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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Um Universo de Galáxias
Imensidão Galáctica
Os
cientistas estimam que existam pelo menos 125 bilhões de galáxias no universo.
Diante disso, a via láctea – a galáxia onde se localiza a Terra seria apenas
como uma gota d`água em um vasto oceano.
Um
ano-luz é uma distância e tanto. Equivale a 9,5 trilhões de quilômetros - algo inimaginável para a nossa escala
cotidiana, no entanto íntimo para a astronomia, que está acostumada a trabalhar
com números e escalas bem maiores. Para sermos mais precisos, um ano-luz é a
distância que a luz percorre no vácuo durante o período de um ano à velocidade
de 300.000 Km/s. A Via Láctea, a galáxia onde se localiza o sistema solar, têm
diâmetro de 100 mil anos-luz. Ou seja, para ir de um extremo ao outro seriam
necessários 100 mil anos viajando na velocidade da luz! Pode parecer bastante
mas para as dimensões do universo ainda é bem pouco.
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| Andrômeda, galáxia mais próxima da Via láctea e mesmo assim muito distante |
A
galáxia de Andrômeda, vizinha da Via Láctea, localiza-se a aproximadamente 2,3
milhões de anos-luz de distância. Retomando a comparação, para chegar a
Andrômeda um viajante gastaria mais de 2 milhões de anos cruzando o espaço na
velocidade da luz.
É
impressionante, mas é bom lembrar que, levando em conta as distâncias
astronômicas, ir da Via Láctea a Andrômeda seria como sair de casa e chegar, no
máximo, à casa do vizinho. Assim, pensando que podem existir 125 bilhões de
galáxias no universo, como calculam os astrônomos, é possível ter uma ideia da
grandiosidade do cosmos.
Primeiras observações
A
galáxia é um conjunto massivo de centenas de milhões de estrelas que sofrem os
efeitos de uma mesma gravitação e orbitam em torno de um centro comum. Em uma
noite límpida, todas as estrelas que podemos ver a olho nu, por exemplo,
pertencem à mesma galáxia onde se situa a Terra, a Via Láctea. Além de
estrelas, um galáxia tem planetas e outros corpos rochosos, raios cósmicos,
nuvens de gás e poeira.
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| Via láctea vista da Terra |
O
astrônomo persa Al-Sufi (903-986) teria sido o primeiro a identificar uma
galáxia alam da Via Láctea: a de Andrômeda. Ainda assim, até metade do século
XVIII, apenas três galáxias haviam sido observadas e descritas.
Com
o desenvolvimento e a sofisticação dos telescópios os astrônomos puderam
encontrar outras. Com o uso de lentes potentes, o francês Charles Messier
(1730-1817) foi capaz de catalogar, até 1780, 32 galáxias. Cada uma delas
ganhou um número, antecedido da letra M, em homenagem ao seu descobridor. Por
isso Andrômeda é catalogada entre os estudiosos como M31.
Visão do passado
A
fotografia espacial é uma ferramenta importantíssima no estudo de galáxias. Com
o auxílio dela, os cientistas já detectaram galáxias localizadas a mais de 10
bilhões de anos-luz da Terra. Isso quer dizer que a luz captada pelos nossos
telescópios foi emitida por algumas estrelas há mais de 10 bilhões de anos.
Vários desses corpos celestes estão tão distantes que podem ajudar a contar o
passado do universo.
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| O telescópio Hubble durante um bom tempo foi a principal ferramenta na busca por novas galáxias |
Até
o início do século XX, muitos conjuntos de estrelas eram tidos como nebulosas –
uma formação de moléculas gasosas que compõe uma espécie de nuvem.
Em
1755, o filósofo Immanuel Kant (1725-1804) levantou a hipótese de que algumas
poderiam ser sistemas estelares semelhantes ao nosso. Na época, sua tese não
foi levada a sério, mas, passados mais de 150 anos, os astrônomos perceberam
que Kant tinha razão, pois constatou-se que várias nebulosas catalogadas pelos
cientistas eram, na verdade, galáxias.
O
astrônomo norte-americano Edwin Hubble foi o primeiro a classificar as
galáxias. Em sua maioria, elas têm aspectos regulares que permitem enquadrá-las
em duas classes (espirais e elípticas), de acordo com seu formato. Galáxias sem
forma definida são chamadas de irregulares.
Grupos
galácticos
Os cientistas constataram que as
galáxias quase sempre são encontradas em grupos – chamados também de
aglomerados ou cúmulos. A Via Láctea, por exemplo, pertence ao aglomerado
denominado Grupo Local. Considerado pequeno, ele é composto de 40 membros que
ocupam uma extensão de 3 milhões de anos-luz em sua maior dimensão. As duas
galáxias mais luminosas desse grupo são a Via Láctea e Andrômeda, ambas de
formato espiral.
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| Um retrato da imensidão galática. Cada ponto que você vê na imagem representa uma galáxia. |
Os aglomerados, contudo,não são
as maiores estruturas do universo. Há ainda os superaglomerados ou
supercúmulos, conjuntos separados por grandes distâncias. O mais conhecido
entre todos é o Supercúmulo Local, do qual a Via Láctea faz parte. Ele tem cerca
de 100 milhões de anos-luz de extensão e, além de ser composto pelo Grupo Local
de galáxias, inclui o aglomerado de Virgem.
Colisão sideral
![]() |
Céu noturno daqui a 4 bilhões de anos
terá como atração a colisão entre nossa galáxia
e Andrômeda. Tal fenômeno resultará na
formação de um nova galáxia elíptica.
|
O encontro entre duas galáxias,
no entanto, nem sempre resulta em uma fusão. Se a interação entre elas é fraca,
ambas podem sobreviver, mas o efeito da maré gravitacional provoca o surgimento
de pontes ou caudas em um ou nos dois lados das galáxias.
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Fonte: Atlas do Universo
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Mar de Estrelas
O
céu noturno sempre encantou o homem, que mesmo sem instrumentos de observação,
é capaz de ver em uma noite clara mais de 5 mil estrelas pertencentes à Via
Láctea. Com um telescópio simples, elas podem se multiplicar centenas de vezes,
enquanto com um aparelho mais potente transformam-se em centenas de milhões de
pontinhos brilhantes no céu.
![]() |
| Apenas na Via Láctea estima-se que existam cerca de 200 bilhões de estrelas. |
Durante
muito tempo, as estrelas foram um mistério para o ser humano. Acreditava-se,
por exemplo, que elas ocupavam uma posição fixa na abóbada celeste. Apenas no
século XIX os astrônomos passaram a compreender sua natureza. Descobriu-se que
são gigantescas esferas de gás incandescente. Conforme a luz emitida, os
cientistas são capazes de calcular seu brilho, sua cor e sua temperatura.
Todas
elas são esferas formadas por gás quente, basicamente hidrogênio e hélio. O
hidrogênio é convertido em hélio em um processo de fusão termonuclear, e a
energia resultante transforma-se em luz e calor. Calcula-se que, a cada
segundo, podem ser convertidos em hélio 400 milhões de toneladas de hidrogênio.
Em
consequência desse processo, a estrela emite radiação eletromagnética, o que
inclui luzes visíveis, raios ultravioleta, infravermelhos e ondas de rádio. A
intensidade da luz também pode variar de estrela para estrela. Algumas têm
apenas 5% do brilho do Sol, outras podem ser 500 mil vezes mais brilhantes do
que ele.
Na
década de 1990, os cientistas fizeram uma descoberta há tempos aguardada:
muitas estrelas possuem sistemas planetários, como ocorre no sistema solar.
Porém, ainda pouco se sabe sobre os chamados planetas extrassolares, devido à
sua difícil detecção.
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| Tamanho do Sol em relação a maior estrela conhecida pelo homem. |
Dados estelares
·
As
maiores estrelas já identificadas têm diâmetros centenas de vezes maior que o
do Sol, enquanto as menores não chegam a possuir 10% de sua massa.
·
Nem
todas as estrelas têm a mesma cor, que pode variar entre tons de vermelho,
laranja e até azul-claro, dependendo da sua temperatura interna. As mais
quentes têm coloração azul e as mais frias tendem ao vermelho.
·
A
temperatura média de cada estrela também varia, assim como sua temperatura
interna e externa. O núcleo do Sol, por exemplo, chega a ter 15 milhões de
graus Celsius, enquanto a camada externa gira em torno dos 5.700 °C.
·
De
modo geral, quanto mais massa a estrela tiver, maior será sua luminosidade e
temperatura. É o caso das supergigantes, que são mais brilhantes por terem
muito mais massa do que outras.
·
95%
das estrelas terminam ou vão terminar sua existência como anãs brancas. Outras
maiores explodem como supernovas, emitindo um brilho que pode chegar a ser 1
bilhão de vezes mais intenso do que o do Sol.
A mais Brilhante
Sirius
é a estrela mais brilhante do céu noturno. Localizada na Constelação de Cão
Maior, está a ‘’apenas’’ 8,6 anos-luz da Terra. Ou seja, a luz de Sirius
observada hoje partiu da estrela há cerca de oito anos.
Durante
séculos, Sirius foi venerada pelos egípcios, que a identificavam como deusa
Sotis. A celebração tinha um motivo específico: quando a estrela surgia no céu,
no início do verão do Hemisfério Norte, principiavam-se as cheias que alagavam
as margens do rio Nilo, responsáveis pela fertilidade das terras egípcias.
Portanto, o aparecimento da estrela era interpretado como anúncio de um período
anual de abundância e prosperidade.
Há
também outras estrelas que chamam a atenção por seu brilho intenso. Entre elas,
destacam-se Canopus, Arcturus, Alfa Centauro e Veja. Já a estrela mais próxima
depois do Sol, próxima Centauro, situada a 4,3 anos-luz da Terra, tem brilho
fraco. Ela é chamada de anã vermelha e sua massa corresponde a aproximadamente
10% da solar.
Se ampliar a imagem cada ponto que ver será uma galáxia... cada galáxia possui bilhões de estrelas.
Fonte: Atlas do Universo
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segunda-feira, 23 de julho de 2012
Cientistas calculam data para o fim do universo
Como tudo vai acabar? A
descoberta de que a expansão do universo está em aceleração (o que garantiu o
Nobel de Física de 2011 aos cientistas que descobriram) indica que existe uma
energia escura que está impulsionando as galáxias para se afastarem cada vez
mais umas das outras. E, ao analisarmos as propriedades dessa energia, vários
cenários surgem para como o fim será. Físicos chineses lançaram neste domingo
uma análise própria das possibilidades e afirmam que existe até data para isso
acontecer: daqui a 16,7 bilhões de anos em um evento já teorizado e chamado de
"Big Rip" (que em português geralmente recebe o nome de "Grande
Ruptura").

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A matéria escura as poucos
vai sendo desvendada pelos
cientistas
|
Seguindo o cenário do
Big Rip, a força de repulsão da energia escura irá aos poucos superar as demais
forças, como a gravidade. As estrelas e planetas iriam perder a ligação e
acabariam por se afastar. Conforme os chineses, as estrelas da Via Láctea iriam
se separar cerca de 32,9 milhões de anos antes do Big Rip. Dois meses antes do
fim, a Terra perderia sua ligação com o Sol. Faltando cinco dias, a Lua nos
deixaria. Somente 28 minutos antes de tudo acabar, o Sol seria destruído. Nos
últimos minutos, quando faltarem apenas 16 para a Grande Ruptura, a Terra vai
explodir. Por fim, as próprias ligações entre átomos e partículas não vão mais
suportar e assim terá acabado o universo. Ainda bem que falta muito tempo.
Fonte: Notícias Terra
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quarta-feira, 18 de julho de 2012
Objetos Bizarros
Buracos
Negros, matéria escura, quasares, pulsares e blazares: o universo tem muito
mais elementos do que imaginamos e vários só foram descobertos recentemente.
Imagine
que fosse inventado um aspirador de pó capaz de engolir tudo ao seu redor –
tudo mesmo, da poeira do carpete até o próprio carpete, dos pelos do gato, em
seguida, a sala inteira, depois a casa, e assim por diante indefinidamente.
Esse eletrodoméstico, claro, não passa de uma ideia absurda. O fato, porém, é
que algo tão bizarro quanto o superaspirador pode existir em determinadas
regiões do universo. É o que os cientistas chamam de buraco negro. Esse objeto
previsto pela astronomia seria uma espécie de ralo cósmico, do qual nem mesmo a
luz é capaz de escapar. O buraco negro é, na verdade, um corpo estelar
extremamente denso, cujo campo gravitacional é tão poderoso que nada próximo a
ele pode fugir à sua força de atração.
Teoria dos buracos negros
A
teoria que supõe a existência de buracos negros surgiu no início do século XX,
mas o termo já havia sido empregado em 1783 pelo astrônomo inglês John Michell
(1724 – 1793). Indícios mais fortes de sua existência surgiram a partir da
década de 1970, com o aperfeiçoamento dos instrumentos de pesquisa e
observação. Em 1994, com o auxílio do telescópio espacial Hubble, os astrônomos
detectaram um composto de material gasoso na galáxia M87. A velocidade de
rotação dos gases indicava a presença de um objeto cuja massa era 2,5 bilhões a
3,5 bilhões de vezes maior do que a do Sol -
o que sugeria a existência de um buraco negro.
Atualmente,
acredita-se que as grandes galáxias - até mesmo a Via Láctea - possam ter
buracos negros. Alguns deles teriam se formado durante o curso da evolução
estelar, provavelmente a partir de gigantescas nuvens de gás. Outros teriam
nascido depois da formação das galáxias, como resultado do colapso de estrelas.
Atração fatal
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| Buraco Negro absorvendo uma estrela com sua gigantesca gravidade |
Não
é possível enxergar um buraco negro. Como esse objeto atrai tudo o que passa
próximo dele, nem a luz consegue escapar de sua impressionante força de
atração. Assim, a única forma de detectar sua presença é pela observação do
movimento de estrelas vizinhas. Como a gravidade do buraco negro é muito
poderosa, os gases de estrelas próximas são sugados. Esses gases, então, formam
uma longa espiral, que ganha velocidade a medida que se aproxima do centro do
buraco - é o chamada disco de acreção.
Em
zonas muito próximas ao buraco negro ocorre emissão de raios X. A fricção
gerada aquece o gás até o ponto de brilhar com intensidade. Como o disco de
acreção alimenta-se de gases girando a velocidades muito altas, brilha
intensamente na região mais próxima do núcleo. As régios mais quentes podem
atingir 100 milhões de graus centígrados. Em sua borda, o disco é frio e
escuro. Nessas zonas há emissão de raios X. Um buraco negro pode ter a mesma
massa de milhões ou milhares de milhões de sóis.
O
horizonte de eventos marca o limite do buraco negro. Um objeto que atravesse o
horizonte de eventos seguirá uma trajetória espiral em direção ao poço
gravitacional. Alguns cientistas acreditam na existência dos buracos de minhoca
(wormholes, em inglês), que seriam ‘’túneis’’ pelos quais se poderia viajar
pelo universo. Aproveitando a curvatura do espaço, seria possível, em tese,
viajar a outros pontos do cosmos.
Quasares
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| Todo quasar apresenta um
buraco negro super massivo em seu centro |
Os
quasares estão entre os mais brilhantes objetos do universo. Descobertos em
1961, eles parecem, à primeira vista, estrelas azuladas, tão intensa é a sua
luz – alguns podem brilhar até 1 trilhão de vezes mais do que o Sol. A sua
incrível luminosidade decorre do fato de serem grandes fontes de rádio. Por
isso, a descoberta foi batizada de ‘’quase Stellar Radio Sources’’, que,
depois, deu origem à palavra quasar. Ainda não há consenso sobre o que seria um
quasar. Uma suposição é de que ele seria composto de galáxias com buracos
negros muito ativos em seu centro. Este atrairia as estrelas e os gases
próximos, emitindo intensa radiação como resultado desse processo.
Pulsares e Blazares
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| Reprodução de um Pulsar |
Há
outros objetos no espaço que emitem ondas de rádio. Um deles, o pulsar, emite
pulsos regulares dessas ondas, além de radiação e raios X. A descoberta foi
feita por Jocelyn Bell, uma estudante de doutorado inglesa que, em 1967,
observou uma estrela que pulsava exatamente a cada 1,3 segundo. A regularidade
dos pulsos fez com que a astrônoma pensasse que podiam ser sinais de vida
extraterrestre. Na verdade, o pulsar seria uma pequena estrela - com menos de 20 quilômetros de diâmetro –
formada por nêutrons e que gira de forma regular, e com gigantesca velocidade,
em torno de seu próprio eixo.
Os
blazares, conhecidos como objetos BL Lancertae - nome do cientista que o identificou, em 1929,
o primeiro deles - , também são fontes de rádio. Além disso eles apresentam
outras características: variam em curtos períodos de tempo, têm luz polarizada
e espectro sem linhas de emissão ou absorção. Acredita-se que, como os
quasares, os blazares obtenham sua energia de gás sugado de um buraco negro
central, que libera grandes cargas de radiação.
Matéria escura
A
partir da década de 1930, com a observação mais apurada das galáxias, um outro
mistério começou a instigar o universo da astronomia: depois de contabilizar
todas as estrelas e galáxias conhecidas, os astrônomos perceberam que a
somatória delas não chegava a 5% da massa total que deviria existir no cosmos.
Isso porque há fenômenos, como a rotação das galáxias, que existem muito mais
gravidade do que realmente existe. Essa matéria que faltaria para cobrir os
‘’vazios’’ do universo - e que ainda não
foi identificada – seria a chamada matéria escura.
Atualmente,
parte dos cientistas acredita que a matéria escura seria composta por
partículas infinitamente pequenas denominadas neutralinos, que teriam altos
índices de concentração de massa. Os neutralinos seriam a resposta para preencher
a massa total do universo. Outro grupo de cientistas, porém, sustenta que a
matéria escura não existe e que fenômenos ainda não compreendidos poderiam ser
explicados pela própria ação da força gravitacional.
Veja mais postagens sobre este tema acessando os links abaixo:
- De que é feito 96% do universo?
- De gigantes a minúsculos, mas sempre buracos negros
- Teorias desconcertantes - entendendo a Física Moderna
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Fonte: Atlas do Universo
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Matéria e Energia Escura
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Megatelescópio pode revelar segredos da formação do Universo
Cientistas estão usando o maior telescópio do mundo, enterrado no gelo
do Polo Sul, para tentar desvendar os mistérios das minúsculas partículas
chamadas neutrinos, que podem esclarecer como o universo se formou.
O aparelho, chamado IceCube (cubo de gelo em inglês), levou dez anos
para ser construído, a 2.400 metros abaixo da superfície do gelo antártico. Ele
mede um quilômetro cúbico e é maior que os edifícios Empire State (Nova York),
Willis Tower (ex-Sears Tower, Chicago) e World Financial Center (Xangai)
somados.
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| Supertelescópio detector de neutrino, na Antártica |
O telescópio serve para observar neutrinos, que são emitidos por
explosões estelares e se deslocam quase à velocidade da luz. Ele passou a
atrair mais atenções depois do anúncio, na semana passada, de uma partícula
subatômica que parece ser o bóson de Higgs - o "tijolo" básico do
universo.
"Você levanta o dedo e 100 bilhões de neutrinos passam por ele a
cada segundo vindos do Sol", disse a física Jenni Adams, da Universidade
de Canterbury (Nova Zelândia), que trabalha com o IceCube.
O telescópio é basicamente uma série de detectores de luz enterrados no
gelo. Quando os neutrinos, que estão em todo lugar, interagem com o gelo, eles
produzem partículas carregadas que são então capazes de gerar luz, a qual pode
ser detectada.
O gelo funciona como uma rede que isola os neutrinos, facilitando sua
observação. Ele também protege o telescópio contra radiações potencialmente
nocivas.
"Se uma supernova explodir na nossa galáxia agora, podemos detectar
centenas de neutrinos com o IceCube", disse Adams a jornalistas na
Conferência Internacional de Física de Alta Energia, em Melbourne. "Não
seremos capazes de vê-los individualmente, mas o detector inteiro irá se
acender como uma grande queima de fogos de artifício."
Os cientistas estão tentando monitorar as partículas para descobrir sua
origem, na esperança de que isso dê pistas sobre o que acontece no espaço,
especialmente em partes invisíveis do universo, conhecidas como matéria escura.
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| O módulo digital óptico do telescópio IceCube, instalado na Antártica para observar neutrinos, umas das partículas que ajudaram na formação do universo. |
Antes da conclusão do IceCube, em 2010, os cientistas haviam observado
apenas 14 neutrinos. Com o novo telescópio, que atua em conjunto com um
aparelho no Mediterrâneo, centenas de neutrinos já foram detectados.
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segunda-feira, 18 de junho de 2012
Episodio 3 - Big Bang
Será que tudo começou numa grande explosão? O
programa mostra que a coisa é muito mais complexa. O universo segue em expansão
acelerada e o nosso jovem Sistema Solar nascido 9,5 bilhões de anos do começo
de tudo, viaja nessa expansão com toda a nossa galáxia.
Fonte: TV Escola
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sábado, 19 de maio de 2012
A Explosão Primordial
De onde viemos? A pergunta sempre
intrigou os cientistas e até hoje não tem resposta definitiva. Existe,
inclusive, um ramo específico da astronomia, a cosmologia, que se dedica ao
estudo da origem e evolução do universo. A cosmologia ganhou impulso principalmente
a partir da década de 1920, quando novas descobertas mostraram indícios de que
a chave do mistério do universo poderia ser uma explosão primordial, há certa
de 15 bilhões de anos, conhecida como Big Bang.
A primeira pista foi desvendada pelo
cientista norte-americano Edwin Powell Hubble (1889-1953). Nos anos de 1920, o astrônomo
percebeu que o universo estava em expansão – ou seja, as galáxias estão se
afastando umas das outras.
Como ele chegou a essa conclusão?
Hubble observou com um potente telescópio e notou que o espectro de luz emitido
por elas tendia ao vermelho – um sinal de que todas estavam se distanciando. A
medição usada por Hubble foi baseada no efeito Dopple, pelo qual os componentes
de luz enviados por objetos luminosos se deslocam para o vermelho quando se
afastam e tendem ao azul quando se aproximam.
Dessa forma, Hubble não somente
constatou que as galáxias não moviam aleatoriamente, mas descobriu que seguiam
uma tendência de afastamento. Com isso, percebeu que o universo provavelmente
seria bem maior do que supunha até então e que seu movimento de expansão é
constante. Hoje sabemos que isso ocorre a uma velocidade aproximadamente
50km/s.
Ovo
cósmico
A descoberta de Hubble foi fundamental para
que o belga Georges Edward Lemaître (1894-1966) fosse adiante na explicação da
origem do universo. Lemaître concluiu que no tempo zero havia uma massa
minúscula, chamada por ele de ovo cósmico – ou superátomo – que se contraia e
se expandia a um efeito gravitacional, como já havia comprovado Hubble. Esse
movimento fez com que sua temperatura interna aumentasse muito. Quando atingiu
uma temperatura elevadíssima, o ovo explodiu criando tudo o que existe hoje,
como as estrelas e os plantas, dando também origem ao espaço e ao tempo.
Para explicar o acumulo de energia que
explodiu repentinamente o russo George Gamow cunhou o fenômeno com a expressão
Big Bang – criado em 1915 pelo cosmólogo inglês Fred Hoyll. Assim, a teoria
sustenta a ideia de algo infinitamente pequeno, denso e quente, comprimido em
um tamanho menor do que um núcleo de um átomo. Em um lapso de tempo (menos que
um milésimo de se segundo), o universo cresceu exponencialmente.
Em 1964, mais uma descoberta foi
acrescentada as provas da teoria do Big Bang. Arno Penzias e Robert Wilson
constataram que no espaço a uma radiação cósmica originária do tempo em que
houve a explosão primordial – é a maior evidência para a comprovação da teoria,
também chamada de “Modelo Padrão”, por ser aceita pela comunidade científica
internacional.
Idade
do universo
E como podemos mensurar a idade do
universo? Se as galáxias estão se afastando é porque, em algum momento no passado,
todos os elementos estavam juntos. Hubble calculou a velocidade e a distância
entre várias galáxias e chegou a conclusão de que o universo teria
aproximadamente 2 bilhões. Era uma estimativa insustentável, afinal, já se
sabia que a Terra tinha mais que o dobro dessa idade e, portanto, o universo
não poderia ser mais novo do que ela.
Atualmente, vários métodos são usados
para estimar a idade do universo. Um deles é calcular a idade de estrelas mais
velhas de aglomerados estelares, que são formados por milhares de estrelas
atraídas entre si pela ação da gravidade. Uma estrela evolui com a queima de
hidrogênio e, analisando os estágios dessa evolução, pode-se calcular sua idade
aproximada. Si conferirmos ao universo a mesma idade dessas estrelas anciãs, é
possível chegar a números que variam entre 10 e 20 bilhões de anos. O número
mais aceito entre os cientistas é 15 bilhões de anos. De qualquer modo, independentemente
da determinação do instante da explosão inicial e da idade exata do universo, a
teoria do Big Bang é, até agora, a mais viável para explicar seu nascimento.
Um
fim distante
Para onde vamos? Essa é, talvez, a
segunda pergunta que mais intriga os astrônomos. A ciência tem especulado se o
universo pode chegar ao fim. A resposta é sim. Se não continuar a se expandir
suficientemente rápido, como acontece desde o Big Bang, o material que forma o
cosmos acabará por estacionar-se. Isso poderá provocar uma contração, decorrente
da ação da força gravitacional, e o universo voltará a um ponto central,
ocasionando um colapso chamado pelo pelos cientistas de Big Crunch – ou grande
esmagamento.
![]() |
| No fim tudo pode retroceder a um ponto primordial - Big Crunch |
![]() |
| Os três prováveis fins - Big Crunch, Big Freeze e Big Rip |
Porém há outra teoria, onde o universo tornar-se-ia
demasiado frio para poder abrigar a vida devido à contínua expansão. Nesta
teoria, denominada Big Freeze, o universo se expandiria a tal ponto que até
mesmo as estrelas de uma galáxia ficariam muito distantes uma das outras, e com
suas mortes, o universo passaria ser um lugar frio e sem vida.
Paralelo
ao Big Freeze há uma teoria mais recente, cujo afastamento da matéria chegaria ao
nível molecular. A chave desta hipótese é a quantidade de energia escura no
Universo. Se o Universo contém suficiente energia escura, poderia terminar
tendendo a uma desagregação de toda a matéria. Tal teoria é chamada de Big Rip –
ou grande ruptura.
Resumindo:
O vídeo explica em detalhes a origem do universo e sua evolução, segundo a teoria do Big Bang.
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- Receita para se fazer um universo
- Prêmio Nobel de Física vai para cientistas que comprovaram a aceleração da expansão do Universo
Fontes: Atlas do Universo e Universe Today
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Matéria e Energia Escura
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Tempo e Espaço
Quer
fazer uma viagem no tempo e no espaço? Então, não precisa ir longe. Basta
olhar, em uma noite límpida, para um céu estrelado. Cada pontinho brilhante é a
própria visão do passado, que pode ser breve ou muito remoto.
Olhar
o céu noturno, com cada pontinho brilhante, é mais do que simplesmente apreciar
a beleza das estrelas. É como ver uma fotografia do passado. Essa é uma idéia
fascinante, quando se trona bem compreendida. É simples entender. Lembre-se de
que a luz do Sol leva pouco mais de 8 minutos para chegar até a Terra,
atravessando os cerca de 150 milhões de quilômetros que separam os dois corpos
celestes na velocidade da luz – 300 mil Km/s no vácuo.
![]() |
| Sirius, umas das estrelas mais próximas a nós. |
Do
mesmo modo que o Sol, cada estrela emite luz. Esta, pro sua vez, propaga-se em
todas as direções pelo espaço e percorre determinada distância, maior ou menor,
até ser visível na Terra. Conclui-se que o brilho dessa estrela (foto ao lado) leva 8,57 anos
para chegar aqui, por exemplo. Ou seja, a luz que hoje vemos foi emitida, na verdade, cinco
anos atrás.
A
situação torna-se mais interessante quando buscamos uma estrela situada a uma
distância ainda maior. Se estiver a 150 anos-luz da Terra, isso significa que a
luz captada agora foi emanada da estrela há 150 anos. O fato curioso é que,
quando a referida estrela emitiu a luz que vemos hoje, nenhum dos mais de 6
bilhões de habitantes atuais do planeta havia nascido!
Distância
galáctica
![]() |
| Galáxia de Andrômeda |
O
mesmo raciocínio pode ser aplicado às galáxias. Vizinha da Via Láctea, a
galáxia de Andrômeda está localizada a cerca de 2,3 milhões de anos-luz.
Portanto, a imagem captada pelos telescópios atuais partiu de Andrômeda 2,3 milhões de anos atrás.
Para comparar, essa época corresponde ao Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada,
quando o homem primitivo ainda vivia em cavernas e nem havia aprendido a
dominar o fogo.
Com
potentes telescópios de última geração, é possível enxergar muito mais longe, a
bilhões de anos luz daqui. A conclusão é que, quanto mais distante se vai na
observação dos astros, mais se recua no tempo. Por isso, quando os astrônomos
anunciam a descoberta de uma nova galáxia a, digamos, 10 bilhões de anos-luz da
Terra, a comunidade científica entra em êxtase. Afinal, o que se vê é um
momento em que o universo era muito jovem.
Logo,
a pergunta que fica é: o que aconteceria se um instrumento avançadíssimo de
observação conseguisse captar uma imagem muito mais distante do que a referida
galáxia situada a 10 bilhões de anos-luz?
É
uma resposta que os cientistas continuam buscando incessantemente, porque, a
partir dela, o ser humano seria capaz de ver o retrato do universo muito
próximo de sua origem, do ponto em que tudo começou, há cerca de 15 bilhões de
anos, quando se estima que ocorreu o Big Bang, a chamada explosão primordial
que deu início a tudo o que existe atualmente. Seria a própria viagem no tempo
e espaço rumo à gênese do universo.
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Prêmio Nobel de Física vai para cientistas que provaram a aceleração da expansão do Universo
Os cientistas
norte-americanos Saul Perlmutter, Adam Riess e Brian Schmidt receberam o Nobel
de física de 2011 por pesquisas que mostraram como a expansão do Universo está
acelerando. Os estudos se basearam na observação da luz de supernovas -
explosões que marcam o fim da vida de estrelas com muita massa.
O anúncio foi
feito nesta terça-feira (4) no Instituto Karolinska em Estocolmo, na Suécia. O
fato de que o Universo está se expandindo já era conhecido desde a década de
1920. O trio, no entanto, descobriu que essa expansão está acelerando – e não
desacelerando, como era anteriormente esperado.
O prêmio:
A
história da expansão do Cosmos começou com o trabalho de cientistas como Edwin
Hubble - que foi homenageado ao servir de nome para o telescópio. Eles
conseguiram mostrar, por meio de observações, que o Universo estava aumentando
de tamanho.
Para
crescer, o Universo precisa ter energia, que os astrônomos acreditavam vir
somente de objetos como nós, as árvores, os planetas e as estrelas. Mas se isso
fosse verdade, a gravidade desses materiais iria fazer o Universo ser
"brecado". Ainda iria crescer, mas não tão rápido.
Mas os
três cientistas escolhidos para receber o Nobel de física de 2011 mostraram,
por observações, que o crescimento do Universo não só existe como está sendo
acelerado a cada momento.
Expansão
acelerada:
Trabalhando
separadamente em dois grupos de pesquisa durante os anos 1990 – Perlmutter em
um e Schmidt e Riess em outro – os astrônomos traçaram o mapa da expansão do
universo por meio da análise de um tipo de supernovas, explosões ocorridas no
fim da vida de estrelas com muita.
A análise
dos dados colhidos a partir dessas explosões levou o trio a concluir que a
aceleração existe. Uma das explicações para esse crescimento é a existência da
energia e da matéria escura. Ambas são diferentes da matéria visível, a que nos
cerca no dia a dia.
Eles
descobriram que a luz emitida por mais de 50 supernovas distantes era mais
fraca que o esperado, um sinal de que o universo estava se expandindo a uma
taxa acelerada.
"Por
quase um século já se sabia que o universo está se expandindo por consequência
do Big Bang, há cerca de 14 bilhões de anos”, disse um dos membros do comitê
durante o anúncio do prêmio. "No entanto, a descoberta de que essa
expansão está se acelerando é espantosa. Se a expansão vai continuar a acelerar
o universo acabará em gelo". Acredita-se que a aceleração seja
impulsionada pela energia escura, um dos grandes mistérios do universo.
Os astrônomos
estimam que a energia escura – uma espécie de gravidade às avessas, repelindo a
matéria que dela se aproxima – responde por cerca de três quartos do universo. Segundo
os astrônomos, somente 4% do Universo deve ser feito de átomos como os que
estão nos humanos, nos animais e nas estrelas o restante é composto por matéria
escura (23%).
De acordo
com a academia sueca, os três pesquisadores foram pegos de surpresa pela descoberta.
Eles esperavam encontrar como resultado de seus estudos que a expansão do
universo estava desacelerando. Mas as duas equipes chegaram justamente à
conclusão de que as galáxias distantes estavam se afastando a uma velocidade
cada vez maior.
"Acabamos
contando ao mundo que temos esse resultado maluco, que o universo está se
acelerando", disse Schmidt em entrevista coletiva telefônica depois do
anúncio do prêmio em Estocolmo. "Parecia maluco demais para ser correto, e
acho que ficamos um pouco assustados."
Os
trabalhos do trio norte-americano ainda estão em pleno acordo com as previsões
feitas por Albert Einstein ao demonstrar a teoria da relatividade geral. Elas
poderão salvar, inclusive, uma parte da pesquisa do físico alemão que era tida
como um erro até mesmo pelo próprio Einstein: a constante cosmológica, um
recurso usado pelo cientista para tentar salvar a ideia.
Antes de
morrer, em 1955, Einstein reconheceu a constante cosmológica como um erro. Ele
também admitiu que o Universo, de fato, estava se expandindo.
Agora, em
2011, o Nobel reconhece três cientistas que podem usar a constante cosmológica
para provar o aumento do Universo. Diferente da ideia inicial de Einstein, mas
salvando um conceito que era tido como errado há mais de meio século.
Perlmutter, Schmidt e Adam
Riess
Perlmutter,
nascido em 1959 nos Estados Unidos, coordena o Projeto Cosmológico Supernova,
na Universidade de Berkeley.
Seu
colega Schmidt, nascido também nos Estados Unidos em 1967 e com nacionalidade
australiana, é professor da Universidade Nacional da Austrália.
O
terceiro premiado nascido em Washington, em 1969, é professor de astronomia e
física em Baltimore (EUA).
Veja a lista dos últimos premiados
pelo Nobel de Física:
-
2011: Saul Perlmutter e Adam Riess (Estados Unidos) e Brian Schmidt
(Austrália/Estados Unidos);
- 2010: Andre Geim (Países-Baixos), Konstantin Novoselov (Rússia/Grã-Bretanha);
- 2009: Charles Kao (Estados Unidos/Grã-Bretanha), Willard Boyle (Estados Unidos/Canadá), George Smith (Estados Unidos);
- 2008: Yoichiro Nambu (Estados Unidos), Makoto Kobayashi e Toshihide Maskawa (Japão);
- 2007: Albert Fert (França) e Peter Grünberg (Alemanha);
- 2006: John C. Mather (Estados Unidos) e George F. Smoot (Estados Unidos);
- 2005: Roy J. Glauber (Estados Unidos), John L. Hall (Estados Unidos) e Theodor W. Hänsch (Alemanha);
- 2004: David J. Gross, H. David Politzer e Frank Wilczek (Estados Unidos);
- 2003: Alexei A. Abrikosov (Rússia/Estados Unidos), Vitaly Ginzburg (Rússia) e Antony J. Leggett (Grã-Bretanha/Estados Unidos);
- 2002: Raymond Davis Jr (Estados Unidos), Masatoshi Koshiba (Japão), e Riccardo Giacconi (Estados Unidos).
- 2010: Andre Geim (Países-Baixos), Konstantin Novoselov (Rússia/Grã-Bretanha);
- 2009: Charles Kao (Estados Unidos/Grã-Bretanha), Willard Boyle (Estados Unidos/Canadá), George Smith (Estados Unidos);
- 2008: Yoichiro Nambu (Estados Unidos), Makoto Kobayashi e Toshihide Maskawa (Japão);
- 2007: Albert Fert (França) e Peter Grünberg (Alemanha);
- 2006: John C. Mather (Estados Unidos) e George F. Smoot (Estados Unidos);
- 2005: Roy J. Glauber (Estados Unidos), John L. Hall (Estados Unidos) e Theodor W. Hänsch (Alemanha);
- 2004: David J. Gross, H. David Politzer e Frank Wilczek (Estados Unidos);
- 2003: Alexei A. Abrikosov (Rússia/Estados Unidos), Vitaly Ginzburg (Rússia) e Antony J. Leggett (Grã-Bretanha/Estados Unidos);
- 2002: Raymond Davis Jr (Estados Unidos), Masatoshi Koshiba (Japão), e Riccardo Giacconi (Estados Unidos).
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