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terça-feira, 5 de julho de 2011

Brasil, um alvo constante

Cientistas da Universidade Southampton, na Inglaterra, criaram um ranking de países que mais sofreriam no caso da queda de um asteroide na Terra. Na lista de 10 nações, o Brasil ocupa o 9º lugar, o que significaria que o País sofreria graves perdas estruturais e ocorreria um grande número de mortes na população. As informações são do site do jornal britânicoThe Telegraph.
O estudo foi divulgado poucos dias após uma pedra do tamanho de um ônibus passar a 12 mil km de distância da Terra. Apesar de seu tamanho, o meteoro dificilmente resistiria à passagem pela atmosfera terrestre e se desintegraria antes de colidir com a superfície do planeta. Mas a proximidade de sua rota com a Terra e o fato de que ele não foi detectado até cinco dias antes de sua passagem foram o bastante para levantar preocupações.
De acordo com os pesquisadores britânicos, a China, por sua grande população, enfrentaria as piores consequências no caso da queda de um asteroide em seu território. No ranking, seguem Indonésia, Índia, Japão, Estados Unidos, Filipinas, Itália, Inglaterra, Brasil e Nigéria. A lista foi compilada com um software chamado NEOimpactor, a partir da análise de dados fornecidos pelo programa de objetos próximos à Terra da Nasa.


Fonte: Terra

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Imagens feitas pelo Telescópio Spitzer revelam detalhes do espaço

A Nasa, divulgou novas imagens registradas pelo Telescópio Espacial Spitzer. Entre as imagens captadas estão a de uma nebulosa 'anel esmeralda' e um berçário de estrelas.
O telescópio de US$ 800 milhões é capaz de captar imagens que não são vistas a olho nu.O telescópio lançado em 2003 foi inicialmente denominado de SIRTF, que significa Space Infrared Telescope Facility. Desde então, tem captado imagens surpreendentes, como o 'anel esmeralda', que propaga um brilho verde.



A estrela chamada de 'RCW 120' faz parte da constelação de Escorpião, composta de gás quente e uma poeira brilhante esverdeada. Esse brilho, impossível de ser visto pelo olho humano, foi registrado em cores infravermelhas. Em outra imagem feita pelo Spitzer, pode se ver um berçário de estrelas da constelação Órion.


Spitzer obtém essas imagens pela detecção de radiação infravermelha ou de calor que os objetos do espaço irradiam no comprimento de ondas entre 3 a 180 micrômetros (um micrômetro corresponde a um milionésimo de metro).
Inicialmente, os cientistas acreditavam que o telescópio iria operar apenas por 30 meses, já que é necessário hélio líquido para resfriar instrumentos internos.  No entanto, o hélio durou três anos a mais do que o esperado, quando finalmente o Spitzer foi desligado. A maioria dos seus instrumentos parou de operar, exceto a câmera que continua captando imagens do universo em cores que não podemos ver.


Para ver mais imagens obtidas com o Telescópio Spitzer, clik aqui.
Para ver outras fotos, clik aqui.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Sondas lançadas em 1977 atravessam mar magnético gigantes na fronteira final do nosso sistema solar

As duas naves foram lançadas em 1977 e são responsáveis por colher alguns dos dados mais extraordinários da história da Nasa. Elas agora estão a mais de 14 bilhões de quilômetros da Terra, se aproximando do limite do Sistema Solar.  As sondas Voyager continuam enviando dados para o centro de controle da Nasa, no Estado americano no Texas. Cada mensagem demora 16 horas para atravessar a distância no espaço.

Os pesquisadores afirmam que estas descobertas têm impacto na forma como se entende os raios cósmicos – que são as tempestades de partículas de alta energia que se aceleram na direção da Terra, oriundas de explosões de estrelas e buracos-negros. É provável que a massa de estruturas magnéticas torne o Sistema Solar mais poroso e suscetível a raios cósmicos.



Nova missão

A observação é de interesse não só para astrônomos, como também para astronautas – que precisam se precaver contra os efeitos dos raios cósmicos na sua saúde – e para engenheiros – preocupados em construir naves e componentes resistentes às partículas de alta energia.

Os pesquisadores foram surpreendidos por alguns dos dados revelados pelas sondas Voyage. Eles esperavam que os limites do Sistema Solar seriam mais serenos e com menos atividades magnéticas.

Esta é mais uma demonstração entre tantas das capacidades extraordinárias das sondas Voyagers, que continuam gerando dados e novos questionamentos mais de três décadas depois de seus lançamentos.

A Voyager 1 chegou ao espaço no dia 5 de setembro de 1977, e a Voyager 2, no dia 20 de agosto do mesmo ano.

A missão inicial das sondas era pesquisar os planetas Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. A tarefa foi completada em 1989. Elas então foram direcionadas rumo ao centro da Via Láctea.

O professor Ed Stone, que trabalha com as Voyager desde o começo da missão, diz que nenhuma outra operação durou tanto tempo. Já são 33 anos de funcionamento, e a Voyager ainda possui energia suficiente para durar mais uma década.

A tecnologia da Voyager é rudimentar para os padrões de hoje. Os transmissores consomem a energia equivalente a de uma lâmpada comum. Um telefone celular moderno possui 10 milhões de vezes mais memória do que a Voyager.

A sua nova missão é explorar os limites do Sistema Solar. Os cientistas não têm certeza sobre o limite final do Sistema, onde começaria uma zona de espaço interestelar.



segunda-feira, 30 de maio de 2011

Telescópio James Webb será a maior máquina do tempo já construída

A agência espacial americana (NASA) está agora construindo o maior telescópio espacial de todos. O James Webb Space Telescope, em homenagem ao segundo diretor da NASA, terá um espelho sete vezes maior que o do Telescópio Espacial Hubble. Sua prioridade será o estudo do universo em luz infravermelha.



O Telescópio Espacial James Webb é uma obra de engenharia muito complexa. Vai ser enorme - do tamanho de um jato de passageiros. E isso tudo terá de ser super-resfriado. Como o estudo principal do telescópio é o calor infravermelho, o seu espelho deve ser mantido muito perto do zero absoluto. Isso é menos que 273 graus Celsius.



O telescópio tem três câmeras de infravermelhos altamente sensíveis. Mas talvez a parte mais interessante seja o espelho de 6,5 metros de largura. Feita de berílio leve, o espelho está coberto de ouro, e dividido em dezoito partes encadeadas.

O James Webb Space Telescope irá ajudar os cientistas a aprender como as galáxias se formaram e como elas se pareciam. Pode até mostrar aos cientistas coisas eles nunca previram.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Nasa revela que energia escura é real

Uma pesquisa que durou cinco anos e cobriu 200.000 galáxias, levou a uma das melhores confirmações de que é mesmo a energia escura que está acelerando a expansão do Universo. 

O estudo, que representa um retorno de até sete bilhões de anos no tempo cósmico, usou dados da sonda espacial Galex (Galaxy Evolution Explorer: Exploração da Evolução das Galáxias) e do Telescópio Anglo-Australiano instalado na montanha Siding Spring, na Austrália.
Os resultados dão suporte para a principal interpretação sobre como funciona a energia escura - como uma força constante, afetando uniformemente o Universo e impulsionando sua expansão.
Por decorrência, os dados contradizem uma teoria alternativa, que propõe que seria a gravidade, e não a energia escura, a força que impulsionaria a expansão do Universo. De acordo com esta teoria alternativa, com a qual os novos resultados não são consistentes, o conceito de Albert Einstein da gravidade estaria errado, e gravidade tornar-se-ia repulsiva, ao invés de atrativa, quando atuando em grandes distâncias.

Lei da gravidade revisada pode dispensar matéria escura

"Os resultados nos dizem que a energia escura é uma constante cosmológica, como Einstein propôs. Se a gravidade fosse a responsável, então não estaríamos vendo esses efeitos constantes da energia escura ao longo do tempo," explica Chris Blake, da Universidade de Tecnologia Swinburne, na Austrália, e líder da pesquisa.

Energia escura

Acredita-se que a energia escura domine o nosso Universo, perfazendo cerca de 74 por cento dele. A matéria escura, uma substância não menos misteriosa, é responsável por 22 por cento. A chamada matéria normal, ou matéria bariônica - qualquer coisa que tenha átomos - representa apenas cerca de 4% do cosmos.
A idéia da energia escura foi proposta durante a última década, com base em estudos de estrelas distantes que explodiram, conhecidas como supernovas. As supernovas emitem uma luz constante e mensurável, o que as torna uma referência inigualável, que permite o cálculo de sua distância da Terra com grande precisão. As observações revelaram que algo - que veio a ser chamado de energia escura - estava fazendo aumentar a aceleração desses objetos celestes.

Energia escura versus gravidade

A energia escura disputa um cabo-de-guerra com a gravidade. A teoria atual propõe que, no início do Universo, a gravidade assumiu a liderança, dominando a energia escura. Cerca de 8 bilhões de anos após o Big Bang, com o espaço se ampliando e a matéria se diluindo, as atrações gravitacionais enfraqueceram e a energia escura tirou o atraso. Se isto estiver correto, daqui a bilhões de anos a energia escura será ainda mais dominante.
Os astrônomos prevêem que o nosso Universo será um verdadeiro deserto cósmico, com as galáxias se distanciando tanto umas das outras que quaisquer seres que viverem dentro delas não serão capazes de ver outras galáxias.

Era da energia escura

Esta é a primeira vez que astrônomos fazem essa checagem cobrindo todo o período de vida do Universo desde que ele foi dominado pela energia escura. A equipe começou montando o maior mapa tridimensional já feito das galáxias do Universo distante. Isto foi feito pelo Telescópio de ultravioleta GALEX, que mapeou cerca de três quartos do céu, observando centenas de milhões de galáxias.
O Telescópio Anglo-Australiano coletou informações detalhadas sobre a luz de cada galáxia, o que permitiu estudar o padrão de distância entre elas - ondas sônicas do Universo jovem deixaram marcas nos padrões de galáxias, fazendo com que pares de galáxias sejam separados por aproximadamente 500 milhões de anos-luz.
Essa "régua padrão" foi usada para determinar a distância entre os pares de galáxias e a Terra - quanto mais próximo um par de galáxias estiver de nós, mais distantes elas irão aparecer uma da outra no céu.
Tal como acontece com os estudos de supernovas, estes dados de distância foram combinados com informações sobre as velocidades nas quais os pares estão se afastando de nós, revelando, mais uma vez, que o tecido do espaço está se esticando cada vez mais rápido.                                                                                                         

quarta-feira, 18 de maio de 2011

A última missão

O ônibus espacial Endeavour foi lançado às 8:56 a.m. EDT (9h56 horário de Brasilia) desta segunda-feira (16) no Kennedy Space Center, na Flórida. A subida até a órbita levou cerca de 8 minutos e meio. A missão STS-134 é o último voo orbital da Endeavour e o penúltimo realizado pela agência espacial americana, que vai encerrar o programa de ônibus espaciais. 


A missão final do Endeavour está programada para durar 16 dias. O ônibus espacial será acoplado à Estação Espacial Internacional, na manhã de quarta-feira (18) e deve voltar para a Terra no dia 1 junho.
Além dos seis astronautas, a Endeavour também transporta um detector de partículas, o chamado Espectrômetro Magnético Alfa-2 (AMS, da sigla em inglês). O AMS será montado no exterior da Estação Espacial Internacional em uma posição que lhe permita apanhar sinais de raios cósmicos que passam no universo. O projeto é liderado pelo prêmio Nobel Samuel Ting, a expectativa é que os resultados do estudo sejam revolucionários para a física de partículas.

Tripulação da missão (da esquerda p/ direita): Greg Jhonson, Mike Fincke, Greg Chamitoff,  Mark Kelly (capitão), Drew Feustel, Roberto Vittori
A nave partiria no dia 29 de abril para sua missão final, mas teve o processo cancelado por causa da detecção de problemas no sistema de aquecimento momentos antes da decolagem.
O Endeavour foi lançado ao espaço pela primeira vez em 1991. A missão STS-134 será seu último voo, o de número 25 do ônibus espacial e o 134° do programa da Nasa. Quando o Endeavour regressar à Terra, se tornará o segundo ônibus espacial da frota a se aposentar - o Discovery encerrou suas atividades em março.
A aposentadoria do Endeavour é mais um passo para o fim da era dos ônibus espaciais, restando apenas o último voo da Atlantis, ainda neste ano. O protótipo Enterprise nunca voou ao espaço. O Challenger explodiu, em 1986, minutos após o lançamento e o Columbia explodiu em 2003, quando voltava à Terra. O Discovery fez seu último lançamento em fevereiro, e voltou em março.



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