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sábado, 18 de fevereiro de 2012

China lançará missão espacial tripulada entre os meses de junho e agosto


A China lançará a sua próxima missão espacial com tripulação em algum momento entre junho e agosto, com a meta de atracar com um módulo experimental lançado no ano passado, disse a agência de notícias estatal Xinhua nesta sexta-feira.
Será a quarta nave espacial tripulada da China desde 2003, quando o astronauta Yang Liwei orbitou em torno da Terra 14 vezes, tornando-se o primeiro chinês no espaço.
Para a próxima missão, três astronautas tentarão atracar com o Tiangong (Palácio Divino) módulo 1, lançado no dia 29 de setembro como parte das preparações exploratórias da China para um laboratório espacial, disse a Xinhua.
A China já realizou testes bem-sucedidos com uma nave espacial sem nome e o Tiangong 1. "A nova missão de acoplamento é outra chance para a China testar a sua tecnologia", afirmou um porta-voz não identificado do programa espacial com tripulação, citado pela Xinhua.
A China planeja ter uma estação espacial completa em torno de 2020. Entretanto, ainda está longe de alcançar as superpotências espaciais - Estados Unidos e Rússia.
Estação espacial em construção pelo governo chinês

A Rússia, os EUA e outros países operam conjuntamente uma Estação Espacial Internacional de 400 toneladas, da qual a China não faz parte. Os EUA, porém, não irão testar um novo foguete com pessoas a bordo até 2017, e a Rússia afirmou que missões tripuladas não são mais uma prioridade.
A China também planeja missões não tripuladas para pousar na Lua e remanejamento de uma sonda lunar. Cientistas levantaram a possibilidade de enviar um homem à lua em 2020.

Fontes: Terra e Reuters

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O universo a um clique


Agora, as profundezas do universo podem ser exploradas através de uma tela de computador. Para isso, basta observar o céu virtual armazenado digitalmente no Portal Científico. Isso porque o astrofísico e Cientista do Nosso Estado, Luiz Alberto Nicolaci da Costa, do Observatório Nacional (ON), está desenvolvendo, no Laboratório Interinstitucional de e-Astronomia (LIneA) um portal científico para análise de grandes bases de dados astronômicos. Trabalho conjunto com o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) e com o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), o portal viabilizará trabalhos de pesquisadores e especialistas de astronomia, permitindo a análise e distribuição de dados de grandes projetos astronômicos internacionais. Entre esses, pode-se mencionar o Dark Energy Survey (DES), que estuda a energia escura que se imagina seja responsável pela aceleração da expansão do universo e o Sloan Digital Sky Survey III, que investiga desde a formação de outros sistemas planetários na nossa galáxia até a distribuição das galáxias em grande escala. O sucesso do trabalho que está sendo feito é um teste importante para o possível envolvimento brasileiro no projeto Large Synoptic Survey Telescope, que mapeará o céu a cada quatro noites, repetindo isso muitas vezes para construir um "filme" do universo.

Parte do sistema de armazenamento do LIneA.
O Portal Científico, que ainda não está disponível para o público, possibilita que estudiosos de astronomia obtenham resultados de forma muito prática, por meio de pipelines – programas concatenados que analisam os dados com um determinado objetivo científico. "Com os pipelines que estamos implementando, basta definir os parâmetros de análise relevantes e receber um aviso por e-mail de que os resultados desejados estão disponíveis. Tudo isso é feito de forma não supervisionada", conta Nicolaci. Segundo o astrofísico, o sistema do portal é inovador. "Além de armazenar informações, dados e resultados de análises dos diferentes projetos, o portal permite que eles sejam compartilhados simultaneamente, por todos os interessados, o que é essencial numa colaboração com mais de 200 pesquisadores. Quando completo, apenas o Dark Energy Survey gerará cinco petabytes de dados. Para se ter uma ideia, cada petabyte corresponde a mais de um bilhão de megabytes", explica o pesquisador.
Para processar, armazenar e distribuir tanta informação, foi necessária a implantação de uma infraestrutura adequada, composta de clusters, ou conjunto de computadores, e sistemas de armazenamento de grande capacidade. Como parte deste esforço, foi adquirido recentemente um sistema de armazenamento de 0.5 petabytes. "Esperamos aumentar este número para 1.4 petabytes até 2015", diz Nicolaci. Entretanto, essa infraestrutura para funcionamento do portal não é composta somente de hardware e software: participam também profissionais de gestão, que ajudam a gerenciar o time de profissionais de universidades brasileiras e do exterior, e a definir e monitorar o progresso de mais de uma centena de subprojetos e atividades.
Em breve, o portal, que também conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vai buscar atrair leigos interessados em astronomia. A partir de um programa desenvolvido com base no aplicativo já existente Galaxy Zoo (www.galaxyzoo.org), serão expostas imagens de galáxias obtidas pelo Dark Energy Survey. Com isso, os visitantes do site poderão olhar as imagens e classificar as galáxias de acordo com as informações contidas na própria página. "Com esta brincadeira, as pessoas podem até contribuir para a determinação das morfologias das galáxias. Mas nosso objetivo é criar um maior interesse dos jovens pela astronomia", relata Nicolaci.

Universo em veloz expansão

Sobre os dois grandes projetos em desenvolvimento atualmente com participação do Observatório Nacional – o Dark Energy Survey, o Sloan Digital Sky Survey III –, Nicolaci explica: "O Dark Energy Survey estuda a natureza da energia escura. Esta descoberta rendeu a três astrofísicos estrangeiros o prêmio Nobel de Física de 2011. Imaginávamos que, depois do Big Bang, o universo se expandia, esfriava e, em algum momento, a gravidade faria a expansão do universo desacelerar. Porém, descobriu-se que a velocidade da expansão do universo é crescente. Para a física, isso significa a descoberta de uma força até então desconhecida." Nicolaci está trabalhando neste projeto desde 2005. "Em breve, com o Dark Energy Survey, participaremos do mapeamento profundo do hemisfério sul por imageamento. O principal objetivo é o estudo da natureza da energia escura, mas seus dados poderão ser usados para pesquisas nas mais diversas área da astronomia. Para isso, o telescópio Blanco, de 4-metros de diâmetro, localizado no Cerro Tololo Inter-American Observatory, no Chile, foi reformado e construída a maior câmara digital (570 megapixel) do mundo".
Já o projeto Sloan Digital Sky Survey III (SDSS-III) tem múltiplos objetivos de estudo: exoplanetas, a nossa galáxia e galáxias distantes. Segundo Nicolaci, o projeto inicial (SDSS-I), voltado para o estudo das galáxias, foi uma mudança de paradigma na forma de se trabalhar na astronomia. "A ideia inicial para o levantamento aconteceu em 1988. Embora as observações só tenham começado em 2000, este projeto talvez tenha sido um dos mais bem-sucedidos até hoje, na astronomia. Trata-se de um levantamento bastante amplo, com inúmeras possibilidades de estudo; com ele estamos mapeando, por exemplo, a estrutura, movimentos e composição química da Via Láctea."

Sloan Digital Sky Survey III
Segundo Nicolaci, o SDSS-III estuda também a população de galáxias existentes no universo, desde a sua formação, e permite selecionar amostras de interesse científico específico, seja de estrelas ou de galáxias, para observações espectroscópicas em telescópios maiores. Outro subprojeto do SDSS-III, denominado Apogee, visa observar o bojo da Via Láctea. "Embora tenha sido iniciado há pouco tempo, estamos participando ativamente deste projeto, que consideramos importante para entendermos a formação e evolução da nossa galáxia", acrescenta o astrofísico.
Todos estes projetos e o LIneA têm recebido apoio da FAPERJ por meio de inúmeros programas de fomento: do Cientista do Nosso Estado, do Programa de Apoio ao Núcleo de Excelência (Pronex) e do Auxílio à Pesquisa (APQ1). "O apoio da FAPERJ tem sido fundamental para que tudo isso se realizasse e será essencial para que todo este trabalho tenha continuidade. Acredito que, em função de toda esta infraestrutura computacional montada, do Portal Científico, do estilo de gerenciamento que estamos desenvolvendo e dos resultados obtidos, estamos deixando um legado para a astronomia brasileira e internacional", finaliza o pesquisador.

Fonte: FAPERJ

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Maior Aglomerado de Galáxias é Descoberto por Astrônomos!

Mar de estrelas
Astrônomos descobriram o maior aglomerado de galáxias já observado, situado a sete bilhões de anos-luz da Terra.
Um verdadeiro mar de estrelas, o aglomerado foi batizado de El Gordo.
El Gordo é na verdade composto por dois sub-aglomerados separados em processo de colisão - os dois viajam a uma velocidade de vários milhões de quilômetros por hora.
"Este aglomerado tem mais massa, é mais quente e emite mais raios-X do que qualquer outro aglomerado encontrado a esta distância ou a distâncias ainda maiores," disse Felipe Menanteau, da Universidade Rutgers (EUA) que liderou este estudo.
"Dedicamos muito do nosso tempo de observação ao El Gordo e estou contente por termos conseguido descobrir este espantoso aglomerado em colisão."
Superaglomerado El Gordo

Matéria e energia escuras
Os aglomerados de galáxias são os maiores objetos mantidos pela força da gravidade que existem no Universo.
O processo da sua formação, a partir de grupos de galáxias menores que se fundem, depende muito da quantidade de matéria escura e energia escura do Universo no momento.
Por isso mesmo, o estudo dos aglomerados ajuda a compreender melhor estas misteriosas componentes do cosmos.
"Aglomerados de galáxias gigantescos como este são exatamente o que estávamos à procura," disse o membro da equipe Jack Hughes, também da Universidade Rutgers. "Queremos ver se conseguimos compreender como se formam estes objetos tão extremos, utilizando os melhores modelos cosmológicos disponíveis hoje em dia."

Radiação cósmica de fundo de micro-ondas

Radiação cósmica de fundo
 A equipe, liderada por astrônomos chilenos e da Universidade Rutgers, descobriu o El Gordo ao detectar uma distorção da radiação cósmica de fundo de micro-ondas.
Este brilho tênue é o resto da primeira radiação vinda do Big Bang, a origem do Universo, muito densa e extremamente quente, há cerca de 13,7 bilhões de anos.
Esta radiação que resta do Big Bang interage com os elétrons do gás quente dos aglomerados de galáxias, distorcendo a aparência do brilho de fundo de micro-ondas visto a partir da Terra.
É o chamado efeito Sunyaev-Zel'dovich (SZ), nome que vem dos astrônomos russos Rashid Sunyaev e Yakov Zel'dovich, que o previram no final dos anos 1960. Quanto maior e mais denso for o aglomerado, maior será este efeito.

Compatível com o Big Bang

O Very Large Telescope do ESO foi utilizado pela equipe para medir as velocidades das galáxias nesta enorme colisão de aglomerados e também para medir a sua distância à Terra. Adicionalmente, o Observatório de raios-X Chandra, da NASA, foi utilizado para estudar o gás quente no aglomerado.
Embora o tamanho e distância do aglomerado El Gordo sejam bastante incomuns, os autores dizem que os novos resultados são, ainda assim, consistentes com a atual ideia de um Universo que começou com o Big Bang e que é essencialmente constituído por matéria escura e energia escura.
O El Gordo formou-se, muito provavelmente, de forma semelhante ao aglomerado Bala, o espetacular aglomerado de galáxias em interação que se encontra a quase quatro bilhões de anos-luz mais próximo da Terra.
Em ambos os aglomerados, há indícios de que a matéria normal, constituída principalmente por gás quente brilhando em raios-X, foi arrancada da matéria escura. O gás quente é desacelerado pela colisão, o mesmo não acontecendo à matéria escura.
"Esta é a primeira vez que encontramos um aglomerado como o aglomerado Bala a uma distância tão grande, " disse Cristóbal Sifón, estudante da Pontifícia Universidade Católica de Chile (PUC) em Santiago. "É como diz o velho provérbio: Se queres perceber para onde vais, tens primeiro de saber donde vieste."

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Astrônomos fazem maior mapa de matéria escura do universo

Astrônomos internacionais anunciaram, nesta segunda-feira (9), a criação do maior mapa da matéria escura feito até o momento no universo, usando dados de telescópios potentes que escanearam 10 milhões de galáxias. Acredita-se que a misteriosa substância represente aproximadamente um quarto do universo, mas sua natureza é um enigma, pois só pode ser detectada de forma indireta através da atração gravitacional que exerce sobre a matéria visível.

Matéria Escura
Para fazer o novo mapa, os astrônomos estudaram como a luz emitida pelas galáxias se distorce ao passar por grandes grupos de matéria escura em seu trajeto para a Terra. O resultado é uma "intrincada rede cósmica de matéria escura e galáxias que se estende por mais de um bilhão de anos-luz", informaram os astrônomos da Universidade da Columbia Britânica (UBC), no Canadá, e da Universidade de Edimburgo, na Escócia.
"É fascinante poder 'ver' a matéria escura usando a distorção espaço-tempo", disse Ludovic Van Waerbeke, da UBC, que trabalhou no projeto, conhecido como o Estudo da Lente Telescópio Canadá-França-Havaí (CFHTLenS, na sigla em inglês)."Isto nos dá um acesso privilegiado a esta misteriosa massa no universo que não pode ser observada de outra forma", acrescentou.
Sua aparência é a de "uma rede de gigantesca densidade (branca) e regiões vazias (escuras), onde as áreas brancas maiores são do tamanho de várias luas terrestres no céu", destacou o estudo, apresentado na reunião anual da American Astronomical Society em Austin, Texas, sul dos Estados Unidos.

Mapa criado pelos astrônomos
Os dados são resultantes de cinco anos de imagens captadas pela câmera instalada em um poderoso telescópio no Havaí. O mapa inclui galáxias que, no geral, estavam a 6 bilhões de anos-luz de distância, e capta luz emitida quando o universo tinha 6 bilhões de anos (aproximadamente a metade de sua idade atual).
As tentativas anteriores de fazer um mapa da matéria escura dependeram, em grande medida, das simulações por computador. Os astrônomos envolvidos no projeto disseram que nos próximos três anos esperam elaborar um mapa com área 10 vezes maior à realizada atualmente.

Fonte: IG

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Informativo - Enchentes Janeiro 2012 - Região Norte e Noroeste Fluminense

Bom, já virou rotina acabar de festejar a virada de ano e no dia seguinte ter que colocar os móveis para cima...
Nós do Clube de Astronomia disponibilizamos aqui, nesta postagem, informações sobre o clima da região e das cabeceiras dos Rios Muriaé, Pomba e Itabapoana que passam por nossos municípios.
Primeiro vamos às previsões do tempo para os próximos dias:

Zona da Mata Mineira e Região Sul do Espírito Santo – municípios de MG e ES onde os rios Muriaé, Pomba e Itabapoana nascem-passam:


Região Noroeste Fluminense:


Região Norte Fluminense:


Abaixo segue alguns sites que podem ser úteis durante este período de enchentes:

Esperamos ter ajudado a população de nossa região, e estamos na torcida para que as chuvas dêem uma trégua logo.

Rocha com a idade do Sistema Solar é descoberta na Russia

Uma rocha nunca antes registrada foi descoberta por pesquisadores da Península de Kamchatka, na Rússia. Segundo os cientistas, o material é um tipo de cristal cujas principais características são encontradas em meteoritos. 
Segundo a análise, na maioria das vezes o material que constitui as rochas - denominado de quasicristal - é um artificial, criado pelo homem. 
Segundo um grupo de estudos da Universidade de Florença, na Itália, a rocha estava em um meteorito originado nos primórdios do Sistema Solar há 4,5 bilhões de anos. 


O estudo foi publicado na revista científica "Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS)".

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

China a poucos passos do solo lunar!


O Governo da China confirmou nesta quinta-feira (29) que em menos de cinco anos levará pela primeira vez um veículo não-tripulado à superfície da Lua. Seria o primeiro passo para que, mais adiante, seus astronautas pisem o satélite e o país siga os passos dos Estados Unidos e da Rússia no caminho para ser tornar uma nova superpotência espacial.
O objetivo foi fixado no "Livro Branco sobre as Atividades Espaciais de 2011", um documento do Executivo chinês apresentado nesta quinta. No texto, o Governo estabelece outras metas da corrida espacial chinesa durante o Plano Quinquenal do período 2011-2015.


Dessa forma, indica que o programa lunar será centrado em desenvolver com sucesso uma tecnologia que mais tarde permita levar astronautas ao satélite. A China já conseguiu que dois de seus satélites ('Chang'e' 1 e 2) chegassem até a órbita lunar, em 2007 e 2010. Essas sondas, no entanto, só recolheram informações fotográficas do satélite e estavam programadas para retornar à Terra em seguida.
Não há data fixa para a chegada do satélite terrestre dos primeiros 'taikonautas' (apelido dado aos astronautas chineses, já que espaço em mandarim é "taikong"). Levando em conta que a China parece dividir este programa em fases de cinco anos, este fato histórico poderia ocorrer entre 2020 e 2025, meio século depois dos Estados Unidos, o primeiro país a alcançar essa façanha.
No mesmo anúncio, a China garantiu que aumentará o controle do lixo espacial e dos sistemas de alarme quando esses fragmentos caírem na superfície terrestre.

Uso militar?

Também nesta semana, o país iniciou o funcionamento do sistema Beidou ("bússola", em mandarim), seu sistema de posicionamento alternativo ao GPS americano. A China já lançou 10 satélites Beidou e planeja lançar outros seis até o fim do ano que vem, de acordo com o Escritório Chinês de Gerenciamento de Navegação de Satélites.
Diferentemente das versões civis menos precisas disponíveis ao Exército de Libertação do Povo (ELP, o exército chinês), essa rede dará à China a precisão para guiar mísseis, munições inteligentes e outras armas.
"Isso permitirá um grande salto na capacidade do ELP de realizar ataques de precisão", disse Andrei Chang, analista das forças militares chinesas e editor da revista Kanwa Asian Defence, de Hong Kong.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do país asiático, Hong Lei, quis nesta quinta-feira responder a esses temores, assegurando em entrevista coletiva que a China "sempre ressalta que seu objetivo é fazer uso pacífico do espaço, e procura cooperar internacionalmente neste campo".

Em que ponto está a China!?

O Conselho de Estado insiste no documento que a prospecção espacial "é uma importante parte da estratégia geral de desenvolvimento da nação" para meia década 2011-2015, no qual a China procura seguir ascendendo em seu caminho a ser um país desenvolvido, com a inovação tecnológica como prioridade.
China lançou seu primeiro astronauta ao espaço em 2003 e desde então alcançou outros objetivos, como o primeiro 'passeio' de um de seus cosmonautas fora da nave (2008) e o primeiro acoplamento de dois veículos (no mês passado), passo-chave para sua futura estação espacial permanente.
Para os especialistas, a China ainda está em uma fase muito preliminar no que diz respeito às tecnologias espaciais, comparável aos EUA e a extinta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) nos anos 60, mas avança de forma mais rápida do que fizeram na época as duas superpotências da Guerra Fria em sua corrida espacial.

Fontes: G1; EFE; Reuters

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Solstício de Verão no Hemisfério Sul!

Essa é pra galera que curte uma praia, solzão, e água de coco! Na madrugada do dia 22 deste mês começará a estação, que a maioria de nós brasileiros mais amamos (eu particularmente prefiro o inverno...).

 Mais precisamente às 3h30, horário de brasileiro de verão, o Sol atingirá perpendicularmente, com seus raios, o Trópico de Capricórnio, fazendo com que o Hemisfério Sul tenha o dia de maior incidência de luz solar e com maior duração no ano.


O verão durará até o dia 20 de março do ano que vem, data em que ocorrerá o Equinócio do Outono, aqui no Brasil. E o horário de verão 2011-2012 acabará no dia 26 de fevereiro.



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