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sexta-feira, 31 de março de 2017
NASA publica a maior foto mundo!!
Aprecie a Galáxia de Andrômeda neste fabuloso vídeo da Maior Foto já Publicada.
As imagens a seguir pertubarão sua noção de Universo!!
Aumente a resolução para ter uma experiência fantástica.
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
NASA faz lançamento de foguetes que protegerão a Terra
A agência espacial norte-americana, Nasa, lançou na
madrugada desta quinta-feira um foguete do Cabo Canaveral, na Flórida, nos
Estados Unidos, com dois satélites para monitorar a órbita da Terra. Os
satélites vão analisar o cinturão de radiação que cerca o planeta. Cada
satélite contém uma capa de alumínio para protegê-los dos raios cósmicos. Os
satélites percorrerão a órbita em volta da Terra, de forma enfileirada.
É a segunda missão da Nasa denominada LWS
(Living With Star), cuja a tradução livre para o português é Vivendo com a
Estrela. A finalidade é analisar os aspectos do sistema do Sol com a Terra que
afetam a vida e a sociedade no planeta.
O chefe da missão na Nasa, John Grunsfeld, disse
que a expectativa é que os satélites ajudem na criação de planos para proteger
a Terra de tempestades solares, explosões no Sol que liberam uma grande carga
de partículas e interferem no funcionamento de satélites, meios de comunicação
e colocam astronautas em perigo durante viagens no espaço.
"As informações coletadas por essas sondas
beneficiarão o público, pois permitirão melhor proteção dos satélites e
ajudarão a entender como o clima espacial afeta as comunicações e a tecnologia
na Terra", disse Grunsfeld.
O cientista Barry Mauk, da Universidade Johns
Hopkins Laboratório de Física, ressaltou que os satélites da missão são de alta
precisão e abrangência. Segundo ele, será possível prever os níveis de radiação,
por exemplo.
Fonte: Band
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quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Curiosity dá seus primeiros passos em Marte
A Nasa confirmou nesta quarta-feira (22) que o robô
Curiosity já começou a movimentar suas rodas em solo marciano. Após os
primeiros movimentos, usados como teste, o veículo agora se encontra a
aproximadamente seis metros de onde pousou, nas primeiras horas do dia 6 de
agosto (horário de Brasília).
Os primeiros movimentos comprovam que o robô está
em condições de realizar suas missões de exploração no planeta vermelho, apesar
de um sensor quebrado. “Temos um sistema de mobilidade completamente funcional
com muita exploração empolgante pela frente”, afirmou Matt Heverly, do
Laboratório de Propulsão de Jatos da Nasa (JPL, na sigla em inglês).
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| Primeiros passos do Curiosity em solo marciano! |
Nos próximos dias, o Curiosity vai continuar próximo
ao local de pouso, que recebeu o nome de Ponto Bradbury, em homenagem ao
escritor Ray Bradbury, que morreu em 2012. O robô ainda tem mais alguns
procedimentos de teste e estudos das redondezas a fazer, antes de seguir para
seu primeiro alvo, o Monte Sharp.
“O Curiosity é um veículo muito mais complexo do
que os outros jipes marcianos. As atividades de teste e caracterização durante
as semanas iniciais da missão estabelecem uma base importante para a operação
do nosso precioso recurso nacional com o devido cuidado”, afirmou Pete
Theisinger, também do JPL, laboratório que administra a missão.
Segundo Theisinger, o progresso feito ao longo dos primeiros 16 dias de missão foram “excelentes”. Depois de concluir com sucesso um processo complexo de pouso, o robô já estreou também dois importantes equipamentos – o laser e o braço robótico, usados para identificar e coletar rochas.
O Curiosity conta com um laboratório dentro de si,
capaz de analisar amostras do solo marciano. O objetivo da missão é descobrir,
por meio de testes geológicos, se o planeta algum dia já reuniu as condições
necessárias para abrigar vida.
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NASA anuncia próxima missão à Marte
A NASA, agência espacial norte-americana, divulgou que
lançará uma nova missão para a exploração de Marte. A missão recebeu o nome de
InSight e deve posicionar instrumentos no planeta em setembro de 2016.
Ao contrário do Curiosity, robô que explora a
superfície marciana e analisa rochas para descobrir se o planeta já teve
condições de abrigar vida, a missão InSight está interessada no que acontece no
interior do planeta vermelho.
![]() |
| Sonda InSight |
A pesquisa tem como objetivos descobrir se o núcleo
de Marte é sólido ou líquido e entender se as placas tectônicas marcianas
deslizam umas contra as outras, como as da Terra. O conhecimento mais detalhado
do interior de Marte possibilitará uma comparação melhor com a Terra e levará a
uma compreensão melhor de como os planetas são formados.
A NASA escolheu a InSight entre três propostas de
exploração do Sistema Solar. Os projetos derrotados seriam para estudar um
cometa e Titã, uma lua de Saturno.
“A exploração de Marte é uma prioridade para a NASA,
e a escolha do InSight assegura que vamos continuar descobrindo os mistérios do
planeta vermelho e estabelecendo as bases para uma futura missão humana lá”,
afirmou em nota o diretor da NASA, Charles Bolden.
A missão está orçada em US$ 425 milhões (cerca de
R$ 858 milhões), sem contar os gastos com os foguetes usados no lançamento. As
agências espaciais da França e da Alemanha vão colaborar na elaboração dos
instrumentos usados na missão.
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segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Curiosity pousa com sucesso em solo marciano!
O
laboratório móvel Curiosity, da Nasa, pousou na madrugada de segunda-feira em
Marte, e agora deve passar dois anos pesquisando sinais de que o planeta já
teve condições de abrigar vida.
Os controladores da missão aplaudiram e gritaram
com entusiasmo quando receberam sinais confirmando que o jipe-robô sobreviveu à
perigosa descida no róseo céu marciano e que pousou são e salvo no fundo de uma
vasta cratera.
Após uma viagem de oito meses e 566 milhões de
quilômetros, a sonda tocou a tênue atmosfera marciana a quase 21 mil
quilômetros por hora -17 vezes a velocidade do som--, antes de iniciar a
descida controlada.
Momentos após o pouso, a Curiosity enviou suas três
primeiras imagens do solo marciano. Numa delas, uma roda do veículo e a sombra
do jipe apareciam à frente do terreno pedregoso (imagem a direita).
A operação de pouso foi considerada a mais complexa
na história dos voos espaciais não-tripulados. Por causa da demora nas
comunicações por rádio entre a Terra e Marte, todo o processo precisou ser
autoguiado, sem a interferência dos técnicos.
Para reduzir sua velocidade, a sonda contou com um
paraquedas especial, com uma mochila a jato e com um inédito "guindaste
aéreo" que auxiliou no pouso, ocorrido na cratera Gale, no hemisfério sul
marciano, perto do equador desse planeta.
A Curiosity é o primeiro laboratório completo sobre
rodas a ser enviado a outro mundo. Ela passará dois anos explorando a cratera
Gale e uma vizinha montanha de 5.000 metros, que parece formada por sedimentos
oriundos da cratera, formada por sua vez pelo impacto de um grande corpo
celeste. (Veja passo a passo como foi o pouso clicando aqui)
Marte é o planeta mais parecido com a Terra, e os cientistas querem descobrir se ele teve no passado condições para abrigar vida microbiana. A missão, de 2,5 bilhões de dólares, marca o primeiro esforço de astrobiologia da Nasa desde as sondas Viking, na década de 1970.
O pouso representa um marco importante para a agência espacial norte-americana, afetada nos últimos anos por cortes orçamentários e pela recente aposentadoria da sua frota de ônibus espaciais.
Marte é o planeta mais parecido com a Terra, e os cientistas querem descobrir se ele teve no passado condições para abrigar vida microbiana. A missão, de 2,5 bilhões de dólares, marca o primeiro esforço de astrobiologia da Nasa desde as sondas Viking, na década de 1970.
O pouso representa um marco importante para a agência espacial norte-americana, afetada nos últimos anos por cortes orçamentários e pela recente aposentadoria da sua frota de ônibus espaciais.
Vídeo narra a história da exploração a Marte e mostra como foi o complexo pouso da sonda Curiosity em Marte.
Veja como foi passo a passo o pouso do robô-jipe em solo marciano no infográfico que a NASA construiu:
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terça-feira, 22 de maio de 2012
SpaceX lança primeiro foguete privado rumo a ISS
Um
foguete não tripulado privado da empresa SpaceX decolou de Cabo Canaveral,
Flórida, nesta terça-feira (22) numa missão teste
cujo destino é a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês),
tornando-se o primeiro voo comercial a viajar rumo ao complexo orbital.
O “Falcon 9” partiu às 3h44 (hora local) da mesma plataforma de lançamento – reformada – de onde a NASA lançava seus ônibus espaciais que agora estão aposentados. O foguete leva a cápsula “Dragon”, com carga para os seis astronautas que ocupam a ISS.
A carga de pouco mais de 500 kg leva suprimentos simples, como alimentos, que, apesar de úteis, não são indispensáveis para os astronautas que estão na ISS. Isso porque esse voo ainda é visto como um teste, uma forma de mostrar que a empresa e capaz de levar carga e, posteriormente, astronautas até a estação.
A Space X, cujo nome completo é Space Exploration Technologies, recebeu da Nasa US$ 1,6 bilhão para fazer 12 voos de reabastecimento para a estação após a aposentadoria dos ônibus espaciais no ano passado. Ao lado dela, outra empresa, a Orbital Technologies, também está sob contrato para realizar esses voos robóticos.
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| Rastro do primeiro foguete privado a decolar rumo à ISS. |
Atualmente,
a Nasa dependente da Rússia para enviar tripulação à estação espacial, a um
custo de mais de US$ 60 milhões por pessoa.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Corrida ao Ouro Espacial
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| Asteroide dividido em posiveis áreas de mineração |
A nova corrida do ouro será no espaço.
Ou, pelo menos, esse é o plano da Planetary Resouces, empresa criada em 2010
por dois empreendedores da indústria espacial, os engenheiros Eric Anderson e
Peter Diamandis. Na semana passada, ambos anunciaram uma das mais ambiciosas
aventuras idealizadas: minerar metais preciosos de asteroides que passam
próximo à Terra. Em dois anos, a Planetary Resouces pretende pôr cinco
satélites em órbita para escolher os asteroides que mais se prestam à mineração
entre os 9000 que já foram identificados numa distância menor que 200 milhões
de quilômetro e mapeados pelos astrônomos. Em muitos desses asteroides há
fortunas em metais valiosos, como platina e ouro. Mesmo um dos pequenos, com 80
metros de diâmetro, pode ter reservas equivalentes a 100 bilhões de dólares.
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| James Cameron, um dos fiadores do projeto |
Embora pareça mirabolante, o projeto é
financiado por um grupo de bilionários com feitos notáveis no currículo. Entre
eles estão Lerry Page e Eric Schmidt, respectivamente, fundador e presidente do
conselho de administração do Google. O primeiro é dono de uma fortuna de 18,7
bilhões de dólares e o segundo tem 6,7 bilhões no bolso. Figura também Charles
Simonyi, o engenheiro que comandou a criação do Office na Microsoft. O cineasta
James Cameron, de Titanic e Avatar, é uma espécie de protagonista do projeto.
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| Empresa responsável pelo projeto de exploração em asteroides |
Os investidores sabem que a ideia de
mineração espacial não dará lucro tão cedo. Rastrear um asteroide e alcançá-lo
é simples. Já extrair o material e retornar à Terra é um processo que está nos limites
da tecnologia hoje disponível. O custo de cada missão é estimado em até 3
bilhões de dólares e, no início, a operação deverá trazer apenas um punhado de
metal. “Sabemos que não teremos sucesso nas primeiras tentativas”, admite Eric
Andersen, cuja empresa, a Space Adventures, já mandou sete turistas para o
espaço. Eric Schmidt resume o espirito que guia os bilionários por trás do
projeto: “A busca por recursos naturais
levou a descoberta da América, e ela também será decisiva para superação das
fronteiras espaciais.”
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| Foguete da SpaceX. Futuras missões da NASA serão em foguetes como esse. |
A mineração espacial não procura apenas
metais. Um dos maiores desafios para a expansão dos limites do homem no espaço
diz respeito aos recursos necessários para viagem. Ou, melhor, à falta deles. A
necessidade de um grande estoque de água, oxigênio e combustível é um dos
fatores que impedem os astronautas de ir além da Lua. Os asteroides podem ser a
solução para garantir os recursos para sobrevivência em viagens prolongadas.
Explica o engenheiro Louis Friedman, coordenador de um estudo da NASA sobre
como explorar asteroides: “Muitos deles tem água em abundância, essa água pode
ser consumida ou quebrada em oxigênio e hidrogênio, que é combustível”. Coletar
a água e produzir combustível no espaço cortaria enormemente o custo de enviar
esse material da superfície com o uso de foguetes. A exploração pela iniciativa
privada do espaço próxima a Terra será submetida a um teste na semana que vem (provavelmente
será adiado devido à incompatibilidade da nave a ser lançada com o sistema informático
da ISS, porém o lançamento está previsto para ocorrer mais tardar até o fim
deste mês). A empresa SpaceX, do bilionário Elon Musk, criador do sistema de
pagamento pela internet PayPal, lançará a primeira nave privada que visitará a ISS
(Estação Espacacial Internacional, sigla inglesa), a serviço da NASA. Isso será
um marco na corrida pelo espaço, que desta vez pode envolver muito ouro dos
asteroides.
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| Arte representando exploração de minerias em um asteroide |
Fonte:
Veja, 2 de maio de 2012
Este post foi realizado por indicação de Vinícius Pereira Cabral, assíduo leitor de nosso blog e aluno do cursinho preparatório da XV OBA.
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Astronomos observam uma estrela sendo destruida por um Buraco Negro pela primeira vez
Astrônomos
da NASA identificaram pela primeira vez uma “vítima”, ou melhor, uma
estrela, engolida por um buraco negro supermaciço. A estrela, composta por gás
hélio, estava a 2,7 bilhões de anos-luz da Terra, e os pesquisadores suspeitam
que ela já estivesse no final de sua vida quando desapareceu. Esse fenômeno só
acontece, em média, a cada 10 mil anos em uma galáxia.
De acordo
com os astrônomos, no dia 31 de maio de 2010, o telescópio Pan-STARRS 1, no
Havaí, detectou uma inesperada luz emanada desta galáxia. A luz foi aumentando
até atingir seu ponto máximo no dia 12 de julho antes de desaparecer
lentamente. O estudo sobre esse “homicídio estelar” está publicado na edição
online da revista Nature.
De acordo
com os pesquisadores, a estrela estava tão próxima que as forças produzidas
pelo campo gravitacional do buraco negro a destruíram. Os gases da estrela
aumentaram a temperatura do buraco negro e produziram a luz detectada pelo
telescópio.
Acredita-se
que boa parte das galáxias abrigue um buraco negro supermaciço, cuja massa é
entre um milhão e um bilhão de vezes maior do que a do nosso sol.
A simulação acima, mostra uma estrela que está sendo
esmagada pela gravidade de um buraco negro supermassivo.
Alguns dos detritos estelares caem dentro do buraco
negro e uma parte é ejectado para o espaço a altas velocidades.
As áreas em branco são regiões de maior densidade, e
as cores avermelhadas correspondem a regiões de densidades mais baixas. Os
azuis, por sua vez, apontam pontos de localização do buraco negro.
O tempo decorrido corresponde à quantidade de tempo
que leva para uma estrela semelhante ao Sol ser rasgada por um buraco negro de
um milhão de vezes mais massivo que o mesmo.
(Crédito: NASA; S. Gezari, The Johns Hopkins
University, e J. Guillochon, University of California, Santa Cruz)
Postagens relacionadas:
- De Gigantes a Minúsculos, mas sempre Buracos Negros
- Colisão entre estrela do tamanho do Sol e um enorme buraco negro provocou uma das maiores explosões espaciais já registradas
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terça-feira, 10 de abril de 2012
O Diário de uma abobrinha espacial
O
crescimento de um pé de abobrinha pode render mais assunto do que parece. Ainda
mais quando é plantado no espaço. O nascimento e crescimento da plantinha é
tema do blog “O Diário de uma abobrinha espacial” (Diary of Space Zucchini, em
tradução livre)”, divulgado pelo site da Nasa.
Com
narrativa muito bem humorada escrita pelo astronauta Don Pettit, o leitor fica
sabendo passo a passo da “rotina” da planta em plena estação espacial
norte-americana (ISS, na sigla em inglês).
No poste
inicial, a abobrinha ironiza sua própria condição diante do clima adverso.
"Eu
brotei, introduzida neste mundo sem ninguém me consultar. Eu não sou a mais
bonita; (...) Eu sou o tipo que faz moleques quererem vomitar na mesa do jantar
e serem mandados para a cama sem sua sobremesa; Eu sou útil, a matéria
vegetativa saudável que pode prosperar sob condições adversas. Eu sou uma
abobrinha – e estou no espaço”.
As
“peripécias” da abobrinha são contadas do dia 5 de janeiro a 16 de fevereiro.
Em mais uma de suas divagações, ela reclama do hábito de um dos astronautas de
cheirar suas folhas.
“Meu
jardineiro fica agitado com as minhas folhas. Eu não tenho certeza se eu gosto
disso. Agora eu tenho quatro delas e eu não entendo muito bem porque ele se
comporta dessa maneira. Ele mete o nariz nelas. Será que ele me pegou para ser
algum tipo de lenço? Aparentemente, ele tem prazer em meu cheiro de terra
verde. (...) Talvez este seja um dos meus papéis como um tripulante nesta
expedição”.
Em seu
último depoimento, a abobrinha, já florida, brinca com sua condição de ser a
única mulher da tripulação.
“Eles
estavam animados com minhas flores hoje. Estavam todos ansiosos para ver
pequenas abobrinhas no espaço. Mas eu não tenho coragem de contar-lhes um
pequeno detalhe. Eu produzo dois tipos de flores; masculinas com estames e
femininas, que produzem abobrinhas. Mas como faço parte dessa tripulação
masculina, seria mais apropriado produzir apenas flores masculinas”.
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sábado, 18 de fevereiro de 2012
Cientistas suíços criam 'satélite-faxineiro' para recolher lixo espacial
A quantidade de lixo espacial na órbita da Terra fez
com que especialistas da Suíça desenvolvessem um projeto que tem como objetivo
construir um "satélite-faxineiro". Os cientistas da Escola
Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça, pretendem lançar o aparelho, chamado
de CleanSpace One, em até cinco anos.
![]() |
| O volume de lixo espacial já vem preocupando os cientista há algum tempo. |
Com um valor estimado em 10 milhões de francos suíços
(cerca de R$ 18 milhões), o CleanSpace One será o primeiro destinado a reduzir
a poluição espacial. Os especialistas suíços afirmam que existem cerca de 16
mil objetos com diâmetro superior a 10 cm na órbita da Terra, o suficiente para
provocar um acidente com satélites de serviço ou aeronaves tripuladas.
A agência espacial americana (Nasa) monitora os
pedaços maiores de sucata que orbitam a Terra. Além deles, centenas de milhares
de peças menores levam risco a satélites e missões espaciais.
Tentáculos
A missão inicial seria destinada a coletar um dos dois
primeiros satélites enviados pela Suíça ao espaço, ambos fora de uso, o
Swisscube, colocado em órbita em 2009, e o Tlsat, que entrou em atividade no
ano seguinte.
Para recolher os satélites aposentados, o
"faxineiro" será lançado ao espaço e terá de corrigir seu rumo em
direção ao alvo. A captura ocorrerá quando os objetos estiverem navegando a uma
velocidade de cerca de 28 mil km/h, a uma altitude entre 630 km e 750 km.
Munido de braços que se assemelham a tentáculos, o
CleanSpace One vai abraçar o outro satélite e trazê-lo de volta à atmosfera
terrestre, onde ambos entrarão em combustão. No futuro, os cientistas pretendem
trazer mais lixo espacial para a Terra.
Ajuste
de rota
A quantidade de lixo espacial em órbita obriga a
Estação Espacial Internacional (ISS, sigla em inglês) a ajustar sua rota
frequentemente para evitar colisões.
No entanto, o risco vem aumentando, segundo os
cientistas suíços, o que justifica o enorme valor dos seguros do setor
espacial, atualmente estimados em US$ 20 bilhões.
Em fevereiro de 2009, o satélite americano Iridium-33
explodiu após colidir com o satélite abandonado russo Cosmos 2251, adicionando
mais dejetos à órbita terrestre.
![]() | |||
| O satélite, com preço estima do em R$ 18 milhões, é a solução que os cientistas encontraram para o problema do lixo espacial. |
Fonte: Terra e BBC Brasil
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Evolução dos Foguetes - Uma arma de guerra e um veículo para o avanço!
Segundo a própria Nasa, foram os chineses os primeiros
a criar os foguetes da maneira como conhecemos. Usando a pólvora, bem conhecida
no país devido aos fogos de artifício, o povo oriental usou "flechas de
fogo" durante a batalha de Kai-Keng, em 1232, contra os mongóis. Era
basicamente um tubo aberto em uma ponta e recheado de pólvora. Desde então, a
evolução desse sistema só continuou. Por um lado, pela guerra, mas, por outro,
a ciência deu alguns dos maiores impulsos dos foguetes.
A evolução dos foguetes com uso científico e algumas
das principais mudanças desde sua criação até os equipamentos utilizados nos
dias de hoje.
Veja no Infográfico o processo de evolução dos foguetes!
Fonte: Notícias Terra
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