A Lua se afasta da Terra 3,74cm por ano. Isto ocorre devido às marés oceânicas. O atrito causado pelo deslocamento da enorme quantidade de água e o fundo do oceano faz com que ocorra uma diminuição na rotação da Terra.
Existe uma relação entre a velocidade de um corpo e o raio da órbita em que se desloca em um sistema fechado. Esta relação, chama-se Conservação do Momento Angular e diz que o momento inicial deve ser igual ao final. Como a velocidade angular do planeta está diminuindo, para conservar o Momento, temos um afastamento da Lua.
sábado, 16 de agosto de 2014
A Terra pode estar chegando ao fim e enfrentará a 6ª extinção em massa
Algumas espécies de plantas e animais serão extintas ao menos mil vezes mais rápido do que antes da chegada dos seres humanos e o mundo está próximo de uma sexta grande extinção, segundo um estudo publicado pelo Jornal Ciência.
Ainda segundo a publicação esse estudo teria analisado as taxas passas e e presentes de extinção e encontrou uma mais baixa do que os cientistas acreditavam. Várias espécies estão sumindo da face da Terra, cerca de 10 vezes mais rápido do que acreditávamos estar acontecendo, segundo o biólogo Stuart Pimm, da Universidade Duke.
O pesquisador disse ainda que: “Estamos à beira de uma sexta grande extinção”, disse Pimm. “Se nós vamos evitá-la ou não, dependerá de nossas ações”.
A pesquisa, publicada recentemente pela revista Science foi colocada como um marco nesse tipo de estudo por alguns especialistas na área. A análise de Pimm é focada em taxas, e não na quantidade, de desaparecimento de espécies da Terra. É calculada uma “taxa de mortalidade” de quantos são extintos a cada ano em meio a 1 milhão de espécies.
Ainda segundo a publicação esse estudo teria analisado as taxas passas e e presentes de extinção e encontrou uma mais baixa do que os cientistas acreditavam. Várias espécies estão sumindo da face da Terra, cerca de 10 vezes mais rápido do que acreditávamos estar acontecendo, segundo o biólogo Stuart Pimm, da Universidade Duke.
O pesquisador disse ainda que: “Estamos à beira de uma sexta grande extinção”, disse Pimm. “Se nós vamos evitá-la ou não, dependerá de nossas ações”.
A pesquisa, publicada recentemente pela revista Science foi colocada como um marco nesse tipo de estudo por alguns especialistas na área. A análise de Pimm é focada em taxas, e não na quantidade, de desaparecimento de espécies da Terra. É calculada uma “taxa de mortalidade” de quantos são extintos a cada ano em meio a 1 milhão de espécies.
Sonda de Saturno Pronta para Grand Finale.
Após orbitar Saturno durante 10 anos a sonda Cassini, da Nasa, está pronta para sua última viagem.
O veículo já revolucionou nosso conhecimento sobre o Planeta dos Anéis e suas luas. A Cassini descobriu gêiseres lançadores de água na lua Encélado. Descobriu lagos, rios e evidências de ondas oceânicas na lua Titã. Ela capturou os majestosos anéis de Saturno com detalhes sem precedentes, e até revelou a presença de anéis nunca dantes vistos.
Agora a Cassini está se preparando para seu último ato. Em 2016, a sonda embarcará em uma série de voos que deve oferecer uma nova imagem do sistema de Saturno. A sonda mergulhará entre Saturno e seu anel mais interno 22 vezes durante aproximadamente um ano. Ela se posicionará acima do polo norte do planeta e passará perto das plumas lançadas por Encélado.
Recentemente, a Nasa pediu sugestões do público para batizar essa última missão. O nome vencedor foi “Grand Finale”. A missão terminará em setembro de 2017, quando a Cassini sofrer uma morte dramática lançando-se na atmosfera de Saturno.
Telescópio Espacial James Webb.
James Webb Space Telescope ou JWST é um projeto de uma missão não tripulada norte-americana da administração nacional de aeronáutica e espaço - NASA, com a finalidade de colocar no espaço um observatório para captar a radiação infravermelha. O telescópio deverá observar a formação das primeiras galaxias e estrelas, estudar a evolução das galáxias, ver a produção dos elementos pelas estrelas e ver os processos de formação das estrelas e dos planetas.
O telescópio foi inicialmente denominado de Next Generation Space Telescope ou NGST. O termo "Next Generation" refere-se ao fato que se pretende que ele venha a sustbituir o telescópio espacial Hubble, pois após o seu lançamento, novas tecnologias foram desenvolvidas, permitindo construir o novo telescópio sob uma nova concepção.
Posteriormente o telescópio foi renomeado em 2002, em honra a um antigo administrador da agência espacial americana,James Edwin Webb, que liderou o programa Apollo, além de uma série de outras importantes missões espaciais.
Este telescópio tem a intenção de substituir parcialmente as funções do telescópio espacial Hubble. Ele deverá ter um espelho primário muito maior, com um diâmetro de 2,5 vezes maior ou uma área de espelho seis vezes maior, permitindo captar muito mais luz. O telescópio também deverá ter um melhor equipamento para captar a radiação infravermelha. Ele também deverá operar bem mais distante da Terra, orbitando no halo que constitui o segundo ponto de Lagrange L2.
O telescópio levará cerca de três meses para atingir a sua órbita final. O Ponto de Lagrange L2 está além da órbita da Lua e como não poderá ser atingido pelo ônibus espacial, o telescópio não poderá sofrer manutenção, devendo ter uma pequena vida útil, quando comparado com o telescópio Hubble.
A construção do telescópio deverá contar com a participação da Agência Espacial Canadense, da Agência Espacial Européia e da NASA.
Existe a previsão de lançamento do telescópio em Outubro de 2018.
O telescópio foi inicialmente denominado de Next Generation Space Telescope ou NGST. O termo "Next Generation" refere-se ao fato que se pretende que ele venha a sustbituir o telescópio espacial Hubble, pois após o seu lançamento, novas tecnologias foram desenvolvidas, permitindo construir o novo telescópio sob uma nova concepção.
Posteriormente o telescópio foi renomeado em 2002, em honra a um antigo administrador da agência espacial americana,James Edwin Webb, que liderou o programa Apollo, além de uma série de outras importantes missões espaciais.
Este telescópio tem a intenção de substituir parcialmente as funções do telescópio espacial Hubble. Ele deverá ter um espelho primário muito maior, com um diâmetro de 2,5 vezes maior ou uma área de espelho seis vezes maior, permitindo captar muito mais luz. O telescópio também deverá ter um melhor equipamento para captar a radiação infravermelha. Ele também deverá operar bem mais distante da Terra, orbitando no halo que constitui o segundo ponto de Lagrange L2.
O telescópio levará cerca de três meses para atingir a sua órbita final. O Ponto de Lagrange L2 está além da órbita da Lua e como não poderá ser atingido pelo ônibus espacial, o telescópio não poderá sofrer manutenção, devendo ter uma pequena vida útil, quando comparado com o telescópio Hubble.
A construção do telescópio deverá contar com a participação da Agência Espacial Canadense, da Agência Espacial Européia e da NASA.
Existe a previsão de lançamento do telescópio em Outubro de 2018.
Sofia - O maior telescópio voador do mundo.
O SOFIA (Stratospheric Observatory for Infrared Astronomy) é um telescópio de 17 toneladas que assim se pode elevar até aos 45 mil pés (cerca de 13700 metros) de altura, evitando as partes mais problemáticas da atmosfera e obtendo uma visão muito mais clara do Universo.
Outra vantagem do SOFIA é que os astrônomos conseguem fazer ajustes mecânicos e programações nele com facilidade — mexer num telescópio do tamanho de um carro em pleno voo não é a coisa mais simples do mundo.
O projeto usa um Boeing 747SP, que foi desenvolvido na década de 70. Ele foi pensado para voar mais rapidamente e mais longe do que as outras versões do 747. O avião usado no projeto SOFIA tem autonomia de 12 horas e percorre mais de 12 mil quilômetros nesse tempo.
A expectativa do projeto é que o SOFIA siga em operação por mais 20 anos. Em março deste ano, o congresso dos Estados Unidos aprovou uma verba de 70 milhões de dólares para que o avião continue voando.
Outra vantagem do SOFIA é que os astrônomos conseguem fazer ajustes mecânicos e programações nele com facilidade — mexer num telescópio do tamanho de um carro em pleno voo não é a coisa mais simples do mundo.
O projeto usa um Boeing 747SP, que foi desenvolvido na década de 70. Ele foi pensado para voar mais rapidamente e mais longe do que as outras versões do 747. O avião usado no projeto SOFIA tem autonomia de 12 horas e percorre mais de 12 mil quilômetros nesse tempo.
A expectativa do projeto é que o SOFIA siga em operação por mais 20 anos. Em março deste ano, o congresso dos Estados Unidos aprovou uma verba de 70 milhões de dólares para que o avião continue voando.
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Astronautas da Nasa testam Google Glass no fundo do mar.
Óculos inteligentes poderão ser usados em missões fora do espaço. Laboratório da Nasa fica submerso, a 19 metros abaixo do nível do mar. A Agência Espacial dos Estados Unidos (Nasa) realizou um teste no fundo do mar com equipamentos que serão usados em missões espaciais. Entre outros dispositivos, os astronautas usavam os óculos inteligentes Google Glass, segundo informações do site “Space.com”.
Como exibe informações na tela, o Glass é utilizado para mostrar aos astronautas quais são os procedimentos a fazer em seguida durante uma missão. O setor responsável pelo teste é o Operações de Missões em Ambientes Estremos (Neemo, na sigla em inglês).
A caminhada aquática, realizada na semana passada, serve para testar novas tecnologias que poderão ser utilizadas em missões rumo a asteroides. O próximo teste será feito em setembro.
Como exibe informações na tela, o Glass é utilizado para mostrar aos astronautas quais são os procedimentos a fazer em seguida durante uma missão. O setor responsável pelo teste é o Operações de Missões em Ambientes Estremos (Neemo, na sigla em inglês).
A caminhada aquática, realizada na semana passada, serve para testar novas tecnologias que poderão ser utilizadas em missões rumo a asteroides. O próximo teste será feito em setembro.
Conjunção de Vênus e Júpiter !
Vênus e Júpiter estão a caminho de um raro e belo encontro. Os planetas mais brilhantes do céu noturno já estão muito próximos, e podem ser vistos no horizonte leste, pouco antes do amanhecer. Durante a máxima aproximação, que acontece na próxima segunda-feira dia 18 de agosto, Vênus e Júpiter estarão separados no céu por apenas 0,2 graus. Para se ter uma idéia da grande proximidade aparente, se estendermos o braço, poderemos esconder os dois corpos celestes atrás da ponta do dedo mindinho.
Para observar esse belíssimo encontro entre Vênus e Júpiter, devemos estar em um local onde possamos ver o horizonte limpo, sem prédios ou árvores, afinal, eles nascerão pouco antes do Sol.
Para observar esse belíssimo encontro entre Vênus e Júpiter, devemos estar em um local onde possamos ver o horizonte limpo, sem prédios ou árvores, afinal, eles nascerão pouco antes do Sol.
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
HUBBLE observará anéis planetários descobertos por Astrofísicos do ON !!!
Brasília, 13 de agosto de 2014 – Os pesquisadores Gustavo Benedetti-Rossi, Felipe Braga-Ribas e Julio Camargo, do Observatório Nacional (ON), do Rio de Janeiro, integram equipe que terá tempo disponível para uso do telescópio espacial Hubble.
A colaboração reúne cientistas do Southwest Research Institute, dos Estados Unidos, do Observatório Europeu Austral (ESO), do Chile, e do Instituto de Astrofísica de Andalucía, da Espanha, liderados pelo pesquisador Bruno Sicardy, do Observatório de Paris.
A concessão desse tempo de observação resulta do trabalho desenvolvido pelos pesquisadores, que anunciaram, em março, a descoberta de dois anéis ao redor do asteroide Chariklo. Até então, anéis eram conhecidos apenas ao redor dos gigantes gasosos Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Não se sabe se anéis ao redor de pequenos corpos, como o Chariklo, resultam de algum processo genérico, ainda desconhecido, ou refletem características excepcionais.
Agora, com o Hubble, os pesquisadores poderão obter imagens diretas e fotometria em vários comprimentos de onda desses anéis, além de efetuar uma busca inédita e profunda de pequenos satélites, bem como de anéis de poeira de brilho tênue, ao redor de Chariklo.
As observações com o Hubble foram programadas para 2015, duas em junho e uma em agosto.
A colaboração reúne cientistas do Southwest Research Institute, dos Estados Unidos, do Observatório Europeu Austral (ESO), do Chile, e do Instituto de Astrofísica de Andalucía, da Espanha, liderados pelo pesquisador Bruno Sicardy, do Observatório de Paris.
A concessão desse tempo de observação resulta do trabalho desenvolvido pelos pesquisadores, que anunciaram, em março, a descoberta de dois anéis ao redor do asteroide Chariklo. Até então, anéis eram conhecidos apenas ao redor dos gigantes gasosos Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Não se sabe se anéis ao redor de pequenos corpos, como o Chariklo, resultam de algum processo genérico, ainda desconhecido, ou refletem características excepcionais.
Agora, com o Hubble, os pesquisadores poderão obter imagens diretas e fotometria em vários comprimentos de onda desses anéis, além de efetuar uma busca inédita e profunda de pequenos satélites, bem como de anéis de poeira de brilho tênue, ao redor de Chariklo.
As observações com o Hubble foram programadas para 2015, duas em junho e uma em agosto.
NASA está à construir a primeira câmara fotográfica 3D espacial !
O equipamento tem 50mm e vai ser acoplado a um satélite em miniatura.
A NASA já utiliza uma impressora 3D para construir peças de foguetes, para imprimir pizzas no espaço e até para fazer materiais em órbita. Mas a grande novidade está prevista para o final de setembro, altura em que um engenheiro da agência espacial norte-americana espera concluir a primeira câmara espacial construída essencialmente a partir de objetos impressos a 3D.
A câmara tem apenas 50mm e vai ser acoplada a um CubeSat, ou seja, um satélite em miniatura. Antes de chegar ao espaço, vai passar por testes de vibração e de temperatura, entre outros, para provar que está apta para as viagens espaciais.
Em paralelo está, também, a ser construído um telescópio de 35cm através do mesmo processo. O objetivo é provar que a técnica de impressão 3D pode ser mais fácil, barata e até essencial, já que permite alterações mais simples do produto a ser fabricado.
Para o futuro, caso o processo seja aprovado, a ideia é utilizar ligas metálicas mais complexas na impressão e, por conseguinte, fabricar materiais e instrumentos cada vez maiores.
A câmara tem apenas 50mm e vai ser acoplada a um CubeSat, ou seja, um satélite em miniatura. Antes de chegar ao espaço, vai passar por testes de vibração e de temperatura, entre outros, para provar que está apta para as viagens espaciais.
Em paralelo está, também, a ser construído um telescópio de 35cm através do mesmo processo. O objetivo é provar que a técnica de impressão 3D pode ser mais fácil, barata e até essencial, já que permite alterações mais simples do produto a ser fabricado.
Para o futuro, caso o processo seja aprovado, a ideia é utilizar ligas metálicas mais complexas na impressão e, por conseguinte, fabricar materiais e instrumentos cada vez maiores.
Chuva de Meteoros de Perseus tem seu Pico essa Madrugada !!!
Nessa madrugada dia 14 a chuva de meteoros de Perseus tem seu pico e poderão ser registrados até 80 meteoritos por hora. Fique de olho nos céus.
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