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segunda-feira, 1 de maio de 2017

Calourada 2017!!!!!

Na última semana do mês de abril - 2017 foi realizada a 6º Calourada Cultural inaugurando mais um ano letivo no IFFluminense campus Itaperuna e o Caronte não ficou de fora!!!


Oficina de Introdução à Astronomia:






terça-feira, 11 de outubro de 2016

Planeta que orbita Proxima Centauri pode ter oceano

Um planeta rochoso descoberto na zona "habitável" da estrela mais próxima do nosso Sistema Solar, a 'Proxima Centauri', pode estar coberto de oceanos, afirmaram cientistas do instituto de pesquisa francês CNRS nesta quinta-feira.

Uma equipe de pesquisadores, incluindo astrofísicos do CNRS, calculou o tamanho do planeta apelidado 'Proxima b', assim como as propriedades da sua superfície, e concluíram que este pode ser um "planeta de oceanos" semelhante à Terra.

Cientistas anunciaram a descoberta do 'Proxima b' em agosto, e disseram que este pode ser o primeiro exoplaneta (planeta fora do nosso Sistema Solar) a ser visitado, um dia, por robôs da Terra.

O planeta orbita dentro de uma zona "temperada" da sua estrela 'Proxima Centaur'i, localizada a 'apenas' 4,2 anos-luz da Terra.

Estima-se que o 'Proxima b' tem uma massa de cerca de 1,3 vezes a da Terra e que orbita a cerca de 7,5 milhões de km da sua estrela - cerca de um décimo da distância a que orbita Mercúrio, o planeta mais próximo do Sol.

"Ao contrário do que se poderia esperar, tal proximidade não significa necessariamente que a superfície do 'Proxima b' seja muito quente" para a água existir na forma líquida, disse um comunicado do CNRS.

'Proxima Centauri' é menor e 1.000 vezes mais fraca do que o nosso Sol, o que significa que o 'Proxima b' está exatamente na distância certa para as condições serem potencialmente habitáveis.

"O planeta pode muito bem conter água líquida em sua superfície e, portanto, também algumas formas de vida", disse o comunicado.

O tamanho de exoplanetas é geralmente calculado medindo a quantidade de luz que eles bloqueiam, a partir da perspectiva da Terra, quando passam na frente da sua estrela hospedeira.

Mas nenhum trânsito deste tipo do 'Proxima b' foi observado ainda, então a equipe teve que confiar em simulações para estimar a composição e o raio do planeta.

Eles calcularam que o raio é de entre 0,94 e 1,4 vez o da Terra, que é de 6.371 km, em média.

Presumindo um raio mínimo de 5.990 km, o planeta seria muito denso, com um núcleo metálico que corresponde a dois terços de toda a massa do planeta, envolvido por um manto rochoso.

Caso exista água na superfície, esta corresponderia a 0,05% da massa total do planeta, indicou a equipe. Não é muito diferente da Terra, onde essa porcentagem é de 0,02%.

No cenário em que o 'Proxima b' é maior, com um raio de 8.920 km, sua massa seria dividida, em partes iguais, entre um centro rochoso e a água circundante.

"Neste caso, o 'Proxima b' seria coberto por um único oceano líquido, de 200 km de profundidade", disse o CNRS.

"Em ambos os casos, poderia haver uma atmosfera fina e gasosa cercando o planeta, como na Terra, tornando o 'Proxima b' potencialmente habitável", concluiu o instituto.

http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/afp/2016/10/06/planeta-habitavel-proximo-ao-sistema-solar-pode-ter-oceano.htm


Por: Rodrigo de O. França

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Telescópio capta pela 1ª vez estrela que dispara raios

Usando um supertelescópio em conjunto com outros aparelhos semelhantes na Terra e no espaço, astrônomos descobriram um novo tipo de estrela binária.
Ela fica no sistema estelar AR Scorpii, habitado por uma estrela anã branca que libera um raio de elétrons que atinge sua vizinha - uma estrela anã vermelha fria -, como se a estivesse "atacando".
Esse fenômeno faz com que todo o sistema pulse, se iluminando e escurecendo a cada 1,97 minuto.
O estudo com a descoberta será publicado na revista Nature nesta quinta-feira.


ESO
A estrela anã branca é muito magnética e gira em alta velocidade

Comportamento único

O trabalho começou em maio de 2015, quando um grupo de astrônomos amadores de Alemanha, Bélgica e Reino Unido se deparou com um sistema que se comportava como nenhum outro.
Isso fez com que a Universidade de Warwick, na Inglaterra, passasse a observá-lo, usando uma rede de telescópios que revelou sua verdadeira natureza.
O AR Scorpii fica na constelação de Escorpião, a 380 anos-luz de distância da Terra.
Sua estrela anã branca tem o tamanho do nosso planeta, mas uma massa 200 mil vezes maior. A estrela anã vermelha fria tem um terço da massa do Sol. Elas se orbitam num ciclo de 3,6 horas.
A estrela anã branca é muito magnética e gira em alta velocidade. Isso acelera elétrons até quase atingirem a velocidade da luz, fazendo com que sejam liberados em explosões que formam o facho. Quando ele atingem a estrela anã vermelha fria, todo o sistema pulsa intensamente.
"O sistema foi descoberto há 40 anos, mas não suspeitávamos que se comportava assim até começarmos a observá-lo em 2015", diz Tom Marsh, membro do grupo de astrofísica da Universidade de Warwick.
"Percebemos que estávamos vendo algo extraordinário alguns minutos depois de dar início à observação."

Colaboração

A princípio, quando o fenômeno foi visto pela primeira vez, chegou-se a conclusão de que a luminosidade do sistema variava a cada 3,6 horas, o que fez com que cientistas divulgassem incorretamente se tratar de uma única estrela.
Um comportamento assim já tinha sido observado em estrelas de nêutrons, que são alguns dos corpos celestres mais densos do Universo, mas nunca em uma estrela anã branca.
"Sabemos que estrelas de nêutrons pulsam assim há 50 anos e algumas teorias previam que estrelas anãs brancas também poderiam se comportar assim", afirma Boris Gänsicke, coautor do estudo.
"É fantástico ter encontrado um sistema assim. É um ótimo exemplo de colaboração entre astrônomos amadores e acadêmicos."


http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2016/07/27/telescopio-capta-pela-1-vez-estrela-que-dispara-raios.htm

sábado, 27 de abril de 2013

Analise de Pulsar com VLT comprova Teoria da Relatividade proposta por Einstein


Uma equipe internacional de astrônomos descobriu a estrela de nêutrons mais pesada já vista pelo homem – destaca artigo publicado nesta quinta-feira (25) pela Science. Com apenas 20 quilômetros de diâmetro, o pulsar PSR J0348+0432 chega a ser duas vezes mais massivo que o Sol, criando uma “supergravidade” em sua superfície, com uma intensidade 300 bilhões de vezes maior que a sentida na Terra. Esse peso pesado do Universo, que gira em torno de seu próprio eixo 25 vezes por segundo, vive com uma anã branca, que a orbita a cada duas horas e meia, em um exótico sistema binário de estrelas. Segundo o autor da pesquisa, John Antoniadis, do Instituto Max Planck, da Alemanha, esse pulsar "é também um excelente laboratório para a física fundamental", pois comprova a Teoria Geral da Relatividade, de Albert Einstein, em que a gravidade é consequência da curvatura do espaço-tempo criada pela presença de objetos com muita matéria e energia. (ESO)


Esse raro par de estrelas, descoberto no observatório óptico de Cerro Paranal, no deserto do Atacama, no norte do Chile, permitiu confirmar até agora a teoria da relatividade de Albert Einstein, informou esta quinta-feira o Observatório Europeu Austral (ESO).
"Até agora, as novas observações se encaixam exatamente nas previsões da relatividade geral e são inconsistentes com algumas teorias alternativas", acrescentou.
A estrela de nêutrons é um pulsar que emite ondas de rádio, captadas na Terra pelo potente telescópio Very Large Telescope (VLT) e outros radiotelescópios, o que permitiu investigar o par de estrelas e pôr à prova os limites da teoria física.
A teoria da relatividade geral de Einstein, que explica a gravidade como uma consequência da curvatura espaço-tempo, criada pela presença de massa e energia, passou em todas as provas desde que foi apresentada pela primeira vez há quase cem anos, destacou o comunicado.
"Nossas observações em rádio eram tão precisas que já pudemos medir uma mudança no período orbital de 8 milionésimos de segundo por ano, exatamente o que prevê a teoria de Einstein", afirmou o cientista português Paulo Freire, um dos astrônomos que participaram do estudo, publicado na edição desta sexta-feira da revista Science.

Fontes: ESO, Uol e G1

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Um Brilho no Céu - Estrelas e seu ciclo de vida


As estrelas, brilham e morrem em um processo contínuo que ocorre desde o nascimento do universo.
Nebulosas, verdadeiros berçários estelares
O telescópio espacial Hubble captou a cerca de 1,500 anos-luz da Terra uma das imagens mais fascinantes já observadas: um berçário de estrelas. As lentes do Hubble foram direcionadas para a Constelação de Órion e localizaram na Nebulosa de Cabeça de Cavalo uma nuvem fria de gás e poeira interestelar, da qual se originam novas estrelas.
O berçário em questão não é o único no universo. A todo momento, estrelas nascem e começam a emitir brilho e energia. Milhões delas sequer foram detectadas porque sua luz vai viajar durante muito tempo até que e torne visível na Terra – o brilho das estrelas recém-nascidas de Cabeça de Cavalo levaram 1,500 anos para chegar até aqui.
As estrelas formam-se de nuvens frias de poeira e gases. Devido a um processo ainda não totalmente compreendido, essa concentração de material começa a se contrair em decorrência da ação de sua própria gravidade. A energia gravitacional, então, transforma-se em energia térmica. Cerca de 1 milhão de anos, forma-se o que será o futuro do núcleo da estrela, que se torna gradativamente mais concentrado e quente.
Proto Sistema Solar. O Sol ao centro é 
uma estrela "recém-nascida" com 
alguns poucos milhares de anos.
Esse corpo celeste atrai matéria por milhões de anos. Ao concentrar massa e calor suficientes para tornar duradoura a fusão nuclear, transforma-se em estrela. Uma vez constituída, a estrela pode brilhar por vários bilhões de anos, enquanto houver conversão de hidrogênio em hélio, que resulta em liberação de energia. Quanto maior a estrela, mais acelerado é o processo de geração de energia e menor tempo de vida.
O Sol tem 4,6 bilhões de anos e estima-se que ele deva durar mais 6 bilhões de anos antes de se apagar. Sua luz possui tom amarelado, o que tem relação com a temperatura de sua superfície. Veja, a estrela mais visível a partir do hemisfério norte da Terra, tem luz branca e é mais quente do que o Sol. Antares parece ser laranja-avermelhado e teria, portanto, temperatura menos do que a solar.

O brilho da supernova

Na noite de 4 de julho de 1054, como costume astrônomos chineses observaram o céu e notaram algo estranho: um brilho intenso próximo à estrela Zeta, na Constelação de Touro. Era um fenômeno nunca visto até então e que, durante as semanas seguintes, chamou a atenção de todos. Já no século XX, depois de estudar a Nebulosa de Caranguejo, os astrônomos concluíram que ela era resultado da explosão de uma estrela ocorrida há cerca de 900 nos. A constelação foi a chave para relacionar o registro dos chineses à explosão de uma supernova. O que os chineses viram, na verdade, teria sido o espetacular fim de uma estrela. A Nebulosa de Caranguejo encontra-se a cerca de 6,5 mil anos-luz da Terra e têm diâmetro de 6 anos-luz. É provável que a estrela que deu origem à Nebulosa tivesse massa inicial próxima de dez massas solares. Em 1969, foi descoberto em seu centro um pulsar que gira 33 vezes por segundo, emitindo raios X, o que transforma a Nebulosa em uma poderosa fonte de radiação.
A Nebulosa do Caranguejo (foto) teve sua
origem de restos de uma supernova
A supernova é fruto de uma estrela de grandes proporções que chegou ao fim. Após queimar seu combustível, esgotando assim suas reservas de hidrogênio e hélio, a estrela entra em colapso. Num primeiro momento encolhe-se ao ponto de ficar com diâmetro de 20 quilômetros. Em seguida, explode violentamente – é o fenômeno da supernova.
A extraordinária explosão marca o fim da estrela gigante. Sucedem-se um repentino aumento de luminosidade e uma enorme liberação de energia. Uma supernova desprende, em dez segundos, cem vezes mais energia que o Sol em toda a sua vida. Depois da explosão da estrela que dá origem à supernova sobra um remanescente gasoso que se expande e brilha durante milhões de anos. Estima-se que em nossa galáxia ocorram duas supernovas por século.
A explosão que põe fim a vida de uma estrela supergigante ocorre porque seu pesadíssimo núcleo de ferro não é capaz de suportar a própria gravidade. Sem fusão nuclear em seu interior, a estela colapsa, expulsando para o exterior resíduos de gases que se expandem e brilham por centenas ou milhares de anos. Os elementos expulsos durante a explosão da estrela fornecem material ao meio interestelar. A partir dele, formam-se novas gerações de estrelas.

O apagar das luzes

A maioria das estrelas inclusive o Sol, não possui características para explodir em forma de supernova. Nesse caso, o fim delas é menos vistoso, mas não menos espetacular. O processo desenvolve-se do seguinte modo: quando a estrela consome todo o hidrogênio, seu núcleo passa a encolher, “empurrado” pela pressão gravitacional.
Ao mesmo tempo que isso acontece, as camadas exteriores são aquecidas e expandem-se. A estrela aumenta seu brilho e transforma-se em uma gigante vermelha. Inicia-se, então, um novo tipo de reação: em temperaturas ainda mais altas, o hélio converte-se em carbono. Entre as estrelas menores, o processo termina aí, com o hélio sendo totalmente consumido – trata-se da chamada anã branca. As estrelas de maior massa, por sua vez, avançam para outro estágio: ainda há energia suficiente para transformar o carbono em substâncias ainda mais pesadas, como o ferro.
No caso do Sol, prevê-se que daqui a 6 bilhões de anos, após queimar todo o hidrogênio, ele se transforme em gigante vermelha. Seu brilho deve ser 2 mil vezes superior ao atual e a energia emitida será tão intensa que, caso ainda exista, a vida na Terra será devastada. Os oceanos vão evaporar e a atmosfera será destruída. Por fim, o Sol ficará tão grande que invadirá as orbitas de Mercúrio, Vênus e, talvez, da Terra. Depois disso, passados 1,5 bilhão de anos, o Sol deve virar uma anã branca.




Fonte: Atlas do Universo

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Mar de Estrelas


O céu noturno sempre encantou o homem, que mesmo sem instrumentos de observação, é capaz de ver em uma noite clara mais de 5 mil estrelas pertencentes à Via Láctea. Com um telescópio simples, elas podem se multiplicar centenas de vezes, enquanto com um aparelho mais potente transformam-se em centenas de milhões de pontinhos brilhantes no céu. 
Apenas na Via Láctea estima-se que existam cerca de 200 bilhões de estrelas.
Durante muito tempo, as estrelas foram um mistério para o ser humano. Acreditava-se, por exemplo, que elas ocupavam uma posição fixa na abóbada celeste. Apenas no século XIX os astrônomos passaram a compreender sua natureza. Descobriu-se que são gigantescas esferas de gás incandescente. Conforme a luz emitida, os cientistas são capazes de calcular seu brilho, sua cor e sua temperatura.
Todas elas são esferas formadas por gás quente, basicamente hidrogênio e hélio. O hidrogênio é convertido em hélio em um processo de fusão termonuclear, e a energia resultante transforma-se em luz e calor. Calcula-se que, a cada segundo, podem ser convertidos em hélio 400 milhões de toneladas de hidrogênio.
Em consequência desse processo, a estrela emite radiação eletromagnética, o que inclui luzes visíveis, raios ultravioleta, infravermelhos e ondas de rádio. A intensidade da luz também pode variar de estrela para estrela. Algumas têm apenas 5% do brilho do Sol, outras podem ser 500 mil vezes mais brilhantes do que ele.
Na década de 1990, os cientistas fizeram uma descoberta há tempos aguardada: muitas estrelas possuem sistemas planetários, como ocorre no sistema solar. Porém, ainda pouco se sabe sobre os chamados planetas extrassolares, devido à sua difícil detecção. 
Tamanho do Sol em relação a maior estrela conhecida pelo homem.
Dados estelares

·        As maiores estrelas já identificadas têm diâmetros centenas de vezes maior que o do Sol, enquanto as menores não chegam a possuir 10% de sua massa.
·        Nem todas as estrelas têm a mesma cor, que pode variar entre tons de vermelho, laranja e até azul-claro, dependendo da sua temperatura interna. As mais quentes têm coloração azul e as mais frias tendem ao vermelho.
·        A temperatura média de cada estrela também varia, assim como sua temperatura interna e externa. O núcleo do Sol, por exemplo, chega a ter 15 milhões de graus Celsius, enquanto a camada externa gira em torno dos 5.700 °C.
·        De modo geral, quanto mais massa a estrela tiver, maior será sua luminosidade e temperatura. É o caso das supergigantes, que são mais brilhantes por terem muito mais massa do que outras.
·        95% das estrelas terminam ou vão terminar sua existência como anãs brancas. Outras maiores explodem como supernovas, emitindo um brilho que pode chegar a ser 1 bilhão de vezes mais intenso do que o do Sol.

A mais Brilhante

 Sirius é a estrela mais brilhante do céu noturno. Localizada na Constelação de Cão Maior, está a ‘’apenas’’ 8,6 anos-luz da Terra. Ou seja, a luz de Sirius observada hoje partiu da estrela há cerca de oito anos.
Durante séculos, Sirius foi venerada pelos egípcios, que a identificavam como deusa Sotis. A celebração tinha um motivo específico: quando a estrela surgia no céu, no início do verão do Hemisfério Norte, principiavam-se as cheias que alagavam as margens do rio Nilo, responsáveis pela fertilidade das terras egípcias. Portanto, o aparecimento da estrela era interpretado como anúncio de um período anual de abundância e prosperidade.
Há também outras estrelas que chamam a atenção por seu brilho intenso. Entre elas, destacam-se Canopus, Arcturus, Alfa Centauro e Veja. Já a estrela mais próxima depois do Sol, próxima Centauro, situada a 4,3 anos-luz da Terra, tem brilho fraco. Ela é chamada de anã vermelha e sua massa corresponde a aproximadamente 10% da solar. 

Se ampliar a imagem cada ponto que ver será uma galáxia... cada galáxia possui bilhões de estrelas.

Fonte: Atlas do Universo

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Episódio 20 - Sol


Conhecer o Sol não é nada fácil. Olhar pra ele só com filtros especiais. Pousar nele, nem pensar! Mas uma coisa é importante lembrar: ele não é uma bola de fogo. A gente está chegando mais perto com sondas e já conhecemos bem mais da nossa maior fonte de energia.

Fonte: TV Escola
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terça-feira, 19 de junho de 2012

Episódio 6 - Estrelas


Elas são gigantescas fornalhas em constante atividade, produzindo energia e todos os elementos que compõem a natureza que conhecemos inclusive nós mesmos. Talvez seja por isso que nos encantem tanto quando olhamos para seu brilho no céu noturno.


Fonte: TV Escola
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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Luzes anormais em um buraco negro no centro da Via-Láctea são explicadas

Uma pesquisa publicada pela revista “Monthly Notices of the Royal Astronomical Society” traz uma explicação para um fenômeno que acontece no centro da Via Láctea.
Lá fica um buraco negro supermassivo chamado Sagitário A*. A região é estudada pelo Observatório Chandra de Raios X, da NASA, e pelo VLT (Very Large Telescope), que faz observações em infravermelho.

Buraco Negro Sagitário A* no centro da Via-Láctea.

Há anos, os cientistas percebem a liberação de luzes em raios X a partir do buraco negro, mas nunca souberam explicar por que isso acontece.
O novo estudo sugere que, em volta de Sagitário A*, existe uma nuvem com trilhões de asteroides e cometas que se desprenderam de suas estrelas mães. Quando um desses corpos celestes passa perto – cerca de 150 milhões de quilômetros, mesma distância entre a Terra e o Sol – desse buraco negro, é quebrado em pequenos pedaços.
Os fragmentos seriam então vaporizados pelo atrito ao passar pela camada de gás quente. Nesse processo, segundo a teoria, são liberadas as luzes que os cientistas observavam havia anos.

Fonte: G1

sábado, 5 de novembro de 2011

NASA registra Mancha Solar Gigantesca



Um telescópio da Nasa registrou, nesta quinta-feira (03/11) uma mancha solar gigante.
A região do Sol onde a mancha se encontra está sendo chamada pelos pesquisadores de “monstro benevolente”.
Depois de anos em estado de calmaria, o Sol passa por um período com muitas tempestades e explosões, o que chamou a atenção dos cientistas.

Fonte: Band

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Tempo e Espaço


Quer fazer uma viagem no tempo e no espaço? Então, não precisa ir longe. Basta olhar, em uma noite límpida, para um céu estrelado. Cada pontinho brilhante é a própria visão do passado, que pode ser breve ou muito remoto.


Olhar o céu noturno, com cada pontinho brilhante, é mais do que simplesmente apreciar a beleza das estrelas. É como ver uma fotografia do passado. Essa é uma idéia fascinante, quando se trona bem compreendida. É simples entender. Lembre-se de que a luz do Sol leva pouco mais de 8 minutos para chegar até a Terra, atravessando os cerca de 150 milhões de quilômetros que separam os dois corpos celestes na velocidade da luz – 300 mil Km/s no vácuo.

Sirius, umas das estrelas mais próximas a nós.
 Do mesmo modo que o Sol, cada estrela emite luz. Esta, pro sua vez, propaga-se em todas as direções pelo espaço e percorre determinada distância, maior ou menor, até ser visível na Terra. Conclui-se que o brilho dessa estrela (foto ao lado) leva 8,57 anos para chegar aqui, por exemplo. Ou seja, a luz que hoje vemos foi emitida, na verdade, cinco anos atrás.
 A situação torna-se mais interessante quando buscamos uma estrela situada a uma distância ainda maior. Se estiver a 150 anos-luz da Terra, isso significa que a luz captada agora foi emanada da estrela há 150 anos. O fato curioso é que, quando a referida estrela emitiu a luz que vemos hoje, nenhum dos mais de 6 bilhões de habitantes atuais do planeta havia nascido!

Distância galáctica


Galáxia de Andrômeda

O mesmo raciocínio pode ser aplicado às galáxias. Vizinha da Via Láctea, a galáxia de Andrômeda está localizada a cerca de 2,3 milhões de anos-luz. Portanto, a imagem captada pelos telescópios atuais  partiu de Andrômeda 2,3 milhões de anos atrás. Para comparar, essa época corresponde ao Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada, quando o homem primitivo ainda vivia em cavernas e nem havia aprendido a dominar o fogo.

Com potentes telescópios de última geração, é possível enxergar muito mais longe, a bilhões de anos luz daqui. A conclusão é que, quanto mais distante se vai na observação dos astros, mais se recua no tempo. Por isso, quando os astrônomos anunciam a descoberta de uma nova galáxia a, digamos, 10 bilhões de anos-luz da Terra, a comunidade científica entra em êxtase. Afinal, o que se vê é um momento em que o universo era muito jovem.
Logo, a pergunta que fica é: o que aconteceria se um instrumento avançadíssimo de observação conseguisse captar uma imagem muito mais distante do que a referida galáxia situada a 10 bilhões de anos-luz?
É uma resposta que os cientistas continuam buscando incessantemente, porque, a partir dela, o ser humano seria capaz de ver o retrato do universo muito próximo de sua origem, do ponto em que tudo começou, há cerca de 15 bilhões de anos, quando se estima que ocorreu o Big Bang, a chamada explosão primordial que deu início a tudo o que existe atualmente. Seria a própria viagem no tempo e espaço rumo à gênese do universo.


Série: Observando o Céu
Fonte: Atlas do Universo

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Missão Kepler descobre planeta orbitando um Sistema Binário!

Ele pode não ser Tatooine, o planeta de dois sois que é lar do personagem Luke Skywalker, da série de cinema Star Wars, mas o Kepler-16 mexeu com os ânimos e imaginações dos astrônomos. Pela primeira vez foi possível captar informações concretas a respeito de um planeta desse tipo, com base em dados do telescópio espacial Kepler, da Nasa. "O Kepler-16 é a primeira detecção definitiva de um sistema planetário circumbinário (no qual um planeta orbita duas estrelas)”, afirmou Laurance Doyle, principal autor do artigo publicado nesta quinta-feira (15) pelo periódico científico Science que trabalha no Instituto SETI, mais conhecido por sua busca de vida fora da Terra, porém uma parte do trabalho é justamente achar a frequência de planetas no universo e depois checar quais são semelhantes à Terra e potencialmente habitáveis.



“A força gravitacional nas estrelas, medido pelas mudanças dos seus tempos de eclipse, foi um bom indicador da massa do terceiro corpo. Apenas um puxão gravitacional muito pequeno foi detectado, que só poderia ser causado por uma pequena massa”, disse Laurance. Os resultados serão descritos em um novo artigo publicado sexta-feira, 16 de setembro, na revista Science.
No trabalho, os pesquisadores conseguiram descobrir várias característica do planeta e suas estrelas, que estão a 220 anos-luz do Sol, na constelação do Cisne. Um dos sóis possui 20% da massa e tamanho do nosso Sol, enquanto outro tem cerca de 69%. Já a massa do planeta corresponde a 105 vezes a da Terra, ou um terço da de Júpiter. Seu tamanho é próximo do de Saturno. O ano do Kepler-16 (o tempo que ele demora para dar a volta em torno de suas estrelas) é de 229 dias, enquanto seus sois têm órbitas de 22 dias, contudo não há possibilidade de haver vida no planeta, pois ele está fora da zona habitável do sistema, onde pode existir água líquida na superfície, porque as estrelas são mais frias que o nosso sol.
Segundo os cientistas é muito provável que o planeta tenha se formado a partir do mesmo disco de poeira e gás que originou as duas estrelas.
A expectativa é encontrar outros sistemas semelhantes. "Sabemos agora como fazer isso. O processo que utilizamos para encontrar o Kepler-16 pode ser usado para achar outros sistemas. A Kepler atualmente está observando cerca de dois mil desses sistemas então esperamos ser capazes de encontrar mais deles", explicou Doyle.
Com novos desses sistemas em mãos, o próximo passo será analisar a prevalência e frequência deles. "E finalmente, esperamos, encontrar um planeta do tamanho da Terra com dois sóis que esteja na zona habitável e medir como ele pode se adaptar a uma eventual colonização humana. Isso também será muito desafiador", afirmou Doyle.
Vídeo mostra órbita do planeta descoberto, além de demonstra como funciona o Telescópio Kepler.

Fontes: Nasa e IG

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Hubble capita jatos de estrelas jovens!


Um grupo de cientistas da Universidade Rice em Houston, nos Estados Unidos, conseguiu montar um filme com imagens coletadas pelo Telescópio Espacial Hubble de jatos de gás lançados por estrelas jovens.
O instrumento das agências espaciais norte-americana (Nasa) e europeia (ESA, na sigla em inglês) permitiu que Patrick Hartigan e sua equipe reunissem 14 anos de imagens da atividade de três estrelas. Durante décadas os cientistas puderam analisar esses jatos de gases brilhantes somente por meio de fotos.
Essas imagens mostram os últimos momentos do nascimento de estrelas e mostram como deve ter ocorrido a criação do próprio Sol há 4,5 bilhões de anos. Ao contrário de outros fenômenos no espaço, que demoram mais do que uma vida humana, o lançamento desses jatos muda em apenas poucos anos.
Os filmes ajudam os cientistas a estudarem esses jatos com mais detalhes, notando a interação entre os materiais em alta e baixa velocidade. A análise poderá fornecer mais pistas sobre como os jatos influenciam no espaço ao redor. Antes, este tipo de estudo só era possível por meio de simulações em computadores e experiências em laboratório.
Ao todo, os jatos costumam durar por 100 mil anos em estrelas jovens. Estudadas desde 1950, os astrônomos ainda não conhecem o papel desses fenômenos no processo de formação estelar ou mesmo como as estrelas os liberam.
Mas agora os cientistas podem dizer, por exemplo, qual a frequência dos lançamentos.
Os jatos não são liberados como água em uma mangueira de jardim. Segundo os astrônomos, esses disparos de matéria acontecem com intervalos.
Os jatos estudados possuem uma extensão 10 vezes maior que o Sistema Solar inteiro e se expandem a velocidades de até 700 mil quilômetros por hora. Os fenômenos ocorreram a uma distância de 1.350 anos-luz, na direção das constelações de Órion e Vela.
 Jatos de matéria capitados pelos ciêntistas com o  Telescópio Hubble

Fonte: G1

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Planeta composto de diamantes orbita uma estrela de neutrons

Um planeta possivelmente feito de diamante foi descoberto por uma equipe internacional de astrônomos, segundo mostra um estudo publicado na edição desta semana da revista "Science". O planeta está próximo a um pulsar, uma estrela com muita massa e com apenas 20 quilômetros de diâmetro - valor comparável ao tamanho de uma cidade.
A descoberta foi feita por um grupo de cientistas liderados por Matthew Bailes, da Universidade Swinburne de Tecnologia, localizada em Melbourne, na Austrália.
"A história evolutiva e a incrível densidade do planeta sugerem que ele é composto de carbono - ou seja, é um diamante enorme que orbita uma estrela de neutrons a cada duas horas, em uma órbita tão estreita que caberia dentro de nosso próprio Sol", disse Matthew Bailes.
 Provável constituição do planeta de diamante


O pulsar - que se chama PSR J1719-1438 - consegue girar 10 mil vezes em torno do seu eixo por minuto e possui 1,4 vez a massa do Sol. A chance de "piões de luz própria" como esse terem uma companheira é de 70%.

Conforme o pulsar gira, ele emite um feixe de ondas de rádio que podem ser detectadas por radiotelescópios. Ao analisar o padrão das ondas de rádio vindas de PSR J1719-1438, os cientistas suspeitaram da presença de um planeta no local.
As mudanças provocadas nos pulsos de rádio pela presença do planeta também informaram ao astrônomos sobre a composição do astro. Eles sabem, por exemplo, que a companheira do pulsar não pode ser feita de hidrogênio ou hélio.
Por outro lado, o planeta pode ser composto por carbono e oxigênio. A equipe tem confiança de que a densidade do astro indica que o planeta seria formado por um material em forma de cristais, assim como um diamante.

 No centro, em azul, está o pulsar; o ponto amarelo à direita, dentro da órbita, é o planeta que os cientistas acreditam ser feito de diamante. (Crédito: Science)

Os astrônomos acreditam que o planeta de diamante seja, na verdade, o que restou de uma estrela com muita massa no passado, que teve boa parte de sua matéria "sugada" pelo pulsar.

Segundo o grupo, o astro de diamante deve ter menos de 60 mil quilômetros de diâmetro - valor 5 vezes maior que o da Terra. Mas a sua massa é maior que a Júpiter. 
         Ele completa uma volta ao redor do pulsar em apenas 2 horas e 10 minutos. A distância entre a estrela e o planeta também é pequena: 600 mil quilômetros, valor menor que o raio do Sol. A dupla pertence à Via Láctea e se encontra na direção da constelação da Serpente, distante 4 mil anos-luz da Terra.

Fontes: G1; Terra; e Science
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