terça-feira, 9 de setembro de 2014

23 curiosidades super interessantes sobre o Universo

O Universo e a Astronomia são já de si fascinantes, mas entre grandes descobertas, imagens fantásticas e factos surpreendentes, existem pequenas curiosidades super interessantes para todos os entusiastas. Neste artigo reunimos as 23 curiosidades que achamos mais fantásticas para partilhar. Algumas são do conhecimento geral, como a 9ª, mas relembrar também é bom para o nosso conhecimento cientifico do que nos rodeia.



A Terra pesa 5 980 000 000 000 000 000 000 000 kg;

Se estás a tentar decorar o nome das estrelas, começa por esta: Torcularis Septentrionalis. Não a consegues pronunciar, mas também não consegues esquecer;

Um carro a 160km/h demoraria 221 000 milhões de anos a chegar ao centro da Via Láctea;

O Universo expande-se cerca de 1,6 biliões de km por hora;

Os astronautas não podem chorar. Não que seja lei, mas porque não existe gravidade para 
que as lágrimas possam escorrer;

As interferências nas televisões são provocadas pelas ondas do Big Bang no início do 
Universo;

A constelação do Cruzeiro do Sul tem 54 estrelas, das quais só consegues ver 5 à vista desarmada;

O maior vulcão conhecido situa-se em Marte, o Monte Olimpo, 3 vezes mais alto que o nosso Monte Evereste;

A Lua afasta-se da Terra cerca de 3cm por ano;

As estrelas anãs são tão densas, que um dado feito desse material pesaria tanto como um carro;

A estrela Eta Carinae emite cerca de 5 milhões de vezes mais energia que o Sol;

Todos os anos caem cerca de 150 toneladas de meteoritos e fragmentos na Terra. Trata-se de uma média de 410kg por dia;

Em 1846 foi anunciada a descoberta de uma 2ª lua em órbita da Terra. Mais recentemente, entre 1966 e 1969, foram anunciadas mais 10 luas. Todas acabaram por não se demonstrar verdadeiras;

As estrelas não cintilam. O que vemos, é a interferência da atmosfera terrestre na luz que chega até nós;

Planeta é uma palavra grega que significa viajante. Deram esse nome aos planetas pois estes se deslocavam em relação às estrelas “fixas”;

O Telescópio Espacial Hubble é capaz de fotografar os olhos de uma mosca a 13 700km de distância, teoria ainda não demonstrada devido à inexistência de moscas no espaço;

A ventania em Neptuno chega a atingir os 2 100km/h;

O impacto da alunagem da Apollo 12 fez com que a superfície lunar vibrasse durante 55 minutos;

Não conseguimos ver uma única estrela em tempo real, e a maioria vemos mesmo com milhares de anos de atraso. Até o nosso Sol demora 8 minutos e 20 segundos a chegar a nós, pelo que se explodisse, demoraríamos esses 8 minutos para nos apercebermos. E algumas estrelas que observamos no céu podem já não existir…

Já agora, 45% dos americanos desconhecem que o Sol é uma estrela;

O primeiro pé a pousar na Lua (de Neil Armstrong) calçava o número 41;

O buraco negro mais pequeno já descoberto, tem apenas 24km de diâmetro. Não te iludas: na verdade estes micro buracos negros exercem uma força de atracção muito mais forte 
que os grandes, ou seja, quanto mais pequenos, mais devastadores;

O teu corpo junto do buraco negro da curiosidade acima, seria transformado num simples fio de esparguete.

domingo, 7 de setembro de 2014

A fase da Lua influência no corte de cabelo?

Não há nenhuma comprovação científica para a influência da Lua na data do corte de cabelo. Isso é uma crença popular. A Lua influencia na agricultura (a luz dela pode modificar o crescimentos das plantas, a atividade dos insetos de voo noturno e no comportamento noturno de alguns animais e ect), nas marés e pode influenciar em lençóis freáticos. Essas são algumas das mais significativas que pude lembrar. No caso dos cabelos, a luz da Lua e a sua gravidade têm influência insignificante.


domingo, 31 de agosto de 2014

O que é uma estrela cadente?


Quando olhamos aquele risco de luz cruzar o céu e fazemos nossos pedidos, na verdade estamos nos dirigindo a um meteoro que sequer é capaz de emitir luz. Realizando-se ou não o desejo, o certo é que a expressão "estrela cadente" não é muito precisa, segundo Basílio Xavier Santiago, professor do Departamento de Astronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). "Não se tratam realmente de estrelas, como o Sol ou as que vemos no céu noturno, e sim de objetos rochosos que normalmente não emitem luz", diz.

Quando uma destas rochas entra na atmosfera da Terra com velocidade de dezenas de quilômetros por segundo, o atrito com o ar as aquece muito rapidamente, e elas geralmente são incineradas. É isso que gera a luz.

Apesar de não o presenciarmos com muita frequência, o fenômeno está longe de ser raro. "Todo os dias, milhões de quilogramas de rochas atingem a Terra. Em sua grande maioria, as rochas são muito pequenas e acabam completamente incineradas muito antes de se aproximar do solo. Somente as de maior massa penetram toda a atmosfera e chegam ao solo. Estas causam um impacto sobre os oceanos ou sobre o solo, deixando, no último caso, uma cratera. Nesses casos, chamamos a rocha de meteorito", esclarece o professor.

Por que os quatro primeiros planetas do sistema solar são rochosos e os mais distantes são gasosos?


Logo após a formação do Sol, há 4,5 bilhões de anos, as moléculas de gás e poeira que circulavam ao seu redor começaram a se juntar, formando embriões de planetas. O vento solar acabou por soprar os gases para longe, formando os planetas gasosos, mais distantes. Mais pesada, a poeira formou os planetas próximos ao Sol. "Quanto ao tamanho, os planetas gasosos costumam ser maiores do que os rochosos porque é mais fácil aglomerar gás do que partículas", explica o astrônomo Eduardo Janot, professor do Instituto Astronômico e Geofísico da USP.

Por que os planetas são redondos?



A esfera é a única figura geométrica na qual todos os pontos da superfície estão à mesma distância do núcleo. É natural, portanto, que corpos com grande quantidade de massa e forte campo gravitacional, que tudo atrai para seu núcleo, se tornem esféricos. Na verdade, os planetas não são totalmente redondos. São ligeiramente achatados, devido ao movimento de rotação.

O que havia antes do Big Bang? O Universo é finito?


Há poucas respostas sobre o que havia antes da suposta explosão de 13,5 bilhões de anos atrás, o Big Bang, que formou o Universo. "Quando extrapolamos a expansão do universo, observada atualmente, temos evidências de que ele deveria ser extremamente compacto e quente (antes do Big Bang). Mas não temos como saber o que havia antes", afirma a astrônoma da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) Thaisa Storchi Bergmann.

Já sobre o tamanho do Universo, Bergmann é um pouco mais conclusiva. "Acredita-se sim que o universo seja finito, pois começou há 13,5 bilhões de anos e tem se expandido desde então até um tamanho finito. Mas pode ser que, assim como existe o nosso Universo, existam outros com os quais não podemos nos comunicar ou observar."

Por que o espaço é escuro mesmo nas proximidades do Sol?



A luminosidade azulada que percebemos na Terra de dia é resultado da difusão dos raios solares na atmosfera. A ausência de matéria que exerça função semelhante em outras regiões do espaço torna-o escuro.


Por que às vezes a Lua muda de cor?



A Lua, que durante o dia sempre é "vista na cor branca, às vezes, durante a noite, assume um tom amarelado. Isso porque nosso cérebro percebe a cor da Lua de maneira diferente nesses dois períodos. Durante o dia, o céu azul, iluminado pelos raios solares, permite ao cérebro perceber melhor a cor verdadeira do satélite.

 À noite, sem a luminosidade do Sol, nosso cérebro tem maior dificuldade para calcular a cor correta da Lua. Nos períodos mais secos do ano, esse efeito pode ser intensificado em função de partículas de poeira e poluição suspensas na atmosfera.

Como se sabe a idade do universo?


Há várias formas de fazer esse cálculo. Uma delas é utilizar um índice numérico conhecido como constante de Hubble, que relaciona a velocidade atual de expansão do universo com a distância entre as galáxias. A partir dessa relação é possível descobrir desde quando as galáxias estão se movimentando e, conseqüentemente, quando o universo nasceu.

Outra forma é considerar a idade das galáxias como o limite mínimo para a idade do universo inteiro. Pode-se estabelecer esse tempo pela análise das características das estrelas. Cor, temperatura e massa variam de acordo com o estágio evolutivo em que o astro se encontra. Existem ainda cálculos de física nuclear, que rastreiam isótopos radioativos em meteoritos. É o equivalente ao carbono 14 usado para a datação de fósseis.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Por que a Lua tem tantas crateras?

















Ao contrário da Terra, ela não possui uma atmosfera para frear ou desintegrar os meteoros que se dirigem à sua superfície. Resultado: esses corpos celestes acabam atingindo o solo lunar com força total, causando buracos que variam conforme a dimensão e a forma de cada um. 

A maioria das grandes crateras da Lua foi formada por uma tremenda chuva de meteoros ocorrida há cerca de quatro bilhões de anos, que atingiu todo o Sistema Solar. "Foi tamanho o fenômeno que deixou as luas de Júpiter e Saturno com os mesmos tipos de marcas", diz o astrônomo Augusto de Minelli, da USP. 

A maior parte das crateras da Lua fica em sua face oculta, pois a Terra atraiu os meteoros que iriam atingir a face visível. Nosso planeta também foi golpeado, mas a atmosfera brecou ou destruiu por atrito muitos dos fragmentos - daí o nosso número reduzido de crateras. Na Terra, temos ainda a chuva e o vento para jogar terra dentro dos buracos até tapá-los.

Na Lua não há nenhum desses fenômenos e eles permanecem intactos. Por isso, até as micropartículas cósmicas que atingem sua superfície acabam formando orifícios com menos de 1 mm de diâmetro, obviamente invisíveis para o olho humano.

A rotação da Lua sobre seu próprio eixo e sua translação ao redor da Terra têm a mesma duração. O efeito dessa sincronia, para um observador terrestre, é como se a Lua estivesse parada - por isso, enxergamos sempre a mesma face lunar.
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