Mostrando postagens com marcador Sistema Solar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sistema Solar. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Calourada 2017!!!!!

Na última semana do mês de abril - 2017 foi realizada a 6º Calourada Cultural inaugurando mais um ano letivo no IFFluminense campus Itaperuna e o Caronte não ficou de fora!!!


Oficina de Introdução à Astronomia:






sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Um Brilho no Céu - Estrelas e seu ciclo de vida


As estrelas, brilham e morrem em um processo contínuo que ocorre desde o nascimento do universo.
Nebulosas, verdadeiros berçários estelares
O telescópio espacial Hubble captou a cerca de 1,500 anos-luz da Terra uma das imagens mais fascinantes já observadas: um berçário de estrelas. As lentes do Hubble foram direcionadas para a Constelação de Órion e localizaram na Nebulosa de Cabeça de Cavalo uma nuvem fria de gás e poeira interestelar, da qual se originam novas estrelas.
O berçário em questão não é o único no universo. A todo momento, estrelas nascem e começam a emitir brilho e energia. Milhões delas sequer foram detectadas porque sua luz vai viajar durante muito tempo até que e torne visível na Terra – o brilho das estrelas recém-nascidas de Cabeça de Cavalo levaram 1,500 anos para chegar até aqui.
As estrelas formam-se de nuvens frias de poeira e gases. Devido a um processo ainda não totalmente compreendido, essa concentração de material começa a se contrair em decorrência da ação de sua própria gravidade. A energia gravitacional, então, transforma-se em energia térmica. Cerca de 1 milhão de anos, forma-se o que será o futuro do núcleo da estrela, que se torna gradativamente mais concentrado e quente.
Proto Sistema Solar. O Sol ao centro é 
uma estrela "recém-nascida" com 
alguns poucos milhares de anos.
Esse corpo celeste atrai matéria por milhões de anos. Ao concentrar massa e calor suficientes para tornar duradoura a fusão nuclear, transforma-se em estrela. Uma vez constituída, a estrela pode brilhar por vários bilhões de anos, enquanto houver conversão de hidrogênio em hélio, que resulta em liberação de energia. Quanto maior a estrela, mais acelerado é o processo de geração de energia e menor tempo de vida.
O Sol tem 4,6 bilhões de anos e estima-se que ele deva durar mais 6 bilhões de anos antes de se apagar. Sua luz possui tom amarelado, o que tem relação com a temperatura de sua superfície. Veja, a estrela mais visível a partir do hemisfério norte da Terra, tem luz branca e é mais quente do que o Sol. Antares parece ser laranja-avermelhado e teria, portanto, temperatura menos do que a solar.

O brilho da supernova

Na noite de 4 de julho de 1054, como costume astrônomos chineses observaram o céu e notaram algo estranho: um brilho intenso próximo à estrela Zeta, na Constelação de Touro. Era um fenômeno nunca visto até então e que, durante as semanas seguintes, chamou a atenção de todos. Já no século XX, depois de estudar a Nebulosa de Caranguejo, os astrônomos concluíram que ela era resultado da explosão de uma estrela ocorrida há cerca de 900 nos. A constelação foi a chave para relacionar o registro dos chineses à explosão de uma supernova. O que os chineses viram, na verdade, teria sido o espetacular fim de uma estrela. A Nebulosa de Caranguejo encontra-se a cerca de 6,5 mil anos-luz da Terra e têm diâmetro de 6 anos-luz. É provável que a estrela que deu origem à Nebulosa tivesse massa inicial próxima de dez massas solares. Em 1969, foi descoberto em seu centro um pulsar que gira 33 vezes por segundo, emitindo raios X, o que transforma a Nebulosa em uma poderosa fonte de radiação.
A Nebulosa do Caranguejo (foto) teve sua
origem de restos de uma supernova
A supernova é fruto de uma estrela de grandes proporções que chegou ao fim. Após queimar seu combustível, esgotando assim suas reservas de hidrogênio e hélio, a estrela entra em colapso. Num primeiro momento encolhe-se ao ponto de ficar com diâmetro de 20 quilômetros. Em seguida, explode violentamente – é o fenômeno da supernova.
A extraordinária explosão marca o fim da estrela gigante. Sucedem-se um repentino aumento de luminosidade e uma enorme liberação de energia. Uma supernova desprende, em dez segundos, cem vezes mais energia que o Sol em toda a sua vida. Depois da explosão da estrela que dá origem à supernova sobra um remanescente gasoso que se expande e brilha durante milhões de anos. Estima-se que em nossa galáxia ocorram duas supernovas por século.
A explosão que põe fim a vida de uma estrela supergigante ocorre porque seu pesadíssimo núcleo de ferro não é capaz de suportar a própria gravidade. Sem fusão nuclear em seu interior, a estela colapsa, expulsando para o exterior resíduos de gases que se expandem e brilham por centenas ou milhares de anos. Os elementos expulsos durante a explosão da estrela fornecem material ao meio interestelar. A partir dele, formam-se novas gerações de estrelas.

O apagar das luzes

A maioria das estrelas inclusive o Sol, não possui características para explodir em forma de supernova. Nesse caso, o fim delas é menos vistoso, mas não menos espetacular. O processo desenvolve-se do seguinte modo: quando a estrela consome todo o hidrogênio, seu núcleo passa a encolher, “empurrado” pela pressão gravitacional.
Ao mesmo tempo que isso acontece, as camadas exteriores são aquecidas e expandem-se. A estrela aumenta seu brilho e transforma-se em uma gigante vermelha. Inicia-se, então, um novo tipo de reação: em temperaturas ainda mais altas, o hélio converte-se em carbono. Entre as estrelas menores, o processo termina aí, com o hélio sendo totalmente consumido – trata-se da chamada anã branca. As estrelas de maior massa, por sua vez, avançam para outro estágio: ainda há energia suficiente para transformar o carbono em substâncias ainda mais pesadas, como o ferro.
No caso do Sol, prevê-se que daqui a 6 bilhões de anos, após queimar todo o hidrogênio, ele se transforme em gigante vermelha. Seu brilho deve ser 2 mil vezes superior ao atual e a energia emitida será tão intensa que, caso ainda exista, a vida na Terra será devastada. Os oceanos vão evaporar e a atmosfera será destruída. Por fim, o Sol ficará tão grande que invadirá as orbitas de Mercúrio, Vênus e, talvez, da Terra. Depois disso, passados 1,5 bilhão de anos, o Sol deve virar uma anã branca.




Fonte: Atlas do Universo

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Episódio 20 - Sol


Conhecer o Sol não é nada fácil. Olhar pra ele só com filtros especiais. Pousar nele, nem pensar! Mas uma coisa é importante lembrar: ele não é uma bola de fogo. A gente está chegando mais perto com sondas e já conhecemos bem mais da nossa maior fonte de energia.

Fonte: TV Escola
Próximo Episódio
Episódio Anterior

Todos Episódios

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Episódio 19 - Rotação e Revolução


Quando a gente pensa nos movimentos da Terra e da maioria dos planetas fica fácil imaginar todos girando no mesmo sentido e na mesma direção. Mas nem sempre é assim. Tem planeta que “rola”, e tem planeta que gira ao contrário. E tem mais, muito mais no vídeo acima.

Fonte: TV Escola
Próximo Episódio
Episódio Anterior

Todos Episódios


Episódio 17 - Planetas


Para os Gregos a palavra é errante, porque esses astros aparecem em posições diferentes no céu a cada dia. O Sol e a Lua já foram planetas. Já mandamos robôs para Venus e Marte, e sondas para Júpiter Saturno e outros mais. Agora estamos olhando para planetas fora do Sistema Solar.

Fonte: TV Escola
Próximo Episódio
Episódio Anterior

Todos Episódios


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Episódio 11 - Júpiter


Ele é muito grande e tem massa duas vezes e meia a massa de todos os outros planetas do Sistema Solar. Mas é quando a gente olha pra ele no telescópio pela primeira vez que dá aquele estalo de que somos mesmo muito pequenos, somos realmente uma pequena bolinha girando em torno do Sol.


Fonte: TV Escola
Próximo Episódio
Episódio Anterior

Todos Episódios

terça-feira, 17 de julho de 2012

Cometas ou Asteroides - De onde veio a água da Terra?


Muitos cientistas acreditam que a água que veio parar na Terra foi formada nos confins do Sistema Solar, além de Netuno. Contudo, um estudo divulgado na quinta-feira (12/07) já publicado na Science indica que a substância veio de um região muito mais próxima - o Cinturão de Asteroides (entre Marte e Júpiter) - através de meteoritos e asteroides, o que contradiz algumas das principais teorias sobre a evolução do Sistema Solar.

Cinturão de asteroides, situado entre Marte e Júpiter
Pesquisadores afirmam que nosso planeta era quente demais nos seus primórdios para ter água (temperatura seria tão alta que as moléculas teriam sido "expulsas para o espaço") e, portanto, a substância deve ter vindo de fora. Uma das hipóteses afirma que ela se formou na região transneptuniana (que fica além de Netuno, o último planeta conhecido do sistema) e depois se moveu para mais perto do Sol, junto com cometas, meteoritos e asteroides. Contudo, é possível saber a distância em que as moléculas de água se formaram em relação ao Sol ao analisar os isótopos de hidrogênio presentes. Quanto mais longe da estrela, haverá menos radiação e, portanto, mais deutério (o átomo de hidrogênio "pesado", que tem um próton, um nêutron e um elétron, ao contrário do mais comum, que tem apenas um próton e um elétron).
O novo estudo comparou a presença de deutério no gelo trazido por condritos (um tipo de meteorito) e indicou que ela foi formada muito mais próxima de nós, no Cinturão de Asteroides (esses meteoritos não contêm mais água, mas a substância fica registrada através de um tipo de mineral chamado de silicato hidratado, e é o hidrogênio presente nele que é investigado). Além disso, comparando com os isótopos de cometas, a pesquisa indica que esses corpos se formaram em regiões diferentes dos asteroides e meteoritos e, portanto, não atuaram na origem da água no nosso planeta.
"Dois modelos dinâmicos têm os cometas e os meteoritos condritos se formando na mesma região, e alguns destes objetos devem ter sido injetados na região em que a Terra se formava. Contudo, a composição da água de cometa é inconsistente com nossos dados de meteoritos condritos. O que realmente deixa apenas os asteroides como fonte da água na Terra", diz ao Terra Conel Alexander, do Instituto Carnegie, líder do estudo.

Debate reaquecido

Nuvem de Oort, local de grande
concentração de cometas no Sistema Solar
Em 2011, a hipótese de que os cometas tiveram pouca importância na origem da água na Terra já estava com pouca força. Mas um estudo divulgado na revista Nature usou o telescópio Herschel, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), para descobrir que a composição do cometa Hartley 2 tem uma quantidade de deutérios similar à encontrada no oceano. Foi o primeiro cometa com essa composição, já que outros seis analisados anteriormente tinham uma quantidade de deutério muito diferente dos mares da Terra.
Contudo, o novo estudo também refuta essa possibilidade. Segundo os pesquisadores, o cometa não traz apenas água, mas também outras substâncias (inclusive orgânicas) que contêm hidrogênio. E a quantidade de deutério presente nos cometas ainda fica acima daquela observada no nosso planeta, o que impede que esses corpos sejam considerados como uma importante fonte de água.
"A recente medição do cometa Hartley 2 tem uma composição isotópica de hidrogênio parecida com a da Terra, mas nós argumentamos que todo o cometa, incluindo a matéria orgânica, é provavelmente rica demais em deutério para ser uma fonte da água da Terra", diz Alexander.
Sobram duas possíveis fontes, que devem ter atuado juntas: rochas do Cinturão de Asteroides e gases (hidrogênio e o oxigênio) que existiam na nebulosa na qual o Sistema Solar se formou. O estudo foi conduzido por pesquisadores do Instituto Carnegie (EUA), Universidade da Cidade de Nova York, Museu de História Natural de Londres e da Universidade de Alberta, no Canadá.


Nossa água provavelmente se formou nos primórdios do Sistema Solar


quinta-feira, 12 de julho de 2012

Telescópio Hubble descobre 5º satélite natural de Plutão!

As agências espaciais europeia (ESA) e americana (NASA) divulgaram nesta quarta-feira, 11 de julho, a descoberta de uma nova lua em Plutão feita com o uso do telescópio Hubble. Segundo as agências, estima-se que ela tenha entre 10 e 25 km, formato irregular e uma órbita de aproximadamente 95 mil km ao redor do planeta anão.
A maior lua de Plutão, Caronte, foi descoberta em 1978. Somente em 2006, o Hubble foi achar mais dois corpos ao redor do planeta anão - Nix e Hidra. Em 2011, foi encontrado o quarto satélite natural, chamado por enquanto de P4. A nova lua é designada temporariamente como "S/2012 (134340) 1", ou apenas P5.
Imagem feita pelo Hubble mostra a recém-descoberta lua P5, ao lado das já conhecidas Nix, Hidra, Caronte e P4, que orbitam o planeta anão Plutão.
Mas por que Plutão, um corpo tão pequeno que nem é considerado planeta, tem tantos satélites naturais? Uma teoria afirma que isso seria resultado de um choque com outro objeto transneptuniano (aqueles que ficam além de Netuno, o último planeta do Sistema Solar). Os escombros dessa colisão teriam dado origem a P5 e suas "irmãs".
O time de astrônomos, liderados pelo Instituto SETI (sigla em inglês para "busca por inteligência extraterrestre"), utilizou nove conjuntos de imagens registrados pelo telescópio entre 26 de junho e 9 de julho deste ano.
A sonda New Horizons está a caminho de Plutão e deve fazer o primeiro sobrevoo em 2015 - o resultado, espera a NASA, serão as primeiras imagens detalhadas já feitas do planeta anão e suas luas, que estão tão distantes que até mesmo o Hubble tem dificuldade em registrá-los.


sexta-feira, 29 de junho de 2012

Aventura Astronômica - Os Caçadores de Vênus

         Nesta altura do século XXI, o cosmo parece cada vez mais próximo, devassado por sondas e supertelescópios. Mas, há pouco mais de dois séculos, nossos antepassados olhavam para o céu como uma pintura inalcançável. Foi nessa época que um grupo de astrônomos liderou uma empreitada global à procura de um dado que hoje conseguimos em uma busca no Google: a distância que separa a Terra do Sol.
Cientistas franceses, ingleses, russos, suecos, dinamarqueses e norte-americanos viajaram ao redor da Terra, em 1761 e depois em 1769, para vislumbrar um raro fenômeno: a passagem de Vênus em frente ao Sol. As expedições que eles protagonizaram resultaram na primeira empreitada globalizada da ciência.

Edmond Halley, idealizador
da expedição
 A distância da Terra em relação ao Sol é conhecida como unidade astronômica (AU). Ela é a unidade básica de medida do universo – o metro cósmico, por assim dizer – e é determinante para os cálculos da astrofísica. Hoje sabemos, graças as medições feitas pelos telescópios mais avançados, que estamos separados do Sol por 149.597.870 quilômetros, sem levar em conta as variações da órbita elíptica da Terra em volta da estrela. No século XVIII chegar a esse número era tido com um feito revolucionário. Como Andrea Wulf  explicou em entrevista: “Apesar de aquele ser o século do Iluminismo, vivia-se ainda em um mundo onde estrelas, trovões e outros fenômenos naturais eram tidos pela maioria como manifestações divinas inexplicáveis. Observar Vênus e, com isso, mesurar o cosmos viria a ser um ganho e tanto para os cientista que combatiam a ignorância.” No plano mais imediato e prático, apostava-se que a determinação da distância do Sol permitiria o calculo mais preciso das longitudes, uma necessidade urgente para as navegações da época.
A ideia da corrida por Vênus veio do astrônomo inglês Edmond Halley, que em 1716 previu que a passagem de Vênus entre o Sol e a Terra ocorreria em 1761 e 1769. Ele conclamou astrônomos a se reunirem para medir a trajetória do planeta em frente à estrela e a duração dessa passagem. Os dados seriam para estipular quão distante está o Sol. Só que a precisão dos cálculos seria garantida apenas se os astrônomos observassem a passagem em localidades distintas, no Norte e no Sul terrestre. Halley morreu em 1742, mas seus discípulos seguiram sua sugestão. Os astrônomos não tinham um perfil aventureiro. Acostumados à reclusão de gabinetes de estudo, eram em geral homens de meia-idade, gordos e sedentários. Mesmo assim viajaram por terra e por mar para os pontos ermos indicados por Halley como ideias para observar Vênus. As caríssimas expedições foram financiadas por monarcas poderosos, como Catarina, a Grande, da Rússia. 

Locais que os astronomos realizaram as observações do trânsito de Vênus, nos anos de 1761 e 1769

Em plena Guerra dos Sete Anos, protagonizada por França e Inglaterra, navegar as grandes distancias até os destinos da expedição era tarefa perigosa. O barco dos astrônomos britânicos Charles Mason e Jeremiah Dixon (famosos por criarem a Linha Mason-Dixon, que dividiu o sul do norte dos Estados Unidos) foi alvejado por canhões franceses. Um astrônomo francês viajou para Índia, ficou onze anos longe de casa, adoeceu, foi dado como morte – e a despeito de todos esses esforços, não conseguiu observar corretamente os fenômenos. Na Sibéria, um astrônomo foi ameaçado pela população local, que o tomou por feiticeiro.
Os números levantados pelos astrônomos estimaram a distância do Sol entre 125 milhões e 159 milhões de quilômetros, o que é muito próximo do valor real. A empreitada popularizou a astronomia: leigos compraram telescópios para admirar o trajeto de Vênus. Também uniu as academias de ciências e foi o primeiro incentivo às experiências globalizadas, nos moldes atuais. No início deste mês, entre os dias 5 e 6, Vênus passou pela frente do Sol mais uma vez, fenômeno que só voltará a repetir em dezembro de 2117. Desta vez, o evento foi televisionado em alta definição para todo mundo, e as fotos e vídeos da passagem estão no internet.

Imagem do trânsito de Vênus que ocorreu entre os dias 5 e 6 de junho


Fonte: Veja, 30 de maio de 2012.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Episódio 9 - Heliocentrismo



No início era a Terra o centro de tudo. Depois de muita polêmica foi o Sol, Hélios, que passou para o centro do universo. Hoje a nossa compreensão ampliou o tamanho do universo e o centro de tudo passa a ser indeterminado, com a expansão acelerada das galáxias.

Fonte: TV Escola
Próximo Episódio
Episódio Anterior
 
Todos Episódios

Sonda espacial Cassini detecta lago em área equatorial de Titã

A sonda espacial Cassini captou a formação de um lago rico em metano e de várias lagoas próximas ao equador de Titan, a maior lua de Saturno. A descoberta foi publicada na revista “Nature” nesta quarta-feira (13).
Pesquisas anteriores já haviam indicado a presença de lagos nas regiões polares de Titan. Mas, por muito tempo, se pensou que corpos líquidos não poderiam existir na parte central da Lua porque a energia do Sol naquelas latitudes faria os lagos de metano evaporarem.
Titã com anéis de Saturno ao fundo.
“Essa descoberta foi completamente inesperada porque os lagos não são estáveis em latitudes tropicais”, disse a cientista Caitlin Griffith, professora de Ciência Planetária da Universidade do Arizona, que liderou a pesquisa.
Ao medir a luz solar refletida na superfície e na atmosfera de Titan, a sonda Cassini detectou uma região escura que, ao ser analisada com mais profundidade, sugeriu ser a presença de um lago de hidrocarbonetos de 927 quilômetros quadrados – o dobro do Champlain, um lago de água doce que faz fronteira entre os estados de Nova York e Vermont, nos Estados Unidos. Perto desse lago, os cientistas indicaram a possível presença de mais quatro lagoas rasas semelhantes em tamanho e profundidade a pântanos existentes na Terra.
Titan é um dos poucos corpos no sistema solar com uma atmosfera densa, formada por uma camada de nitrogênio e metano. O gás metano na atmosfera é constantemente quebrado pela luz do sol e cai na superfície onde é transportado de volta para os polos, local onde se condensa para formar lagos.
Os cientistas, no entanto, não acham que é por esse processo que as lagoas aparecem. Em vez disso, sugerem que pode haver uma fonte subterrânea de metano em Titan que periodicamente se abre para a superfície para formar as lagoas.

“Titan pode ter um oásis”, disse Griffith. – Arte mostra como seria a superfície de Titã, com lagos e tempestades de metano (CH4).

Fontes: Nasa e G1

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Marcadores

10 anos 10th IMAA ABC da Astronomia Adonai Lopes Água Alinhamento anã fria andrômeda Antimatéria Asteroid day Asteroides Astrobiologia Astrofísica Astronauta Astronáutica Astronomia Astronomia na Praça Atmosfera Bibliografias Big Bang bolha Brasil Buraco Negro C.E.C Calendários calourada Caravana da Ciência e Cidadania Carl Sagan Caronte CARONTE 2016 Caronte no 10th IMAA Cassini Cataclismos Centro Educacional Caminhar CERN céu cfc China chuva Ciência Cinturão de Kuiper Clube Caronte Cometa Cometas competição Constelações Corpos Extrasolares Cosmologia Curiosidades Curiosity descoberta Divulgação Eclipse Eclipse Lunar efeitos Efeméredes Einstein Elias Cloy Encontro Internacional de Astronomia e Astronáutica Eratóstenes ESA ESO espaço estrela Estrelas Eventos Exoplanetas Exploração Espacial Extensão Fenômenos Naturais Fim do Universo Física Moderna Foguete Foguetes foto Fundação São José Gagarin Gagarin O Primeiro no Espaço | Filme Completo galaxia Galáxias garrafa pet Gigantes Vermelhas Grandes astrônomos Gravidade Grécia Greenglow História Astronômica IAU IFF IFFluminense Campus Itaperuna IMAA Imagens da Semana Índia Início dos trabalhos ISS Itaperuna IV Semana da Fundação Júpiter Kepler laranjada Lixo Espacial Louis Cruls Lua Maikon Vieira Mark Zuckerberg Marte Matéria e Energia Escura Matheus Vieira membros do clube Mercúrio Meteorologia Meteoros Missão Marte mistériio Mitologia Mitologia Indígena MOBFOG MOFOG mundo Nasa NASA publica a maior foto mundo!! Nely Bastos Nicolau Copérnico Nobel Notícias Notícias de Astronomia O projeto misterioso OBA objerto Observação celeste oficina Ondas Gravitacionais ONU Origem da Vida Pesquisas Públicas Planeta anão Planetas planetas habitáveis Plutão Poluição Luminosa Popularização da Ciência Premiação I Competição de Foguetes Caronte Premiação OBA 2016 Prof. Adriano Ferrarez Pulsar Quasar Radiotelescópios Relatividade robô Rodrigo de O. França Ron Evans Rússia Salvar a Humanidade Samanta Meireles Satélites Satélites Artificiais Saturno Sávio Andrade SERÁ QUE O SER HUMANO PODERÁ MESMO VIVER NO ESPAÇO? Sistema Solar Sol Sonda Sondas SpaceX Stephen Hawking superlua Telescópio Hubble Telescópios Tempestade Solar Terça dia 22/03/2016 Terra Universo Vênus Very Large Telescope (VLT) Via Láctea Viagem Interestelar Vida Extraterrestre Vídeos