Na maioria das vezes, isso acontece devido a uma atmosfera espessa, muito comum nas grandes metrópoles afetadas pela poeira e pela poluição.
Segundo a astrônoma da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Thaisa Storchi Bergmann, quando acontece esse tipo de situção, a atmosfera absorve principalmente a radiação (luz) azul, deixando passar a radiação vermelha, que chega até nós com mais força.
"Ao nascer da Lua, por exemplo, o astro está mais próximo do horizonte, sendo afetado mais diretamente pela camada da atmosfera. Isso faz com que ela apareça com uma cor mais alaranjada. À medida que a Lua vai subindo, ela vai se tornando mais clara", explica a astrônoma.
A data do possível, porém improvável impacto, é 16 de março de 2880.
Os pesquisadores, que estudam a rocha, dizem que ela gira tão rápido que deveria ter se quebrado, mas por uma estranha razão permanece intacta em sua trajetória em direção ao planeta Terra.
Astrônomos acreditam que ela permaneça sólida por forças de coesão, conhecidas como Van der Waals. Embora isso seja um grande avanço na pesquisa sobre os asteroides, os cientistas admitiram que não sabem ainda como pará-lo ou desviá-lo.
A descoberta foi feita por pesquisadores da Universidade do Tennessee. Pesquisas anteriores mostraram que asteroides são, na verdade, diversas “pilhas” de material rochoso soltos, porém unidos fortemente pela gravidade e pelo atrito. No entanto, a pesquisa da universidade mostrou que o asteroide denominado 1950 DA gira tão rápido que desafia essas forças.

Com 1.000 metros de diâmetro, ele gira rápido demais para seu tamanho. Esse ritmo deveria fazer a rocha se despedaçar, mas ela não demonstra nenhum sinal que isso irá ocorrer.
Com base nos dados que os cientistas conseguiram coletar, até o momento, a chance de impacto com a Terra é de 1 em 300, algo assustadoramente considerável, tornando-se uma chance real de colisão.
Este é o Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, numa comparação de tamanho com a cidade de Los Angeles.
A Lua se afasta da Terra 3,74cm por ano. Isto ocorre devido às marés oceânicas. O atrito causado pelo deslocamento da enorme quantidade de água e o fundo do oceano faz com que ocorra uma diminuição na rotação da Terra.
Existe uma relação entre a velocidade de um corpo e o raio da órbita em que se desloca em um sistema fechado. Esta relação, chama-se Conservação do Momento Angular e diz que o momento inicial deve ser igual ao final. Como a velocidade angular do planeta está diminuindo, para conservar o Momento, temos um afastamento da Lua.
Algumas espécies de plantas e animais serão extintas ao menos mil vezes mais rápido do que antes da chegada dos seres humanos e o mundo está próximo de uma sexta grande extinção, segundo um estudo publicado pelo Jornal Ciência.
Ainda segundo a publicação esse estudo teria analisado as taxas passas e e presentes de extinção e encontrou uma mais baixa do que os cientistas acreditavam. Várias espécies estão sumindo da face da Terra, cerca de 10 vezes mais rápido do que acreditávamos estar acontecendo, segundo o biólogo Stuart Pimm, da Universidade Duke.
O pesquisador disse ainda que: “Estamos à beira de uma sexta grande extinção”, disse Pimm. “Se nós vamos evitá-la ou não, dependerá de nossas ações”.
A pesquisa, publicada recentemente pela revista Science foi colocada como um marco nesse tipo de estudo por alguns especialistas na área. A análise de Pimm é focada em taxas, e não na quantidade, de desaparecimento de espécies da Terra. É calculada uma “taxa de mortalidade” de quantos são extintos a cada ano em meio a 1 milhão de espécies.


Após orbitar Saturno durante 10 anos a sonda Cassini, da Nasa, está pronta para sua última viagem.
O veículo já revolucionou nosso conhecimento sobre o Planeta dos Anéis e suas luas. A Cassini descobriu gêiseres lançadores de água na lua Encélado. Descobriu lagos, rios e evidências de ondas oceânicas na lua Titã. Ela capturou os majestosos anéis de Saturno com detalhes sem precedentes, e até revelou a presença de anéis nunca dantes vistos.
Agora a Cassini está se preparando para seu último ato. Em 2016, a sonda embarcará em uma série de voos que deve oferecer uma nova imagem do sistema de Saturno. A sonda mergulhará entre Saturno e seu anel mais interno 22 vezes durante aproximadamente um ano. Ela se posicionará acima do polo norte do planeta e passará perto das plumas lançadas por Encélado.
Recentemente, a Nasa pediu sugestões do público para batizar essa última missão. O nome vencedor foi “Grand Finale”. A missão terminará em setembro de 2017, quando a Cassini sofrer uma morte dramática lançando-se na atmosfera de Saturno.
James Webb Space Telescope ou JWST é um projeto de uma missão não tripulada norte-americana da administração nacional de aeronáutica e espaço - NASA, com a finalidade de colocar no espaço um observatório para captar a radiação infravermelha. O telescópio deverá observar a formação das primeiras galaxias e estrelas, estudar a evolução das galáxias, ver a produção dos elementos pelas estrelas e ver os processos de formação das estrelas e dos planetas.
O telescópio foi inicialmente denominado de Next Generation Space Telescope ou NGST. O termo "Next Generation" refere-se ao fato que se pretende que ele venha a sustbituir o telescópio espacial Hubble, pois após o seu lançamento, novas tecnologias foram desenvolvidas, permitindo construir o novo telescópio sob uma nova concepção.
Posteriormente o telescópio foi renomeado em 2002, em honra a um antigo administrador da agência espacial americana,James Edwin Webb, que liderou o programa Apollo, além de uma série de outras importantes missões espaciais.
Este telescópio tem a intenção de substituir parcialmente as funções do telescópio espacial Hubble. Ele deverá ter um espelho primário muito maior, com um diâmetro de 2,5 vezes maior ou uma área de espelho seis vezes maior, permitindo captar muito mais luz. O telescópio também deverá ter um melhor equipamento para captar a radiação infravermelha. Ele também deverá operar bem mais distante da Terra, orbitando no halo que constitui o segundo ponto de Lagrange L2.
O telescópio levará cerca de três meses para atingir a sua órbita final. O Ponto de Lagrange L2 está além da órbita da Lua e como não poderá ser atingido pelo ônibus espacial, o telescópio não poderá sofrer manutenção, devendo ter uma pequena vida útil, quando comparado com o telescópio Hubble.
A construção do telescópio deverá contar com a participação da Agência Espacial Canadense, da Agência Espacial Européia e da NASA.
Existe a previsão de lançamento do telescópio em Outubro de 2018.

O SOFIA (Stratospheric Observatory for Infrared Astronomy) é um telescópio de 17 toneladas que assim se pode elevar até aos 45 mil pés (cerca de 13700 metros) de altura, evitando as partes mais problemáticas da atmosfera e obtendo uma visão muito mais clara do Universo.
Outra vantagem do SOFIA é que os astrônomos conseguem fazer ajustes mecânicos e programações nele com facilidade — mexer num telescópio do tamanho de um carro em pleno voo não é a coisa mais simples do mundo.
O projeto usa um Boeing 747SP, que foi desenvolvido na década de 70. Ele foi pensado para voar mais rapidamente e mais longe do que as outras versões do 747. O avião usado no projeto SOFIA tem autonomia de 12 horas e percorre mais de 12 mil quilômetros nesse tempo.
A expectativa do projeto é que o SOFIA siga em operação por mais 20 anos. Em março deste ano, o congresso dos Estados Unidos aprovou uma verba de 70 milhões de dólares para que o avião continue voando.
Óculos inteligentes poderão ser usados em missões fora do espaço. Laboratório da Nasa fica submerso, a 19 metros abaixo do nível do mar. A Agência Espacial dos Estados Unidos (Nasa) realizou um teste no fundo do mar com equipamentos que serão usados em missões espaciais. Entre outros dispositivos, os astronautas usavam os óculos inteligentes Google Glass, segundo informações do site “Space.com”.
Como exibe informações na tela, o Glass é utilizado para mostrar aos astronautas quais são os procedimentos a fazer em seguida durante uma missão. O setor responsável pelo teste é o Operações de Missões em Ambientes Estremos (Neemo, na sigla em inglês).
A caminhada aquática, realizada na semana passada, serve para testar novas tecnologias que poderão ser utilizadas em missões rumo a asteroides. O próximo teste será feito em setembro.