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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Primeiro sistema multiplanetário orbitando estrelas binárias é descoberto!


Pesquisadores de diversas instituições apresentam nesta terça-feira na União Astronômica Internacional a descoberta do primeiro sistema multiplanetário conhecido ao redor de uma estrela binária. Anteriormente, os astrônomos já haviam descoberto quatro sistemas parecidos, mas com apenas um exoplaneta em cada. Além disso, um desses corpos está na "zona habitável", o que anima os cientistas. O artigo que descreve o estudo será publicado na Science.


O sistema, que lembra o do planeta Tatooine, da saga Star Wars, foi chamado de Kepler-47 - já que foi descoberto pelo telescópio Kepler. Lá, as duas estrelas giram ao redor uma da outra (em um centro gravitacional comum) a cada 7,5 dias terrestres. Uma delas é similar ao Sol, enquanto a outra é menor, com apenas um terço do tamanho e 175 vezes mais fraca.
O planeta mais próximo delas tem três vezes o diâmetro da Terra e orbita o par a cada 49 dias terrestres. O corpo mais longínquo é um pouco maior que Urano e seu ano dura 303 dias. Este é o que chamou mais a atenção dos cientistas. Essa distância para suas estrelas significa que ele está na chamada "zona habitável", ou seja, que pode ter as condições para sustentar a vida como a conhecemos.
Planeta Tatooine, da saga Star Wars.
Apesar de certamente ser um gigante gasoso sem vida, esse planeta anima os pesquisadores, já que agora sabemos que corpos com condições para o aparecimento de seres vivos podem existir ao redor de estrelas binárias.
O novo sistema planetário está a "apenas" 5 mil anos-luz da Terra. Apesar disso, a distância é muito grande para que seja visto diretamente - os planetas foram detectados devido à queda no brilho do par de estrelas quando eles transitam em frente a elas. Após o registro do Kepler, o Observatório McDonald, no Texas, mediu o tamanho e massa relativos dos objetos - eles têm massa provável entre oito e 20 vezes maior que a da Terra.
"O que eu achei mais excitante é o potencial para habitabilidade em um sistema circumbinário. Kepler-47c não deve ser capaz de sustentar vida, mas se ele tiver grandes luas, estas podem ser mundos interessantes", diz William Welsh, da Universidade Estadual de San Diego (EUA), um dos autores do estudo, deixando fãs de Star Wars animados com a possibilidade de existir uma Endor por aí.



Fonte: Terra

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Astrônomos desenvolvem novo método para observar a atmosfera de exoplanetas que não "transitam" em sua estrela

Astrônomos criaram uma nova técnica para estudar pela primeira vez a atmosfera de um exoplaneta (aquele que está fora do Sistema Solar) sem que ocorresse um trânsito. A equipe internacional utilizou o telescópio VLT (Very Large Telescope) do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) para combinar observações infravermelhas de alta qualidade (em comprimentos de onda da ordem dos 2,3 microns). Com os registros, eles separaram o fraco sinal emitido pelo planeta da radiação muito mais forte emitida pela estrela hospedeira. Os resultados serão publicados na próxima edição da revista especializada Nature.
VLT, Cerro Paranal, Chile.
"Graças à elevada qualidade das observações fornecidas pelo VLT e pelo CRICES (instrumento do telescópio que foi utilizado) conseguimos estudar o espectro do sistema com muito mais detalhe do que o que era possível até agora. Apenas 0,01% da radiação observada é emitida pelo planeta, enquanto que o resto vem da estrela, por isso não foi nada fácil separar esta contribuição", diz Matteo Brogi (Observatório de Leiden, Holanda), autor principal do estudo.
Até agora, para estudar a atmosfera de um exoplaneta, os especialistas precisavam que ocorresse um trânsito em frente a sua estrela. Os pesquisadores usaram o poderoso telescópio mantido pelos europeus no deserto chileno do Atacama para descobrir detalhes de Tau Boötis b, um dos primeiros exoplanetas descobertos (em 1996) e que, do nosso ponto de vista, não transita em frente ao seu sol.
Os pesquisadores descobriram que esse gigante gasoso tem, ao contrário do que se acreditava, uma atmosfera que fica mais fria com a altitude - característica inversa à maioria dos exoplanetas gigantes gasosos que ficam muito próximos de suas estrelas. Eles ainda mediram a quantidade de CO2. E A nova técnica possibilitou finalmente determinar com precisão a massa do planeta (equivalente a seis vezes a de Júpiter), um mistério de 15 anos.

Exoplaneta Tau Boötis b (impressão artística)
 Fonte: Terra

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Astronomos observam uma estrela sendo destruida por um Buraco Negro pela primeira vez


Astrônomos da NASA identificaram pela primeira vez uma “vítima”, ou melhor,  uma estrela, engolida por um buraco negro supermaciço. A estrela, composta por gás hélio, estava a 2,7 bilhões de anos-luz da Terra, e os pesquisadores suspeitam que ela já estivesse no final de sua vida quando desapareceu. Esse fenômeno só acontece, em média, a cada 10 mil anos em uma galáxia.
De acordo com os astrônomos, no dia 31 de maio de 2010, o telescópio Pan-STARRS 1, no Havaí, detectou uma inesperada luz emanada desta galáxia. A luz foi aumentando até atingir seu ponto máximo no dia 12 de julho antes de desaparecer lentamente. O estudo sobre esse “homicídio estelar” está publicado na edição online da revista Nature.
De acordo com os pesquisadores, a estrela estava tão próxima que as forças produzidas pelo campo gravitacional do buraco negro a destruíram. Os gases da estrela aumentaram a temperatura do buraco negro e produziram a luz detectada pelo telescópio.
Acredita-se que boa parte das galáxias abrigue um buraco negro supermaciço, cuja massa é entre um milhão e um bilhão de vezes maior do que a do nosso sol. 



A simulação acima, mostra uma estrela que está sendo esmagada pela gravidade de um buraco negro supermassivo. 
Alguns dos detritos estelares caem dentro do buraco negro e uma parte é ejectado para o espaço a altas velocidades. 
As áreas em branco são regiões de maior densidade, e as cores avermelhadas correspondem a regiões de densidades mais baixas. Os azuis, por sua vez, apontam pontos de localização do buraco negro. 
O tempo decorrido corresponde à quantidade de tempo que leva para uma estrela semelhante ao Sol ser rasgada por um buraco negro de um milhão de vezes mais massivo que o mesmo.
(Crédito: NASA; S. Gezari, The Johns Hopkins University, e J. Guillochon, University of California, Santa Cruz)

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Fontes: History, NASA e Nature  

sexta-feira, 30 de março de 2012

Via Láctea abriga dezenas de bilhões de planetas habitáveis, segundo ESO!


Um estudo publicado nesta quarta-feira (28) descobriu que a nossa galáxia, a Via Láctea, abriga dezenas de bilhões de “superterras” em zonas habitáveis. “Superterra” é o termo usado pelos astrônomos para definir planetas com a massa um pouco maior que a da Terra. Já a zona habitável é uma distância da estrela parecida com a que separa a Terra e o Sol, que permite a existência de água líquida.

'superterra' Gliese 667 Cc (concepção artística)

Pelas características semelhantes, estes planetas são os principais candidatos a abrigar vida fora da Terra, e por isto são um objeto de pesquisa importante na astronomia.
Um dos teléscopios do ESO
O estudo foi conduzido pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), um projeto que conta com participação brasileira. Os dados foram obtidos pelo espectrógrafo Harps, um aparelho colocado dentro de um telescópio, feito especialmente para procurar planetas.
Esta pesquisa foi focada nas anãs vermelhas, um tipo de estrela brilhante e menor que o nosso Sol que constitui cerca de 80% de todas as estrelas da Via Láctea.
Os cientistas concluíram que cerca de 40% das estrelas deste tipo têm “superterras” em seu redor. Como há cerca de 160 bilhões de anãs vermelhas na Via Láctea, o estudo estima que haja dezenas de bilhões de planetas teoricamente habitáveis na galáxia. 
Por outro lado, os planetas mais massivos, semelhantes a Júpiter e Saturno no nosso Sistema Solar, são considerados raros em torno de anãs vermelhas. Menos de 12% de anãs vermelhas deverão ter planetas gigantes (com massa de 100 e 1000 vezes maior do que a Terra).


Fonte: G1 e Abril

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Luzes anormais em um buraco negro no centro da Via-Láctea são explicadas

Uma pesquisa publicada pela revista “Monthly Notices of the Royal Astronomical Society” traz uma explicação para um fenômeno que acontece no centro da Via Láctea.
Lá fica um buraco negro supermassivo chamado Sagitário A*. A região é estudada pelo Observatório Chandra de Raios X, da NASA, e pelo VLT (Very Large Telescope), que faz observações em infravermelho.

Buraco Negro Sagitário A* no centro da Via-Láctea.

Há anos, os cientistas percebem a liberação de luzes em raios X a partir do buraco negro, mas nunca souberam explicar por que isso acontece.
O novo estudo sugere que, em volta de Sagitário A*, existe uma nuvem com trilhões de asteroides e cometas que se desprenderam de suas estrelas mães. Quando um desses corpos celestes passa perto – cerca de 150 milhões de quilômetros, mesma distância entre a Terra e o Sol – desse buraco negro, é quebrado em pequenos pedaços.
Os fragmentos seriam então vaporizados pelo atrito ao passar pela camada de gás quente. Nesse processo, segundo a teoria, são liberadas as luzes que os cientistas observavam havia anos.

Fonte: G1

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

De Gigantes a Minúsculos, mas sempre Buracos Negros


Uma equipe da Nasa afirmou ter achado o que pode ser menor buraco negro já visto.
A descoberta foi feita analisando as emissões de raios X vindas do astro - como se fosse um "batimento cardíaco".
Se for mesmo um buraco negro, ele teria só um pouquinho mais de massa acima do mínimo necessário para poder existir.
Segundo os astrônomos, ele tem menos de três vezes a massa do nosso Sol. Para efeito de comparação, os buracos negros anunciados no início do mês tem cerca de 10 bilhões de vezes a massa do Sol.

          Em contrapartida no início deste mês cientistas descobriram os dois maiores buracos negros conhecidos até o momento, com uma massa quase 10 bilhões de vezes superior à do Sol.
Esses buracos negros, localizados em duas enormes galáxias elípticas a cerca de 270 milhões de anos-luz da Terra, são muito maiores do que se previa por meio de deduções dos atributos das galáxias anfitriãs.


Segundo os especialistas, liderados por Chung-Pei Ma, professora da Universidade da Califórnia, em Berkeley, nos Estados Unidos, a descoberta sugere que os processos que influenciam no crescimento das galáxias grandes e seus buracos negros diferem dos que afetam as galáxias pequenas.
Os cientistas acreditam que todas as galáxias maciças com componente esferoidal abrigam em seus centros buracos negros gigantescos.
As oscilações de luminosidade e brilho identificadas nos quasares do universo sugerem ainda que alguns deles teriam sido alimentados por buracos negros com massas 10 bilhões de vezes superiores à do Sol.
No entanto, o maior buraco negro conhecido até então, situado na gigantesca galáxia elíptica Messier 87, tinha uma massa de apenas 6,3 bilhões de massas solares.
Os buracos negros são difíceis de serem detectados porque sua poderosa gravidade os absorve por completo, incluindo a luz e outras radiações que poderiam revelar sua presença.

Telescópio Gemini no Havaí
Os cientistas avaliaram os dados de duas galáxias vizinhas a Messier 87 - NGC 3842 e NGC 4889 - e concluíram que nelas havia buracos negros supermassivos.
Os cientistas usaram o telescópio Gemini do Havaí, adaptado com lentes especiais que permitem detectar o movimento irregular de estrelas que se movimentam perto dos buracos negros e que são absorvidas por eles.
Os pesquisadores constataram que a NGC 3842 abriga em seu centro um buraco negro com uma massa equivalente a 9,7 milhões de massas solares, enquanto, na NGC 4889 (situada na cosntelação Cabeleira de Berenice), há outro com uma massa igual ou superior.
Esses buracos negros teriam um horizonte de fatos, a região na qual nada, nem sequer a luz, pode escapar de sua atração, cerca de sete vezes maior do que todo o sistema solar.
Segundo os especialistas, o enorme tamanho dos buracos se deve à sua habilidade para devorar não só planetas e estrelas, mas também pequenas galáxias, um processo que teria sido produzido ao longo de milhões de anos.


Fonte: Adaptadado do G1

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Telescópio Kepler descobre planeta tão quente que pode-se derreter ferro em sua superfície!


O escaldante planeta está 352 anos de luz de distância da Terra e sua massa é 10 vezes maior do que a do nosso planeta.


Astrônomos da NASA encontraram um planeta quase do mesmo tamanho da Terra, mas que é tão quente que não há chance alguma de ser residência para organismos vivos. O exoplaneta, batizado de Kepler-21b, é 1,6 vezes maior que a Terra. A órbita do planeta é tão colada a estrela mais próxima que os astrônomos estimam que a temperatura na superfície do Kepler-21b seja de 1,500 graus Celsius – quente o suficiente para derreter ferro.
Os cientistas que encontraram o planeta usaram o telescópio espacial “caçador de planetas” Kepler para encontrá-lo e depois confirmaram sua localização com ajuda do Kitt Peak National Observatory, localizado no estado do Arizona, Estados Unidos.

 O escaldante planeta está 352 anos-luz de distância da Terra – perto, se considerarmos que a nossa galáxia tem um diâmetro de 78 mil anos-luz. Sua massa é 10 vezes maior do que a do pedregulho molhado em que vivemos. O planeta está a apenas 6 milhões de quilômetros de seu Sol – demora menos de dois dias para completar uma volta ao redor da estrela. Para comparar, a Terra está 150 milhões de quilômetros distante do Sol.
A estrela próxima a Kepler, chamado de HD 179070, é mais quente e brilhante que o nosso Sol, além de possuir uma massa 1,3 vezes maior que nossa estrela. Segundo os cientistas, a HD 179070 é uma estrela mais jovem que a nossa: sua idade estimada é de 2,84 bilhões de anos – o Sol está na casa dos 4,6 bilhões de anos.

*Imagens criadas em computador.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Estudo identifica planetas com mais chances de vida extraterrestre

 A lua de Saturno Titã e o exoplaneta Gliese 581g (foto) estão entre os planetas e luas mais propensos à existência de vida extraterrestre, segundo um artigo científico publicado por pesquisadores americanos. O estudo da Universidade de Washington criou um ranking que ordena os planetas segundo a sua semelhança com a Terra e de acordo com condições para abrigar outras formas de vida.

Segundo os resultados publicados na revista acadêmica Astrobiology, a maior semelhança com a Terra foi demonstrada por Gliese 581g, um exoplaneta - ou seja, localizado fora do Sistema Solar - de cuja existência muitos astrônomos duvidam. Em seguida, no mesmo critério, veio Gliese 581d, que é parte do mesmo sistema. O sistema Gliese 581 é formado por quatro - e possivelmente cinco - planetas orbitando a mesma estrela anã a mais de 20 anos-luz da Terra, na constelação de Libra.

Condições favoráveis
Os Rádio-telescópios são a principal ferramenta dos
astronomos na busca de novos plantenas.
 
Um dos autores do estudo, Dirk Schulze-Makuch, explicou que os rankings foram elaborados com base em dois indicadores. O Índice de Similaridade com a Terra (ESI, na sigla em inglês) ordenou os planetas e luas de acordo com a sua similaridade com o nosso planeta, levando em conta fatores como o tamanho, a densidade e a distância de sua estrela-mãe. Já o Índice de "Habitabilidade" Planetária (PHI, sigla também em inglês) analisou fatores como a existência de uma superfície rochosa ou congelada, ou de uma atmosfera ou um campo magnético.
Também foi avaliada a energia à disposição de organismos, seja através da luz de uma estrela-mãe ou de um processo chamado de aceleração de maré, no qual um planeta ou lua é aquecido internamente ao interagir gravitacionalmente com um satélite. Por fim, o PHI leva em consideração a química dos planetas, como a presença ou ausência de elementos orgânicos, e se solventes líquidos estão disponíveis para reações químicas.

"Habitáveis"

No critério da "habitabilidade", a lua Titã, que orbita ao redor de Saturno, ficou em primeiro lugar, seguida da lua Europa, que orbita Marte e Júpiter. Os cientistas acreditam que Europa contenha um oceano aquático subterrâneo aquecido por aceleração de maré.
O estudo contribuirá para iniciativas que, nos últimos tempos, têm reforçado a busca por vida extraterrestre. Desde que foi lançado em órbita em 2009, o telescópio espacial Kepler, da Nasa, a agência espacial americana, já encontrou mais de mil planetas com potencial para abrigar formas de vida. No futuro, os cientistas creem que os telescópios sejam capazes de identificar os chamados "bioindicadores" - indicadores da vida, como presença de clorofila, pigmento presente nas plantas - na luz emitida por planetas distantes.
 Titã (curiosidades: há chuvas rotineiras de gás natural líquido em Titã).

Saiba mais em: 
 Fontes: Terra
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