terça-feira, 2 de julho de 2013

Nasa descobre mais de 10 mil asteroides e cometas próximos à Terra


Mais de 10 mil asteroides e cometas que podem passar próximos à Terra já foram descobertos. A marca foi atingida no último dia 18, quando o telescópio Pan-STARRS-1 detectou o 10.000º objeto espacial nas proximidades do planeta.

Imagem divulgado pela Nasa mostra movimentação do asteroide 2013 MZ5 com um conjunto de estrelas ao fundo.


Operado pela Universidade do Havaí, o telscópio faz parte dos projetos financiados pela Nasa, a agência espacial americana.

"Encontrar 10 mil objetos próximos à Terra é uma marca significativa", afirmou Lindley Johnson, da Nasa. "No entanto, há um número pelo menos 10 vezes maior ainda a ser descoberto antes que possamos estar certos de que teremos encontrado todos e quaisquer objetos que possam impactar e causar danos significativos aos cidadãos da Terra", afirmou o pesquisador, sobre cujo comando - que já dura uma década - 76% das descobertas foram feitas.

Objetos próximos da Terra (NEO, na sigla em inglês) são asteroides e cometas que podem se aproximar da Terra até uma distância orbital de 45 milhões de quilômetros. Eles variam em tamanho desde apenas alguns centímetros - os mais difíceis de se detectar - até dezenas de quilômetros, caso do asteroide 1036 Ganymed, o maior do tipo já descoberto, com quase 41 quilômetros de diâmetro.

O asteroide 2013 MZ5 tem aproximadamente 300 metros de diâmetro. Sua órbita já foi analisada e não inclui uma passagem pelo planeta próxima o suficiente para ser considerada potencialmente perigosa. Dos 10 mil objetos descobertos, apenas cerca de 10% tem mais de um quilômetro - tamanho grande o suficiente para causar impacto global, caso atingissem a Terra. Porém, a Nasa avalia que nenhum desses asteroides e cometas maiores são uma ameaça ao planeta atualmente - e é provável que apenas algumas dezenas desses faltam ser descobertos.


Fonte: Terra


segunda-feira, 1 de julho de 2013

Nasa testa robô que irá a Marte no deserto do Atacama

Zoe, um protótipo do qual sairá um robô que a Nasa enviará em missão a Marte em 2020, faz testes de funcionamento no deserto do Atacama, no norte do Chile, que reúne as mesmas características físicas do planeta vermelho.

O robô explorador iniciou os testes com um primeiro trajeto em um terreno situado 2.300 metros sobre o nível do mar, em pleno deserto do Atacama, e sob o estudo de cientistas da Universidade de Carnegie Mellon dos Estados Unidos e da Universidade Católica do Norte do Chile.

"Começou em 15 de junho, percorreu 30 quilômetros. Testamos equipamentos deste protótipo para aproveitar as partes que sejam utilizáveis" que serão incorporadas ao robô que viajará em 2020, disse esta sexta-feira à AFP Guillermo Chong, pesquisador do Departamento de Ciências Geológicas da Universidade Católica do Norte.

O deserto do Atacama, o mais árido do mundo, foi usado pela agência espacial americana em ocasiões anteriores para testar outras unidades que viajaram em missões espaciais, graças à semelhança de sua superfície e condições climáticas com outros corpos celestes.

"A radiação ultravioleta, a 'hiperaridez', as mudanças de clima entre o dia e a noite, a falta de macrovida e a ausência de água" são algumas das analogias entre Marte e o deserto do Atacama, afirmou o pesquisador.

O protótipo, cujo movimento é controlado dos Estados Unidos, fará testes até o próximo domingo no deserto chileno.

Durante este tempo, Zoe buscará vestígios de microvida no deserto, enquanto os especialistas revisarão seus equipamentos como sensores usados para a detecção de vida, a definição de minerais que venham a ser coletados, a captação de energia e para tirar fotografias.

Zoe tem um peso aproximado de 771 quilos. Seu chassi é feito de alumínio e outras ligas, tem várias câmaras e na parte superior tem dois painéis solares, enquanto suas rodas são de bicicleta, mas o robô que irá a Marte terá rodas de metal, sustentou Chong.

O robô, que já foi testado em 2005 nestas paragens, também conta com um laboratório interno e uma broca que lhe permitirá fazer sondagens de até um metro de profundidade, mediante os quais poderá detectar microorganismos.

O investimento durante a fase de testes do protótipo chegará a 100.000 dólares.

Nasa lança telescópio para estudar atmosfera solar


A Nasa lançou nessa quinta-feira um telescópio espacial para começar a desvendar os segredos da baixa atmosfera do sol, região desconhecida onde se formam os ventos solares que castigam a Terra regularmente. O satélite Iris ("Interface Region Imaging Spectrograph") decolou no foguete Pegasus XL, da empresa americana Orbital Sciences.
O lançamento ocorreu na base base militar de Vandenberg, na Califórnia, às 2h27 GMT desta sexta (23h27 de quinta em Brasília).

O Iris ficará em uma órbita a 643 quilômetros da Terra antes de abrir seus painéis solares. O custo da missão é de US$ 182 milhões. Esse telescópio ultravioleta pode captar imagens de alta resolução a poucos segundos de intervalo nessa região pouco explorada do sol situada em sua superfície e sua coroa. A coroa se estende por vários milhões de quilômetros, diluindo-se no espaço.

O objetivo dessa missão de pelo menos dois anos é entender como são gerados os ventos solares carregados de partículas magnéticas nessa misteriosa zona. Assim, será possível melhorar a previsão sobre as tempestades magnéticas que se dirigem para a Terra e que são um fator de perturbação para a rede elétrica.

Essa região do sol é também uma fonte de emissões de raios ultravioletas que têm um impacto na base da atmosfera e no clima terrestre, de acordo com a Nasa. "O Iris vai ampliar nossas observações do Sol para uma região até o momento difícil de estudar", explicou Joe Davila, do Centro Goddard de Voos Espaciais da Nasa e responsável científico da missão Iris. 

Fonte: Terra


domingo, 30 de junho de 2013

Estudo revela novos dados sobre funcionamento dos buracos negros


O Observatório Austral Europeu (ESO, na sigla em inglês) anunciou nesta quinta-feira a descoberta de um buraco negro no qual parte do pó circundante é repelido em forma de ventos frios, o que põe em xeque as atuais teorias e revela como estas regiões evoluem e interagem com seu entorno.

Com a ajuda do telescópio VLT do ESO, situado no deserto de Atacama (Chile), uma equipe de cientistas pôde observar que o pó que rodeia o gigantesco buraco negro do centro de uma galáxia ativa não se encontra sozinho nessa área circundante como era de se esperar, mas que parte do mesmo é repelido e se encontra em cima e embaixo dela.

Ao longo dos últimos 20 anos, os astrônomos do ESO descobriram que quase todas as galáxias têm um enorme buraco negro em seu centro, alguns dos quais crescem atraindo matéria de seu entorno e criam, durante o processo, o objeto de maior energia do universo: os núcleos de galáxias ativos (AGN, em inglês).

As regiões interiores destas brilhantes regiões são rodeadas por um anel em forma de rosca composto de pó cósmico arrastado do espaço circundante, algo similar ao que acontece quando a água forma um pequeno redemoinho ao redor de um ralo. Até agora, os cientistas achavam que a maior parte da forte radiação infravermelha que provinha dos AGN se originava nessa área.

Como explica o autor principal do artigo que apresenta estes novos resultados, Sebastian Hönig, se trata da primeira vez que se pôde combinar observações detalhadas no infravermelho médio do pó frio que rodeia um AGN, com observações de quase mesma precisão do pó muito quente.

O pó recentemente descoberto forma uma corrente de vento frio que sai do buraco negro e que, supõem, deve ter um papel importante na complexa relação existente entre o buraco negro e seu entorno.

O buraco negro satisfaz seu insaciável apetite se alimentando do material circundante, mas a intensa radiação que este processo produz também parece estar expulsando material, embora não seja muito clara a forma como estes dois processos se juntam para permitir que os buracos negros supermassivos cresçam e evoluam no interior das galáxias.

O passo seguinte, disse Hönig, é a colocação em funcionamento do Matisse, um instrumento de segunda geração que permitirá combinar os Telescópios Unitários do VLT de uma vez só e observar simultaneamente o infravermelho próximo e o infravermelho médio, proporcionando assim dados muito mais detalhados.


Fonte: Terra


Nasa divulga imagem de interação entre galáxias


A agência espacial americana divulgou uma imagem capturada pelo telescópio espacial Hubble que mostra a interação entre duas galáxias. As dupla, conhecida como Arp 142, é formada pelas galáxias NGC 2936 e pela NGC 2937 e fica na constelação de Hydra.


A galáxia que lembra o formato de um pássaro era originalmente uma galáxia em espiral comum, mas ganhou esse formato por causa da interação com a galáxia que está ao lado. 

domingo, 16 de junho de 2013

Pela primeira vez, espaçonave da Nasa será reutilizável

Desde que aposentou os ônibus espaciais, em 2011, a Nasa - agência espacial americana - tem sido obrigada a alugar a estrutura da Rússia para levar seus astronautas ao espaço. No entanto, os Estados Unidos ter suas próprias naves espaciais funcionando novamente em breve. 
Versão de testes da Orion é apresentada pela Nasa no Centro Espacial John F. Kennedy.
Chamado de Orion, o novo veículo será capaz de transportar astronautas até a órbita da Terra, à Lua, as asteroides e, eventualmente, até Marte. 

Apesar de ter um formato semelhante ao das cápsulas da missão Apollo, a nova espaçonave é uma máquina completamente redesenhada. Diferente dos veículos desenvolvidos anteriormente, a Orion - cujo primeiro voo está previsto para 2017 - pode ser reaproveitada. Ela consiste em três seções básicas: um módulo para a tripulação, um módulo de serviço e um sistema para abortar o lançamento. Um poderoso novo foguete será responsável por levar a Orion para o espaço. 

É o módulo destinado aos astronautas, em particular, que poderá ser reciclado para utilização em várias viagens espaciais. Tornar uma nave reutilizável não é uma tarefa fácil: desde a chegada do homem à Lua na missão Apollo 11, a maior parte dos veículos espaciais tripulados conseguiu retornar com segurança à Terra ao pousar no oceano. Ainda que sejam mais fáceis, do ponto de vista da engenharia - já que a cápsula em queda não precisa desacelerar tanto para um impacto na água e dispositivos de amortecimento são dispensáveis -, esse tipo de aterrissagem também é mais caro, uma vez que a água salgada costuma destruir a parte eletrônica da nave. 

Com essa inovação, a espaçonave Orion terá um custo de operação menor a longo prazo. 


Fonte: Terra

Hubble pode ter descoberto planeta que "não deveria existir"

Astrônomos descobriram com o uso do telescópio Hubble evidências da formação de um planeta a 12 bilhões de quilômetros de sua estrela, o que desafia uma das teorias mais aceitas, afirma a Nasa - a agência espacial americana. 
Imagem mostra a distância da falha ("gap"), onde estaria o planeta, de sua estrela, no centro.
O estudo foi divulgado na publicação especializada The Astrophysical Journal nesta sexta-feira. 

Já foram descobertos mais de 900 planetas fora do Sistema Solar, mas este é o primeiro encontrado tão distante de sua estrela. Para se ter ideia, ele orbita a anã vermelha TW Hydrae, que fica a 176 anos-luz da Terra, a cerca do dobro da distância de Plutão em relação ao Sol. 

Com o uso do Hubble, os astrônomos encontraram uma falha de 1,9 bilhão de quilômetros de diâmetro no disco protoplanetário de gás e poeira que fica ao redor da estrela e tem cerca de 66 bilhões de quilômetros. É esse buraco que indica que existe um planeta ali e que teria se formado pela aglutinação do material ao seu redor, o que deixou o vazio no disco. 

Conforme uma das teorias mais aceitas, um planeta a 12 bilhões de quilômetros de seu sol deveria levar 2 bilhões de anos para se formar. O problema é que TW Hydrae tem apenas 8 milhões de anos - ele dificilmente teria planetas, segundo essa proposição. Complica ainda mais o dado que indica que essa estrela tem apenas 55% da massa do nosso Sol. 

"É tão intrigante ver um sistema como esse", diz John Debes, do Instituto Space Telescope Science, nos Estados Unidos, e líder do estudo. "Esta é a estrela com menor massa que observamos a ter esse tipo de falha." 

Uma teoria alternativa pode explicar o que acontece no sistema. O disco poderia se tornar gravitacionalmente instável e colapsar, o que, segundo este cenário, levaria a uma formação rápida de um planeta - em "apenas" milhares de anos. 

"Se conseguirmos realmente confirmar que há um planeta ali, nós poderíamos conectar suas características com as propriedades da falha", diz Debes. "Isso pode adicionar teorias de formação planetária para (entendermos) como realmente um planeta se forma a uma longa distância (de sua estrela).". 



Fonte: Terra

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Sulcos em Marte são marcas de 'tobogãs' de gelo seco, dizem cientistas



Um estudo divulgado em uma publicação científica sugere que algumas ranhuras longas e finas encontradas em pontos da superfície de Marte podem ter sido feitas não por água, mas por blocos de dióxido de carbono congelado, também conhecido como gelo seco.

De acordo com a hipótese dos cientistas, os blocos deslizariam pelas dunas de areia de Marte sobre "almofadas" de gás de dióxido de carbono, como se fossem tobogãs.
Pedaços de gelo seco podem ter deslizado pelas dunas marcianas causando sulcos na superfície do planeta

Essas marcas estudadas pelos cientistas, chamadas por eles de sulcos lineares, têm uma extensão que varia entre algumas centenas de metros até 2,5 quilômetros.

A hipótese, divulgada na publicação científica Icarus, foi formulada após a análise de imagens da Mars Reconnaissance Orbiter, a sonda da Nasa que busca provas da existência de água em Marte.

Testes

As marcas estavam nas dunas que são cobertas por geada de gelo seco. Durante o inverno no polo sul do Planeta Vermelho, essa camada de gelo seco que pode chegar a um metro de profundidade.
Na primavera, esta camada é sublimada, passando diretamente do estado sólido para o gasoso.

"Os sulcos lineares não se parecem com sulcos na Terra ou outros sulcos em Marte, e este processo não aconteceria na Terra", explicou Serina Diniega, cientista planetária do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa na Cafifórnia e um dos autores da pesquisa.

Para testar a hipótese e constatar se o gelo seco pode deixar este tipo de fissuras, os cientistas pegaram blocos de gelo seco e os fizeram deslizar por dunas de areia nos Estados americanos de Utah e da Califórnia.

Os testes realizados no deserto mostraram que os blocos de gelo repartiram a areia, deixando marcas enquanto deslizavam pelas dunas.

Apesar de esta experiência não levar em conta a pressão e a temperatura de Marte, os pesquisadores acreditam que os blocos de gelo poderiam se comportar de forma semelhante em Marte.

Além disso, os cientistas acreditam que os sulcos marcianos seriam diferentes se tivessem sido criados por água. Nesse caso, a água carrega "sedimentos pela colina abaixo, e o material erodido do topo é levado para o fundo e depositado em (uma formação) com o formato de um leque", afirmou Diniega.

"Com os sulcos lineares, você não está transportando material. Você está esculpindo uma ranhura, empurrando o material para os lados", acrescentou.

Diferentes sulcos

Outra autora do estudo, Candice Hansen, do Instituto de Ciência Planetária da cidade de Tucson, no Estado americano do Arizona, afirmou que as ranhuras pesquisadas são únicas - e podem ser confundidas com outras encontradas no próprio planeta.

"A Mars Reconnaisance Orbirter está mostrando que Marte é um planeta muito ativo. Alguns dos processos que observamos em Marte são parecidos com os processos da Terra, mas este está na categoria dos (processos) exclusivos de Marte."

"Existe uma variedade de características em Marte que, às vezes, são colocadas juntas como 'sulcos', mas elas são formadas por processos diferentes", acrescentou.
"E apenas pelo fato de esta hipótese do gelo seco parecer uma boa explicação para um tipo (de sulco), não significa que possa ser aplicada para outras", disse.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Astrônomos descobrem fábrica de cometas a 400 anos-luz da Terra

Um grupo internacional de astrônomos encerrou parte do mistério que envolve a formação de corpos celestes ao descobrir uma "fábrica" de cometas ao redor de uma estrela a 400 anos-luz de distância da Terra.

Eles identificaram, pela primeira vez, uma armadilha de poeira, região na qual os pequenos grãos ficam 'presos' para se aglutinarem uns aos os outros, permitindo que eles cresçam em segurança até ficarem do tamanho de pedregulhos. Esse porto seguro de partículas de poeira só era conhecido na teoria, ressalta o estudo publicado na revista Science nesta quinta-feira (6).

Durante o estudo do disco de gás ao redor da estrela Oph-IRS 48, a equipe liderada por Nienke van der Marel, do Observatório de Leiden, na Holanda, observou com ajuda do ALMA (Grande Conjunto de Radiotelescópios do Atacama), o maior telescópio astronômico do mundo, que a poeira na órbita do sistema estelar tinha um formato diferente, mais parecido com uma castanha de caju do que de disco.
Astrônomos descobriram uma fábrica de cometas a 400 anos-luz de distância da Terra, encerrando um mistério da formação de corpos celestes. Durante o estudo do disco de gás ao redor da estrela Oph-IRS 48, o grupo de Nienke van der Marel, do Observatório de Leiden, na Holanda, observou que a poeira na órbita do sistema estelar tinha um formato diferente, mais parecido com uma castanha de caju do que de disco. Foi aí que eles perceberam que se tratava de "armadilha de poeira", região na qual os grãos ficam 'presos' para se aglutinarem uns aos os outros e crescerem em segurança, sem que fiquem estilhaçados após o choque. "Provavelmente estamos vendo um tipo de fábrica de cometas, já que as condições são propícias aos crescimento das partículas, desde o milímetro até ao tamanho de cometas", explica a autora no artigo publicado na Science

"Provavelmente estamos vendo [nessa região] um tipo de fábrica de cometas, já que as condições são propícias aos crescimento das partículas, desde o milímetro até ao tamanho de cometas", explica a autora.

Uma armadilha de poeira surge quando as partículas de poeira grandes se movem em direção a regiões de alta pressão. Os modelos teóricos apontam que esses lugares de alta pressão podem ter origem nos movimentos do gás situado na periferia de um disco de gás, assim como ocorre neste sistema estelar.

"Não é provável que a poeira dê origem a planetas a esta distância da estrela. Mas em um futuro muito próximo, o telescópio ALMA será capaz de observar estas armadilhas de poeira muito mais próximas das estrelas progenitoras, onde esses fenômenos estão ocorrendo. Tais locais seriam efetivamente os berços de planetas recém nascidos", conclui Nienke.


segunda-feira, 3 de junho de 2013

China enviará missão espacial tripulada em junho



A China lançará em meados deste mês uma nave espacial tripulada que se acoplará a um módulo experimental, última etapa da construção de uma estação espacial chinesa permanente, informou nesta segunda-feira a agência de notícias estatal Xinhua.

De acordo com o porta-voz do programa espacial do país, a nave se acoplará ao laboratório espacial Tiangong-1 (Palácio Celestial). Trata-se de uma etapa crucial para a obtenção da estação espacial permanente.

A capacidade espacial da China é inferior à dos EUA e da Rússia, mas o ambicioso programa do país inclui planos de enviar um homem à lua e construir, até 2020, uma estação que gire em torno da Terra, informa um documento oficial.

A China lançou em 2012 a nave espacial Shenzhou IX na missão mais ambiciosa de sua história, com três astronautas, entre eles Liu Yang, a primeira mulher chinesa ao viajar para o espaço.

Pequim realizou seu primeiro voo espacial tripulado em outubro de 2003. 
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