quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Episodio 13 - Lua


Ela nasceu de uma colisão e influencia nossas marés e embeleza nosso céu brilhando todas as noites. Ela mostra sempre a mesma face para nós, mas nem sempre foi assim. Mais de dez homens já estiveram por lá em uma série de 6 missões que levaram 3 anos.

Fonte: TV Escola
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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Episódio 12 - Kepler


As leis de Kepler são aplicáveis, até agora, a todos os sistemas binários de astros e aos novos sistemas solares que estão sendo descobertos. A busca da harmonia que norteou o seu trabalho talvez seja o que mantenha suas leis aceitas por mais de 4 séculos.

Fonte: TV Escola
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Episódio 11 - Júpiter


Ele é muito grande e tem massa duas vezes e meia a massa de todos os outros planetas do Sistema Solar. Mas é quando a gente olha pra ele no telescópio pela primeira vez que dá aquele estalo de que somos mesmo muito pequenos, somos realmente uma pequena bolinha girando em torno do Sol.


Fonte: TV Escola
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terça-feira, 7 de agosto de 2012

7º Imagens da Semana - 02-05 de Agosto

Passou-se mais uma semana e aqui estamos de novo com o 7º Imagens da Semana! Com votação, excepcionalmente, até a noite desta segunda, esta edições foi a que rendeu mais votos, com um total de 30 participações, que escolheram a imagem quatro como vencedora.

Imagens da semana na disputa:

Votos:

Imagem campeã com 63% dos votos:
Esta é a imagem mais detalhada que já se obtivemos da galáxia NGC 1187

                  Veja como foi a eleição da 7ª imagem da semana, clicando aqui.
Até a próxima semana! 
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segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Curiosity pousa com sucesso em solo marciano!


O laboratório móvel Curiosity, da Nasa, pousou na madrugada de segunda-feira em Marte, e agora deve passar dois anos pesquisando sinais de que o planeta já teve condições de abrigar vida.
Os controladores da missão aplaudiram e gritaram com entusiasmo quando receberam sinais confirmando que o jipe-robô sobreviveu à perigosa descida no róseo céu marciano e que pousou são e salvo no fundo de uma vasta cratera.
Após uma viagem de oito meses e 566 milhões de quilômetros, a sonda tocou a tênue atmosfera marciana a quase 21 mil quilômetros por hora -17 vezes a velocidade do som--, antes de iniciar a descida controlada.
Momentos após o pouso, a Curiosity enviou suas três primeiras imagens do solo marciano. Numa delas, uma roda do veículo e a sombra do jipe apareciam à frente do terreno pedregoso (imagem a direita).
A operação de pouso foi considerada a mais complexa na história dos voos espaciais não-tripulados. Por causa da demora nas comunicações por rádio entre a Terra e Marte, todo o processo precisou ser autoguiado, sem a interferência dos técnicos.
Para reduzir sua velocidade, a sonda contou com um paraquedas especial, com uma mochila a jato e com um inédito "guindaste aéreo" que auxiliou no pouso, ocorrido na cratera Gale, no hemisfério sul marciano, perto do equador desse planeta.
A Curiosity é o primeiro laboratório completo sobre rodas a ser enviado a outro mundo. Ela passará dois anos explorando a cratera Gale e uma vizinha montanha de 5.000 metros, que parece formada por sedimentos oriundos da cratera, formada por sua vez pelo impacto de um grande corpo celeste. (Veja passo a passo como foi o pouso clicando aqui)
Marte é o planeta mais parecido com a Terra, e os cientistas querem descobrir se ele teve no passado condições para abrigar vida microbiana. A missão, de 2,5 bilhões de dólares, marca o primeiro esforço de astrobiologia da Nasa desde as sondas Viking, na década de 1970.
O pouso representa um marco importante para a agência espacial norte-americana, afetada nos últimos anos por cortes orçamentários e pela recente aposentadoria da sua frota de ônibus espaciais.


Vídeo narra a história da exploração a Marte e mostra como foi o complexo pouso da sonda Curiosity em Marte.



           Veja como foi passo a passo o pouso do robô-jipe em solo marciano no infográfico que a NASA construiu:

segunda-feira, 23 de julho de 2012

6º Imagens da Semana - 19-21 de Julho


        No último sábado foi eleita mais uma Imagem da Semana, na eleição semanal que o Clube Caronte promove em sua page no Facebook.

        
E por unanimidade foi escolhida a imgem 4 como campeã!

Imagem de um quasar captada por telescópios em diferentes pontos da Terra levou a "coroa" de imagem da semana desta vez
                     Veja como foi a eleição da 6ª imagem da semana, clicando aqui.

        Até a próxima semana! 
Edição anterior 

Cientistas calculam data para o fim do universo


Como tudo vai acabar? A descoberta de que a expansão do universo está em aceleração (o que garantiu o Nobel de Física de 2011 aos cientistas que descobriram) indica que existe uma energia escura que está impulsionando as galáxias para se afastarem cada vez mais umas das outras. E, ao analisarmos as propriedades dessa energia, vários cenários surgem para como o fim será. Físicos chineses lançaram neste domingo uma análise própria das possibilidades e afirmam que existe até data para isso acontecer: daqui a 16,7 bilhões de anos em um evento já teorizado e chamado de "Big Rip" (que em português geralmente recebe o nome de "Grande Ruptura").


A pesquisa, das universidades de Ciência e Tecnologia da China, do Noroeste e de Pequim e do Instituto de Física Teórica da Academia Chinesa de Ciências, foi divulgada neste domingo para explicar como e quando o universo pode acabar. Os cientistas focaram principalmente no pior cenário possível, que é o Big Rip.
A matéria escura as poucos
vai sendo desvendada pelos
cientistas 
Os pesquisadores chineses criaram uma nova parametrização - que chamaram de Ma-Zhang - e a combinaram a um método (chamado de Monte Carlo via Cadeias de Markov) para chegar à conclusão de que, com o que sabemos da energia escura e no pior cenário possível, o universo ainda tem 16,7 bilhões de anos.
Seguindo o cenário do Big Rip, a força de repulsão da energia escura irá aos poucos superar as demais forças, como a gravidade. As estrelas e planetas iriam perder a ligação e acabariam por se afastar. Conforme os chineses, as estrelas da Via Láctea iriam se separar cerca de 32,9 milhões de anos antes do Big Rip. Dois meses antes do fim, a Terra perderia sua ligação com o Sol. Faltando cinco dias, a Lua nos deixaria. Somente 28 minutos antes de tudo acabar, o Sol seria destruído. Nos últimos minutos, quando faltarem apenas 16 para a Grande Ruptura, a Terra vai explodir. Por fim, as próprias ligações entre átomos e partículas não vão mais suportar e assim terá acabado o universo. Ainda bem que falta muito tempo. 

Síntese de como seria o Big Rip

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Astrônomos obtém imagem espacial mais precisa da história!


Uma equipe internacional de astrônomos observou o coração de um quasar distante com uma precisão sem precedentes, dois milhões de vezes melhor que a da visão humana. De acordo com o Observatório Europeu do Sul (ESO), as observações, obtidas ao se ligar pela primeira vez o telescópio Atacama Pathfinder Experiment (Apex) com dois outros situados em continentes diferentes, são "um passo crucial em direção ao objetivo científico do projetoTelescópio de Horizonte de Eventos", que é obter imagens de buracos negros de grande massa situados no centro das galáxias.
Concepção artística do quasar 3C 279
Os astrônomos ligaram o Apex, no Chile, com os americanos Submillimeter Array (SMA), no Hawaii, e o Submillimeter Telescope (SMT), no Arizona. Deste modo, conseguiram fazer a observação direta mais precisa até hoje do centro de uma galáxia distante, o quasar brilhante 3C 279, que contém um buraco negro de elevada massa - cerca de um bilhão de vezes a do Sol - e encontra-se tão distante da Terra que a sua radiação demorou mais de 5 bilhões de anos para chegar até nós.
Posição geográfica dos três telescópios
utilizados na observação
 
Os telescópios foram ligados usando a técnica conhecida como Interferometria de Linha de Base Muito Longa (VLBI, sigla do inglês Very Long Baseline Interferometry). Telescópios maiores obtêm observações mais precisas e a interferometria permite que vários telescópios trabalhem como um só, tão grande quanto à distância entre eles. Para as observações do quasar, os três telescópios criaram um interferômetro com as distâncias intercontinentais de 9.447 km do Chile ao Hawaii, 7.174 km do Chile ao Arizona e 4.627 km do Arizona ao Hawaii. 
As observações foram feitas em ondas de rádio, em um comprimento de onda de 1,3 milímetros. Esta é a primeira vez que observações em um comprimento de onda tão curto foram feitas utilizando distâncias tão grandes. As observações atingiram uma precisão, ou resolução angular, de 28 microssegundos de arco - valor 8 bilhões de vezes menor que um grau angular. Com este valor é possível distinguir detalhes dois milhões de vezes mais precisos do que o conseguido pelo olho humano. As observações foram tão precisas que se observaram escalas menores que um ano-luz ao longo do quasar - o que é um feito extraordinário tendo em conta um objeto que se encontra a vários bilhões de anos-luz de distância.
Telescópios Apex (esquerda), SMA(abaixo), e o SMT (direita).
Estas observações representam um passo importante no sentido de obter imagens de buracos negros de elevada massa e das regiões que os rodeiam. No futuro, pensa-se ligar entre si ainda mais telescópios, de modo a criar o chamado Telescópio de Horizonte de Eventos, capaz de obter imagens da sombra do buraco negro de elevada massa que se situa no centro da nossa Via Láctea, assim como de outros situados em galáxias próximas. A sombra - uma região escura vista em contraste com um fundo mais brilhante - é causada pela curvatura da luz devido ao buraco negro e seria a primeira evidência observacional direta da existência do horizonte de eventos de um buraco negro, a fronteira a partir da qual nem mesmo a luz consegue escapar. 


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Objetos Bizarros

Buracos Negros, matéria escura, quasares, pulsares e blazares: o universo tem muito mais elementos do que imaginamos e vários só foram descobertos recentemente.


Imagine que fosse inventado um aspirador de pó capaz de engolir tudo ao seu redor – tudo mesmo, da poeira do carpete até o próprio carpete, dos pelos do gato, em seguida, a sala inteira, depois a casa, e assim por diante indefinidamente. Esse eletrodoméstico, claro, não passa de uma ideia absurda. O fato, porém, é que algo tão bizarro quanto o superaspirador pode existir em determinadas regiões do universo. É o que os cientistas chamam de buraco negro. Esse objeto previsto pela astronomia seria uma espécie de ralo cósmico, do qual nem mesmo a luz é capaz de escapar. O buraco negro é, na verdade, um corpo estelar extremamente denso, cujo campo gravitacional é tão poderoso que nada próximo a ele pode fugir à sua força de atração.

Teoria dos buracos negros

         A teoria que supõe a existência de buracos negros surgiu no início do século XX, mas o termo já havia sido empregado em 1783 pelo astrônomo inglês John Michell (1724 – 1793). Indícios mais fortes de sua existência surgiram a partir da década de 1970, com o aperfeiçoamento dos instrumentos de pesquisa e observação. Em 1994, com o auxílio do telescópio espacial Hubble, os astrônomos detectaram um composto de material gasoso na galáxia M87. A velocidade de rotação dos gases indicava a presença de um objeto cuja massa era 2,5 bilhões a 3,5 bilhões de vezes maior do que a do Sol -  o que sugeria a existência de um buraco negro.
Atualmente, acredita-se que as grandes galáxias - até mesmo a Via Láctea - possam ter buracos negros. Alguns deles teriam se formado durante o curso da evolução estelar, provavelmente a partir de gigantescas nuvens de gás. Outros teriam nascido depois da formação das galáxias, como resultado do colapso de estrelas.

Atração fatal

Buraco Negro absorvendo uma estrela
com sua gigantesca gravidade
Não é possível enxergar um buraco negro. Como esse objeto atrai tudo o que passa próximo dele, nem a luz consegue escapar de sua impressionante força de atração. Assim, a única forma de detectar sua presença é pela observação do movimento de estrelas vizinhas. Como a gravidade do buraco negro é muito poderosa, os gases de estrelas próximas são sugados. Esses gases, então, formam uma longa espiral, que ganha velocidade a medida que se aproxima do centro do buraco  - é o chamada disco de acreção.
Em zonas muito próximas ao buraco negro ocorre emissão de raios X. A fricção gerada aquece o gás até o ponto de brilhar com intensidade. Como o disco de acreção alimenta-se de gases girando a velocidades muito altas, brilha intensamente na região mais próxima do núcleo. As régios mais quentes podem atingir 100 milhões de graus centígrados. Em sua borda, o disco é frio e escuro. Nessas zonas há emissão de raios X. Um buraco negro pode ter a mesma massa de milhões ou milhares de milhões de sóis.
O horizonte de eventos marca o limite do buraco negro. Um objeto que atravesse o horizonte de eventos seguirá uma trajetória espiral em direção ao poço gravitacional. Alguns cientistas acreditam na existência dos buracos de minhoca (wormholes, em inglês), que seriam ‘’túneis’’ pelos quais se poderia viajar pelo universo. Aproveitando a curvatura do espaço, seria possível, em tese, viajar a outros pontos do cosmos.

Quasares

Todo quasar apresenta um  buraco  
negro
 super massivo em seu centro
         Os quasares estão entre os mais brilhantes objetos do universo. Descobertos em 1961, eles parecem, à primeira vista, estrelas azuladas, tão intensa é a sua luz – alguns podem brilhar até 1 trilhão de vezes mais do que o Sol. A sua incrível luminosidade decorre do fato de serem grandes fontes de rádio. Por isso, a descoberta foi batizada de ‘’quase Stellar Radio Sources’’, que, depois, deu origem à palavra quasar. Ainda não há consenso sobre o que seria um quasar. Uma suposição é de que ele seria composto de galáxias com buracos negros muito ativos em seu centro. Este atrairia as estrelas e os gases próximos, emitindo intensa radiação como resultado desse processo.

Pulsares e Blazares
Reprodução de um Pulsar

Há outros objetos no espaço que emitem ondas de rádio. Um deles, o pulsar, emite pulsos regulares dessas ondas, além de radiação e raios X. A descoberta foi feita por Jocelyn Bell, uma estudante de doutorado inglesa que, em 1967, observou uma estrela que pulsava exatamente a cada 1,3 segundo. A regularidade dos pulsos fez com que a astrônoma pensasse que podiam ser sinais de vida extraterrestre. Na verdade, o pulsar seria uma pequena estrela -  com menos de 20 quilômetros de diâmetro – formada por nêutrons e que gira de forma regular, e com gigantesca velocidade, em torno de seu próprio eixo.
Os blazares, conhecidos como objetos BL Lancertae -  nome do cientista que o identificou, em 1929, o primeiro deles - , também são fontes de rádio. Além disso eles apresentam outras características: variam em curtos períodos de tempo, têm luz polarizada e espectro sem linhas de emissão ou absorção. Acredita-se que, como os quasares, os blazares obtenham sua energia de gás sugado de um buraco negro central, que libera grandes cargas de radiação.

Matéria escura

            A partir da década de 1930, com a observação mais apurada das galáxias, um outro mistério começou a instigar o universo da astronomia: depois de contabilizar todas as estrelas e galáxias conhecidas, os astrônomos perceberam que a somatória delas não chegava a 5% da massa total que deviria existir no cosmos. Isso porque há fenômenos, como a rotação das galáxias, que existem muito mais gravidade do que realmente existe. Essa matéria que faltaria para cobrir os ‘’vazios’’ do universo -  e que ainda não foi identificada – seria a chamada matéria escura.
Atualmente, parte dos cientistas acredita que a matéria escura seria composta por partículas infinitamente pequenas denominadas neutralinos, que teriam altos índices de concentração de massa. Os neutralinos seriam a resposta para preencher a massa total do universo. Outro grupo de cientistas, porém, sustenta que a matéria escura não existe e que fenômenos ainda não compreendidos poderiam ser explicados pela própria ação da força gravitacional. 


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Fonte: Atlas do Universo

terça-feira, 17 de julho de 2012

Teorias desconcertantes - Entendendo a Física Moderna


Para entender os fenômenos do céu, físicos e astrônomos trabalham com teorias cada vez complexas que levam a descobertas inimagináveis e novas perguntas por vezes incompreensíveis para o censo comum.
A física e astronomia moderna deram enormes saltos entre o final do século XIX e o início do século XX. Jamais descobertas tão importantes haviam sido feitas nesses campos da ciência em tão curto intervalo de tempo. Teorias revolucionárias derrubaram dogmas que imperavam há séculos.
Até hoje, no entanto, muitas dessas descobertas não estão totalmente esclarecidas para os cientistas e configuram-se ainda mais complexas para os leigos. Diferentemente da física elaborada na época de Isaac Newton, cujas teorias podem ser facilmente traduzidas por exemplos práticos – como uma maçã desprendendo-se de uma árvore ou bolas de bilhar chocando-se umas contra as outras -, a física moderna desenvolve teorias e hipóteses que não são facilmente reproduzíveis nem visualizadas no dia-a-dia.
Trata-se de um mundo praticamente conceitual, cuja compreensão está ao alcance quase exclusivo de cientistas, por englobar desde análise de partículas muito pequenas, imperceptíveis a olho nu, a estudos de objetos que viajam a velocidades próximas à da luz. A nomenclatura adotada inclui termos e conceitos ainda difíceis de ser compreendidos, como espaço-curvo, quanta, massa, energia, partículas e ondas.

O LHC atualmente é o principal laboratório para desvendar os mistérios da Física Moderna
 As pesquisas astronômicas atuais baseiam-se nas teorias desenvolvidas pela física moderna. Elas ajudam a entender, Por exemplo, como um buraco negro se forma ou atrai tudo o que está ao seu redor. Imaginar como o ser humano poderia, em um futuro distante, realizar viagens interestelares implica investigar o comportamento do tempo e do espaço em velocidades muito altas. Do mesmo modo, estudar a origem do universo requer a utilização de conceitos formulados pelos físicos a partir do século XX.

Ideias traduzidas

O mais interessante para o ‘’nosso mundo’’ talvez seja tentar traduzir os resultados dessas descobertas mais recentes. Alguns exemplos podem ser extraídos a partir dos estudos de Albert Einstein. O primeiro é a famosa equação E = mc2, que explica não apenas o processo de geração de energia da bomba atômica, como ajuda a entender como a energia pode ser transformar em matéria ou vice-versa ou, ainda, por que, teoricamente, nenhum objeto com massa pode atingir a velocidade da luz, que é de 300 mil Km/s no vácuo.
Outro exemplo: o efeito da curvatura do espaço-tempo previsto por Einstein. Imagine que o universo tenham forma de um cubo gelatinoso. Agora, coloque sobre o cubo uma bolinha de gude. O efeito observado seria uma deformação no cubo pelo afundamento da bolinha. É exatamente o que acontece com os planetas, as estrelas e todos os demais objetos com massa do universo.
Já a chamada dilatação temporal prevê que um relógio a bordo de um carro em movimento bate mais devagar do que outro que esteja imóvel sobre uma mesa. Mais uma vez, o fenômeno não é perceptível no cotidiano, mas apenas a velocidades altíssimas, próximas à da luz. Assim é a física moderna, às vezes difícil de entender, mas instigante por natureza.


Fonte: Atlas do universo
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