quinta-feira, 15 de maio de 2014
Sol a grande fonte de energia
Essa é nossa grande fonte de energia, o Sol. Em 30 dias esse gigante consegue produzir mais energia do que a humanidade já utilizou em toda vida.
quarta-feira, 14 de maio de 2014
terça-feira, 13 de maio de 2014
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Quem nunca parou para olhar o céu ? Pois então, se você gosta de observar o céu e não tem muitas oportunidades de fazer isso, amanhã 13/05/2014, nós, do Clube de Astronomia do Noroeste Fluminense, estaremos realizando uma OBSERVAÇÃO aberta a todo o público.
A observação será realizada no Instituto Federal Fluminense - IFF - Campus Itaperuna, BR 356 Km 3 Itaperuna RJ, a partir das 19:40h.
domingo, 11 de maio de 2014
Por que as Luas se formam ?
As luas se formam nos primeiros estágios da vida de um planeta, quando rochas que viajam pelo espaço podem tanto colidir contra ele e lançar restos de volta ao espaço quanto serem atraídas por seu campo gravitacional. As rochas e poeira são gradualmente modeladas em um formato esférico pela gravidade de seu seu planeta hospedeiro até virarem luas.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Asteroide com seis caudas assombra cientistas
Um estranho
asteroide que parece ter múltiplas caudas giratórias foi detectado pelo
telescópio espacial Hubble, da Nasa, entre Marte e Júpiter, anunciaram
astrônomos esta quinta-feira.
Ao invés de
se parecer com um pequeno ponto de luz, como a maioria dos asteroides, este tem
meia dúzia caudas de poeira parecidas com as dos cometas, similares aos raios
de uma roda, reportaram os cientistas no periódico Astrophysical Journal
Letters.
"É difícil de acreditar que estamos olhando para um asteroide", disse o principal pesquisador, David Jewitt, professor do Departamento de Ciências da Terra e do Espaço na Universidade da Califórnia em Los Angeles.
"Ficamos assombrados quando o vimos. Surpreendentemente, as estruturas de sua cauda mudam dramaticamente em apenas 13 dias à medida que libera poeira", acrescentou.
O objeto foi denominado P/2013 P5, e os astrônomos acreditam que ele esteja cuspindo poeira por pelo menos cinco meses.
O asteroide pode ter girado tão rápido que começou a se desintegrar, explicaram os cientistas.
Eles não acreditam que as caudas tenham resultado de um impacto porque um evento assim faria a poeira se espalhar de uma vez.
Suas múltiplas caudas foram descobertas em imagens captadas pelo telescópio Hubble em 10 de setembro passado, depois de ter sido detectado pela primeira vez por um telescópio no Havaí.
Jewitt explicou que o objeto pode ter se originado da colisão de um asteroide 200 milhões de anos atrás. Seu padrão de poeira dispersa em espasmos e explosões pode significar que está morrendo lentamente.
"Na astronomia, onde você encontra um, acaba encontrando mais um montão", afirmou. "É um objeto surpreendente e quase com certeza será o primeiro de muitos outros", prosseguiu.
"É difícil de acreditar que estamos olhando para um asteroide", disse o principal pesquisador, David Jewitt, professor do Departamento de Ciências da Terra e do Espaço na Universidade da Califórnia em Los Angeles.
"Ficamos assombrados quando o vimos. Surpreendentemente, as estruturas de sua cauda mudam dramaticamente em apenas 13 dias à medida que libera poeira", acrescentou.
O objeto foi denominado P/2013 P5, e os astrônomos acreditam que ele esteja cuspindo poeira por pelo menos cinco meses.
O asteroide pode ter girado tão rápido que começou a se desintegrar, explicaram os cientistas.
Eles não acreditam que as caudas tenham resultado de um impacto porque um evento assim faria a poeira se espalhar de uma vez.
Suas múltiplas caudas foram descobertas em imagens captadas pelo telescópio Hubble em 10 de setembro passado, depois de ter sido detectado pela primeira vez por um telescópio no Havaí.
Jewitt explicou que o objeto pode ter se originado da colisão de um asteroide 200 milhões de anos atrás. Seu padrão de poeira dispersa em espasmos e explosões pode significar que está morrendo lentamente.
"Na astronomia, onde você encontra um, acaba encontrando mais um montão", afirmou. "É um objeto surpreendente e quase com certeza será o primeiro de muitos outros", prosseguiu.
Fonte: Terra
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Nova imagem da Nasa capta Saturno sob eclipse do Sol
A Agência
Espacial Americana (Nasa) divulgou uma nova foto do planeta Saturno, capturada
em julho pela sonda espacial Cassini. A imagem faz parte de uma série do
projeto The Day The Earth Smiled (O Dia em que a Terra Sorriu, em tradução
livre), promovido pela chefe de Imagem da Nasa, Carolyn Porco.
Em 19 de
julho, dia em que a imagem foi produzida, pessoas de todos os cantos do mundo
foram convidadas a saírem de suas casas e olharem para os céus, em uma espécie
de celebração da existência humana em meio à imensidão do Universo. A ideia é
que entre as fotos feitas pela Cassini também estivessem imagens da Terra,
colhidas de um bilhão de quilômetros de distância.
No depoimento abaixo, Carolyn Porco descreve o que mostram as imagens e comenta o significado do evento de 19 de julho.
"Há quatro meses, nossas câmeras na Cassini foram comandadas para executar uma sequência de imagens rotineiras.
No dia 19 de julho, uma série de imagens enquadrando Saturno, seu inteiro sistema de anéis e luas foi capturada enquanto a sonda estava posicionada em uma sombra criada pelo eclipse do sol sobre o planeta.
Outra intenção da ocasião era capturar a imagem de nosso próprio planeta - minúsculo, remoto, sozinho -, visto de um bilhão de quilômetros de distância.
A análise detalhada das imagens nos permite ver algumas das luas mais importantes do planeta, como a brilhante Enceladus e Tethys, que tem um terço do tamanho da nossa. Do outro lado do planeta, na parte superior direita, está Mimas, uma lua crescente que deita sua sombra sobre parte do anel E.
Ao continuar explorando as imagens, é possível ver abaixo dos anéis principais, do lado direito, distante e perdido em meio à cena radiante, um pequeno pontinho azul flutuando em um mar de estrelas.
Esta é a nossa casa, a Terra. E mais do que isso, a imagem daquele pontinho capta um momento, congelado no tempo, em que os habitantes do nosso planeta fizeram uma pausa de suas atividades normais para reconhecer a nossa existência.
Espero que, no futuro, quando as pessoas olharem novamente para esta imagem, elas se lembrem do momento em que por mais inusitado que pareça, elas estavam lá, sabiam que estavam sendo 'fotografadas' e sorriram".
No depoimento abaixo, Carolyn Porco descreve o que mostram as imagens e comenta o significado do evento de 19 de julho.
"Há quatro meses, nossas câmeras na Cassini foram comandadas para executar uma sequência de imagens rotineiras.
No dia 19 de julho, uma série de imagens enquadrando Saturno, seu inteiro sistema de anéis e luas foi capturada enquanto a sonda estava posicionada em uma sombra criada pelo eclipse do sol sobre o planeta.
Outra intenção da ocasião era capturar a imagem de nosso próprio planeta - minúsculo, remoto, sozinho -, visto de um bilhão de quilômetros de distância.
A análise detalhada das imagens nos permite ver algumas das luas mais importantes do planeta, como a brilhante Enceladus e Tethys, que tem um terço do tamanho da nossa. Do outro lado do planeta, na parte superior direita, está Mimas, uma lua crescente que deita sua sombra sobre parte do anel E.
Ao continuar explorando as imagens, é possível ver abaixo dos anéis principais, do lado direito, distante e perdido em meio à cena radiante, um pequeno pontinho azul flutuando em um mar de estrelas.
Esta é a nossa casa, a Terra. E mais do que isso, a imagem daquele pontinho capta um momento, congelado no tempo, em que os habitantes do nosso planeta fizeram uma pausa de suas atividades normais para reconhecer a nossa existência.
Espero que, no futuro, quando as pessoas olharem novamente para esta imagem, elas se lembrem do momento em que por mais inusitado que pareça, elas estavam lá, sabiam que estavam sendo 'fotografadas' e sorriram".
Fonte: Terra
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Simulação da Nasa mostra Marte jovem e com oceanos
A Nasa
divulgou na quarta-feira uma simulação que mostra o planeta vermelho quando ele
era jovem. Os cientistas acreditam que há bilhões de anos Marte era bem
diferente do que é hoje, com uma densa atmosfera que era quente o suficiente
para manter oceanos de água líquida - um ingrediente essencial para a vida como
conhecemos.
A baixa pressão atmosférica e o frio da superfície marciana não permite a água em estado líquido atualmente no planeta. "Há canais dendríticos estruturados que, assim como na Terra, são consistentes com a erosão de superfície causada por fluxo de água", diz Joseph Grebowsky, do Centro Espacial Goddard, da Nasa. Segundo o cientista, em algumas crateras, há evidências de que se formaram lagos nos locais. Além disso, há minerais que se formam apenas na presença de água líquida, como hematitas.
O vídeo mostra a passagem desses bilhões de anos, quando a água seca, o planeta se torna frio e a atmosfera perde seu azul. Não se sabe se Marte teve água líquida tempo o suficiente para desenvolver vida. Não se tem certeza também qual foi o motivo para essa mudança drástica no planeta.
A nova sonda da agência, a Maven, que será lançada ainda este mês, irá investigar a mudança no clima de Marte.
A baixa pressão atmosférica e o frio da superfície marciana não permite a água em estado líquido atualmente no planeta. "Há canais dendríticos estruturados que, assim como na Terra, são consistentes com a erosão de superfície causada por fluxo de água", diz Joseph Grebowsky, do Centro Espacial Goddard, da Nasa. Segundo o cientista, em algumas crateras, há evidências de que se formaram lagos nos locais. Além disso, há minerais que se formam apenas na presença de água líquida, como hematitas.
O vídeo mostra a passagem desses bilhões de anos, quando a água seca, o planeta se torna frio e a atmosfera perde seu azul. Não se sabe se Marte teve água líquida tempo o suficiente para desenvolver vida. Não se tem certeza também qual foi o motivo para essa mudança drástica no planeta.
A nova sonda da agência, a Maven, que será lançada ainda este mês, irá investigar a mudança no clima de Marte.
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