Mostrando postagens com marcador Missão Marte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Missão Marte. Mostrar todas as postagens

sábado, 5 de agosto de 2017

Novo estudo sugere que a Lua tem mais água e pode mudar futuro das missões ao satélite

A Lua tem mais água do que se imaginava, revela um novo estudo. De acordo com os autores da pesquisa, o elemento essencial para a vida está disponível abaixo da superfície do satélite, além dos polos - onde já se imaginava que existisse água. Os cientistas ainda não conseguem afirma quanto de água há na lua, no entanto. As informações são do site The Verge.
A descoberta deve influenciar futuras missões para a Lua. Os cientistas analisaram amostras de rochas lunares que contém pequenas contas de vidro que prendem a água. Essas contas se formaram após o magma entrar em erupção no interior da Lua, há bilhões de anos. A água ficou presa dentro dessas contas, segundo os cientistas.
O estudo também analisou dados de satélites sobre a superfície lunar. O estudo foi publicado na revista Nature Geoscience e mostra que há pontos quentes de material vulcânico, que também é rico em água no astro.
Por vários anos, cientistas consideraram a Lua uma rocha seca. No entanto, em 2008, foi encontrada água em rochas vulcânicas coletadas durante as missões Apollo, da década de 70. Ainda há a pergunta do que é feito o núcleo da Lua. A informação é importante já que as próximas missões tripuladas podem retirar água do próprio satélite, no lugar de trazê-la diretamente da Terra.

http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/novo-estudo-sugere-que-a-lua-tem-mais-agua-e-pode-mudar-futuro-das-missoes-ao-satelite-25072017

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Primeiro Eclipse Lunar de 2017



O brilho da Lua na madrugada deste sábado (11) foi tão intenso que ainda pela manhã era possível observar o satélite em sua melhor forma. Na noite de sexta-feira esse brilho foi reduzido por algumas horas durante o eclipse lunar penumbral. O efeito é muito suave e de difícil percepção. Veja como foi: 


Gisele Pimenta/Framephoto/Estadão Conteúdo
Início do eclipse lunar em Itapema (SC)
O eclipse penumbral da Lua acontece quando o satélite está cheio e entra na penumbra da Terra, região de menos luz. 


 
Gisele Pimenta/Framephoto/Estadão Conteúdo
Eclipse penumbral da Lua
Apesar de o fenômeno não ser facilmente observado, a Lua perde um pouco do seu brilho.


K.M. Chaudhry/AP
Eclipse lunar penumbral é visto em Lahore, Paquistão
O fenômeno não encobre a Lua, apenas a deixa mais escura. Ele é mais visível na América do Sul, leste do Canadá, na Europa, na África e na Ásia ocidental.



Gisele Pimenta/Framephoto/Estadão Conteúdo
 
Eclipse deixa o brilho da Lua mais suave.

https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2017/02/11/veja-fotos-do-primeiro-eclipse-lunar-de-2017.htm

Por: Rodrigo de O. França 

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Paradeiro de robô Schiaparelli é incerto após problemas com pouso em Marte

A trajetória da aterrisagem do robô não ocorreu conforme previsto pelos cientistas da ESA
A trajetória da aterrisagem do robô não ocorreu conforme previsto pelos cientistas da ESA

A Agência Espacial Europeia (ESA) analisa dados de satélites para identificar o paradeiro e a condição do robô Schiaparelli, que deveria ter aterrissado em Marte na quarta-feira, mas teve problemas no momento do pouso.

Segundo os cientistas, o trajeto seguiu como esperado até o momento em que o módulo entrou na atmosfera marciana: o escudo térmico parece ter funcionado para a desaceleração, e o paraquedas abriu como esperado para continuar desacelerando a sonda.

Mas dados telemétricos que já foram recuperados pela ESA mostram que o paraquedas pode ter sido ejetado cedo demais. Além disso, os foguetes que deveriam manter o robô estável a poucos metros da superfície funcionaram por menos tempo que o previsto.

A Agência Espacial Europeia ainda não revelou se houve uma colisão, mas o clima entre os cientistas é de pessimismo. 


Matéria completa: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2016/10/20/paradeiro-de-robo-schiaparelli-e-incerto-apos-problemas-com-pouso-em-marte.htm

Por: Rodrigo de O. França

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Curiosity dá seus primeiros passos em Marte


A Nasa confirmou nesta quarta-feira (22) que o robô Curiosity já começou a movimentar suas rodas em solo marciano. Após os primeiros movimentos, usados como teste, o veículo agora se encontra a aproximadamente seis metros de onde pousou, nas primeiras horas do dia 6 de agosto (horário de Brasília).
Os primeiros movimentos comprovam que o robô está em condições de realizar suas missões de exploração no planeta vermelho, apesar de um sensor quebrado. “Temos um sistema de mobilidade completamente funcional com muita exploração empolgante pela frente”, afirmou Matt Heverly, do Laboratório de Propulsão de Jatos da Nasa (JPL, na sigla em inglês).

Primeiros passos do Curiosity em solo marciano!
Nos próximos dias, o Curiosity vai continuar próximo ao local de pouso, que recebeu o nome de Ponto Bradbury, em homenagem ao escritor Ray Bradbury, que morreu em 2012. O robô ainda tem mais alguns procedimentos de teste e estudos das redondezas a fazer, antes de seguir para seu primeiro alvo, o Monte Sharp.
“O Curiosity é um veículo muito mais complexo do que os outros jipes marcianos. As atividades de teste e caracterização durante as semanas iniciais da missão estabelecem uma base importante para a operação do nosso precioso recurso nacional com o devido cuidado”, afirmou Pete Theisinger, também do JPL, laboratório que administra a missão.



Segundo Theisinger, o progresso feito ao longo dos primeiros 16 dias de missão foram “excelentes”. Depois de concluir com sucesso um processo complexo de pouso, o robô já estreou também dois importantes equipamentos – o laser e o braço robótico, usados para identificar e coletar rochas.
O Curiosity conta com um laboratório dentro de si, capaz de analisar amostras do solo marciano. O objetivo da missão é descobrir, por meio de testes geológicos, se o planeta algum dia já reuniu as condições necessárias para abrigar vida.


Fontes: NASA, Reuters, EFE

NASA anuncia próxima missão à Marte


A NASA, agência espacial norte-americana, divulgou que lançará uma nova missão para a exploração de Marte. A missão recebeu o nome de InSight e deve posicionar instrumentos no planeta em setembro de 2016.
Ao contrário do Curiosity, robô que explora a superfície marciana e analisa rochas para descobrir se o planeta já teve condições de abrigar vida, a missão InSight está interessada no que acontece no interior do planeta vermelho.

Sonda  InSight
A pesquisa tem como objetivos descobrir se o núcleo de Marte é sólido ou líquido e entender se as placas tectônicas marcianas deslizam umas contra as outras, como as da Terra. O conhecimento mais detalhado do interior de Marte possibilitará uma comparação melhor com a Terra e levará a uma compreensão melhor de como os planetas são formados.
A NASA escolheu a InSight entre três propostas de exploração do Sistema Solar. Os projetos derrotados seriam para estudar um cometa e Titã, uma lua de Saturno.
“A exploração de Marte é uma prioridade para a NASA, e a escolha do InSight assegura que vamos continuar descobrindo os mistérios do planeta vermelho e estabelecendo as bases para uma futura missão humana lá”, afirmou em nota o diretor da NASA, Charles Bolden.
A missão está orçada em US$ 425 milhões (cerca de R$ 858 milhões), sem contar os gastos com os foguetes usados no lançamento. As agências espaciais da França e da Alemanha vão colaborar na elaboração dos instrumentos usados na missão.



Fonte: Reuters, Terra TV, G1

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Índia enviará missão a Marte


O primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, confirmou que seu país planeja enviar uma missão não tripulada ao planeta Marte no próximo ano.
Base de lançamentos de foguetes na
Índia - Shiharikota
 
Singh descreveu o projeto como um gigantesco passo à frente para a ciência e tecnologia indianas. Segundo fontes citadas pela imprensa indiana, a primeira missão do país asiático a Marte tem o objetivo de pôr um veículo espacial na órbita marciana, o qual seria lançado através de um foguete já em novembro de 2013, para obter dados do clima, da geologia, da origem, da evolução e das condições de vida no planeta vermelho.
A estimativa é que a missão custará mais de US$ 100 milhões (R$ 200 milhões). Até o momento, o governo indiano já repassou US$ 2,25 milhões (R$ 4,54 milhões) para o desenvolvimento do projeto, que está sendo desenvolvido pela Organização Indiana de Investigação Espacial (ISRO). 
Os críticos do projeto afirmam que o governo deveria destinar os recursos ao combate da pobreza e ao desenvolvimento da infraestrutura do país.
O anúncio foi feito no Dia da Independência da Índia, que há 66 anos, ganhava autonomia do Reino Unido.

Fontes: BBC BrasilEFE e ISRO

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Curiosity pousa com sucesso em solo marciano!


O laboratório móvel Curiosity, da Nasa, pousou na madrugada de segunda-feira em Marte, e agora deve passar dois anos pesquisando sinais de que o planeta já teve condições de abrigar vida.
Os controladores da missão aplaudiram e gritaram com entusiasmo quando receberam sinais confirmando que o jipe-robô sobreviveu à perigosa descida no róseo céu marciano e que pousou são e salvo no fundo de uma vasta cratera.
Após uma viagem de oito meses e 566 milhões de quilômetros, a sonda tocou a tênue atmosfera marciana a quase 21 mil quilômetros por hora -17 vezes a velocidade do som--, antes de iniciar a descida controlada.
Momentos após o pouso, a Curiosity enviou suas três primeiras imagens do solo marciano. Numa delas, uma roda do veículo e a sombra do jipe apareciam à frente do terreno pedregoso (imagem a direita).
A operação de pouso foi considerada a mais complexa na história dos voos espaciais não-tripulados. Por causa da demora nas comunicações por rádio entre a Terra e Marte, todo o processo precisou ser autoguiado, sem a interferência dos técnicos.
Para reduzir sua velocidade, a sonda contou com um paraquedas especial, com uma mochila a jato e com um inédito "guindaste aéreo" que auxiliou no pouso, ocorrido na cratera Gale, no hemisfério sul marciano, perto do equador desse planeta.
A Curiosity é o primeiro laboratório completo sobre rodas a ser enviado a outro mundo. Ela passará dois anos explorando a cratera Gale e uma vizinha montanha de 5.000 metros, que parece formada por sedimentos oriundos da cratera, formada por sua vez pelo impacto de um grande corpo celeste. (Veja passo a passo como foi o pouso clicando aqui)
Marte é o planeta mais parecido com a Terra, e os cientistas querem descobrir se ele teve no passado condições para abrigar vida microbiana. A missão, de 2,5 bilhões de dólares, marca o primeiro esforço de astrobiologia da Nasa desde as sondas Viking, na década de 1970.
O pouso representa um marco importante para a agência espacial norte-americana, afetada nos últimos anos por cortes orçamentários e pela recente aposentadoria da sua frota de ônibus espaciais.


Vídeo narra a história da exploração a Marte e mostra como foi o complexo pouso da sonda Curiosity em Marte.



           Veja como foi passo a passo o pouso do robô-jipe em solo marciano no infográfico que a NASA construiu:

domingo, 29 de abril de 2012

Cientistas testam traje espacial para futura missão à Marte


O Programa de Pesquisa Análoga sobre Marte testou neste sábado (28) um traje espacial que está sendo desenvolvido pelo Fórum Espacial da Áustria para futuras visitas ao chamado "Planeta Vermelho".
A roupa, batizada de Aouda.X, foi mostrada para a imprensa em uma caverna de gelo no monte Dachstein, perto da vila de Obertraun. Ela permite simular uma possível missão tripulada a Marte.
O Programa de Pesquisa Análoga sobre Marte é uma iniciativa internacional que envolve estudos em diferentes países, desenvolvendo tecnologia para uma futura viagem espacial ao planeta.


Físico Daniel Schildhammer com provavel roupa espacial que será utilizada na missão Marte

Fonte: G1 e Reuters

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Cientistas descobrem estruturas em forma de espiral em Marte ‎


A região dos Vales de Athabasca, em Marte, desperta a curiosidade de cientistas há anos. Os estranhos canais da região levaram a discussões sobre como foram formados - alguns diziam que por gelo, outros, por vulcões. Agora, cientistas da Universidade do Estado do Arizona, nos Estados Unidos, afirmam ter descoberto estranhas espirais na região que, segundo eles, só podem ter sido formadas por lava. O estudo foi divulgado nesta quinta-feira no site da revista especializada Science e estará na edição de amanhã da publicação.


Os pesquisadores identificaram através de um satélite na órbita marciana 269 espirais na região, que variam entre 5 e 30 m de diâmetro e que, segundo eles, combinam com formas parecidas que ocorrem no solo da Terra e são formadas por lava. Estruturas parecidas são encontradas no Havaí e em regiões submarinas do Pacífico, próximo das ilhas Galápagos.
Por outro lado, as formas não batem com aquelas produzidas pelo gelo. As placas, espirais e até polígonos que se formam na região costumam ser de origem vulcânica. Além disso, a região é muito próxima do equador marciano, o que dificultaria a presença de gelo na região.
"Não temos certeza se essas espirais de lava ocorrem em outras regiões de Marte. (...) Elas se infiltram em qualquer lugar ou este é literalmente o único ponto onde ocorrem? De qualquer modo, elas vão levantar questões interessantes", diz Andrew Ryan, autor do estudo, ao site da revista New Scientist.

Fontes: Terra e Science

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Crateras podem ser o refúgio para vida em Marte



Um estudo sugere que crateras abertas por impactos de asteroides podem ser os melhores lugares para procurar por vida em Marte. Segundo o jornal britânico Daily Mail, cientistas encontraram micróbios se proliferando a quase 2 km no interior de uma cratera nos Estados Unidos, que se formou quando uma rocha espacial colidiu com a Terra há 35 milhões de anos.
Pesquisadores da Universidade de Edimburgo perfuraram a maior cratera no estado americano da Virgínia e encontraram micróbios se espalhando de forma desigual no interior da rocha. Eles acreditam que, além de proteger insetos de fenômenos como eras glaciais e aquecimento global, as fraturas profundas permitem que água e nutrientes entrem e possam manter algum tipo de vida nas rochas. "Os achados sugerem que o subsolo das crateras em Marte podem ser um lugar promissor para encontrarmos evidências de vida nesse planeta", afirma Charles Cockell, professor da Escola de Física e Astronomia da Universidade de Edimburgo. 

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Exploração de lago na Antártida pode ajudar a encontrar vida fora da Terra!


A descoberta do Lago Vostok, localizado na Antártida a 4 mil metros sob o gelo, é o primeiro passo para encontrar vida em outros planetas, como Marte, onde as condições são parecidas com as do continente gelado, disse à Agência Efe o chefe da expedição antártica russa.
"Na estação russa de Vostok, a temperatura chega a 89,2 graus negativos, e em Marte é de 90 graus abaixo de zero", afirmou Valery Lukin, subdiretor do Instituto de Pesquisas Árticas e Antárticas (IIAA).

Lago Vostok visto por satélite

O cientista russo destacou que "os equipamentos usados para perfurar o gelo que cobria o lago e projetados com esse único fim pelo Instituto de Engenharia de Minas de São Petersburgo foram um sucesso, por isso essa tecnologia poderia ser utilizada agora para explorar outros planetas".
"O lago da vida", como foi batizado pela comunidade científica, e que tem cerca de 300 quilômetros de comprimento, 50 quilômetros de largura e quase mil metros de profundidade em algumas regiões, pode ter a água mais pura do planeta, espécies desconhecidas ou muito antigas.
"Provavelmente é a água mais antiga e pura do planeta. Não temos provas concretas, mas sim informações de que a superfície é estéril, apesar de esperarmos encontrar formas de vida como termófilos e extremófilos (microorganismos que vivem em condições extremas) no fundo do lago", comentou.

Profundidade que se encontra o Lago Vostok (2,2 milhas)

Lukin revelou que a expedição russa, cujas perfurações demoraram mais de 20 anos para alcançar a superfície do lago, encontraram "rastros do DNA de termófilos" a 3,6 quilômetros de profundidade, por isso é provável que haja vida nessa massa de água líquida formada há 40 milhões de anos.
"Se não encontrarmos nada, isso também seria uma descoberta. Mas se acharmos algum organismo, poderemos estudar a evolução de espécies que não tiveram nenhum contato durante milhares de anos com a atmosfera terrestre", disse.
O cientista também está convencido de que o Vostok será um "polígono promissor" para estudar as zonas polares de Marte e o satélite de Júpiter, Europa, que abriga uma camada de gelo e, possivelmente, água.
"E se houver água, significa que também pode haver vida", disse, citado pelas agências russas.
De acordo com Lukin, os resultados da investigação no lago serão fundamentais também para o estudo da mudança climática na Terra durante os próximos séculos, pois o Vostok foi e continua sendo uma espécie de termostato isolado do resto da atmosfera e da superfície da biosfera.
Vários expedicionários russos vão hibernar na estação, mas ninguém tocará o lago até dezembro, quando a expedição será retomada.
"Se tudo correr bem, traremos amostras de água congelada à Rússia em maio de 2012. Aí saberemos se o Vostok é o lar de novos microorganismos, bactérias ou nada", disse.
O chefe da expedição antártica reconhece que alguns cientistas ocidentais se mostraram "céticos" com a descoberta e preocupados com o risco de que os russos infectem o lago, saturado de oxigênio com níveis de concentração 50 vezes superiores aos da água doce.
"Há muita disputa. Muitos países queriam ser os primeiros. Usamos equipamentos especiais de perfuração para não danificar o ecossistema do Vostok e respeitamos todos os protocolos internacionais da Antártida", garantiu Lukin.
Para a demonstração, o IIAA informou em seu relatório que 40 litros de água do lago foram bombeados à superfície, porém congelaram no caminho.
Os russos desenharam uma máquina dragadora térmica que utiliza fluido de silicone não contaminante depois que a secretaria do Sistema do Tratado Antártico pôs impedimentos à expedição russa por temer a contaminação do lago com o querosene usado pela perfuradora.
"Nem tudo se faz com dinheiro. Sem conhecimento, entusiasmo e capacidade, é impossível. Tenho certeza de que nem a revista britânica 'Nature' nem a americana 'Science' publicarão nossas conquistas, mas isso não importa", declarou.
Lukin garante que a Rússia é, pela primeira vez, líder mundial em algum campo científico desde que Yuri Gagarin se tornou o primeiro astronauta da história, em abril de 1961.
"É preciso reconhecer que a casualidade jogou a nosso favor. Os soviéticos não sabiam quando abriram a estação em 1957, e que justo debaixo dela havia um lago", confessa.
Equipe de cientistas que conseguiram alcançar o lago
De qualquer forma, não faltaram elogios aos cientistas russos, que chegaram ao lago às 18h25 (de Brasília) do dia 5 de fevereiro, em particular por parte do primeiro-ministro russo, Vladimir Putin -- que foi presenteado com uma amostra de água do Vostok em um frasco de vidro hermeticamente fechado --, e do departamento de Estado americano.
O Vostok tem uma superfície de 15,6 quilômetros quadrados, parecida com a do Baikal, a maior reserva de água doce do mundo, e é o maior lago subterrâneo entre os mais de 100 que se encontram sob o continente.

Fontes: G1 e Wiki

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Meteoros de Origem Marciana são encontrados em Marrocos no Norte da África

Rochas encontradas em dezembro, mas com origem comprovada só agora, são um milhão de vezes mais raras que ouro.

 A pedra que aparece na imagem é um meteorito com origem em Marte. A rocha foi encontrada em dezembro de 2011 perto de Foumzgit, em Marrocos, e cientistas acreditam que ela tenha caído em julho do mesmo ano, durante uma chuva de meteoros (Foto: AP Photo/Darryl Pitt, Macovich Collection)

 Essa é apenas a quinta vez que exames químicos confirmam a chegada de rochas marcianas à Terra - a última tinha sido em 1962. Esses meteoritos são mais de um milhão de vezes mais raros do que o ouro. A foto foi fornecida por Darryl Pitt, da Coleção Macovich (Foto: AP Photo/Darryl Pitt, Macovich Collection)

Fonte: G1

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Curiosity - Um jipe robô que promete encontrar condições para vida no Planeta Vermelho


 O Curiosity irá investigar se há condições de vida em Marte. A Nave decola rumo ao planeta a partir de 13h deste sábado.

A agência espacial americana (NASA) pretende lançar neste sábado (26) o jipe robô Curiosity rumo a Marte para descobrir se um dia já existiram condições de vida no planeta. A janela de oportunidade para a decolagem abre às 13h02.
Ao custo de US$ 2,5 bilhões, o Curiosity é o veículo mais avançado já projetado para explorar outro planeta, mas não foi feito para responder se há vida em Marte. Sua missão é apenas determinar se há condições no ambiente para isso.
Ele também é o maior dos robôs que perambulam por Marte. Do tamanho de um carro, o Curiosity é cinco vezes mais pesado que seus antecessores, Spirit e Opportunity.
Ele chega a ser maior até que o jipe lunar que carregava dois astronautas por vez nas missões norte-americanas Apollo, que exploraram a Lua na década de 1960 e 1970.

 Passo a passo da Missão Curiosity

Fontes: NASA e G1
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Marcadores

10 anos 10th IMAA ABC da Astronomia Adonai Lopes Água Alinhamento anã fria andrômeda Antimatéria Asteroid day Asteroides Astrobiologia Astrofísica Astronauta Astronáutica Astronomia Astronomia na Praça Atmosfera Bibliografias Big Bang bolha Brasil Buraco Negro C.E.C Calendários calourada Caravana da Ciência e Cidadania Carl Sagan Caronte CARONTE 2016 Caronte no 10th IMAA Cassini Cataclismos Centro Educacional Caminhar CERN céu cfc China chuva Ciência Cinturão de Kuiper Clube Caronte Cometa Cometas competição Constelações Corpos Extrasolares Cosmologia Curiosidades Curiosity descoberta Divulgação Eclipse Eclipse Lunar efeitos Efeméredes Einstein Elias Cloy Encontro Internacional de Astronomia e Astronáutica Eratóstenes ESA ESO espaço estrela Estrelas Eventos Exoplanetas Exploração Espacial Extensão Fenômenos Naturais Fim do Universo Física Moderna Foguete Foguetes foto Fundação São José Gagarin Gagarin O Primeiro no Espaço | Filme Completo galaxia Galáxias garrafa pet Gigantes Vermelhas Grandes astrônomos Gravidade Grécia Greenglow História Astronômica IAU IFF IFFluminense Campus Itaperuna IMAA Imagens da Semana Índia Início dos trabalhos ISS Itaperuna IV Semana da Fundação Júpiter Kepler laranjada Lixo Espacial Louis Cruls Lua Maikon Vieira Mark Zuckerberg Marte Matéria e Energia Escura Matheus Vieira membros do clube Mercúrio Meteorologia Meteoros Missão Marte mistériio Mitologia Mitologia Indígena MOBFOG MOFOG mundo Nasa NASA publica a maior foto mundo!! Nely Bastos Nicolau Copérnico Nobel Notícias Notícias de Astronomia O projeto misterioso OBA objerto Observação celeste oficina Ondas Gravitacionais ONU Origem da Vida Pesquisas Públicas Planeta anão Planetas planetas habitáveis Plutão Poluição Luminosa Popularização da Ciência Premiação I Competição de Foguetes Caronte Premiação OBA 2016 Prof. Adriano Ferrarez Pulsar Quasar Radiotelescópios Relatividade robô Rodrigo de O. França Ron Evans Rússia Salvar a Humanidade Samanta Meireles Satélites Satélites Artificiais Saturno Sávio Andrade SERÁ QUE O SER HUMANO PODERÁ MESMO VIVER NO ESPAÇO? Sistema Solar Sol Sonda Sondas SpaceX Stephen Hawking superlua Telescópio Hubble Telescópios Tempestade Solar Terça dia 22/03/2016 Terra Universo Vênus Very Large Telescope (VLT) Via Láctea Viagem Interestelar Vida Extraterrestre Vídeos