domingo, 11 de maio de 2014

Se você realmente gosta de Astronomia vai gostar desses enfeites.
Faça o seu também, você só vai precisar de:

- Uma garrafa transparente
- Corante
- Água 
- Algodão
- Purpurina 

E um pouquinho de imaginação.

Por que as Luas se formam ?


As luas se formam nos primeiros estágios da vida de um planeta, quando rochas que viajam pelo espaço podem tanto colidir contra ele e lançar restos de volta ao espaço quanto serem atraídas por seu campo gravitacional. As rochas e poeira são gradualmente modeladas em um formato esférico pela gravidade de seu seu planeta hospedeiro até virarem luas. 

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Asteroide com seis caudas assombra cientistas


Um estranho asteroide que parece ter múltiplas caudas giratórias foi detectado pelo telescópio espacial Hubble, da Nasa, entre Marte e Júpiter, anunciaram astrônomos esta quinta-feira.

Ao invés de se parecer com um pequeno ponto de luz, como a maioria dos asteroides, este tem meia dúzia caudas de poeira parecidas com as dos cometas, similares aos raios de uma roda, reportaram os cientistas no periódico Astrophysical Journal Letters.

"É difícil de acreditar que estamos olhando para um asteroide", disse o principal pesquisador, David Jewitt, professor do Departamento de Ciências da Terra e do Espaço na Universidade da Califórnia em Los Angeles.

"Ficamos assombrados quando o vimos. Surpreendentemente, as estruturas de sua cauda mudam dramaticamente em apenas 13 dias à medida que libera poeira", acrescentou.

O objeto foi denominado P/2013 P5, e os astrônomos acreditam que ele esteja cuspindo poeira por pelo menos cinco meses.

O asteroide pode ter girado tão rápido que começou a se desintegrar, explicaram os cientistas.

Eles não acreditam que as caudas tenham resultado de um impacto porque um evento assim faria a poeira se espalhar de uma vez.

Suas múltiplas caudas foram descobertas em imagens captadas pelo telescópio Hubble em 10 de setembro passado, depois de ter sido detectado pela primeira vez por um telescópio no Havaí.

Jewitt explicou que o objeto pode ter se originado da colisão de um asteroide 200 milhões de anos atrás. Seu padrão de poeira dispersa em espasmos e explosões pode significar que está morrendo lentamente.

"Na astronomia, onde você encontra um, acaba encontrando mais um montão", afirmou. "É um objeto surpreendente e quase com certeza será o primeiro de muitos outros", prosseguiu.


Fonte: Terra


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Nova imagem da Nasa capta Saturno sob eclipse do Sol


A Agência Espacial Americana (Nasa) divulgou uma nova foto do planeta Saturno, capturada em julho pela sonda espacial Cassini. A imagem faz parte de uma série do projeto The Day The Earth Smiled (O Dia em que a Terra Sorriu, em tradução livre), promovido pela chefe de Imagem da Nasa, Carolyn Porco.

Em 19 de julho, dia em que a imagem foi produzida, pessoas de todos os cantos do mundo foram convidadas a saírem de suas casas e olharem para os céus, em uma espécie de celebração da existência humana em meio à imensidão do Universo. A ideia é que entre as fotos feitas pela Cassini também estivessem imagens da Terra, colhidas de um bilhão de quilômetros de distância.

No depoimento abaixo, Carolyn Porco descreve o que mostram as imagens e comenta o significado do evento de 19 de julho.

"Há quatro meses, nossas câmeras na Cassini foram comandadas para executar uma sequência de imagens rotineiras.

No dia 19 de julho, uma série de imagens enquadrando Saturno, seu inteiro sistema de anéis e luas foi capturada enquanto a sonda estava posicionada em uma sombra criada pelo eclipse do sol sobre o planeta.

Outra intenção da ocasião era capturar a imagem de nosso próprio planeta - minúsculo, remoto, sozinho -, visto de um bilhão de quilômetros de distância.

A análise detalhada das imagens nos permite ver algumas das luas mais importantes do planeta, como a brilhante Enceladus e Tethys, que tem um terço do tamanho da nossa. Do outro lado do planeta, na parte superior direita, está Mimas, uma lua crescente que deita sua sombra sobre parte do anel E.

Ao continuar explorando as imagens, é possível ver abaixo dos anéis principais, do lado direito, distante e perdido em meio à cena radiante, um pequeno pontinho azul flutuando em um mar de estrelas.

Esta é a nossa casa, a Terra. E mais do que isso, a imagem daquele pontinho capta um momento, congelado no tempo, em que os habitantes do nosso planeta fizeram uma pausa de suas atividades normais para reconhecer a nossa existência.

Espero que, no futuro, quando as pessoas olharem novamente para esta imagem, elas se lembrem do momento em que por mais inusitado que pareça, elas estavam lá, sabiam que estavam sendo 'fotografadas' e sorriram".



Fonte: Terra

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Simulação da Nasa mostra Marte jovem e com oceanos



A Nasa divulgou na quarta-feira uma simulação que mostra o planeta vermelho quando ele era jovem. Os cientistas acreditam que há bilhões de anos Marte era bem diferente do que é hoje, com uma densa atmosfera que era quente o suficiente para manter oceanos de água líquida - um ingrediente essencial para a vida como conhecemos.

A baixa pressão atmosférica e o frio da superfície marciana não permite a água em estado líquido atualmente no planeta. "Há canais dendríticos estruturados que, assim como na Terra, são consistentes com a erosão de superfície causada por fluxo de água", diz Joseph Grebowsky, do Centro Espacial Goddard, da Nasa. Segundo o cientista, em algumas crateras, há evidências de que se formaram lagos nos locais. Além disso, há minerais que se formam apenas na presença de água líquida, como hematitas.

O vídeo mostra a passagem desses bilhões de anos, quando a água seca, o planeta se torna frio e a atmosfera perde seu azul. Não se sabe se Marte teve água líquida tempo o suficiente para desenvolver vida. Não se tem certeza também qual foi o motivo para essa mudança drástica no planeta.

A nova sonda da agência, a Maven, que será lançada ainda este mês, irá investigar a mudança no clima de Marte. 

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Nasa lança sonda que tenta descobrir o que deu errado em Marte


Por que Marte não deu certo? Esta é, a grosso modo, a grande pergunta feita pela missão Maven, da Nasa, que será lançada na madrugada de segunda-feira. Estudos acharam indícios de que o planeta vermelho já teve muito azul no passado. 
Foram descobertas substâncias que se formam apenas na presença de água líquida. Formações geológicas e simulações por computador indicam a presença de rios, lagos e até mesmo oceanos que montam um retrato completamente diferente do planeta do que temos hoje. Além disso, a atmosfera seria mais densa e quente, para permitir a água em estado líquido, com um céu de safira. O que falta descobrir é quando e o quê deu errado no nosso vizinho.

Maven é a sigla em inglês para Evolução da Atmosfera e Voláteis de Marte (volátil é uma substância que evapora a temperatura relativamente baixa - e o que interessa mais aos cientistas é a água). A sonda será dotada de instrumentos como magnetômetro, espectrômetros e detectores de elétrons, íons e outras partículas do Sol. O estudo da influência solar se deve a teorias que indicam que nossa estrela teve um papel importante na "destruição" da atmosfera marciana.

O planeta vermelho, quando era azul

Os cientistas acreditam que, há bilhões de anos, Marte era bem diferente do que é hoje, com uma densa atmosfera que era quente o suficiente para manter oceanos de água líquida - um ingrediente essencial para a vida como conhecemos. Marte teria até mesmo um céu azul, como o da Terra.​

"Há canais dendríticos estruturados que, assim como na Terra, são consistentes com a erosão de superfície causada por fluxo de água", diz Joseph Grebowsky, do Centro Espacial Goddard, da Nasa. Segundo o cientista, em algumas crateras, há evidências de que se formaram lagos nos locais. Além disso, há minerais que se formam apenas na presença de água líquida, como hematitas.

Na quarta-feira, a Nasa divulgou uma simulação que mostra como a quarta pedra do Sistema Solar seria há 4 bilhões de anos. De oceanos e céu azul, Marte se tornou no árido planeta vermelho que conhecemos hoje.



Fonte: Terra

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Cientistas identificam explosão mais brilhante já vista


Uma explosão cósmica provocou a morte de um estrela gigante que estava sendo estudada pelos cientistas. A explosão da radiação, conhecida como explosão de raio gama, foi registrada no começo do ano por telescópios posicionados no espaço, e foi recentemente confirmada como a mais brilhante já vista.
Pesquisadores acreditam que a estrela possui de 20 a 30 vezes uma massa superior à do Sol. As descobertas foram publicadas na revista científica Science.

Os pesquisadores afirmam que a luz da explosão demorou quatro bilhões de anos para chegar à Terra. O astrônomo Paul O'Brein, da Universidade de Leicester, disse: "Esses acontecimentos podem ocorrer em qualquer galáxia a qualquer tempo. Mas não temos nenhuma forma de prever isso."

A explosão enorme da estrela foi captada pelos telescópios espaciais Swift e Fermi. Ela teria durado menos de um minutos e espalhado radiação ao seu redor. "A estrela estava 'vivendo feliz', fundindo matéria em seu centro. E de repente, acabou ficando sem 'combustível'", explica O'Brien. 
O centro da estrela teria sido engolida por um buraco negro, liberando muita energia na explosão de raio gama. Uma onda de explosão teria feito com que a estrela se expandisse, criando outro acontecimento visual, conhecido como supernova. "Podemos ver a luz se apagando - o final dos dois acontecimentos - por semanas ou até mesmo meses."

Apesar de a explosão ter acontecido razoavelmente "perto" do planeta Terra, a radiação não traz qualquer tipo de perigo. A energia não seria capaz de atravessar a atmosfera do planeta com intensidade.

Mas caso a explosão tivesse acontecido a uma distância de mil anos luz, a radiação poderia danificar a camada de ozônio, o que teria consequências graves para a vida na Terra.

"A previsão é que deve ocorrer uma explosão de raio gama perto da Terra a ponto de nos colocar em perigo a cada 500 milhões de anos", diz O'Brien.

"Em algum momento na história da Terra, nós provavelmente fomos atingidos por radiação de uma explosão de raio gama, e isso vai voltar a acontecer em algum ponto no futuro. Mas as chances de isso acontecer durante o período em que estamos vivos agora são muito pequenas."



Fonte: Terra

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Com efeito estufa, Marte pode ter tido água líquida há 3,8 bi de anos

Um estudo divulgado neste domingo na revista especializada Nature Geoscience indica que Marte pode ter passado por um período de efeito estufa causado por pelo menos dois gases há 3,8 bilhões de anos, o que teria elevado as temperaturas o suficiente para que tivesse água em estado líquido. 
Vales marcianos indicam que existiu água em estado líquido que esculpiu os esguios paredões marcianos. Contudo, simulações anteriores indicam que a quantidade de gás carbônico que existiu na atmosfera não era suficiente para subir a temperatura acima do ponto de congelamento.

O novo estudo indica, contudo, que o CO2 não foi o único gás a ter papel no aquecimento de Marte. Há 3,8 bilhões de anos, o planeta vermelho tinha também muito hidrogênio molecular na atmosfera, o que, em conjunto com o gás carbônico, teria causado aquecimento para que o planeta tivesse grande quantidade de água na superfície.

"Isso é animador porque explica como Marte pode ter sido quente e úmido o suficiente para formar os antigos vales que fazem os cientistas coçarem a cabeça nos últimos 30 anos", diz M. Ramirez, estudante de doutorado da universidade Penn State (EUA) e membro do grupo de pesquisa. "Acreditamos ter elaborado uma solução crível para esse grande mistério."

Ramirez e o pesquisador Ravi Kopparapu desenvolveram um modelo no qual os vulcões marcianos liberaram uma grande quantidade de gás carbônico e hidrogênio na atmosfera, o que explicaria o aquecimento.

"A molécula de hidrogênio em si é um pouco desinteressante", diz Ramirez. "Contudo, com outros gases, como o dióxido de carbono, ela pode ficar perturbada e funcionar como um poderoso gás de efeito estufa em comprimentos de onda que o dióxido de carbono e a água não absorvem muito. Assim, hidrogênio preenche a lacuna deixada pelos outros gases de efeito estufa", diz Ramirez.



Fonte: Terra

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

COMETA ISON: Nasa divulga imagem de 'cometa do século' e alerta para desintegração

As agências espaciais europeia (ESA, na sigla em inglês) e americana (Nasa) divulgaram na segunda-feira uma imagem registrada em 9 de outubro pelo telescópio espacial Hubble mostrando o cometa Ison - apelidado, devido ao seu brilho, de "cometa do século". 
O cometa Ison poderá brilhar tão intenso quanto a Lua Cheia quando passar no ponto mais próximo ao Sol.
Na imagem, o núcleo sólido do cometa é muito pequeno, mas íntegro. Se tivesse se partido - uma possibilidade considerada pelos astrônomos, uma vez que o Sol esquenta lentamente o cometa durante sua aproximação e poderia até destruí-lo -, o telescópio teria provavelmente identificado evidência de múltiplos fragmentos.

O cometa Ison (chamado de C/2012 S1 por cientistas) atingirá seu brilho máximo para quem o olha da Terra no final de novembro, quando o objeto celestial passa pelo Sol. Quanto mais brilhante fica, mais visível é para o observador humano - e maiores ficam as chances de se poder ver o cometa a olho nu antes de ele desaparecer dos céus do nosso planeta, por volta de dezembro, quando será registrada sua aproximação mais próxima.

Dependendo do destino do cometa ao passar perto do Sol, o cometa Ison poderia se tornar um espetáculo nos céus ou, pelo contrário, uma decepção. De acordo com a Agência Espacial Europeia, o corpo celeste poderia se desintegrar completamente. Qualquer que seja seu destino, o cometa será observado com muito intersse por missões da Nasa, da ESA e de outros observatórios, dedicados a estudar esse visitante gelado pelos próximos meses.

Descoberto em setembro de 2012 por dois astrônomos russos, o Ison foi chamado de "cometa do século" após algumas previsões que indicavam que ele poderia aparecer tão grande como a Lua Cheia para quem vê da superfície da Terra. Contudo, isso depende de sua passagem pelo Sol.

Descoberta​

O Ison foi descoberto pelos astrônomos russos Vitali Nevski e Artyom Novichonok em setembro de 2012. O nome dado foi o da instituição na qual os dois trabalham, a International Scientific Optical Network.

No dia 28 de novembro, ele deve chegar a uma distância não muito maior do que um milhão de quilômetros da superfície da estrela.

Se o cometa sobreviver a esta passagem, deve se afastar do Sol ainda mais brilhante do que antes e poderá iluminar os céus da Terra em janeiro de 2014.

No entanto, cometas são imprevisíveis, e o Ison poderá se desintegrar durante a passagem nas proximidades do Sol.



Fonte: Terra

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Satélite registra núcleo de maior estrutura cósmica do Universo Local

O satélite Planck da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) capturou imagens de alguns dos maiores objetos existentes no Universo atualmente: aglomerados e superaglomerados de galáxias. 
Superaglomerado de galáxias de Shapley é considerada uma das maiores estruturas do Universo. 
Enquanto rastreava pelo espaço em busca da luz cósmica mais antiga, o satélite encontrou centenas de galáxias entremeadas por uma imensa quantidade de gás, e registrou uma imagem do núcleo do superaglomerado de Shapley, a estrutura cósmica com a maior concentração de matéria do Universo Local.

Esse superaglomerado foi descoberto nos anos 1930 pelo astrônomo americano Harlow Shapley: uma notável concentração de galáxias na constelação do Centauro. Com mais de 8 mil galáxias e uma massa total superior a 10 milhões de bilhões (10 quadrilhões, ou 10.000.000.000.000.000) de vezes a massa do Sol, essa é a estrutura mais maciça a uma distância de aproximadamente 1 bilhão de anos-luz da Via Láctea.


Fonte: Terra
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