Os primeiros observatórios só usavam referências para o
olhar. As lentes nos trouxeram os planetas e muitos outros astros. Os espelhos
nos levaram às galáxias, e quando fomos para fora da Terra enxergamos coisas
cada vez mais surpreendentes.
O Sol vai embora e a noite começa. Mas porque a noite é
escura?
As outras estrelas
e todo o resto do universo não deviam brilhar no céu inteiro? A resposta a esta
pergunta pode estar na teoria do Big Bang. É... A noite tem muitos mistérios.
Antes de chegar são METEORÓIDES, quando riscam a atmosfera
são METEOROS. Quando são grandes e chegam ao nosso chão, são METEORITOS. Eles
são tudo isso e nós os chamamos de Estrelas Cadentes. Ah... Também falamos das
chuvas de METEOROS nesse episódio.
Ela nasceu de uma colisão e influencia nossas marés e
embeleza nosso céu brilhando todas as noites. Ela mostra sempre a mesma face
para nós, mas nem sempre foi assim. Mais de dez homens já estiveram por lá em
uma série de 6 missões que levaram 3 anos.
As leis de Kepler são aplicáveis, até agora, a todos os
sistemas binários de astros e aos novos sistemas solares que estão sendo
descobertos. A busca da harmonia que norteou o seu trabalho talvez seja o que
mantenha suas leis aceitas por mais de 4 séculos.
Ele é muito grande e tem massa duas vezes e meia a massa de
todos os outros planetas do Sistema Solar. Mas é quando a gente olha pra ele no
telescópio pela primeira vez que dá aquele estalo de que somos mesmo muito
pequenos, somos realmente uma pequena bolinha girando em torno do Sol.
Passou-se mais uma
semana e aqui estamos de novo com o 7º Imagens da Semana! Com votação,
excepcionalmente, até a noite desta segunda, esta edições foi a que rendeu mais
votos, com um total de 30 participações, que escolheram a imagem quatro como
vencedora. Imagens da semana na disputa:
Votos:
Imagem campeã com 63% dos votos:
Esta é a imagem mais detalhada que já se obtivemos da galáxia NGC 1187
Veja como foi a eleição da 7ª imagem da semana, clicando aqui.
O
laboratório móvel Curiosity, da Nasa, pousou na madrugada de segunda-feira em
Marte, e agora deve passar dois anos pesquisando sinais de que o planeta já
teve condições de abrigar vida.
Os controladores da missão aplaudiram e gritaram
com entusiasmo quando receberam sinais confirmando que o jipe-robô sobreviveu à
perigosa descida no róseo céu marciano e que pousou são e salvo no fundo de uma
vasta cratera.
Após uma viagem de oito meses e 566 milhões de
quilômetros, a sonda tocou a tênue atmosfera marciana a quase 21 mil
quilômetros por hora -17 vezes a velocidade do som--, antes de iniciar a
descida controlada.
Momentos após o pouso, a Curiosity enviou suas três
primeiras imagens do solo marciano. Numa delas, uma roda do veículo e a sombra
do jipe apareciam à frente do terreno pedregoso (imagem a direita).
A operação de pouso foi considerada a mais complexa
na história dos voos espaciais não-tripulados. Por causa da demora nas
comunicações por rádio entre a Terra e Marte, todo o processo precisou ser
autoguiado, sem a interferência dos técnicos.
Para reduzir sua velocidade, a sonda contou com um
paraquedas especial, com uma mochila a jato e com um inédito "guindaste
aéreo" que auxiliou no pouso, ocorrido na cratera Gale, no hemisfério sul
marciano, perto do equador desse planeta.
A Curiosity é o primeiro laboratório completo sobre
rodas a ser enviado a outro mundo. Ela passará dois anos explorando a cratera
Gale e uma vizinha montanha de 5.000 metros, que parece formada por sedimentos
oriundos da cratera, formada por sua vez pelo impacto de um grande corpo
celeste. (Veja passo a passo como foi o pouso clicando aqui) Marte é o planeta mais parecido com a Terra, e os
cientistas querem descobrir se ele teve no passado condições para abrigar vida
microbiana. A missão, de 2,5 bilhões de dólares, marca o primeiro esforço de
astrobiologia da Nasa desde as sondas Viking, na década de 1970. O pouso representa um marco importante para a
agência espacial norte-americana, afetada nos últimos anos por cortes
orçamentários e pela recente aposentadoria da sua frota de ônibus espaciais.
Vídeo narra a história da exploração a Marte e mostra como foi o complexo pouso da sonda Curiosity em Marte.
Veja como foi passo a passo o pouso do robô-jipe em solo marciano no infográfico que a NASA construiu:
Como tudo vai acabar? A
descoberta de que a expansão do universo está em aceleração (o que garantiu o
Nobel de Física de 2011 aos cientistas que descobriram) indica que existe uma
energia escura que está impulsionando as galáxias para se afastarem cada vez
mais umas das outras. E, ao analisarmos as propriedades dessa energia, vários
cenários surgem para como o fim será. Físicos chineses lançaram neste domingo
uma análise própria das possibilidades e afirmam que existe até data para isso
acontecer: daqui a 16,7 bilhões de anos em um evento já teorizado e chamado de
"Big Rip" (que em português geralmente recebe o nome de "Grande
Ruptura").
A pesquisa, das
universidades de Ciência e Tecnologia da China, do Noroeste e de Pequim e do
Instituto de Física Teórica da Academia Chinesa de Ciências, foi divulgada
neste domingo para explicar como e quando o universo pode acabar. Os cientistas
focaram principalmente no pior cenário possível, que é o Big Rip.
A matéria escura as poucos
vai sendo desvendada pelos
cientistas
Os pesquisadores
chineses criaram uma nova parametrização - que chamaram de Ma-Zhang - e a
combinaram a um método (chamado de Monte Carlo via Cadeias de Markov) para
chegar à conclusão de que, com o que sabemos da energia escura e no pior
cenário possível, o universo ainda tem 16,7 bilhões de anos.
Seguindo o cenário do
Big Rip, a força de repulsão da energia escura irá aos poucos superar as demais
forças, como a gravidade. As estrelas e planetas iriam perder a ligação e
acabariam por se afastar. Conforme os chineses, as estrelas da Via Láctea iriam
se separar cerca de 32,9 milhões de anos antes do Big Rip. Dois meses antes do
fim, a Terra perderia sua ligação com o Sol. Faltando cinco dias, a Lua nos
deixaria. Somente 28 minutos antes de tudo acabar, o Sol seria destruído. Nos
últimos minutos, quando faltarem apenas 16 para a Grande Ruptura, a Terra vai
explodir. Por fim, as próprias ligações entre átomos e partículas não vão mais
suportar e assim terá acabado o universo. Ainda bem que falta muito tempo.