terça-feira, 30 de outubro de 2012

Estudo vislumbra primeiro planeta "brasileiro"


Um grande estudo liderado por um pesquisador da Universidade de São Paulo está muito perto de encontrar os primeiros planetas "brasileiros" fora do Sistema Solar.
Jorge Meléndez, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG/USP), chefia o grupo internacional responsável pelo trabalho, que tem por objetivo decifrar como surgem as diversas arquiteturas possíveis para um sistema planetário.
Para tanto, ele obteve 88 noites de observação no telescópio de 3,6  m do Observatório Europeu do Sul (ESO) em La Silla, Chile. É lá que está o espectrógrafo Harps, festejado na semana passada pela descoberta de um mundo do tamanho da Terra em Alfa Centauri B. Ele mede variações na luz vinda das estrelas, causadas por um bamboleio sutil que é sintoma da influência gravitacional de planetas por perto.
As 88 noites estão distribuídas ao longo de cinco anos (de 2011 até 2015), mas resultados parciais foram apresentados durante a 37ª Reunião Anual da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB).
E já se pode falar algo dos possíveis primeiros planetas descobertos por uma pesquisa nacional, embora não se possa ainda cravar o achado (é costume dos caçadores de planetas só fazer um anúncio quando uma órbita completa é observada). Por ora, já se viu sinais de um candidato a "Saturno quente" (um planeta do porte de Saturno, mas muito próximo de sua estrela) e de outro similar a Júpiter.
Química estelar - O que chamou a atenção do ESO para a aprovação do projeto brasileiro não foi tanto a perspectiva de encontrar planetas, mas a possibilidade de desvendar uma possível relação entre a composição química da estrela e seu sistema de planetas.
Meléndez e seus colegas concentram seus esforços nas chamadas "gêmeas solares", estrelas que têm basicamente os mesmos parâmetros do Sol. No entanto, a metalicidade (teor de metais) desses astros varia levemente. Os pesquisadores acreditam que exista uma relação entre a presença menor de metais na estrela e a formação de planetas do tipo rochoso, como a Terra, nas regiões mais internas do sistema.
Nesse contexto, o astro mais interessante dentre as 70 gêmeas solares que estão sendo observadas tende a ser uma estrela batizada de HIP 56948. Ela é praticamente idêntica ao Sol, inclusive em metalicidade.
E o que os astrônomos viram nela, até agora, é exatamente nada, o que na verdade é uma grande notícia. "Isso significa que, ao menos perto da estrela, o sistema está livre de planetas gigantes. É interessante, porque permitiria a existência de planetas rochosos nessas regiões."
Caso a relação entre a metalicidade e a configuração dos sistemas planetários seja real, será uma revolução na busca por planetas extrassolares, facilitando achar "gêmeas idênticas" da Terra.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Mar de Estrelas


O céu noturno sempre encantou o homem, que mesmo sem instrumentos de observação, é capaz de ver em uma noite clara mais de 5 mil estrelas pertencentes à Via Láctea. Com um telescópio simples, elas podem se multiplicar centenas de vezes, enquanto com um aparelho mais potente transformam-se em centenas de milhões de pontinhos brilhantes no céu. 
Apenas na Via Láctea estima-se que existam cerca de 200 bilhões de estrelas.
Durante muito tempo, as estrelas foram um mistério para o ser humano. Acreditava-se, por exemplo, que elas ocupavam uma posição fixa na abóbada celeste. Apenas no século XIX os astrônomos passaram a compreender sua natureza. Descobriu-se que são gigantescas esferas de gás incandescente. Conforme a luz emitida, os cientistas são capazes de calcular seu brilho, sua cor e sua temperatura.
Todas elas são esferas formadas por gás quente, basicamente hidrogênio e hélio. O hidrogênio é convertido em hélio em um processo de fusão termonuclear, e a energia resultante transforma-se em luz e calor. Calcula-se que, a cada segundo, podem ser convertidos em hélio 400 milhões de toneladas de hidrogênio.
Em consequência desse processo, a estrela emite radiação eletromagnética, o que inclui luzes visíveis, raios ultravioleta, infravermelhos e ondas de rádio. A intensidade da luz também pode variar de estrela para estrela. Algumas têm apenas 5% do brilho do Sol, outras podem ser 500 mil vezes mais brilhantes do que ele.
Na década de 1990, os cientistas fizeram uma descoberta há tempos aguardada: muitas estrelas possuem sistemas planetários, como ocorre no sistema solar. Porém, ainda pouco se sabe sobre os chamados planetas extrassolares, devido à sua difícil detecção. 
Tamanho do Sol em relação a maior estrela conhecida pelo homem.
Dados estelares

·        As maiores estrelas já identificadas têm diâmetros centenas de vezes maior que o do Sol, enquanto as menores não chegam a possuir 10% de sua massa.
·        Nem todas as estrelas têm a mesma cor, que pode variar entre tons de vermelho, laranja e até azul-claro, dependendo da sua temperatura interna. As mais quentes têm coloração azul e as mais frias tendem ao vermelho.
·        A temperatura média de cada estrela também varia, assim como sua temperatura interna e externa. O núcleo do Sol, por exemplo, chega a ter 15 milhões de graus Celsius, enquanto a camada externa gira em torno dos 5.700 °C.
·        De modo geral, quanto mais massa a estrela tiver, maior será sua luminosidade e temperatura. É o caso das supergigantes, que são mais brilhantes por terem muito mais massa do que outras.
·        95% das estrelas terminam ou vão terminar sua existência como anãs brancas. Outras maiores explodem como supernovas, emitindo um brilho que pode chegar a ser 1 bilhão de vezes mais intenso do que o do Sol.

A mais Brilhante

 Sirius é a estrela mais brilhante do céu noturno. Localizada na Constelação de Cão Maior, está a ‘’apenas’’ 8,6 anos-luz da Terra. Ou seja, a luz de Sirius observada hoje partiu da estrela há cerca de oito anos.
Durante séculos, Sirius foi venerada pelos egípcios, que a identificavam como deusa Sotis. A celebração tinha um motivo específico: quando a estrela surgia no céu, no início do verão do Hemisfério Norte, principiavam-se as cheias que alagavam as margens do rio Nilo, responsáveis pela fertilidade das terras egípcias. Portanto, o aparecimento da estrela era interpretado como anúncio de um período anual de abundância e prosperidade.
Há também outras estrelas que chamam a atenção por seu brilho intenso. Entre elas, destacam-se Canopus, Arcturus, Alfa Centauro e Veja. Já a estrela mais próxima depois do Sol, próxima Centauro, situada a 4,3 anos-luz da Terra, tem brilho fraco. Ela é chamada de anã vermelha e sua massa corresponde a aproximadamente 10% da solar. 

Se ampliar a imagem cada ponto que ver será uma galáxia... cada galáxia possui bilhões de estrelas.

Fonte: Atlas do Universo

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Episódio 23 - Via-Láctea


No céu é uma faixa clara. No espaço, é a nossa galáxia. No imaginário da Grécia antiga é um rio de leite. Na visão dos brasileiros originais é o caminho da Anta pela floresta. Na visão das nossas crianças... É preciso levá-las para onde possam vê-la.

Fonte: TV Escola

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Episodio 22 - Universo


Essa palavra dá uma sensação de que a gente nunca chega lá. Então o programa tenta escalar as distâncias para termos uma noção mais próxima do humano das dimensões do que ainda temos por conhecer.

Fonte: TV Escola
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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

NASA faz lançamento de foguetes que protegerão a Terra


A agência espacial norte-americana, Nasa, lançou na madrugada desta quinta-feira um foguete do Cabo Canaveral, na Flórida, nos Estados Unidos, com dois satélites para monitorar a órbita da Terra. Os satélites vão analisar o cinturão de radiação que cerca o planeta. Cada satélite contém uma capa de alumínio para protegê-los dos raios cósmicos. Os satélites percorrerão a órbita em volta da Terra, de forma enfileirada.
É a segunda missão da Nasa denominada LWS (Living With Star), cuja a tradução livre para o português é Vivendo com a Estrela. A finalidade é analisar os aspectos do sistema do Sol com a Terra que afetam a vida e a sociedade no planeta. 
O chefe da missão na Nasa, John Grunsfeld, disse que a expectativa é que os satélites ajudem na criação de planos para proteger a Terra de tempestades solares, explosões no Sol que liberam uma grande carga de partículas e interferem no funcionamento de satélites, meios de comunicação e colocam astronautas em perigo durante viagens no espaço.
"As informações coletadas por essas sondas beneficiarão o público, pois permitirão melhor proteção dos satélites e ajudarão a entender como o clima espacial afeta as comunicações e a tecnologia na Terra", disse Grunsfeld.
O cientista Barry Mauk, da Universidade Johns Hopkins Laboratório de Física, ressaltou que os satélites da missão são de alta precisão e abrangência. Segundo ele, será possível prever os níveis de radiação, por exemplo.

Fonte: Band

Primeiro sistema multiplanetário orbitando estrelas binárias é descoberto!


Pesquisadores de diversas instituições apresentam nesta terça-feira na União Astronômica Internacional a descoberta do primeiro sistema multiplanetário conhecido ao redor de uma estrela binária. Anteriormente, os astrônomos já haviam descoberto quatro sistemas parecidos, mas com apenas um exoplaneta em cada. Além disso, um desses corpos está na "zona habitável", o que anima os cientistas. O artigo que descreve o estudo será publicado na Science.


O sistema, que lembra o do planeta Tatooine, da saga Star Wars, foi chamado de Kepler-47 - já que foi descoberto pelo telescópio Kepler. Lá, as duas estrelas giram ao redor uma da outra (em um centro gravitacional comum) a cada 7,5 dias terrestres. Uma delas é similar ao Sol, enquanto a outra é menor, com apenas um terço do tamanho e 175 vezes mais fraca.
O planeta mais próximo delas tem três vezes o diâmetro da Terra e orbita o par a cada 49 dias terrestres. O corpo mais longínquo é um pouco maior que Urano e seu ano dura 303 dias. Este é o que chamou mais a atenção dos cientistas. Essa distância para suas estrelas significa que ele está na chamada "zona habitável", ou seja, que pode ter as condições para sustentar a vida como a conhecemos.
Planeta Tatooine, da saga Star Wars.
Apesar de certamente ser um gigante gasoso sem vida, esse planeta anima os pesquisadores, já que agora sabemos que corpos com condições para o aparecimento de seres vivos podem existir ao redor de estrelas binárias.
O novo sistema planetário está a "apenas" 5 mil anos-luz da Terra. Apesar disso, a distância é muito grande para que seja visto diretamente - os planetas foram detectados devido à queda no brilho do par de estrelas quando eles transitam em frente a elas. Após o registro do Kepler, o Observatório McDonald, no Texas, mediu o tamanho e massa relativos dos objetos - eles têm massa provável entre oito e 20 vezes maior que a da Terra.
"O que eu achei mais excitante é o potencial para habitabilidade em um sistema circumbinário. Kepler-47c não deve ser capaz de sustentar vida, mas se ele tiver grandes luas, estas podem ser mundos interessantes", diz William Welsh, da Universidade Estadual de San Diego (EUA), um dos autores do estudo, deixando fãs de Star Wars animados com a possibilidade de existir uma Endor por aí.



Fonte: Terra

Boletim - Caravana da Ciência - ESTE


         Na manhã da última sexta (24), o Clube Caronte em conjunto com o projeto de extensão “Física no Cotidiano” realizou mais uma Caravana da Ciência, e a escola que nos recebeu dessa vez foi a Escola Santa Teresinha do Menino Jesus, uma instituição de caráter filantropo que abrange a comunidade de todo município de Itaperuna.
         Nós do Clube de Astronomia fizemos três atividades diferentes, voltadas para cada ano do ensino fundamental em particular. No quinto e sexto ano, apresentamos um seminário sobre o Sistema Solar, que serviu para complementar o que já tinham visto sobre o assunto e introduzir novos conhecimentos sobre nossa vizinhança. Ao fim do seminário fizemos uma disputa de perguntas e respostas para fixar o conteúdo apresentado, que contou com grande interação dos alunos.

         Por sua vez, para galera do 7º ano fizemos uma experiência, que teve como objetivo sanar uma das famosas perguntas feitas pelas crianças a seus pais, “Por que o céu é azul?”. E aos alunos do 8º e 9º ano explicamos a origem e manutenção da vida no universo, abrindo debates sobre o assunto.
         Já ao final do período da manhã, chamamos todos os alunos para verem o lançamento de nosso foguete. Contando mais uma vez com a ajuda da galera, fizemos as cápsulas de combustível, e explicamos o funcionamento básico de todo foguete.  E na presença de pelo menos 50 alunos nosso foguete atingiu certa de 60m!

Preparando foguete para o lançamento...
Dessa maneira, mais uma vez, o Clube leva a comunidade conhecer mais profundamente as questões que a astronomia aborda e também despertando a curiosidade pela ciência nos alunos desde cedo, atingindo assim nosso objetivo.




quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Episódio 21 - Terra


A Terra só é do jeito que é por causa das coisas que aconteceram na sua superfície, inclusive por causa das plantas, dos animais e outras espécies que surgiram por aqui. Nós temos parte nisso tudo, mas já sabemos que a encrenca que armamos está em nossas mãos. 


Fonte: TV Escola
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Episódio 20 - Sol


Conhecer o Sol não é nada fácil. Olhar pra ele só com filtros especiais. Pousar nele, nem pensar! Mas uma coisa é importante lembrar: ele não é uma bola de fogo. A gente está chegando mais perto com sondas e já conhecemos bem mais da nossa maior fonte de energia.

Fonte: TV Escola
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Cientistas registraram incorporação de um planeta a uma gigante vermelha


Astrônomos encontraram evidências de um planeta que teria sido 'devorado' por sua estrela, dando fôlego a hipóteses sobre qual poderia ser o destino da Terra dentro de bilhões de anos.


A equipe descobriu indícios de um planeta que teria sido 'engolido' ao fazer uma análise sobre a composição química da estrela hospedeira.
Eles também acreditam que um planeta sobrevivente que ainda gira em torno dessa estrela poderia ter sido lançado a uma órbita incomum pela destruição do planeta vizinho.
Os detalhes do estudo estão na publicação científica 'Astrophysical Journal Letters'.
A equipe, formada por americanos, poloneses e espanhóis fez a descoberta quando estava estudando a estrela BD 48 740 - que é um de uma classe estelar conhecida como gigantes vermelhas.
As observações foram feitas com o telescópio Hobby Eberly, no Observatório McDonald, no Texas.

Concentração de lítio

O aumento das temperaturas próximas aos núcleos das gigantes vermelhas faz com que essas estrelas se expandam, destruindo planetas próximos.
'Um destino semelhante pode aguardar os planetas do nosso sistema solar, quando o Sol se tornar uma gigante vermelha e se expandir em direção à órbita da Terra, dentro de cerca de cinco bilhões de anos', disseo professor Alexander Wolszczan, da Pennsylvania State University, nos EUA, co-autor do estudo.
A primeira evidência de que um planeta teria sido 'engolido' pela estrela foi encontrada na composição química peculiar do astro.
A BD 48 740 continha uma quantidade anormalmente elevada de lítio, um material raro criado principalmente durante o Big Bang, há 14 bilhões de anos.
O lítio é facilmente destruído no interior das estrelas, por isso é incomum encontrar esse material em altas concentrações em uma estrela antiga.
'Além do Big Bang, há poucas situações identificadas por especialistas nas quais o lítio pode ser sintetizado em uma estrela', explica Wolszczan.
'No caso da BD 48 740, é provável que o processo de produção de lítio tenha sido desatado depois que uma massa do tamanho de um planeta foi engolida pela estrela, em um processo que levou ao aquecimento do astro.'

Órbita incomum

A segunda evidência identificada pelos astrônomos está relacionada a um planeta recém-descoberto que estaria desenvolvendo uma órbita elíptica em torno da estrela gigante vermelha.
Esse planeta tem pelo menos 1,6 vez a massa de Júpiter. Segundo Andrzej Niedzielski, co-autor do estudo da Nicolaus Copernicus University em Torun, na Polônia, órbitas com tal configuração não são comuns nos sistemas planetários formados em torno de estrelas antigas.
'Na verdade, a órbita desse planeta em torno da BD 48 740 é a mais elíptica já detectada até agora', disse Niedzielski.
Como as interações gravitacionais entre planetas são em geral responsáveis por órbitas incomuns como essa, os astrônomos suspeitam que a incorporação da massa do planeta 'engolido' à estrela poderia ter dado a esse outro planeta uma sobrecarga de energia que o lançou em uma órbita pouco comum.
'Flagrar um planeta quando ele está sendo devorado por uma estrela é improvável por causa da rapidez com a qual esse processo ocorre', explicou Eva Villaver da Universidade Autônoma de Madri, na Espanha, uma das integrantes da equipe de pesquisadores. 'Mas a ocorrência de tal colisão pode ser deduzida a partir das alterações químicas que ela provoca na estrela.'
'A órbita muito alongada do planeta recém-descoberto girando em torno dessa estrela gigante vermelha e a sua alta concentração de lítio são exatamente os tipos de evidências da destruição de um planeta.' 

Arte mostra provável fim da Terra, onde o Sol é uma gigante vermelha e já "engoliu" Mercúrio e Vênus

Fonte: BBC
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