brasil:
  • Domo de Araguainha, entre Goiás e Mato Grosso - 40 km
  • Cratera oceânica Praia Grande, na Bacia de Campos em São Paulo - 20 km
  • São Miguel do Tapuio, no Piauí - 17,5 km de diâmetro
  • Serra da Cangalha no Tocantins - 13,7 km
  • Domo de Vargeão - em Santa Catariana - 11 km
  • Vista Alegre, no Paraná - 9,5 km
  • Cerro do Jarau, no Rio Grande do Sul, com 5,5 km
  • Anel do Riachão, no Maranhão - 4,5 km de diâmetro
           Fonte: G1




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