O Quadrante é uma ferramenta para olhar para o céu. Com um
pouco de geometria e matemática os navegantes atravessaram oceanos. Com mais
cálculo e mais matemática e com os Quadrantes mais sofisticados organizamos
nossas descobertas sobre o céu.
Para os Gregos a palavra é errante, porque esses astros
aparecem em posições diferentes no céu a cada dia. O Sol e a Lua já foram
planetas. Já mandamos robôs para Venus e Marte, e sondas para Júpiter Saturno e
outros mais. Agora estamos olhando para planetas fora do Sistema Solar.
Os primeiros observatórios só usavam referências para o
olhar. As lentes nos trouxeram os planetas e muitos outros astros. Os espelhos
nos levaram às galáxias, e quando fomos para fora da Terra enxergamos coisas
cada vez mais surpreendentes.
O Sol vai embora e a noite começa. Mas porque a noite é
escura?
As outras estrelas
e todo o resto do universo não deviam brilhar no céu inteiro? A resposta a esta
pergunta pode estar na teoria do Big Bang. É... A noite tem muitos mistérios.
Antes de chegar são METEORÓIDES, quando riscam a atmosfera
são METEOROS. Quando são grandes e chegam ao nosso chão, são METEORITOS. Eles
são tudo isso e nós os chamamos de Estrelas Cadentes. Ah... Também falamos das
chuvas de METEOROS nesse episódio.
Ela nasceu de uma colisão e influencia nossas marés e
embeleza nosso céu brilhando todas as noites. Ela mostra sempre a mesma face
para nós, mas nem sempre foi assim. Mais de dez homens já estiveram por lá em
uma série de 6 missões que levaram 3 anos.
As leis de Kepler são aplicáveis, até agora, a todos os
sistemas binários de astros e aos novos sistemas solares que estão sendo
descobertos. A busca da harmonia que norteou o seu trabalho talvez seja o que
mantenha suas leis aceitas por mais de 4 séculos.
Ele é muito grande e tem massa duas vezes e meia a massa de
todos os outros planetas do Sistema Solar. Mas é quando a gente olha pra ele no
telescópio pela primeira vez que dá aquele estalo de que somos mesmo muito
pequenos, somos realmente uma pequena bolinha girando em torno do Sol.
Passou-se mais uma
semana e aqui estamos de novo com o 7º Imagens da Semana! Com votação,
excepcionalmente, até a noite desta segunda, esta edições foi a que rendeu mais
votos, com um total de 30 participações, que escolheram a imagem quatro como
vencedora. Imagens da semana na disputa:
Votos:
Imagem campeã com 63% dos votos:
Esta é a imagem mais detalhada que já se obtivemos da galáxia NGC 1187
Veja como foi a eleição da 7ª imagem da semana, clicando aqui.
O
laboratório móvel Curiosity, da Nasa, pousou na madrugada de segunda-feira em
Marte, e agora deve passar dois anos pesquisando sinais de que o planeta já
teve condições de abrigar vida.
Os controladores da missão aplaudiram e gritaram
com entusiasmo quando receberam sinais confirmando que o jipe-robô sobreviveu à
perigosa descida no róseo céu marciano e que pousou são e salvo no fundo de uma
vasta cratera.
Após uma viagem de oito meses e 566 milhões de
quilômetros, a sonda tocou a tênue atmosfera marciana a quase 21 mil
quilômetros por hora -17 vezes a velocidade do som--, antes de iniciar a
descida controlada.
Momentos após o pouso, a Curiosity enviou suas três
primeiras imagens do solo marciano. Numa delas, uma roda do veículo e a sombra
do jipe apareciam à frente do terreno pedregoso (imagem a direita).
A operação de pouso foi considerada a mais complexa
na história dos voos espaciais não-tripulados. Por causa da demora nas
comunicações por rádio entre a Terra e Marte, todo o processo precisou ser
autoguiado, sem a interferência dos técnicos.
Para reduzir sua velocidade, a sonda contou com um
paraquedas especial, com uma mochila a jato e com um inédito "guindaste
aéreo" que auxiliou no pouso, ocorrido na cratera Gale, no hemisfério sul
marciano, perto do equador desse planeta.
A Curiosity é o primeiro laboratório completo sobre
rodas a ser enviado a outro mundo. Ela passará dois anos explorando a cratera
Gale e uma vizinha montanha de 5.000 metros, que parece formada por sedimentos
oriundos da cratera, formada por sua vez pelo impacto de um grande corpo
celeste. (Veja passo a passo como foi o pouso clicando aqui) Marte é o planeta mais parecido com a Terra, e os
cientistas querem descobrir se ele teve no passado condições para abrigar vida
microbiana. A missão, de 2,5 bilhões de dólares, marca o primeiro esforço de
astrobiologia da Nasa desde as sondas Viking, na década de 1970. O pouso representa um marco importante para a
agência espacial norte-americana, afetada nos últimos anos por cortes
orçamentários e pela recente aposentadoria da sua frota de ônibus espaciais.
Vídeo narra a história da exploração a Marte e mostra como foi o complexo pouso da sonda Curiosity em Marte.
Veja como foi passo a passo o pouso do robô-jipe em solo marciano no infográfico que a NASA construiu: