O novo estudo comparou a presença de deutério no gelo trazido por condritos (um tipo de meteorito) e indicou que ela foi formada muito mais próxima de nós, no Cinturão de Asteroides (esses meteoritos não contêm mais água, mas a substância fica registrada através de um tipo de mineral chamado de silicato hidratado, e é o hidrogênio presente nele que é investigado). Além disso, comparando com os isótopos de cometas, a pesquisa indica que esses corpos se formaram em regiões diferentes dos asteroides e meteoritos e, portanto, não atuaram na origem da água no nosso planeta.
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Água da Terra veio do Cinturão de Asteroides, indica estudo !!
O Sistema Solar nasceu em uma nebulosa - e acredita-se que nossa água se formou nessas condições.
Pesquisadores afirmam que nosso planeta era quente demais nos seus primórdios para ter água (temperatura seria tão alta que as moléculas teriam sido "expulsas para o espaço") e, portanto, a substância deve ter vindo de fora. Uma das hipóteses afirma que ela se formou na região transneptuniana (que fica além de Netuno, o último planeta conhecido do sistema) e depois se moveu para mais perto do Sol, junto com cometas, meteoritos e asteroides. Contudo, é possível saber a distância em que as moléculas de água se formaram em relação ao Sol ao analisar os isótopos de hidrogênio presentes. Quanto mais longe da estrela, haverá menos radiação e, portanto, mais deutério (o átomo de hidrogênio "pesado", que tem um próton, um nêutron e um elétron, ao contrário do mais comum, que tem apenas um próton e um elétron).
Vida extraterrestre ??? SOS, tem um plâncton solto no espaço!
É um achado tão inusitado quanto significativo: cosmonautas russos parecem ter encontrado plâncton marinho vivendo em pleno espaço, a mais de 300 km de altitude, sobre a superfície externa da Estação Espacial Internacional (ISS). A descoberta, pasme, foi feita graças a uma faxina.
Oleg Artemyev e Alexander Skvortsov concluíram uma caminhada espacial de rotina no último dia 18, que promoveu, entre outras tarefas, o lançamento de um nanossatélite peruano (o cosmonauta literalmente arremessa o satélite em órbita, como se pode ver abaixo). Uma das atividades menos glamurosas da atividade extra-veicular foi a de limpar por fora as janelas — chamadas também de iluminadores — do lado russo do complexo.
Segundo os russos, esse é um procedimento comum e necessário em voos de longa duração. Mas, de um ano para cá, eles decidiram analisar que sujeira era essa. Algumas amostras (recolhidas em 2013) foram levadas ao solo e estudadas em laboratório. Foi o que revelou a presença de células de plâncton marinho do lado de fora da estação. As novas amostras colhidas agora por Artemyev e Skvortsov devem passar pelo mesmo procedimento em breve.
Os pesquisadores dizem que a contaminação não deve ter acontecido no lançamento dos módulos, que partiram de Baikonur, no Cazaquistão, onde supostamente não costumam viver plânctons marinhos, e também afirmaram que as criaturas unicelulares conseguiram sobreviver após longos períodos de exposição ao vácuo espacial. De onde elas vieram?
O mais provável é que elas tenham vindo mesmo da superfície do mar logo abaixo — nada de ETs por hoje. Mas estamos falando de uma viagem a mais de 300 km de altitude, onde a atmosfera terrestre é praticamente nula (embora ainda dê alguns sinais de sua existência ao, por exemplo, produzir arrasto sobre a estação espacial, puxando-a lentamente para baixo e exigindo reajustes periódicos de órbita). Desnecessário dizer que, até agora, ninguém imaginava que isso fosse possível.
Segundo os russos, esse é um procedimento comum e necessário em voos de longa duração. Mas, de um ano para cá, eles decidiram analisar que sujeira era essa. Algumas amostras (recolhidas em 2013) foram levadas ao solo e estudadas em laboratório. Foi o que revelou a presença de células de plâncton marinho do lado de fora da estação. As novas amostras colhidas agora por Artemyev e Skvortsov devem passar pelo mesmo procedimento em breve.
Bolha encontrada em meteorito sugere que Marte foi habitável
As respostas sobre se já houve vida em marte podem estar escondidas em um meteorito de origem marciana, que caiu no Egito em 1911. Novos estudos feitos no material descobriram uma bolha cheia de barro que revela chances plausíveis de que o planeta vermelho tenha sido habitável no passado.
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
5 Curiosidades Astronômicas !
1º A luz que vem do sol demora cerca de 8 minutos para chegar a Terra. Pode parecer estranho, mas a luz de muitas estrelas levam milhares anos para chegar até aqui. Se uma estrela que fica a 15.000 mil ano-luz explodir nesse momento, o evento só sera visto da Terra daqui a 15.000 mil anos.
2º A terra gira à 1.600 km/h, mas viaja em sua órbita ao redor do sol a mais de 107.000 km/h.
3º A Terra não é exatamente uma esfera.
4º Peso da Terra: 5.980.000.000.000.000.000.000 toneladas.
5º Em uma noite de céu aberto podemos enxergar cerca de 2.500 estrelas.
2º A terra gira à 1.600 km/h, mas viaja em sua órbita ao redor do sol a mais de 107.000 km/h.
3º A Terra não é exatamente uma esfera.
4º Peso da Terra: 5.980.000.000.000.000.000.000 toneladas.
5º Em uma noite de céu aberto podemos enxergar cerca de 2.500 estrelas.
Por que às vezes a Lua aparece alaranjada?
Na maioria das vezes, isso acontece devido a uma atmosfera espessa, muito comum nas grandes metrópoles afetadas pela poeira e pela poluição.
Segundo a astrônoma da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Thaisa Storchi Bergmann, quando acontece esse tipo de situção, a atmosfera absorve principalmente a radiação (luz) azul, deixando passar a radiação vermelha, que chega até nós com mais força."Ao nascer da Lua, por exemplo, o astro está mais próximo do horizonte, sendo afetado mais diretamente pela camada da atmosfera. Isso faz com que ela apareça com uma cor mais alaranjada. À medida que a Lua vai subindo, ela vai se tornando mais clara", explica a astrônoma.
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Será o fim ? Asteroide com força nunca antes vista pode atingir a Terra !!!
A data do possível, porém improvável impacto, é 16 de março de 2880.
Os pesquisadores, que estudam a rocha, dizem que ela gira tão rápido que deveria ter se quebrado, mas por uma estranha razão permanece intacta em sua trajetória em direção ao planeta Terra.
Astrônomos acreditam que ela permaneça sólida por forças de coesão, conhecidas como Van der Waals. Embora isso seja um grande avanço na pesquisa sobre os asteroides, os cientistas admitiram que não sabem ainda como pará-lo ou desviá-lo.
A descoberta foi feita por pesquisadores da Universidade do Tennessee. Pesquisas anteriores mostraram que asteroides são, na verdade, diversas “pilhas” de material rochoso soltos, porém unidos fortemente pela gravidade e pelo atrito. No entanto, a pesquisa da universidade mostrou que o asteroide denominado 1950 DA gira tão rápido que desafia essas forças.
Com 1.000 metros de diâmetro, ele gira rápido demais para seu tamanho. Esse ritmo deveria fazer a rocha se despedaçar, mas ela não demonstra nenhum sinal que isso irá ocorrer.
Com base nos dados que os cientistas conseguiram coletar, até o momento, a chance de impacto com a Terra é de 1 em 300, algo assustadoramente considerável, tornando-se uma chance real de colisão.
Os pesquisadores, que estudam a rocha, dizem que ela gira tão rápido que deveria ter se quebrado, mas por uma estranha razão permanece intacta em sua trajetória em direção ao planeta Terra.
Astrônomos acreditam que ela permaneça sólida por forças de coesão, conhecidas como Van der Waals. Embora isso seja um grande avanço na pesquisa sobre os asteroides, os cientistas admitiram que não sabem ainda como pará-lo ou desviá-lo.
A descoberta foi feita por pesquisadores da Universidade do Tennessee. Pesquisas anteriores mostraram que asteroides são, na verdade, diversas “pilhas” de material rochoso soltos, porém unidos fortemente pela gravidade e pelo atrito. No entanto, a pesquisa da universidade mostrou que o asteroide denominado 1950 DA gira tão rápido que desafia essas forças.
Com 1.000 metros de diâmetro, ele gira rápido demais para seu tamanho. Esse ritmo deveria fazer a rocha se despedaçar, mas ela não demonstra nenhum sinal que isso irá ocorrer.
Com base nos dados que os cientistas conseguiram coletar, até o momento, a chance de impacto com a Terra é de 1 em 300, algo assustadoramente considerável, tornando-se uma chance real de colisão.

sábado, 16 de agosto de 2014
A Lua mais longe
A Lua se afasta da Terra 3,74cm por ano. Isto ocorre devido às marés oceânicas. O atrito causado pelo deslocamento da enorme quantidade de água e o fundo do oceano faz com que ocorra uma diminuição na rotação da Terra.
Existe uma relação entre a velocidade de um corpo e o raio da órbita em que se desloca em um sistema fechado. Esta relação, chama-se Conservação do Momento Angular e diz que o momento inicial deve ser igual ao final. Como a velocidade angular do planeta está diminuindo, para conservar o Momento, temos um afastamento da Lua.
Existe uma relação entre a velocidade de um corpo e o raio da órbita em que se desloca em um sistema fechado. Esta relação, chama-se Conservação do Momento Angular e diz que o momento inicial deve ser igual ao final. Como a velocidade angular do planeta está diminuindo, para conservar o Momento, temos um afastamento da Lua.
A Terra pode estar chegando ao fim e enfrentará a 6ª extinção em massa
Algumas espécies de plantas e animais serão extintas ao menos mil vezes mais rápido do que antes da chegada dos seres humanos e o mundo está próximo de uma sexta grande extinção, segundo um estudo publicado pelo Jornal Ciência.
Ainda segundo a publicação esse estudo teria analisado as taxas passas e e presentes de extinção e encontrou uma mais baixa do que os cientistas acreditavam. Várias espécies estão sumindo da face da Terra, cerca de 10 vezes mais rápido do que acreditávamos estar acontecendo, segundo o biólogo Stuart Pimm, da Universidade Duke.
O pesquisador disse ainda que: “Estamos à beira de uma sexta grande extinção”, disse Pimm. “Se nós vamos evitá-la ou não, dependerá de nossas ações”.
A pesquisa, publicada recentemente pela revista Science foi colocada como um marco nesse tipo de estudo por alguns especialistas na área. A análise de Pimm é focada em taxas, e não na quantidade, de desaparecimento de espécies da Terra. É calculada uma “taxa de mortalidade” de quantos são extintos a cada ano em meio a 1 milhão de espécies.
Ainda segundo a publicação esse estudo teria analisado as taxas passas e e presentes de extinção e encontrou uma mais baixa do que os cientistas acreditavam. Várias espécies estão sumindo da face da Terra, cerca de 10 vezes mais rápido do que acreditávamos estar acontecendo, segundo o biólogo Stuart Pimm, da Universidade Duke.
O pesquisador disse ainda que: “Estamos à beira de uma sexta grande extinção”, disse Pimm. “Se nós vamos evitá-la ou não, dependerá de nossas ações”.
A pesquisa, publicada recentemente pela revista Science foi colocada como um marco nesse tipo de estudo por alguns especialistas na área. A análise de Pimm é focada em taxas, e não na quantidade, de desaparecimento de espécies da Terra. É calculada uma “taxa de mortalidade” de quantos são extintos a cada ano em meio a 1 milhão de espécies.
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