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sábado, 5 de novembro de 2011

"Céu Amarelo" prende atenção de moradores de Itaperuna e região

            Na tarde de 28 de Outubro, sexta-feira passada, ocorreu um fenômeno meteorológico que intrigou itaperunenses e demais habitantes da região Noroeste Fluminense.

Foto sem edições da tarde de 28 de Outubro em São José de Ubá. (Foto: Cásio Meirelles) 

            Nós do Clube Caronte de Astronomia ficamos em dúvida a respeito de que fenômeno físico estava ocorrendo, e procuramos saber junto a nosso coordenador que por sua vez consultou um especialista em meteorologia, o Prof. Alexandre Viana de Poço de Caldas (MG).
            Segundo ele as aparições mostradas nas fotos se tratam de uma variedade de nuvem conhecida por "mamma" ou "mammatus", aplicável principalmente aos gêneros "Altocumulus", "Altostratus" e "Cumulonimbus". Nas fotos, as nuvens são mais parecidas com Altostratus, que muito provavelmente decorreram de uma nuvem de Cumulonimbus (nuvem de tempestade) dissipada. E na tarde deste dia ocorreu pancadas de granizo em Varre-sai e regiões rurais próximas a cidade de Itaperuna.

Pôr-do-Sol em Itaperuna no dia do fenômeno. (Foto: Filipe Machado)
           Continuando ele disse que as formações em forma de protuberâncias decorrem de correntes descendentes que se tornam predominantes em relação às correntes ascendentes após o estágio de maturação de uma nuvem de tempestade. Após esse estágio, as partes mais baixas da nuvem se dissipam e o que sobra são as partes médias e altas em forma de véus em cuja parte inferior às vezes aparecem protuberâncias, que, quando iluminadas pela luz alaranjada do Sol poente, assumem formas espetaculares, tais como as vistas.
            Em Poço de Caldas, cidade do professor, ocorreu a 2 meses atrás, um fenômeno parecido, porem antes ao pôr-do-Sol, e assim não apresentou os mesmos tons de alaranjado que o ocorrido no fim de tarde de 28 de Outubro.

 Fotos de Poço de Caldas - MG (Foto: Prof. Alexandre Viana)

Saiba mais sobre tipos de nuvens no site do Prof. Alexandre Viana: http://www.avvsilva.net/

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Tempo e Espaço


Quer fazer uma viagem no tempo e no espaço? Então, não precisa ir longe. Basta olhar, em uma noite límpida, para um céu estrelado. Cada pontinho brilhante é a própria visão do passado, que pode ser breve ou muito remoto.


Olhar o céu noturno, com cada pontinho brilhante, é mais do que simplesmente apreciar a beleza das estrelas. É como ver uma fotografia do passado. Essa é uma idéia fascinante, quando se trona bem compreendida. É simples entender. Lembre-se de que a luz do Sol leva pouco mais de 8 minutos para chegar até a Terra, atravessando os cerca de 150 milhões de quilômetros que separam os dois corpos celestes na velocidade da luz – 300 mil Km/s no vácuo.

Sirius, umas das estrelas mais próximas a nós.
 Do mesmo modo que o Sol, cada estrela emite luz. Esta, pro sua vez, propaga-se em todas as direções pelo espaço e percorre determinada distância, maior ou menor, até ser visível na Terra. Conclui-se que o brilho dessa estrela (foto ao lado) leva 8,57 anos para chegar aqui, por exemplo. Ou seja, a luz que hoje vemos foi emitida, na verdade, cinco anos atrás.
 A situação torna-se mais interessante quando buscamos uma estrela situada a uma distância ainda maior. Se estiver a 150 anos-luz da Terra, isso significa que a luz captada agora foi emanada da estrela há 150 anos. O fato curioso é que, quando a referida estrela emitiu a luz que vemos hoje, nenhum dos mais de 6 bilhões de habitantes atuais do planeta havia nascido!

Distância galáctica


Galáxia de Andrômeda

O mesmo raciocínio pode ser aplicado às galáxias. Vizinha da Via Láctea, a galáxia de Andrômeda está localizada a cerca de 2,3 milhões de anos-luz. Portanto, a imagem captada pelos telescópios atuais  partiu de Andrômeda 2,3 milhões de anos atrás. Para comparar, essa época corresponde ao Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada, quando o homem primitivo ainda vivia em cavernas e nem havia aprendido a dominar o fogo.

Com potentes telescópios de última geração, é possível enxergar muito mais longe, a bilhões de anos luz daqui. A conclusão é que, quanto mais distante se vai na observação dos astros, mais se recua no tempo. Por isso, quando os astrônomos anunciam a descoberta de uma nova galáxia a, digamos, 10 bilhões de anos-luz da Terra, a comunidade científica entra em êxtase. Afinal, o que se vê é um momento em que o universo era muito jovem.
Logo, a pergunta que fica é: o que aconteceria se um instrumento avançadíssimo de observação conseguisse captar uma imagem muito mais distante do que a referida galáxia situada a 10 bilhões de anos-luz?
É uma resposta que os cientistas continuam buscando incessantemente, porque, a partir dela, o ser humano seria capaz de ver o retrato do universo muito próximo de sua origem, do ponto em que tudo começou, há cerca de 15 bilhões de anos, quando se estima que ocorreu o Big Bang, a chamada explosão primordial que deu início a tudo o que existe atualmente. Seria a própria viagem no tempo e espaço rumo à gênese do universo.


Série: Observando o Céu
Fonte: Atlas do Universo

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Cometas - Os Viajantes do Espaço

            Os cometas estão entre os mais atraentes corpos celestes e são conhecidos há muito tempo. Para muitos, o seu aparecimento era sinal de tragédias. Atualmente sabe-se que eles são resquícios da formação do Sistema Solar. Até hoje cerca de 2mil cometas foram vistos pelo homem. O mais famoso deles, o Halley, aparece em registros chineses datados de 246 a.C. Esses corpos tornam-se visíveis na Terra ao se aproximarem do Sol, quando ganham cabeleira e calda.

Cometa Halley, o mais famoso dentre os cometas que já "visitaram" a Terra.
           
Viajantes do espaço!

            Os cometas são resquícios da formação do Sistema Solar. Acredita-se que tenham sofrido o menor número de modificações desde aquela época e, por isso, são capazes de fornecer aos cientistas preciosas pistas sobre o surgimento da Terra e dos demais corpos celestes. Eles constituem-se apenas de um núcleo sólido e sua composição é uma mistura de gelo, gases e poeira cósmica.
            Ao se aproximar do Sol, o cometa ganha a cabeleira e a cauda características devido ao aquecimento do núcleo, que começa a evaporar-se e a dissipar-se pela ação dos ventos solares. Quanto mais próximo estiver do Sol, maior será sua cauda, que pode atingir milhões de quilômetros. Quando está longe do Sol, o núcleo resfria-se e sua matéria fica congelada. Nessa condição, os cometas são chamados de “icebergs sujos” ou “bolas de neve sujas”.

Origem dos Cometas

            Os cometas podem ser divididos em dois grupos: os de curto período – que levam até alguns milhares de anos para completarem uma volta em torno do Sol – e os de longo período – que podem permanecer durante milhões de anos em sua órbita.
            Em 1950, Jam Hendrik Oort levantou a hipótese de que os cometas de longo período seriam originados de uma imensa nuvem esférica – a chamada nuvem de Oort, que abriga trilhões de “detritos” na fronteira do Sistema Solar com o espaça exterior. Alguns desses corpos seriam atraídos para regiões internas do Sistema Solar, transformando-se em cometas de longo período.
Em 1951, Gerard Peter Kuiper sugeriu que cometas de curto período seriam provenientes de uma região próxima à órbita de Plutão, batizada com o nome de Cinturão de Kuiper.

Cometas famosos

            Os cometas são batizados com os nomes de seus  descobridores. Abaixo alguns dos mais conhecidos.
Cometa West
  • Halley: identificado em 1682 pelo astrônomo e matemático inglês Edmund Halley, o cometa é visível a cada 76 anos, quando fica próximo da Terra. A última vez em que isso ocorreu foi em 1986.  
  • Hale Bopp: foi avistado em 1995, pelos norte-americanos Alan Hale e Tom Bopp. Sua órbita em torno do Sol é de 4200 anos.
  • Biela: descoberto pelo austríaco Wilhelm von Biela, em 1826, reapareceu em 1846 e 1852. Desde 1866 não foi mais visto e supõem-se que tenha sido desintegrado por uma chuva de meteoritos.
  • West: um dos mais brilhantes e majestosos cometas observados pelo homem. Foi visto pela última vez pela metade do sec. XX. Ao se aproximar do Sol partiu-se em quatro fragmentos.
  • Encke: visto pela primeira vez pelo alemão Johann Franz Encke, tem órbita de 3,3 anos, a mais curta que se tem conhecimento.
  • Hyakutake: encontrado pela astrônomo japonês Yuki Hyakutake em 1996, tornou-se famoso por passar a uma distância de aproximandamente 15 milhões de quilômetros da Terra. 
Curiosidade: o primeiro registro do um cometa foi encontrado em documentos chineses de 2316 a.C. Naquela época esse tipo de objeto era associado à má sorte. Hoje, no entanto, é um dos que mais desperta a atenção dos astrônomos.
  
Fonte: Atlas do Universo

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Nasa disponibiliza sons históricos de algumas missões para download


A Nasa disponibilizou nesta quinta-feira diversos áudios de missões espaciais para serem usados como toques de celular ou como sons do sistema no computador. Sons como a clássica frase de Neil Armstrong ao pisar na Lua ("um pequeno passo para um homem, um grande passo para a humanidade" ou "Houston, nós temos um problema", do tripulante da Apollo 13 Jack Swigert estão disponíveis para download.
Abaixo você poderá ouvir, respectivamente, duas famosas frases: "Houston temos um problema" e "Um pequeno passo para o homem..." 
Os sons estão em formato MP3 e M4R e a biblioteca da agência espacial americana vai ser alimentada com mais opções de áudio. Os usuários de smartphones com Android podem baixar o aplicativo para instalar os ringtones diretamente no celular.
Os sons estão disponíveis para download no site: http://www.nasa.gov/connect/sounds


Fonte: Terra

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Nasa divulga imagens dos passos do homem na Lua

A Nasa divulgou novas imagens para tentar “acabar com os mitos” de que os astronautas nunca pisaram na Lua. As imagens mostram o local dos pousos das várias missões enviadas pela Nasa ao satélite natural da Terra. A Nasa também aponta rastros do veículo lunar e de pegadas dos astronautas. 
O homem chegou à Lua em 1969. Porém, a missão espacial foi abandonada em 1972. A Nasa afirmou em seu site que tem pretensões de que o homem volte a pisar na Lua. Porém, isso dificilmente deve acontecer, uma vez que o governo norte-americano cortou os investimentos da agência.

Voltas e reviravoltas das trilhas deixadas por humanos na região da missão Apollo 17. É possível distinguir com clareza as trilhas de pegadas deixadas por astronautas das filas duplas deixadas por veículos. Foto: Divulgação/NASA/Goddard/ASU
 
Trilhas deixadas pelas pegadas dos astronautas Alan Shepard e Edgar Mitchell na missão Apollo 14 podem ser observadas claramente nesta nova imagem obtida pela sonda LRO - Divulgação/NASA/Goddard/ASU
 
Trilhas feitas em 1969 pelos astronautas Pete Conrad e Alan Bean, terceiro e quarto homens a andar na Lua na missão Apollo 12. Foto: Divulgação/NASA/Goddard/ASU

Fonte: Portal Vermelho  

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Brincadeira de Criança

          Estamos aqui no IFF nos preparando para a observação que será realizada na Quadra da Vinhosa, hoje das 18h às 21h. 
          Lá um de nosso trabalhos com a comunidade será voltado para a criançada! 
          Este trabalho e brincadeira foi batizada como "Brincando de ligar os astros". :)
          Abaixo algumas das imagens que serão disponibilizadas para a garotada:
Constelação de Águi

Constelação de Aquário

Constelação de Cisnei

Constelação de Escorpião
          Todas estas constelações estão no céu hoje para serem obervadas!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Planeta composto de diamantes orbita uma estrela de neutrons

Um planeta possivelmente feito de diamante foi descoberto por uma equipe internacional de astrônomos, segundo mostra um estudo publicado na edição desta semana da revista "Science". O planeta está próximo a um pulsar, uma estrela com muita massa e com apenas 20 quilômetros de diâmetro - valor comparável ao tamanho de uma cidade.
A descoberta foi feita por um grupo de cientistas liderados por Matthew Bailes, da Universidade Swinburne de Tecnologia, localizada em Melbourne, na Austrália.
"A história evolutiva e a incrível densidade do planeta sugerem que ele é composto de carbono - ou seja, é um diamante enorme que orbita uma estrela de neutrons a cada duas horas, em uma órbita tão estreita que caberia dentro de nosso próprio Sol", disse Matthew Bailes.
 Provável constituição do planeta de diamante


O pulsar - que se chama PSR J1719-1438 - consegue girar 10 mil vezes em torno do seu eixo por minuto e possui 1,4 vez a massa do Sol. A chance de "piões de luz própria" como esse terem uma companheira é de 70%.

Conforme o pulsar gira, ele emite um feixe de ondas de rádio que podem ser detectadas por radiotelescópios. Ao analisar o padrão das ondas de rádio vindas de PSR J1719-1438, os cientistas suspeitaram da presença de um planeta no local.
As mudanças provocadas nos pulsos de rádio pela presença do planeta também informaram ao astrônomos sobre a composição do astro. Eles sabem, por exemplo, que a companheira do pulsar não pode ser feita de hidrogênio ou hélio.
Por outro lado, o planeta pode ser composto por carbono e oxigênio. A equipe tem confiança de que a densidade do astro indica que o planeta seria formado por um material em forma de cristais, assim como um diamante.

 No centro, em azul, está o pulsar; o ponto amarelo à direita, dentro da órbita, é o planeta que os cientistas acreditam ser feito de diamante. (Crédito: Science)

Os astrônomos acreditam que o planeta de diamante seja, na verdade, o que restou de uma estrela com muita massa no passado, que teve boa parte de sua matéria "sugada" pelo pulsar.

Segundo o grupo, o astro de diamante deve ter menos de 60 mil quilômetros de diâmetro - valor 5 vezes maior que o da Terra. Mas a sua massa é maior que a Júpiter. 
         Ele completa uma volta ao redor do pulsar em apenas 2 horas e 10 minutos. A distância entre a estrela e o planeta também é pequena: 600 mil quilômetros, valor menor que o raio do Sol. A dupla pertence à Via Láctea e se encontra na direção da constelação da Serpente, distante 4 mil anos-luz da Terra.

Fontes: G1; Terra; e Science

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Cientistas anunciam possibilidade de água líquida em Marte


Novas descobertas a respeito do Planeta Vermelho ocorrem praticamente todos os dias, mas algumas chamam mais a atenção devido ao impacto que podem ter no estudo do planeta. Em comunicado oficial, a agência espacial americana informou que estudos recentes baseado em imagens captadas pela sonda MRO apontam para a presença de água líquida na superfície do planeta. 
Imagem captada pelo instrumento Hirise (High Resolution Imaging Science Experiment) a bordo da sonda MRO (Mars Reconnaissance Orbiter) sugerem a presença de fluxos de água na forma líquida no interior da cratera Newton, localizada nas coordenadas 41.6 S e 202.3

De acordo com o estudo, publicado esta semana na revista especializada Science, cientistas ligados à Universidade do Arizona dizem ter encontrado evidências bastante fortes de que durante os períodos de calor, entre a primavera e o verão, filetes de água fluem na superfície do planeta, deixando marcas características na paisagem marciana. Segundo o paper (trabalho científico), as marcas somem nos meses frios, entre o outono e inverno.

Segundo Alfred McEwen, principal investigador dos dados coletados pelo instrumento Hirise (High Resolution Imaging Science Experiment) junto à Universidade do Arizona, as imagens de alta resolução mostram estruturas escuras e compridas no solo marciano. “A melhor explicação apresentada até agora para essas feições é o fluxo de água salgada, que parece correr na região imageada”, afirmou o pesquisador.

No entanto, alguns aspectos das observações ainda permanecem como um quebra-cabeça para os pesquisadores, mas o provável fluxo de água salgada é a melhor alternativa entre as hipóteses apresentadas, já que a presença do sal diminui a temperatura de congelamento da água. Se a água fosse pura congelaria na temperatura marciana até mesmo no verão.

Imagens


As características imageadas pela sonda MRO (Mars Reconnaissance Orbiter) têm entre 50 centímetros e 5 metros de largura, com centenas de metros de comprimento e são muito mais estreitas que as feições anteriormente registradas. Além disso, em algumas localidades foram registrados mais de 1000 fluxos individuais. 

                                           Animação mostra a mesma região da cratera Newton

 De acordo com os pesquisadores, as imagens mostram fluxos que se alongam e escurecem nas encostas rochosas voltadas para o equador até o início do outono. A sazonalidade, distribuição de latitude e mudanças de brilho sugerem a presença de um material volátil, mas que ainda não foi detectado diretamente.

Dados coletados nas regiões estudadas mostram que as condições climáticas são quentes demais para o congelamento do dióxido de carbono e em alguns locais, muito frias para a água pura, sugerindo portanto os efeitos da salinidade, que apresenta ponto de congelamento mais baixo.

Depósitos de sal em grandes áreas indicam que as salmouras eram abundantes no passado de Marte e observações recentes sugerem que salmouras ainda podem se formar próximas da superfície.

Perguntas


Depois que os fluxos foram observados, os pesquisadores passaram a fazer análises diretas das feições com auxílio de um espectrômetro a bordo da sonda, mas não obtiveram a assinatura química características da água. Segundo os cientistas, isso pode ser consequência de secagem rápida do material ou de sua penetração no solo. 

"É importante notar que as ravinas ou canais observados nas imagens não são escuros por estarem molhados. Isso ocorre por algum outro motivo que ainda estamos estudando", explicou McEwen.

Um fluxo iniciado por água salgada poderia reorganizar grãos ou alterar a rugosidade da superfície de modo a escurecer a aparência, mas voltar a ficar claro quando a temperatura cai é mais difícil de explicar. "Isso pode ser um mistério neste momento, mas acredito que poderá ser resolvido em pouco tempo com mais observações e experimentos de laboratório", disse McEwen.

Brasileiro


Os resultados apresentados são os mais próximos de uma possível prova da existência da água líquida fluindo na superfície do planeta. Até agora, a água só havia sido detectada na forma congelada, próxima da superfície nas regiões de alta latitude.

Em 2009, com base em dados coletados pela sonda norte-americana Phoenix, o cientista brasileiro Nilton Rennó, da Universidade de Michigan, explicou como ocorre o ciclo de água no Planeta Vermelho e afirmou que a presença da água em forma líquida pode ocorrer em qualquer ponto onde a temperatura seja maior que -70 graus Celsius e exista qualquer fonte de água.

No mesmo ano, um artigo também publicado pela revista Science confirmou a existência de gelo subterrâneo na região ártica do planeta a uma profundidade de 5 centímetros e citou a tese de Rennó de que a água em forma líquida pode existir na forma de poças ou gotas, uma vez que o ponto de congelamento cai devido à grande concentração de sais.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Enquete - Há Vida Extraterrestre?

Colocamos como enquete em nosso blog a seguinte questão: Há Vida Extraterrestre?
Ela ficou para votação por um mês e agora depois do período percorido abaixo segue um artigo e os dados da enquete posta no blog.

Boa Leitura!

Resultados da Enquete: 

 Como vimos os resultados mostram que o percentual maior é que há vida inteligente fora de nosso planeta e a ciência astronomica está em comunhão com nosso público, pois também acredita nesta possibilidade vendo como improvável a inexistência de vida fora "daqui".
Poderemos ver abaixo as pesquisas astronomicas voltadas para a área em questão:

Artigo:

A ciência acadêmica não acredita em discos voadores, mas acredita em vida extraterrestre inteligente. Segundo os cientistas, não existem evidências que amparem a idéia de seres de outros planetas visitarem a Terra nem de que exista vida inteligente no sistema solar fora da Terra. As grandes distâncias entre as estrelas e a limitação das velocidades que os corpos podem adquirir tornam extremamente improváveis tais visitas.
Nas últimas décadas, porém, têm sido travadas discussões, constantemente atualizadas, sobre a probabilidade de vida extraterrestre. Por todo o mundo, milhões de dólares anuais são gastos em pesquisas que buscam a detecção de sinais emitidos por civilizações inteligentes extraterrestres.
O grande avanço tecnológico característico de nossa época pode estar nos levando a passos largos para a detecção desses sinais que, uma vez captados, confirmando a existência de vida extraterrestre inteligente, podem vir a alterar significativamente a sociedade humana atual.

Na nossa galáxia existem centenas de milhões de estrelas

A Equação de Frank Drake

Em 1961, Frank Drake, astrônomo norte-americano, atual diretor do Instituto SETI, publicou uma equação que pretende fornecer o número de civilizações inteligentes e que desenvolveram tecnologia em nossa galáxia. Essa equação ficou conhecida como equação de Frank Drake.
Simplicidade

Ao se analisar pela primeira vez essa equação, percebe-se a sua grande simplicidade. Não é necessário intimidade com as ciências exatas para entendê-la. A equação de Frank Drake fornece o número de civilizações em nossa galáxia que são inteligentes, desenvolveram tecnologia e são assim capazes de emitir sinais detectáveis por nós, assim como de detectar sinais que nós emitimos ("civilizações comunicantes"). Chegamos a esse número através da multiplicação simples de sete termos ou parcelas. A equação de Frank Drake é simples, mas chegar a valores razoáveis para cada uma dessas sete parcelas é extremamente difícil e complicado.

 Frank Drake criador da equação que segundo ele revela o número de civilizações que poderiam comunicar-se conosco.

A Equação

N = E x P x S x V x I x T x C; onde N é o número de civilizações comunicantes em nossa galáxia; E é o número de estrelas que se formam por ano na nossa galáxia; P é a fração, dentre as estrelas formadas, que possui sistema planetário; S é o número de planetas com condições de desenvolver vida por sistema planetário; V é a fração desses planetas que de fato desenvolve vida; I é a fração, dentre os planetas que desenvolvem vida, que chega a vida inteligente; T é a fração, dentre os planetas que chegam a vida inteligente, que desenvolve tecnologia e C é a duração média, em anos, de uma civilização inteligente. 


Astronomia

Encontrar valores para E, P e S é tarefa da Astronomia. Com base nas teorias atuais sobre formação de estrelas, não parece que estamos sujeitos a grandes erros se considerarmos E = 10,P = 1 e S = 1. A multiplicação dessas três parcelas nos permite dizer que, por ano, se formam 10 planetas em nossa galáxia com condições de abrigar vida.


Biologia

Encontrar valores para V e I é tarefa da Biologia. Principalmente pela falta de outra amostra para a observação da vida, que não a Terra, temos grande incerteza na atribuição de valores para essas duas parcelas. Vamos considerar que de dez planetas com possibilidades de desenvolvimento de vida, essa só se desenvolva efetivamente em um deles (V=0,1). Da mesma forma, vamos considerar que de dez planetas que desenvolvam vida, um chegue a vida inteligente (I = 0,1).

Ciências Sociais

T e C estão na área político-sócio-econômica. A incerteza na atribuição de valores para essas duas parcelas é imensa. Também aqui vamos considerar que de dez planetas que alcancem vida inteligente, um desenvolva tecnologia (T = 0,1). Por fim, qual a duração média de uma civilização comunicante? A resposta a essa pergunta também envolve algum conhecimento de Astronomia. (Note que essa pergunta está intimamente ligada ao futuro da espécie humana. Há apenas cerca de 60 anos podemos nos intitular "civilização comunicante" e a Terra ainda poderá existir por uns 4,5 bilhões de anos, tempo de existência que ainda resta ao sistema solar.) Alguns mais pessimistas acreditam que já estamos prestes a nos auto-destruir. Alguns mais otimistas acreditam que o único limite para a nossa civilização é a destruição do sistema solar. Existe também a possibilidade de destruição de nosso planeta em uma colisão com um cometa ou meteoro. Mesmo sabendo que estamos sujeitos a um grande erro, vamos considerar C = 10 milhões.

Visão Otimista

A atribuição dos valores para as parcelas acima foi feita norteada pela ciência atual, porém, com visões bastante otimistas acerca da vulgaridade da vida no universo, de tal forma que podemos falar que estamos obtendo o número máximo possível de civilizações comunicantes em nossa galáxia.
      Após multiplicarmos as parcelas acima, chegamos a 1 milhão. Isso quer dizer que é possível que tenhamos 1 milhão de civilizações, só em nossa galáxia, que mais do que inteligentes, desenvolveram tecnologia e são capazes de se comunicar conosco.

O Instituto SETI

A palavra "SETI" é formada pelas iniciais de "Search for Extra Terrestrial Inteligence" (Em busca de inteligência extraterrestre). O objetivo do Instituto Seti, com sede nos Estados Unidos, é a pesquisa e o desenvolvimento de projetos educacionais relacionados ao estudo da vida no universo. O projeto é mantido pela Nasa, União Astronômica Internacional e várias instituições públicas e privadas.
A pergunta principal que se pretende responder através desse instituto - "Estamos sozinhos no universo?" - vem acompanhada de outras do tipo: Como o desenvolvimento biológico em nosso planeta se enquadra no cenário global do desenvolvimento no universo? Inteligência é um evento raro ou comum no universo? Civilizações tecnológicas duram longos períodos ou se auto-destroem ou simplesmente desaparecem em alguns séculos, quem sabe vítimas de alguma catástrofe?
Para responder a essas perguntas, o Instituto Seti realiza pesquisa em diversas áreas do conhecimento - Astronomia, Ciências da Terra, Evolução Química, Origem da Vida, Evolução Biológica, Evolução Cultural.

O Instituto SETI busca responder a questão: "Estamos sozinhos no Universo?"

O Projeto Fênix

O principal projeto do Instituto Seti é o Fênix (pássaro mitológico do Egito antigo que renasce das cinzas), que se dedica à detecção e análise de ondas de rádio (na faixa de 1.000 a 3.000 MHz) vindas do espaço, procurando identificar algum sinal produzido artificialmente (por algum ser inteligente). Para isso, o projeto Fênix gasta entre quatro e cinco milhões de dólares anualmente e utiliza os maiores radiotelescópios do mundo. Os alvos são estrelas dentro de uma vizinhança relativamente grande do Sol. Todas as estrelas observadas até hoje estão a uma distância inferior a 200 anos-luz do Sol (um ano-luz é a distância que a luz percorre em um ano e equivale a 9,5 trilhões de Km).

O que são radiotelescópios?

Os radiotelescópios são grandes antenas capazes de detectar ondas eletromagnéticas com freqüência de vibração na faixa conhecida por rádio (como as ondas para transmissão de rádio e televisão e também por radares militares).
Entre as estrelas há muita poeira e muito gás. Qualquer sinal (onda eletromagnética) emitido por uma estrela vai sendo absorvido à medida que avança por esse meio interestelar. A taxa de absorção das ondas eletromagnéticas no meio interestelar varia com a freqüência da onda. Ondas eletromagnéticas na faixa rádio são pouco absorvidas, o que faz com que elas possam ser detectadas a grandes distâncias do ponto emissor.
No projeto Fênix, são detectadas ondas de rádio na faixa de 1.000 a 3.000 MHz (microondas). Se uma civilização está emitindo alguma radiação com o intuito de ser detectada por outra civilização inteligente, é possível que emita esse sinal próximo à freqüência de 1.420 Hz, que corresponde à freqüência de uma radiação natural do hidrogênio interestelar, que existe em grande quantidade por todo o universo. Qualquer civilização inteligente deve saber disso e ter aparelhos capazes de fazer medidas nessa faixa do espectro.
Existem algumas características que permitem saber se uma onda eletromagnética foi produzida por algum processo natural ou por alguma inteligência, além de sinais codificados em um ritmo, por exemplo, que seriam de fácil evidência. Uma delas é a "largura espectral" de linhas, isto é, se estivéssemos captando um som em um rádio, por exemplo, tanto maior seria a largura espectral de uma linha quanto mais se girasse o botão de sintonia do rádio, continuando a captar aquele som.
Sinais naturais têm grande largura espectral; sinais artificiais podem ser produzidos com baixas larguras espectrais. O projeto Fênix procura identificar sinais com largura espectral inferior a 300 Hz.

Rádiotelescópio de Arecibo, desenvolvido para captar sinais oriundos do espaço.

Enviamos nossos sinais?

De uma maneira não intencional, o homem tem emitido continuamente, há mais de 50 anos, sinais capazes de ser detectados fora do sistema solar, tais como ondas eletromagnéticas produzidas por transmissões de alta freqüência de rádio, televisão e radares.
Calcula-se que as nossas primeiras transmissões de televisão já devem ter alcançado mais de 100 estrelas. Uma civilização inteligente que detectar esses sinais, mesmo não decodificando-os, será capaz de obter muitas informações sobre nosso planeta e a humanidade, como períodos de revoluções e distribuição do homem sobre a superfície da Terra. Os cientistas em geral não têm muito interesse em enviar sinais codificados para o espaço, esperando retorno, devido ao grande tempo que demorariam para receber tal retorno. A resposta a um ""Oi"" que déssemos para uma estrela que se encontra a 100 anos-luz de nós (um ano luz é a distância que a luz percorre em um ano, equivalente a 9,5 trilhões de quilômetros) demoraria 200 anos, por exemplo, para chegar.
Têm sido enviados pouquíssimos sinais codificados para o espaço, sem obedecer a nenhum programa ou estratégia; de uma maneira quase simbólica. Em 1974, foi transmitida uma mensagem do Observatório de Arecibo, em Porto Rico. Essa mensagem é uma codificação simples de uma figura descrevendo o sistema solar, os componentes importantes para a vida, a estrutura do DNA e a forma humana. Essa mensagem foi transmitida na direção do aglomerado globular de estrelas M13, que se encontra a 25.000 anos-luz da Terra.

A sonda espacial Voyager, que já ultrapassou os limites do Sistema Solar, leva consigo uma mensagem gravada em um disco de ouro.

 Por que não mandamos uma nave?

Não há possibilidade de mandar uma nave explorar planetas em torno de outras estrelas que não o Sol, pois tais estrelas estão muito distantes. "Próxima Centauro", por exemplo, a mais perto de nós, está a 4,2 anos-luz. (Um ano-luz é a distância que a luz percorre em um ano e equivale a 9,5 trilhões de Km). Com muito otimismo, uma nave, viajando a velocidades compatíveis com a tecnologia atual, gastaria cerca de 60 mil anos para chegar à ela. Isso sem falar nos altos custos necessários ao desenvolvimento de tal projeto.


Túneis no Espaço e Viagens no Tempo

Túneis no espaço e viagens no tempo povoam o imaginário popular há anos. Com o advento da Teoria Geral da Relatividade, de Einstein, mostrando ao homem a relatividade da matéria, do tempo e do espaço, a ficção científica passou a explorar intensamente essas possibilidades.
Recentemente, em encontro no Rio de Janeiro, cientistas de todo o mundo concordaram com a possibilidade de viagens no tempo. Caso túneis no espaço e viagens no tempo sejam viáveis, seria,então, possível vencermos distâncias interestelares em intervalos de tempo compatíveis com o nosso sistema biológico?

Clik aki para saber mais sobre viagens no tempo
Autor: Prof. Renato Las Casas e Divina Mourão
Fonte: Observatório UFMG
Quer saber mais sobre o assunto, veja mais artigos clikando aki

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Oxigênio é encontrado pela primeira vez no espaço

            O telescópio espacial Herschel confirmou pela primeira vez a existência de moléculas de oxigénio no espaço, as mesmas que os seres vivos utilizam para respirar. A substância foi detectada numa nuvem de poeira que também é um berço de estrelas, perto da constelação de Orion.
O oxigénio foi encontrado na nuvem estelar junto da constelação de Orion (ESA) (imagem abaixo):


O átomo de oxigénio é o terceiro elemento mais comum no universo, a seguir ao hidrogénio e ao hélio. As estimativas feitas pelos cientistas esperavam que existisse uma certa quantidade da versão molecular no espaço – o conhecido O2 é composto por dois átomos de oxigénio ligados e é essencial para vida na Terra, onde é produzido durante a fotossíntese das plantas. Mas no espaço, só se tinha encontrado oxigénio atómico e outras moléculas que tinham este elemento.
“O oxigénio é um gás descoberto em 1770, mas levou-nos mais do que 230 anos para finalmente podermos dizer com certeza que esta molécula simples existe no espaço”, disse em comunicado o cientista Paul Goldsmith, responsável pelo projecto do telescópio de Herschel, do Laboratório de Jet Propulsion, Califórnia, EUA. A descoberta vai ser publicada na revista Astrophysical Journal.
A descoberta da molécula foi feita através de um detector de raios infra-vermelhos, do telescópio espacial, direccionado para as nuvens de gás que envolvem estrelas no inicio de vida. A luz das estrelas atravessa este gás e é lido pelo detector, se há oxigénio este é detectado em certos comprimentos de onda.
Mas apesar da descoberta, a quantidade encontrada foi de uma molécula de O2 por um milhão de moléculas de hidrogénio, dez vezes menos do que o que era esperado. Uma possibilidade avançada pelos especialistas é que os átomos de oxigénio congelam e transformam-se em pequenos grãos de pó que depois se convertem em água congelada. Este oxigénio deixa de ser detectado.
Teoricamente, este pó gelado pode voltar a derreter e a evaporar, dando lugar a vapor de água que por sua vez pode originar de novo moléculas de oxigénio. Esta descoberta “explica onde é que parte do oxigénio está escondido”, disse Goldsmith. “Mas ainda não descobrimos grandes quantidades de oxigénio, e ainda não compreendemos o que é que tem de especial estas regiões. O universo ainda guarda muitos mistérios.”

quarta-feira, 13 de julho de 2011

10 coisas estranhas que já voaram nos ônibus espacias

As missões dos ônibus espaciais levaram, em média, seis astronautas cada e algumas toneladas de equipamentos ao espaço. No meio disso tudo, algumas coisas improváveis também foram lançadas. Confira abaixo:


Desde a última sexta-feira (8) e pelo menos até o dia 20 de julho, o ônibus espacial Atlantis faz a última missão da frota de espaçonaves da Nasa. Ao retornar à Terra, a nave será colocada no museu do Centro Espacial Kennedy, onde poderá ser visitada por turistas.
O quarto ônibus espacial da Nasa está em operação há 26 anos e é responsável por alguns dos grandes marcos do programa americano: ele lançou o telescópio espacial de raios gama Compton e as sondas Magellan para Vênus e Galileo para Júpiter. A nave também foi a primeira americana a acoplar com a estação espacial russa Mir, para onde fez sete voos consecutivos, entre 1995 e 1997.
Em 2009, o Atlantis fez a última missão de reparos prevista para o telescópio espacial Hubble, que permitiu que o observatório orbital, que estava definhando na época, pudesse ter sua expectativa de vida estendida para até 2014.
Após a aposentadoria, o Atlantis será a único que continuará na Flórida, em exibição no complexo de visitantes do Centro Espacial Kennedy. O Discovery será enviado ao Museu Smithsonian na capital americana, Washington DC, no lugar do protótipo Enterprise, que nunca foi ao espaço e será transferido para Nova York. O Endeavour irá ao Centro de Ciência da Califórnia, em Los Angeles.


Fonte: G1
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