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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Vida na Lua de Júpiter

Depois que a Nasa confirmou na última segunda-feira (26) que Europa, uma das mais intrigantes luas de Júpiter, expele vapores de plumas de água (espécie de gêiseres), começou uma nova rodada de discussões sobre a possibilidade de acharmos formas de vida no satélite.

É verdade que o caminho ficou mais fácil, já que aumenta a chance de colheremos amostras de água, mas será que estamos preparados para achar vida extraterrestre?

Segundo um dos cientistas da Nasa que participou da conferência de imprensa sobre a descoberta, ainda não temos "experiência" em buscar vida --por isso, é melhor baixarmos as expectativas.

A questão é: como achar algo que não sabemos o que é?

Primeiro, buscaremos formas de vida já conhecidas, ou seja, parecidas com os seres vivos que existem na Terra.

"Procuramos vida baseada em moléculas orgânicas, vida que usa água. Apesar de não termos experiência em encontrar vida fora da Terra, vamos procurar indícios deste tipo de vida que conhecemos"
 
Douglas Galante, astrobiólogo do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG-USP)
Matéria completa: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2016/09/27/estamos-preparados-para-encontrar-vida-na-lua-de-jupiter.htm

terça-feira, 26 de julho de 2016

Alinhamento: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno

A partir do dia 20 os cinco planetas vizinhos ao sudoeste da Terra poderão ser vistos no céu

A partir do dia 20 os cinco planetas vizinhos ao sudoeste da Terra poderão ser vistos no céu
Nós já vimos no início deste ano, e veremos agora novamente: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno ficarão alinhados por alguns dias antes de cada um deles tomar o seu caminho no céu.
A partir desta semana, e durante mais algumas, os cinco planetas poderão vistos a olho nu durante o pôr do sol - no fim de janeiro e início de fevereiro, eles podiam ser avistados apenas ao amanhecer.
Isso só será possível, segundo David Dickinson, do site de astronomia Universe Today, porque antes tínhamos todos os planetas à nossa frente.
"Agora, os vemos do nosso 'espelho retrovisor' porque Marte, Júpiter e Saturno estão na frente, enquanto Mercúrio e Vênus estão correndo para recuperar o atraso", escreveu Dickinson.
Se você estiver em um espaço aberto sem nuvens, a partir desta quarta-feira poderá ver os cinco planetas vizinhos ao sudoeste da Terra.




Nasa

Brilho e cor

Para identificar os planetas, preste atenção nas sutis diferenças que você verá no céu. Venus é o mais brilhante de todos, e Júpiter é o próximo na luminosidade. Ambos ainda são visíveis quando o sol está prestes a se esconder.
Marte, por sua vez, é avermelhado e Saturno, amarelado. Ambos brilham com intensidade semelhante.
Encontrar Mercúrio é sempre o maior desafio porque é o menor planeta e pode se esconder facilmente.




Vasily Fedosenko/ Reuters
Os cinco planetas poderão vistos a olho nu durante o pôr do sol.

 

O truque do polegar

O astrônomo Jason Kendall, professor adjunto da Universidade William Paterson, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, publicou em seu canal do YouTube um exercício prático para saber se o que você está vendo é um planeta ou uma estrela.
"Feche um dos olhos. Estique o braço e coloque o seu dedo polegar para cima. Lentamente, passe-o de um lado para o outro do planeta ou estrela que você vê no céu. Se a luz se atenuar quando o polegar passar sobre ele, é um planeta. Mas se ela piscar rapidamente é uma estrela", disse.
O truque funciona melhor com Júpiter e Vênus, afirma o astrônomo, porque eles são mais brilhantes.
De qualquer forma, o que precisa ficar claro caso você decida "ir à caça" é que esses planetas são corpos celestes mais brilhantes vistos daqui da Terra - depois do Sol e da Lua, é claro.
Os cinco planetas não voltarão a se alinhar até 8 de setembro de 2040, quando estarão a 9,3 graus no céu.

http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2016/07/20/a-ultima-oportunidade-em-24-anos-de-ver-mercurio-venus-marte-jupiter-e-saturno-alinhados.htm 
Sugestão: Roberto Filho

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Observação Celeste - Ocultamento de Júpiter pela Lua!

Chamem seus amigos e venham para o IFF observar a ocultação de Júpiter pela Lua com o Clube de Astronomia do Noroeste Fluminense - Caronte! /o


Além desse espetáculo que Júpiter e a Lua estrelarão teremos no céu de 28/11 Marte, Urano, Netuno, a Galáxia de Andrômeda e algumas das estrelas mais visíveis em nosso hemisfério.

OBS.: Não precisa ser aluno da instituição para participar. É uma observação aberta a toda comunidade! 


Céu no dia da observação as 20h30. Júpiter está ocultado pela Lua neste momento.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Episódio 11 - Júpiter


Ele é muito grande e tem massa duas vezes e meia a massa de todos os outros planetas do Sistema Solar. Mas é quando a gente olha pra ele no telescópio pela primeira vez que dá aquele estalo de que somos mesmo muito pequenos, somos realmente uma pequena bolinha girando em torno do Sol.


Fonte: TV Escola
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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Linda conjunção antes do amanhecer no lado leste entre Júpiter, Vênus, Aldebaran, Lua e Pleiades!

 Depois das 4 da madrugada e até o Sol nascer, portanto, do lado leste, não deixe de observar uma linda conjunção dos dois planetas mais brilhantes do sistema solar: VÊNUS (super brilhante) e JÚPITER (bastante brilhante) estão formando uma linha reta com a estrela Aldebaran (a super gigante vermelha e a mais brilhante da constelação do Touro). Na mesma linha reta, mas do lado oposto a Aldebaran, ou seja, mais perto de Júpiter, os mais atentos poderão ver (principalmente moradores de pequenas cidades ou zonas rurais) também as PLÊIADES.
Quem se levanta antes do Sol nascer, não deixe de olhar para o nascente e será impossível não identificar, perto do horizonte leste estes três astros. Contudo, no dia 7/7/12 será quando os três astros vão estar mais pertos uns dos outros e mais alto no horizonte leste. Aldebaran vai estar muito próximo de Vênus. Mas o momento
IMPERDÍVEL será no dia 15/7/12, quando a LUA também estará junto aos três, formando um QUADRILÁTERO!

Dia 07/07:
Linha reta entre Pleiades-Júpiter-Vênus-Aldebaran

Dia 15/07:
Quadrilátero Júpiter-Lua-Vênus-Aldebaran (Início do evento)

Quadrilátero Júpiter-Lua-Vênus-Aldebaran (Fim do evento / nascer do Sol)


domingo, 24 de junho de 2012

Imagens da Semana - 24 de Junho


         Nesta terceira edição do “Imagens da Semana” as imagens escolhidas para concorrer ao título de melhor imagem semanal foram:


Vamos às descrições:

Foto 1: Via Láctea avistada na Ilha de Páscoa, no meio do Oceano Pacífico. (http://migre.me/9Axvh)
Foto 2: No detalhe podemos ver os anéis de Júpiter, que só foram identificados com o avanço da telescopia. (http://migre.me/9Axuk)
Foto 3: Shenzhou 9 acopla com sucesso ao módulo Tiangong 1, um importante avaço da China para construção de sua estação espacial. (http://migre.me/9AxrA)

Nesta semana tivemos 21 votos computados, que elegeram com maioria absoluta a 1ª imagem como a “Imagem da Semana”.
- Imagem da Semana:


Obrigado a todos que votaram, e semana que vem tem mais!

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Io, Europa, Ganimedes, Calisto e outros 59...

       Tudo começou com o astrônomo chinês Gan De, em 364 a.C. Porem a primeira observação sem incertezas dos satélites de Júpiter só aconteceu em 1609, com Galileu Galilei e seu lendário telescópio.
       Galilei descobriu as quatro maiores luas - Io, Europa, Ganimedes e Calisto - deixando o restante, de 59 outros satélites, para serem descobertos entre o final do século XIX e início do século XXI.
       Devido ao grande número de satélites que Júpiter possui, estes foram divididos em grupos:



Satélites regulares
Estes estão divididos em dois grupos:
grupo Amalteia ou satélites interiores é composto por satélites que orbitam muito próximos a Júpiter: MétisAdrasteia,Amalteia e Tebe, organizados em ordem crescente de distância do planeta. Os dois primeiros orbitam em torno do planeta em menos de um dia jupiteriano, enquanto que os dois últimos são respectivamente o quinto e o sétimo maiores satélites do sistema jupiteriano.
Satélites de Galileu ou grupo principal é composto pelos quatro maiores satélites de Júpiter: IoEuropaGanímedes e Calisto, organizados em ordem crescente de distância do planeta. Os quatro possuem diâmetros maiores do que qualquer planeta anão descoberto, e Ganímedes é o objeto mais massivo do Sistema Solar, quando o Sol e os oito planetas não são incluídos, além de possuir um diâmetro maior do que Mercúrio.



Satélites irregulares
Os satélites irregulares de Júpiter são substancialmente menores do que os satélites regulares, possuindo órbitas mais distantes e excêntricas. Estes satélites formam famílias que possuem parâmetros orbitais similares (tais como eixo semi-maior, inclinação e excentricidade) e composição. Acredita-se que estes grupos sejam, ao menos parcialmente, famílias dinâmicas que foram criados quando os corpos maiores (embora ainda relativamente pequenos) originais foram despedaçados em pedaços menores via impactos de asteroides capturados pelo campo gravitacional do planeta. Estas famílias possuem os nomes de seus maiores membros. 

Famílias de satélites e alguns satélites irregulares de Júpiter com suas órbitas

Embora não exista um consenso rígido distinguindo uma família das outras, estas são tipicamente identificadas como:
            Satélites prógrados:
Temisto é o satélite irregular mais próximo do planeta, e não faz parte de qualquer família conhecida;  Os membros do grupo Himalia; Carpo é o satélite prógrado mais distante do planeta, não fazendo parte de qualquer família conhecida.
            Satélites retrógrados:
S/2003 J 12 é o satélite retrógrado mais próximo do planeta, não fazendo parte de qualquer família conhecida; As órbitas dos satélites do grupo Carme;  Os satélites do grupo Ananke; Os satélites do grupo Pasife; e S/2003 J 2 é o satélite mais longíquo do planeta, não fazendo parte de qualquer família conhecida.

Principais satélites:



Io
O mais internos deles, faz uma revolução completa ao redor de Júpiter em 42 horas e tem dimensões próximas a da nossa Lua.
As imagens transmitidas pelas sondas exibem um grande número de centros vulcânicos em atividade (os primeiros encontrados fora da Terra), fazendo de Io um dos objetos mais ativos do sistema solar. Isto deve-se a sua grande proximidade com Júpiter, caso contrário seria tão inativo quanto a Lua.
Não se detectou crateras de impacto em sua superfície, apesar da grande atividade de meteoritos em sua região. Isso revela que Io tem uma superfície recente e bastante dinâmica, capaz de modificar-se com rapidez.
As estruturas dominantes de sua superfície são as vulcânicas que geralmente são rodeadas por manchas escuras com algumas dezenas de quilômetros. 
Nas regiões polares os sistemas vulcânicos estão em menor número, mas são numerosas as montanhas com vários quilômetros de altura. Por estar muito próximo do planeta, Io está sujeito a muitas tensões, principalmente as de marés, que é intensificado por Europa. Essas tensões são fontes de energia que fundem grandes quantidades de matéria no núcleo do satélite e provocam fraturas em sua superfície.
Os principais componentes expelidos pelos vulcões são o enxofre e o anidrido sulfuroso, a uma temperatura máxima de 17ºC.




Europa
Pouco menor que a Lua, tem uma translação de cerca de 3,5 dias. Parece ser recoberto de gelo e outros materiais claros.
Esse satélite foi o menos estudado devido a posição de sua órbita, quando as Voyagers passaram por Júpiter.
Sabe-se que sua densidade é cerca de 3 g/cm3, sua composição é rochosa com pontos onde há uma mistura de silicatos com metais formando áreas com densidade pouco mais elevada, sendo detectada grande quantidade de água e gelo.
As fotos da Voyager apesar da baixa resolução, indicaram que grande parte de sua superfície é de gelo, que reflete mais de 60% da luz incidente. Nessas imagens pode-se observar que o satélite é atravessado por grandes linhas de até 3.000 km, que se entrecruzam. Elas podem ser resultados de movimentos tectônicos em todo o satélite.
A ausência de crateras de impacto pode indicar algumas semelhanças com Io.
Acredita-se que logo após sua formação o núcleo ainda quente provocou uma desgasificação das rochas, que deu origem a uma fina camada de água sob a crosta. Devido aos movimentos tectônicos, essa água subiu para a superfície e em contato com o ambiente frio externo congelou-se, fazendo de Europa o objeto celeste mais liso do sistema solar.



Ganimedes
Ganimedes é o maior satélite do sistema solar com 78% do diâmetro de Marte. Sua translação é cerca de sete dias.
O estudo do seu espectro indica uma absorção característica do gelo, que deve recobrir grande parte de sua superfície. Supõem-se que sua constituição seja gelo e silicato em quantidades mais ou menos iguais. Isso pode ser evidenciado pela sua baixa densidade.
Dois tipos de solo podem ser distiguidos no satélite: Os solos escuros - que são basicamente planos, apresentando um elevado número de crateras e os solos claros, que apresentam vales paralelos de aspecto ondulado.
A aparência de crateras deformadas nessas regiões é sinal de mudanças ocorridas na crosta gelada. O maior número de crateras mostra que as regiões escuras são bem mais antigas em relação ãs regiões claras.



Calisto
O mais externo, é quase do tamanho de Mercúrio. Porém, é o que reflete menos luz devido a presença de mateiras escuros misturados ao gelo na sua superfície.
Seu período de translação é de pouco mais de duas semanas.
Com densidade de 1,8 g/cm3 , acredita-se que tenha a mesma constituição de Ganimedes, porém seu processo de evolução permitiu maior estabilidade na crosta. Isso é evidenciado pelo grande número de crateras, em relação aos demais satélites.
As grandes depressões do satélite podem ter tido a mesma origem das depressões lunares (impactos de grandes meteoritos).
Para sua estrutura interna é previsto um núcleo de silicatos com raio de 1.200 km e sobre esse núcleo um manto de 1.000 km de espessura, constituido de gelo e água. E por último a crosta com espessura de 100 a 200 km formada de gelo e compostos escuros de sílicio.



Curiosidades mitológicas: o nome dos quatro maiores satélites de Júpiter é uma analogia às quatro amantes de Zeus (Júpiter, na mitologia romana) na Terra.

Tabela com dados detalhados de todos os 63 satélites de Júpiter, clik aqui.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Júpiter – O Maior do Olimpo

             O primeiro planeta dos chamados gigantes gasosos teve seus nome inspirado no deus grego Zeus, o rei do Olimpo. A composição de Júpiter – Hélio e Hidrogênio – é muito similar à de estrelas como nosso Sol. O maior planeta do Sistema Solar possui um campo magnético muito intenso e sua pressão é 3 milhões de vezes mais forte que a da Terra. Chama a atenção pela Grande Mancha Vermelha – uma região de tempestades – e por ter o dia mais curto, com rotação de 9h50min.
Dados básicos:
·         Distância média do Sol: 778 milhões de km;
·         Diâmetro: 143.000 km;
·         Variação da temperatura na superfície: -140ºC a 22ºC;
·         Rotação: 9h e 50min;
·         Translação: 11,9 anos;
·         Satélites: 63 (Io, Europa, Ganimedes e Calisto, são os mais conhecidos).

            O maior dos planetas do Sistema Solar é chamado de gigante gasoso. A denominação tem sua razão de ser. Júpiter é formado principalmente de gases e não tem uma superfície definida como a da Terra. Em outras palavras, não é possível determinar o ponto em que termina a atmosfera e começa a terra firme. Como decorrência o planeta possui um volume colossal – mais de mil vezes superior ao da Terra. Sua massa, porém, é “apenas” 318 vezes maior.

            Em média, Júpiter localiza-se a 778 milhões de quilômetros do Sol, mas sua órbita faz com que ele chegue a ficar até 960 milhões de quilômetros afastado da estrela. Essa longa distância da fonte de calor faz com que sua temperatura média seja bastante baixa, cerca de -147ºC.
            Júpiter é um globo multicolorido de gás, 85% hidrogênio, o elemento químico mais abundante e mais simples do Universo, com apenas um elétron e um próton. O hidrogênio é também principal constituinte de uma estrela. E “por pouco” Júpiter não se transformou numa delas.



Porque não uma estrela!?


            Júpiter tem um núcleo muito quente e libera para o espaço o triplo da energia que recebe do Sol. Esse planeta só não é uma estrela como o Sol, porque sua massa não consegue elevar-se a pressão e temperatura suficiente para os gases produzirem reações nucleares. Caso isso acontecesse ele poderia ser considerado um sistema solar em miniatura, com sua coleção de mais de 60 satélites naturais.
Mais detalhes, clik aqui

Composição e atmosfera

            O modelo da estrutura de Júpiter baseia-se em medidas de densidade e propõe três camadas. Um núcleo compacto de rocha e gelo, com espessura de 40 mil quilômetros, que corresponde a 4% da massa total, recoberto por uma camada de hidrogênio metálico, até uma distância de 0,7 do raio.
            Nessas condições, a alta condutividade elétrica do Hidrogênio aliada à velocidade de rotação explicam o grande campo magnético de Júpiter, 12 vezes maior do que o da Terra. 
            Uma transição entre essa camada e outra, formada por uma mistura líquida de hélio e hidrogênio molecular, é sobreposta pela atmosfera de Júpiter, composta por hidrogênio e hélio gasosos e supõe-se que tenha 200 km de espessura.
            Também já foi detectado metano, amoníaco e um pouco de vapor d'água, além de etileno, acetileno e metano deuterado.




Gigante, mas também veloz

            A rotação de Júpiter é a mais rápida entre os planetas do Sistema Solar, leva apenas 9h50min para dar uma volta em si mesmo, a uma velocidade de 12 km/s. Sua alta velocidade de rotação faz com que o planeta tenha seus pólos bastante achatados. 
Já sua translação, em virtude da longa órbita que descreve, corresponde a quase 12 anos terrestres.

Faixas multi-coloridas e tempestades que perduram por séculos

            Com instrumentos de observação, pode-se ver que o planeta apresenta, a partir dos pólos, grandes faixas amarelas horizontais, além de outra estreita na zona equatorial. As quatro faixas principais possuem cores que vão do violeta ao rosa, que seriam traços de sua espessa atmosfera gasosa. A grande Mancha Vermelha é uma enorme tempestade que, supõe-se, dura vários séculos. Ela tem aproximadamente 25 mil quilômetros de diâmetro – equivalente a três diâmetros terrestres – e os ventos atingem cerca de 400 km/h.



Exploração de Júpiter

             Em 1610 o astrónomo italiano Galileo Galilei com seu telescópio rudimentar descobre as quatro grandes luas de Júpiter. As luas de Júpiter; Io, Calisto, Ganymedes e Europa são tambem conhecidas como luas galileanas.
             Assim começava a exploração e admiração humana sobre Júpiter. Após Galileu veio as sondas espacias Pioneer e Voyager, que tinham como objetivo alcançar os confins do Sistema Solar. Já no final da década de 1980 foi lançada a sonda espacial Galileu que tem como objetivo estudar a atmosfera do planeta os satélites e a magnetosfera.



Satélites e anéis
          
            Em 1610, o astrônomo Galileu Galilei foi a observar, com seu famoso telescópio, quatro satélites naturais de Júpiter. Eram os que mais brilhavam e por consequência mais visíveis: Io, Europa, Ganimedes e Calisto. Outras luas – Amaltéia, Himalaia, Elara, Pasifae, Sínope, Lisitéia, Carme, Ananque, Leda, Tebe, Métis e Adrastéia – foram descobertos mais tarde, principalmente entre 1892 e 1979.
            As sondas norte-americanas enviadas ao planeta a partir da década de 1970, colheram mais informações sobre Júpiter. Descobriram, por exemplo, um sistema de anéis – bem mais discreto que os de Saturno – que circunda o planeta. Os anéis são finos e compostos por partículas de poeira, sendo que os dois mais externos têm menos de mil metros de espessura.



Mais sobre luas de Júpiter, clik aqui


Série: Sistema Solar - Nosso refúgio no Universo
Fontes: Atlas do universo; Ciência e cultura; Astronomia no Zênite
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